Passaram-se alguns dias. N. tinha ido buscar Raquel ao trabalho mais cedo. No carro, ele já lhe tinha metido a mão por baixo da saia, deixando-a molhada. Assim que entraram no elevador, começaram a beijar-se com fome, as mãos dele por todo o lado. N. levantou a saia dela e estava a puxar a tanga quando o elevador parou. A porta abriu e Manuel, o vizinho de 27 anos, casado, entrou e viu a cena: Raquel com a saia subida e N. com a mão entre as pernas dela. — Caralho… — murmurou Manuel, surpreendido. N. não se afastou. Manuel falou baixo e rápido: — Eu não vi nada… desde que me deixem ver a foda completa. Quero dar algumas ordens e filmar. Raquel olhou para N. Não se importou nada com a presença de Manuel. Na verdade, a ideia de ser vista só aumentava o tesão dela — queria foder com o cunhado de qualquer maneira. N., por sua vez, adorava a oportunidade de se exibir. Queria mostrar ao vizinho que fodia várias mulheres, incluindo a cunhada. — Entra — disse N. com um sorriso orgulhoso. — Hoje mandas tu. Subiram até ao apartamento. Assim que fecharam a porta, Manuel sentou-se no sofá e começou a gravar com o telemóvel. — Tira a roupa toda dela. Quero ver só a lingerie — ordenou. N. despiu Raquel lentamente, revelando o body preto sensual de renda transparente que ele próprio lhe tinha oferecido semanas antes. Manuel não sabia que a lingerie tinha sido um presente de N., e isso tornava tudo ainda mais excitante para os dois. — De joelhos. Chupa o pau do N. Raquel ajoelhou-se e mamou o pau de N. com vontade, olhando para a câmara enquanto Manuel dava ordens: — Mais fundo. Engole tudo. Isso… Depois: — De quatro no sofá. N. afastou o fio do body para o lado e fodeu primeiro a cona dela com estocadas fortes. Manuel filmava tudo de perto. Pouco depois mandou: — Agora no cu. Devagar primeiro. N. cuspiu e enfiou o pau no cu de Raquel, fodendo cada vez mais forte enquanto Manuel comandava: — Bate na bunda. Puxa o cabelo. Fode esse cu como deve ser. Raquel gemia alto, excitada por estar a ser comandada e filmada. Gozou com força, o cu apertando o pau de N., que acabou por explodir dentro dela, enchendo-a de porra. Manuel, visivelmente excitado, parou de filmar por um momento e abriu as calças: — Agora vem aqui. Mamame. Raquel, ainda de joelhos e com o body torto, aproximou-se sem hesitar. Pegou no pau de Manuel e chupou com dedicação, língua girando na cabeça enquanto ele segurava a cabeça dela e filmava. — Olha para a câmara… isso… boa vadia. Manuel não aguentou muito. Puxou o pau da boca dela e ordenou: — Abre a boca e olha para cima. Gozou com força, jorrando leite quente na cara de Raquel — na testa, bochechas, lábios e língua. Manuel filmou o resultado: o rosto dela coberto de esperma, o body preto sensual meio despido e o cu ainda a pingar a porra de N. — O vídeo fica comigo — disse Manuel, satisfeito. — Se quiserem repetir, sabem onde estou. N. puxou Raquel para si, passou o dedo na cara dela cheia de porra e enfiou-o na boca dela: — Gostaste de ser vista, não foi? — murmurou ele. Depois olhou para Manuel com ar de quem se gabava: — Como vês, fodo várias… e ela adora. Raquel, com o rosto brilhante e o corpo marcado, sorriu à espera.
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