O N (24 anos) tinha acabado de sair de uma reunião rápida e foi buscar Raquel ao trabalho. O apartamento que partilhava com a mulher C. ficava perto, e ele sabia que tinha pelo menos uma hora antes da esposa chegar do turno. Assim que entraram, N. encostou Raquel contra a porta e beijou-a com fome. — Vai ao quarto e veste a lingerie da tua irmã. A preta de renda toda. Quero foder-te com ela vestida. Raquel sentiu um arrepio de excitação e culpa. Foi até à gaveta de C., vestiu o sutiã, a tanga fina e as cinta-ligas. Quando voltou à sala, N. já estava só de boxers, o pau duro marcado no tecido. Ele puxou-a para o sofá, abriu-lhe as pernas e afastou a tanga para o lado. Lambeu a cona dela com vontade, dois dedos fodendo-a enquanto chupava o clitóris. Raquel gemia, agarrando a cabeça dele. — N… fode-me. Ele não esperou. Tirou os boxers, colocou o pau na entrada e entrou de uma vez, fodendo-a com estocadas fortes e profundas. O sofá rangia com o ritmo. Depois virou-a de quatro, puxou a tanga para baixo e voltou a entrar na cona molhada. — Tão apertada… — grunhiu ele, batendo com força. Raquel pediu mais. N. cuspiu no cu dela e pressionou o pau contra o buraco. Entrou devagar, depois acelerou, fodendo o cu da cunhada com vontade enquanto ela gemia alto. No meio da foda anal, o telemóvel de N. tocou. Era C. Ele atendeu, sem sair de dentro de Raquel: — Oi amor… sim, fui buscar a Raquel. Estamos em casa… ela está a tomar banho agora. Enquanto falava com a mulher, N. continuava a mexer as ancas lentamente, o pau enterrado no cu de Raquel. Depois desligou, atirou o telefone e fodeu com mais força, dando palmadas na bunda dela. — Safada… a levar o pau do cunhado no cu enquanto falo com a tua irmã. Raquel gozou primeiro, o corpo inteiro a tremer. N. não aguentou mais e explodiu dentro do cu dela, enchendo-a de porra quente. Ainda ofegantes, ele deu-lhe uma última estocada e murmurou: — Veste-te depressa. A C está quase a chegar. Mas guarda essa lingerie suja… amanhã repito. Raquel sorriu, sentindo a porra escorrer pelas coxas enquanto se levantava. Viver com a irmã e o cunhado tinha vantagens que o namorado António nunca conseguiria dar.
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