Vi essas duas virarem mulheres parte 6

Falei nos contos anteriores em como tinha comido minhas duas cunhadas. Uma na frente do noivo e como tinha tirado a virgindade da mais nova a Alana. Por alguns fins de semana passamos transando o dia inteiro, nem saíamos de casa. Sua pequena e linda buceta já estava quase acostumando com o bitola da minha rola. Ela sempre sofria no começo, mas depois empolgava. E com o tempo troquei o plug pequeno pelo médio. O grande eu tinha esquecida na casa da Natália. Mas já era um avanço. Aquele fim de semana eu estava determinado a comer aquele rabinho lindo. Assim que ela chegou, eu ajeitei as coisas dela e fui pegando o plug. Avisei a Alana que aquele era o dia. Ela ficou bastante nervosa, falou que talvez não aguentasse. Mas eu sabia que ela estava ficando competitiva em relação a Aline. Sempre perguntava se a irmã conseguia fazer tal coisa, ou se em tal posição ela ficava mais bonita que a irmã. Eu soltei então no meio de uma conversa "Acho que a única coisa que falta na sua irmã é me dar cuzinho, se você conseguir já podemos dizer que você já fez mais que ela". Assim que terminei de falar, ela disse que seria hoje então. Eu já segui o velho ritual, chupar bastante aquele cu enquanto a masturbava e depois inverti comecei a chupar a bocetinha enquanto colocava um dedo naquele buraquinho maravilhoso. Depois de um foram dois e ela delirando. Passei bastante lubrificante no plug e coloquei devagar no rabinho dela. Entrou até mais fácil do que eu esperava. Comi sua bucetinha com o plug lá. Depois de gozar eu não deixei ela tirar, ela foi cozinhar algo pra gente pelada e com o plug lá. Almoçamos e fomos descansar. Ficamos um tempão conversando e ela perguntando do dia que comi a Natália e como que ela aguentava dar o rabo fácil daquele jeito. Eu respondi que não era fácil, mas o principal é que ela gostava. A Natália gosta de dar o rabo, isso não é tão raro entre as mulheres e um homem de verdade sabe a diferença da mulher que dá o cu por obrigação e daquela que dá com gosto. Ela olhou pra mim fixamente e disse "você foi meu primeiro em tudo, primeiro a me chupar, a me comer, a me dar um orgasmo e vai ser o primeiro a comer meu cu. E eu vou gozar dando ele". O pau já estava uma pedra de novo. Era a hora. Tirei o plug e dessa vez estava levemente sujo, ela morreu de vergonha, tentei explicar que acontecia pra ela relaxar mas ela correu no banheiro e se limpou como a Natália tinha ensinado. Assim que ela saiu eu meti a língua naquele rabinho de novo e preparei o vibrador pra por naquela que era a buceta mais linda que já vi. Ela gostou rápido (pra variar). E foi ficando de quatro e falou pra eu meter, queria dar o cu de quatro. Expliquei que essa era uma posição difícil pra muitas mulheres, coloquei ela de ladinho, passei bastante lubrificante, encostei a cabecinha na portinha do rabinho que piscou na hora. Só esperei relaxar pra depois fazer uma leve pressão. Inexplicavelmente foi entrando até que fácil. Bem devagar, mas estava deslizando. Muito, mas muito mais fácil do que nas primeiras vezes na buceta. Um tempinho depois já tinha entrado mais da metade e ela estava lidando bem. Não falava muito mas também não reclamava. Foi entrando mais um pouco e finalmente eu comecei o movimento de vem e vai. A minha ideia era usar o vibrador mas ela mesma começou a se masturbar enquanto eu metia e tirava a rola naquele rabinho que era me sonho de consumo. Finamente ela começou a gemer, e começou falar que finalmente ela era a minha putinha, que ia gozar dando o rabo e que aguentava meu pau inteiro. Bom, até então eu não tinha colocado tudo, mas entendi que era uma ordem. Fui aumentando a velocidade e a pressão até que entrou tudo, vi na cara dela que ia gozar, disse que ainda não era hora, que a gente ia gozar juntos. Ela até que tentou mas não conseguiu aguentar e gozou muito forte. Ela esguichou de uma forma que eu nunca tinha visto ao vivo. Eu já estava quase lá, agora era só meter mais forte que eu chegava. Só que ela não parava de tremer, não falava nada com nada, só balbuciava sílabas e eu metendo com força de ladinho mesmo até que gozei, gozei com muita força. Eu não lembro a última vez que tinha gozado tão forte. Fiquei parado ali ainda com meu pau enterrado no cuzinho dela que se tremia inteira. Após alguns minutos ela começou a falar coisas com sentido. Disse que nunca tinha gozado assim. Que nem sabia que era possível sentir tanto prazer assim. Quando finalmente tirei vi que o rabinho dela não fechava mais. Sei que uma hora ia voltar ao normal, mas não deia aquele dia. Fomos tomar um banho, ela me chupou de novo e fomos dormir. No outro dia falei pra ela que se ela quisesse ficar por lá não teria que voltar pra cidade dela. Ela agradeceu mas que eu estava emocionado. Que sabia que eu gostava mesmo era da Aline, mas que ela adorou tudo e que ainda teríamos outras oportunidades mas que deveríamos focar que nossa relação era só sexo. E a verdade é que ela tinha razão, a menina de 18 anos era bem mais sensata que eu. Continuamos transando por um tempo, até que ela apareceu com um namoradinho e disse que teríamos que dar um tempo. Falei que entendia é claro. E a minha esposa já estava pra voltar, achei que de alguma forma a vida iria voltar ao normal. 

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tiagop

Nome do conto:
Vi essas duas virarem mulheres parte 6

Codigo do conto:
267022

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
13/07/2026

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