Raquel era uma quarentona boazona, sensual, sexy e atesoada. Tinha um corpo que provocava desejo imediato nos homens: seios grandes e firmes, ancas largas, um cu redondo e empinado, pernas torneadas e uma presença que enchia qualquer sala de tensão sexual. Naquele dia, tinha um almoço de negócios com Rui, um amigo e parceiro de longa data, cuja empresa era cliente importante da empresa onde ela trabalhava. Vestia um vestido preto curto, justo e com decote generoso que realçava os seios grandes e o colo moreno. Por baixo, usava lingerie sexy preta de couro que o marido António lhe tinha oferecido meses antes. Completava o look com botas pretas altas por cima do joelho, de salto alto, que alongavam as pernas e davam um ar dominante e extremamente sensual. O almoço correu bem… até demais. Trocaram olhares carregados, toques por baixo da mesa, piadas com segundas intenções. Quando o café chegou, Raquel inclinou-se para Rui, mostrando ainda mais o decote, e sussurrou: “Estou molhada. Quero-te agora.” Rui, um homem de 48 anos, casado, bem-parecido e com um sorriso safado, não hesitou. Levantaram-se e dirigiram-se aos WC do restaurante de luxo. Entraram no dos homens, verificaram que estava vazio e trancaram a porta da sanita do fundo. Raquel caiu de joelhos no chão, abriu a braguilha dele e tirou o pau já meio duro. Sem perder tempo, engoliu-o inteiro. A boca quente e experiente subia e descia pelo pau grosso, língua rodando na cabeça, chupando com fome. As botas altas roçavam nas pernas dele enquanto ela se mexia. Rui agarrou o cabelo dela e gemeu baixo. O telemóvel dele tocou – era a esposa. “Foda-se… é a minha mulher,” murmurou ele. Raquel não parou. Pelo contrário, chupou com mais vontade, olhando para cima com olhos cheios de luxúria enquanto ele atendia. “Olá amor… sim, o almoço está a acabar… não, está tudo bem,” disse Rui, a voz um pouco tensa. Raquel acelerou, babando o pau, chupando as bolas, enfiando-o até ao fundo da garganta. Rui esforçava-se para manter a voz normal: “Sim, a reunião com a cliente correu bem… a Raquel está aqui ao lado… sim, manda beijos.” Enquanto ele falava com a esposa, Raquel imaginava a cena: a mulher dele, provavelmente naquele momento, na consulta com o Dr. Rodrigues – o mesmo médico atraente com quem ela própria já tinha fodido várias vezes. A ideia de a esposa de Rui estar a ser fodida pelo Dr. Rodrigues deixou-a ainda mais excitada. Decidiu naquele instante: ia foder Rui como ele nunca tinha sido fodido na vida. Terminou o broche com uma chupadela longa e molhada, levantou-se e beijou-o com a boca cheia de saliva e sabor dele. “Leva-me para um hotel. Agora.” Rui cancelou a agenda da tarde e levou-a para um hotel de luxo perto. Assim que entraram no quarto, Raquel tirou o vestido preto curto, revelando a lingerie preta de couro: um corpete que apertava os seios grandes, deixando os mamilos quase à mostra, e uma tanga minúscula. Ficou apenas com a lingerie e as botas pretas altas por cima do joelho. “Quero que filmes tudo,” disse ela, entregando-lhe o telemóvel. “Imagens sensuais… bem perto.” Rui sorriu, excitado, e começou a gravar. Raquel posou para ele: de quatro na cama, empinando o cu, as botas altas brilhando, passando as mãos pelas coxas, abrindo as pernas e mostrando a tanga preta de couro colada à cona molhada. Ele filmou cada detalhe enquanto ela se aproximava, de joelhos (ainda com as botas), e voltava a chupá-lo. A câmara captava o pau grosso entrando e saindo da boca dela, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios, os olhos dela olhando directamente para a lente. “Estás a filmar bem? Quero ver depois como fico safada com estas botas,” murmurou ela entre chupadelas. Rui filmou enquanto ela cavalgava o pau dele primeiro na cona. As botas altas plantadas na cama, o corpo dela movendo-se com força. O corpete de couro rangia contra a pele. Raquel rebolava as ancas, os seios saltando quase para fora do decote da lingerie, gemendo alto: “Fode-me… filma a tua pila a entrar toda na minha cona.” Ele gravava close-ups: o pau brilhante entrando e saindo, os lábios da cona inchados agarrando-o, os sucos escorrendo pelas coxas e pelas botas. Depois virou-a de bruços, puxou a tanga para o lado e enfiou na cona por trás, fodendo com estocadas profundas enquanto filmava o cu redondo a tremer e as botas altas bem abertas. Raquel empinava-se, pedindo mais. “Agora o cu… quero que me enrabes enquanto filmas.” Rui cuspiu, pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado e entrou devagar. A câmara captava tudo: o cu de Raquel abrindo-se para o pau, centímetro a centímetro, o gemido longo dela, a lingerie de couro colada ao corpo suado e as botas pretas altas brilhando. Quando estava todo dentro, ele começou a foder o cu com força, a mão livre segurando o telemóvel para gravar os close-ups mais safados – o pau saindo quase todo e voltando a desaparecer no cu redondo e empinado. Raquel gozou pela primeira vez assim, o cu contraindo à volta dele. Depois pediu para mudar: “Quero os três buracos… filma tudo.” Ele filmou-a de lado, uma perna com bota alta levantada, alternando entre cona e cu. Filmou-a de joelhos a chupar o pau que acabara de sair do cu dela. Filmou-a cavalgando ao contrário, o cu subindo e descendo enquanto ela rebolava e gemia o nome dele, as botas plantadas na cama. Raquel, ainda imaginando a esposa dele a ser fodida pelo Dr. Rodrigues naquele momento, fodeu Rui com uma intensidade animal. Chupava, cavalgava, pedia palmadas no cu, pedia para ele puxar o cabelo, pedia para ele gozar dentro de cada buraco. Rui gozou primeiro na boca dela, filmando o close-up enquanto ela engolia e lambia tudo. Depois recuperou e fodeu-a novamente: vaginal, anal, oral, repetindo as posições, sempre com o telemóvel a gravar os ângulos mais sensuais e explícitos que ela pedia. Horas depois, deitados na cama, suados e exaustos, Rui parou de gravar. “Queres que te envie os vídeos?” perguntou ele. Raquel sorriu com ar safado e respondeu: “Quero todos. Guarda os vídeos e toca-te a pensar em mim sempre que quiseres. Quero que te venhas várias vezes a ver como me fodeste.”
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