Bom no último conto falei em como finalmente comi o rabinho da Alana, minha cunhada mais nova. Umas semanas após esse dia, a minha esposa voltou. Transamos loucamente por uma semana inteiro. Acho que nunca trepei tanto na minha vida do que nessa semana. Nunca tocamos no assunto de eu ter transado com a Alana e acho que ela nem sabia da Natália. Ao final dessa semana, após uma transa em que gozamos forte ela virou pra mim e falou. "Tiago, nós temos que nos separar". Achei que era piada, mas ela repetiu séria. Eu não entendi nada, parecia que estava tudo certo, tudo voltado ao normal. Ela me explicou que gostava muito de mim, que gostava muito de transar comigo mas que não conseguia esquecer uma menina que ela ficava na Irlanda e que estava pensando em voltar pra lá. Meu mundo desabou. Ela brincou que agora eu tinha a versão mais nova dela. Falei que não tinha graça. Acabamos nos separando rápido e eu procurei sumir, apaguei o contato dela, das irmãs, deixei de seguir nas redes sociais. Mantinha contato somente com a Thais, continuamos marcado de conversar e transar. Até comecei a fumar maconha com ela. Ela tinha um ritual de fumar antes de transar. O tempo foi passando e eu já quase não pensava das irmãs, tive que bloquear a Natália. A Aline foi pra Europa mesmo e a Alana sumiu, até que um dia, mais de ano depois a encontrei no shopping e pra minha surpresa, ela estava grávida de 6 meses. Fomos tomar um sorvete, ela me atualizou, tinha vindo morar na minha cidade com o namorado. Estava grávida de uma menina e a vida estava muito boa, o namorado não era pouca pica como o da irmã, e ela até gozava as vezes, mas nunca como acontecia comigo. Lembrei com saudade daquele tempo, e falei que nunca ia esquecê-lla e quem sabe um dia a gente ainda teria a oportunidade de transar novamente. Ela brincou que nem lembrava como era transar já que o namorado não a comeu desde que descobriram a gravidez. Falei que isso era inadmissível. E que se ela quisesse eu comeria ela grávida mesmo. Ela achou que era brincadeira, falou que estava feia, que entende pq o rapaz não tinha mais tesão nela. Eu reafirmei, falei que ela continuava linda como sempre e que se ela quisesse eu comeria ela hoje, era só a gente ir pra casa e pronto. Ela desconversou, acabamos nos despedindo e achei que a conversa tinha morrido ali. Mas no outro dia de manhã escuto a campainha e era lá. Disse que tentou me ligar mas não completava e que ela cansou de esperar o cara e hoje ia dar de qualquer jeito. Assim que ela entrou a gente já foi se pegando com força. Eu estava meio desajeitado pois nunca tinha comido uma grávida. Mas consegui uma posição em que a minha boca encaixou perfeitamente naquela que era buceta mais linda que eu já tinha visto, e continuava do mesmo jeito, perfeita. Chupei até ela gozar. Coloquei ela de lado e comecei a meter devagar. Puta que pariu, ela continuava muito apertada. E ela ressaltou que estava há 4 meses sem que entrasse um pau ali. E que o meu apesar de ser mais ou menos do mesmo tamanho do namorado, era bem mais grosso. Ficamos transando romanticamente por um tempo enquanto passava a mão na barriga e nos peitos delas (que agora sim estavam enormes). Até que ela disse "Não esquece que eu sou sua putinha, mesmo grávida você pode me comer com força". Era o que eu precisava escutar, coloquei de quatro e comecei a socar forte naquela bucetinha, em pouco tempo ela gozou. Puxei o lubrificante e já parti pro meu rabinho dos sonhos. Novamente entrou mais fácil que na buceta, ela estava bem relaxada por ter gozado duas vezes e com muita vontade de sentir meu pau naquele rabinho. Não demorou e novamente ela gozou rápido. Continuei metendo até eu gozar também. Quando terminamos ficamos conversando e ela disse que se o cara não começasse a comer ela, ela viria sempre me dar pelo menos até o beber nascer. E assim foi. A última vez em que trepamos nessa época foi dois dias antes da neném nascer. Nessa última semana ela estava com uma barriga enorme, era difícil de achar posição, mas mesmo assim ela me visitava para transar. No último mês era só boquete e cuzinho. Achava mais prático e prazeroso na condição dela. Após o nascimento, mandei uma mensagem de parabéns pra ela que agradeceu e disse que se quisesse comer alguém teria que ser a Natália, me fez desbloquear a doida. Mas disse que não queria mais confusão, um dia quem sabe...
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