Num fim de semana, o grupo — Raquel, o namorado António, N., C. e mais alguns amigos — foi passar dois dias numa casa isolada no campo. Na primeira noite, depois de um dia de passeios, C. ficou na cozinha a preparar o jantar para todos. Raquel e António, aproveitando o momento, escaparam para o quarto do fundo, pensando que ninguém ia notar. N., que trabalhava sem horário fixo e tinha o hábito de observar tudo, reparou que os dois tinham desaparecido. Curioso e excitado, seguiu-os discretamente pelo corredor. A porta do quarto estava entreaberta. Ele encostou-se à parede e espreitou. Lá dentro, Raquel estava de quatro em cima da cama, completamente nua. António, atrás dela, segurava-a pelas ancas e fodia-a com força, estocadas profundas e ritmadas. O som molhado da cona dela ecoava baixinho no quarto. Raquel mordia a almofada para não gemer alto. — Mais forte, António… — pediu ela, empurrando a bunda contra ele. António acelerou, batendo com as ancas contra a bunda dela, as bolas batendo na cona molhada. Raquel gemia, o corpo todo a tremer. Do corredor, N. observava tudo com o pau já duro na mão. Ele sabia que Raquel era a cunhada, mas vê-la a ser fodida pelo namorado deixava-o ainda mais excitado. Baixou as calças devagar e começou a tocar-se, masturbando o pau grosso enquanto assistia à cena. António virou Raquel de lado, levantou-lhe uma perna e voltou a enfiar o pau, fodendo-a profundamente. Os seios dela balançavam a cada estocada. Raquel estava perdida de prazer, gemendo o nome do namorado. N., escondido na penumbra do corredor, batia uma punheta cada vez mais rápida, os olhos fixos na cona de Raquel a engolir o pau de António. Ele adorava o contraste — saber que dias antes tinha fodido aquela mesma cona e aquele cu, e agora via-a a dar-se ao namorado. António avisou que ia gozar. Puxou o pau para fora e gozou na barriga e nos seios de Raquel, jorrando leitequente sobre o corpo dela. Raquel gemeu, esfregando o leite na pele enquanto gozava também. Nesse exacto momento, N. não aguentou mais. Deu umas últimas punhetadas e gozou no chão do corredor, o leite da piça caindo silenciosamente enquanto ele via o namorado a marcar a cunhada. Rapidamente, N. arrumou-se e voltou para a sala sem fazer barulho. Quando Raquel e António apareceram minutos depois, fingindo que tinham ido só dar um passeio, N. estava sentado no sofá com um sorriso discreto. C. chamou todos para o jantar, alheia a tudo. Durante a refeição, N. olhava para Raquel de vez em quando, sabendo exactamente o que tinha acabado de ver… e já planeando a próxima vez em que ia fodê-la ele próprio, talvez até contando-lhe o que tinha presenciado.
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