Oi, sou a Maju, tenho 48 anos, sou casada com o Lino já faz trinta anos. Temos filhos crescidos que já não moram mais com a gente. Sou branquinha com 1m60 e um corpo normal, com seios médios pra grandes mas ainda não caídos (só um pouquinho kkk). Meu marido diz que sou gostosa. Minha bundinha é grandinha e bem empinadinha mas acho que tudo proporcional. Aliás, outra coisa que ele vive me dizendo é que sou bem cavala. Continuando a história de nossa aventura noturna, acho que pra entender direitinho, é preciso ler desde o início, pois é a história de nossas vidas, então tem partes legais e outras acho que nem tanto assim. Mas só dá pra entender se for lida na íntegra, tá bom? Quando chegamos em casa naquela noite, enquanto ele fechava o portão, já fui entrando na frente, mas ele me alcançou quando eu estava abrindo a porta da sala e já começou a me encoxar e me atiçar. Quando consegui abrir: _ Ai, homem, que fogo é esse? Mas ele nem me deixou falar direito, já foi me virando e me beijando com força. Senti que sua língua estava mais agitadinha que o normal, enquanto suas mãos já tinham levantado o meu vestido estilo bata e seguravam a minha bunda com vontade. _ Ai, amor, deixa eu pelo menos ir no banheiro. E ele nada de me soltar. Parecia possuído. Eu tive que forçar um pouco para me livrar dele. _ Vai, amor, me solta, deixa eu ir no banheiro, é rapidinho. _ Você vai tomar banho? Entendi a indireta dele. _ Eu não ia, meu amor, mas pode deixar que vou sim, tá bom? _ Não, não precisa. Por um segundinho, fiquei sem entender mas logo caiu a ficha, então respondi: _ Tá bom, então espera só um minutinho, Quando tirei a calcinha, ela estava ensopada. Fiz me xixi e ia me lavar com a mangueirinha mas pensei melhor e resolvi só me secar e voltei com o cheirinho e o gostinho natural. Lino estava na sala, sentado no sofá. Sentei no braço do sofá, ao lado dele, que ficou meio intimidado e me olhou um pouco disfarçando. Quando nossos olhares se encontraram, ele desviou logo, acho que tinha perdido o pique ou estava com vergonha. Então ele me perguntou: _ Você não vai tomar banho? _ Eu ia, mas você falou que não precisava. Ele ficou em silêncio por mais um tempinho. Acho que ele tinha recuperado um pouco da razão e a química tinha se perdido, e ele estava meio tímido. Fiquei sem saber como reagir, então me levantei e fui ao quarto, ia pegar uma toalha e tomar um belo de um banho e ir dormir. Quando estava pegando a toalha e separando uma roupa, ele se aproximou de mim e me abraçou, primeiro devagar e depois com um pouco mais de força. _ Desculpe. Fiquei quieta sem reação. Ele estava me deixando mal, sem me deixar saber o que de fato estava sentindo. Eu me virei e olhei bem dentro dos seus olhos, ainda sem saber o que falar, então apelei: _ Eu te amo, tá? E fui me entregando a um abraço, mas isso foi o bastante. Ele me segurou pelos ombros e colou seus lábios nos meus e começou a me beijar. Me deixei levar pelo instinto, colei meu corpo no dele e logo senti o pau duro cutucando minha barriga. Dei uma gemidinha de leve, para ele sentir segurança e avançasse. Então ele se soltou de vez, me apertou forte na cintura, do jeito que sabe que gosto, e depois desceu as mãos, indo até as minhas coxas e começou a subir de volta. Enquanto isso, mordia, chupava e lambia meu pescoço com vontade, até que me derrubou na cama. Depois disso, foi tirando minha roupa, me beijando e me chupando os seios com vontade e quando eu estava nua, desceu e começou a chupar minha bocetinha sem cerimônia. O filho da puta enfiou a lingua como se fosse um pau, explorando cada milímetro da minha grutinha. Lambia e mordiscava o grelinho com vontade, depois voltava a enfiar, voltava e lambia meu cuzinho, depois ia de volta na xavasca toda babada. Só depois de muito tempo voltou a me beijar coma língua faminta. Arrisquei: _ Tá gostando de me beijar? _ Anham. _ E de me chupar? _ Tô. Sem ter mais nenhuma dúvida e já toda ardida de tesão, resolvi trucar em cima dele: _ Você vai me chupar sempre assim, a partir de agora? _ Vou. _ Você gosta de sua mulherzinha bem puta, né? _ Gosto. _ Então vem, vem cá, come sua puta, pois ela é muito safada. Mostra quem é o dono desse corpo. Judia de mim, judia... Lino ficou doido, bem alucinado. Arrancou as roupas dele de qualquer jeito e veio entrando em mim com vontade. A gente tinha perdido o freio e eu sentia que agora podia arriscar bastante, então falei: _Você gostou do comportamento da sua esposinha hoje ou ela foi muito safada, passou dos limites? _Gostei. _ Hã, não entendi. Repete! _ Eu gostei, porra. Então ele não se aguentou, se contorceu todo e logo estava gozando dentro de mim. Eu tentei acompanhar mas não deu tempo. Sinceramente eu não esperava que fosse tão rápido. Quando ele ameaçou sair de cima de mim, acho que percebendo que eu estava um pouco frustrada, arrisquei de novo e pedi: _ Me chupa. Falei com uma voz bem insinuante, de denguinho, mas decidida. Ele deu uma travadinha de leve, mas eu fui empurrando ele bem devagar. _ Vai, amor, me chupa. Tô pegando fogo de tanto tesão, vai. Quero gozar na sua língua. Lino desceu, me cheirou um pouco em volta da virilha e depois passou a ponta da língua em volta e ficou nisso. Eu forcei um pouco a cabeça dele, gemendo bem manhosa: _ Ai amoooooorrrrrrrr... continua. Continua, vai. E fiquei segurando ele, rebolando na sua cara, para ele não subir de volta. E a língua continuou me circulando em volta da xaninha: _ Mais... isso. Mais. Ai, amor, continua. E aos poucos a lingua dele foi girando em volta do grelinho. Forcei mais um pouco da cabeça enquanto rebolava esfregando minha bocetinha na boca dele, até que venci a resistência e a língua dele entrou na minha xaninha. Fiz um ahhhhhhhh bem safado e ele passou a trabalhar mais ali, na entradinha, primeiro um pouco cuidadoso, ate que foi se soltando e passou a me lamber com vontade. Depois de algum tempo, já estava me chupando naturalmente e eu soltei a cabeça dele, que não esboçou nenhum movimento de sair dali e me largar na mão. Fiquei rebolando e xingando enquanto ele me lambia. Quando senti as contrações do gozo chegando, aumentei o volume do rebolado e da gritaria e apertei a cabeça dele entre minhas pernas: _ Vai, filho da puta, chupa sua fêmea. Chuuuuuuupaaaaaaaaa! Vai, porra. Tá vindo, tá vindo,tá viiiiiindo. Gozei horrores, com bastante vontade mesmo, o corpo todo estremecido. Lino ficou lá, preso entre as minhas coxas, dando o trato final, me limpando até a última gota. Depois chamei ele, que subiu e me beijou com vontade. Era uma mistura safada de gostos que eu nunca tinha experimentado. Nem eu e acho que nem ele. Nunca tinha deixado ele gozar na minha boca e agora a gente estava ali, misturando tudo, inclusive a ideia do pau do Bob, que tinha habitado aquele espaço faz pouco tempo, mesmo com uma camisinha. Depois que tudo passou fiquei um pouco tímida, e fomos tomar banho, tomando cuidado para não tocar em assuntos que pudessem machucar a gente e estragar a magia. Quando voltamos do banho, eu coloquei um conjuntinho de moletom, nada sexy mas confortável. Lino ficou só de cueca boxer e uma camiseta velha. Nos deitamos abraçadinhos, fazendo declarações de amor um pro outro mas ainda sem tocar em nenhum assunto . Mas quando o sono já estava chegando, acho que perdi a noção do perigo e resolvi tocar no assunto. Aproveitei que estava de costas e ele de conchinha grudando em mim, fazendo carinho e emendei: _ Amor. _ Oi. _ Eu te amo, tá? Te amo muito. Não esquece. _ Eu também te amo. _ Não esquece? _ Não. Eu sei disso. _ Então tá bom. Fiquei sem assunto. Baixou um novo silêncio entre nós, então aquietei e daqui a pouco cochilei um pouco, mas acordei com ele tirando cuidadosamente o braço debaixo do meu pescoço. Fiquei quietinha e ressonando um pouco, para ele não perceber que eu tinha acordado. Ele ficou quieto um tempo e depois percebi que fez um movimento cuidadoso por baixo do edredom. Ficou quietinho de novo e eu ressonando. Depois de uns 5 minutos, ele se mexeu de novo com muito cuidado e se virou de costas pra mim, então percebi que estava batendo uma punheta, bem lentamente. Eu já não estava aguentando mais o teatrinho de fazer de conta que estava dormindo, então respirei fundo e virei para o lado dele, que ficou quieto. Me arrependi, pois isso deixou ele inibido. Se tivesse só empinado a bunda pra ele, provavelmente iria continuar batendo sua punheta sossegado. Então disfarcei, respirei fundo, dei uma espreguiçada e fiz de conta que estava despertando e me levantei para ir ao banheiro. Ele ficou na dele, agora se fazendo de dorminhoco, imitando um ronquinho de leve. Quando voltei, ele parecia estar dormindo mesmo, ou então estava fazendo um teatrinho melhor que o meu. Deitei de costas e como estava acesa de novo, dei uma empinadinha em cima do pau dele, que, aliás, já estava duro. Deixei as duas bandas da bunda coladinhas pra ver até onde ele iria resistir. Não deu outra e logo ele disfarçou, fez que acordou e começou a alisar o pau por cima da minha calça. Eu só dei uma gemidinha e foi o suficiente para ele colar no meu corpo e começar a me apalpar, sem falar nada. Só sentia o seu bafo no meu pescoço. Dessa vez não fiz nada, deixei ele conduzir os movimentos. Ele enfiou a mão por baixo da minha blusa e segurou o meu seio, apertando o mamilo. Enquanto isso a outra entrou pelo elástico da cintura e foi direto na entradinha da grutinha. _ Seu safado, não vai me dar sossego hoje, é isso? _ Hum. E continuou a exploração, até tirar a coberta de cima da gente e se posicionar em cima de mim novamente. Arrancou a minha calça e pegou seu pau e foi mirando na entradinha da minha boceta, mas não colocou dentro. Ficou brincando na entradinha, enquanto eu implorava para ser possuída: _ Vai, filho da puta, põe. Quero ver você por tudo dentro de mim. Ele continuou me provocando, me deixando louquinha, até que deslizou pra dentro de minha xavasca até o fundo. Gemi com gosto e ele passou a macetar a minha bocetinha sem dó nem piedade. Eu só sabia gemer e curtir, incentivando ele. Até que teve uma hora que ele tirou fora e começou a esfregar na entradinha. Depois me levantou um pouco mais, colocou uma de minhas pernas sobre seu ombro e começou a passar na entrada do meu cuzinho: _ Que foi? Quer comer o rabinho da sua esposinha, é? _ Hum. Quero. Você deixa? _ Eu vou deixar, mas você vai ser carinhoso, né? _ Hum, não sei se você tá merecendo. _ Não tô merecendo, por que, meu amor? O que eu fiz de errado? _ Porque ela anda muito soltinha por aí. _ Soltinha? Quer dizer que sua esposinha andou aprontando, é isso? _ É, ela é uma safada. _ Mas você gosta da safadeza dela, não gosta? _ Hum. Gosto. _ O que ela anda fazendo de safadeza que você mais gosta, diz pra mim? _ Ela. Ela... Pra não perder o ritmo das nossas fantasias, falei pra ele: _ Já que ela está saidinha, então vai, bota no cuzinho dessa safada, bota. Isso, devagar, isso. Huuummm. Desde que conheci o Lino, era a quarta ou quinta vez que ele ia comer meu cu. Mas ele era cuidadoso, cuspiu no pau, estimulou meu grelinho e foi colocando. E como eu estava possuída, fui incentivando: _ Vai, seu puto. Vem! Bota no cuzinho dessa safada. Se ela tá merecendo, então bota, faz essa mulher ver estrelinhas, faz. Apesar de estar incentivando ele, eu estava controlando as pregas pra não machucar. Mas como eu falei, o Lino é cuidadoso e o pau dele estava tinindo. E todo mundo sabe que para entrar no cuzinho, quando mais duro a pica estiver, melhor ela desliza pra dentro. E ele foi se empolgando e quando a cabecinha passou, eu tranquilizei um pouco e voltei a falar, até porque estava com um tesão indomável. _ Hum, vai comer o cu da sua esposinha safada, né? Vai torar ela com vontade, né, seu puto? Você gosta de comer o rabinho apertado da sua esposa? _ Eu gosto, sua cadela safada. Gosto, sua descarada, sua puta de quinta categoria. _ Nossa, o que sua esposinha fez foi mesmo grave pra você xingar ela assim. _ Ela, ela fica me provocando, me deixa louco com as provocações dela. _ E como foi que ela te provocou dessa vez? _ Ela, ela, ela deu pra outro. _ E foi escondido? _ Não, não. _ E como foi? _ Eu, eu vi. _ E você gostou? _ Gostei. O pau dele tava vibrando de tão duro, atolado em mim. Ele já me rasgava todinha, me segurando com as pernas abertas enquanto eu me tocava no grelinho, possuída e toda empalada. Lino continuou bombando por mais um tempo tempo, me olhando com um tesão que parecia um incêndio dentro dos olhos. Eu estava com uns três dedos enfiados na xereca, falando coisas que nem sei, gemendo que nem doida, até que não aguentei, anunciei pra terra e pro céu que ia gozar. Foi a senha que ele esperava, pois gritou também ia, e gozamos juntos, eu com os dedos atolados na bocetinha e ele com a vara atolada no meu rabinho. Ainda ficamos uns 3 ou 5 minutos respirando descompassados até que ele foi tirando o pau do meu cu e um jato de porra melecou todo o lençol. Eu estava tão cansada que, mesmo cansada e com vontade de trocar as roupas da cama, só virei de lado e dormi em seguida. Ele também.
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