A Saga de Otávio 8 - Pegação no Tatame, Fica no Tatame...



Faltavam poucas semanas para o fim da formação na Academia da Polícia Federal. Otávio já dominava as técnicas, atirava com precisão e aguentava as corridas longas sem reclamar, corpo e mente já adaptados. Mas a rotina era implacável: acordar às cinco, treinos físicos brutais, aulas teóricas até o anoitecer. As escapadas ao Parque da Cidade haviam virado raridade. Quando a vontade vinha, as condições não permitiam. Restavam as saídas com os colegas — bares lotados na Asa Norte, boates com luzes piscando, garotas bonitas disponíveis para uma aventura rápida e sem envolvimento. Tudo que ele precisava para se aliviar. Otávio transava com elas com gosto: bucetas molhadas, seios macios, gemidos femininos, afundar o pau na maciez envolvente de uma xotinha quente. Era bom. Era gostoso. Mas não era suficiente. Naquela tarde quente de outubro, o treino de imobilização com jiu-jitsu foi especialmente pesado. O tatame azul estava molhado de suor quando o professor Maurílio, um homem de 38 anos, corpo atlético e definido, voz grave e autoridade natural, ordenou que Otávio não saísse, ele queria “corrigir alguns detalhes”.

— Os outros podem ir. Você fica.

Os colegas saíram fazendo o barulho de sempre em direção ao vestiário. Pouco a pouco, o som das conversas, risadas, da bagunça foi se dissipando. O salão ficou silencioso, apenas o barulho distante que vinha dos chuveiros e o ar-condicionado zumbindo. Maurílio vestia uma rash guard preta justa, colada ao peito largo e aos ombros potentes. O homem parceria um armário com aquele corpo compacto e sólido, um parrudo sem camada de gordura extra! As coxas grossas e a bunda firme se destacavam nas calças do quimono branco.

Começaram devagar. O professor dando os comandos, mandando repetir: guarda fechada, passes de perna, controle lateral. Aos poucos, Otávio começou a desconfiar que os contatos duravam mais que o necessário. Havia algo estranho ali, não plenamente decodificado… As mãos de Maurílio apertavam sua cintura com força, o quadril pressionava contra o seu, o peito colava em suas costas. Num sweep, o professor caiu por cima, ventres completamente encaixados. Otávio sentiu claramente o pau do instrutor roçando e endurecendo contra o seu. Foi como um clarão de luz lhe tirando das brumas da ambiguidade…

— Professor... — murmurou, tentando se desvencilhar.

Maurílio o prendeu com mais força e se debruçou sobre ele, o rosto tão perto que dava pra sentir a respiração quente que exalava:

— Calma, Tavinho, relaxa… Já saquei a tua faz tempo. O jeito como você olha no vestiário... o pau ficando duro que você tenta esconder debaixo da toalha... Cê é do time, gosta da putaria!

Otávio sacudiu a cabeça com força, tentando negar, mas o professor calou sua boca com um beijo faminto. Lábios grossos, língua invasora, barba por fazer arranhando. O beijo era dominante, experiente. Otávio gemeu baixo, o pau endurecendo rápido dentro da calça de quimono. Maurílio sorriu contra sua boca.

— Sabia… anda, vem comigo. Bora pro depósito. Aqui é perigoso, pode checar alguém…

Maurílio levantou e estendeu a mão. Otávio aceitou ainda atordoado e se ergueu sem soltar a mão do instrutor. Nunca imaginou. Era novidade demais para entender sem espanto. Seguiram curiosamente de mãos dados pelos poucos metros que os separava do depósito de material esportivo. Ficava ali do lado, uma sala pequena, abafada, entulhada de coisas, cheirando a borracha e suor velho. Mal entraram, Maurílio trancou a porta e empurrou Otávio contra uma pilha de tatames. Beijou-o de novo, mãos descendo pelas costas até apertar a bunda redonda e firme do aluno.

— Tira essa porra logo, tamu perdendo tempo — rosnou.

As roupas foram arrancadas. O pau de Otávio, grosso e veioso, pulou livre, cabeça brilhando de pré gozo. Maurílio caiu de joelhos e engoliu quase tudo de uma vez, garganta quente e úmida, babando enquanto chupava com fome, surpreendendo-o duplamente. Um cara tão machão caindo de boca na rola com aquela fome. Otávio agarrou os cabelos curtos dele, fodendo sua boca com estocadas curtas. O professor gemia, saliva escorrendo pelo queixo, uma das mãos massageando as bolas pesadas do jovem.

— Porra, professor... que boca gostosa...

Maurílio mamou sua caceta por alguns minutos, se levantou, empurrou Otávio pra baixo dando ordem:

- Tua vez. Mama!

Otávio baixou a calça de quimono de Maurílio, puxou a cueca suada, com mancha de mijo e encarou aquele pau grosso, torto, cabeça semicoberta, sentindo o cheiro forte vindo da vasta pentelheira. Afundou a cara, aspirou o aroma inebriante de macho e começou a lamber o saco, depois a caceta dura, como se fosse picolé até chegar na cabeça. Colheu a gota de sêmen que brilhava na ponta e saboreou o gosto meio agridoce, meio salgado. Maurílio, impaciente, puxou a cabeça de Tavinho pela nuca enquanto esfregava o pau na sua cara:

- Bora, caralho, chupa essa porra!

Otávio capitulou e abocanhou seu pau com gosto salgado de suor e saboreou como se fosse uma iguaria fina. Não havia conexão mais profunda que aquela, se ligar a outro homem pela boca no pau. Desfrutou o quanto pode até Maurilio tomar a iniciativa de puxar Otávio pra cima, lhe virar de costas e o curvar sobre uma caixa de cones. Cuspiu na mão, lubrificou o próprio pau — grosso, veioso, cabeça rosada e inchada — e pressionou contra o cu apertado do aluno. Otávio sentiu que ele enfiar, daquele jeito, sem cuidado e sem proteção:

- Bota camisinha, professor…

- Porra!!! - Protestou Maurílio mas mexeu nos bolsos da calça do quimono, achou sua carteira e tirou uma camisinha de dentro. Esticou o látex para revestir a caceta, lambuzou com cuspe, passou outro tanto do cu de Tavinho e entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel resistir e depois ceder.

— Ahhh... caralho... — gemeu Otávio, a dor virando ardência de prazer. Maurílio meteu até o fundo, segurando a cintura dele com força e começou a socar. O som molhado de bolas batendo contra a bunda ecoava no depósito. Ele metia com ritmo forte, uma mão puxando o cabelo de Otávio, a outra masturbando o pau dele no mesmo compasso.

— Gostoso pra caralho esse cu... apertadinho... — grunhia no ouvido dele. — tu nasceu pra dar, Tavinho.

Otávio rebolava para trás, gemendo alto, o corpo suado brilhando sob a luz fraca. Maurílio acelerou, estocadas fundas e brutas, o pau batendo na próstata a cada investida. O prazer subiu rápido. Otávio gozou primeiro, jatos grossos espirrando no chão e na caixa, o cu apertando o pau do professor como um punho. Maurílio urrou baixo e gozou logo depois, enchendo a camisinha dentro dele, o corpo tremendo contra as costas do aluno. Ficaram um minuto assim, ofegantes, suados, colados. Maurílio deu um inesperado beijo na nuca dele antes de sair de dentro.

— Isso fica entre nós. Mas sempre que precisar... cê sabe onde me encontrar – disse num tom matreiro, safado, como bom puto que tinha acabado de se revelar.

Otávio vestiu a roupa com as pernas ainda tremendo, a mente ainda assimilando as camadas de surpresa e prazer que tinha acabado de vivenciar. O cu latejava, o corpo saciado de um jeito que nenhuma garota da boate conseguia proporcionar. Ele saiu do depósito com as pernas ainda fracas, o rabo piscando deliciosamente e o corpo coberto por uma espessa camada de suor. Ajeitou a roupa o melhor que pôde e seguiu para o banho no vestiário, torcendo para que estivesse vazio.

Não estava. A água ainda caía em um dos chuveiros. Lucas — o loirinho de olhos claros, corpo esguio e definido, aquele que às vezes demorava um segundo a mais nos olhares — estava lá, completamente nu, de costas. O pau dele, semiduro, balançava inchado entre as coxas enquanto ele se ensaboava. Otávio sentiu o estômago gelar. Não fazia sentido. A aula acabou há quase meia hora. O que ele estava fazendo ali, será se tinha ouvido algo?

Lucas percebeu sua presença, se virou devagar, um sorriso safado no rosto. O pau dele deu um salto e endureceu mais, engrossando e apontando para frente. Ele chacoalhou devagar, quase exibindo.

— Relaxa, Tavinho. Vi tudo.

O medo subiu pela espinha de Otávio. Lucas continuou, voz baixa e rouca:

— Quando cheguei no alojamento notei que tinha esqueci o tênis no tatame. Voltei pra pegar e estranhei que você e o professor Maurílio não estavam mais lá. Ouvi o som de gemidos abafados, fui espiar… Vinham do depósito. Cheguei na porta e olhei pelo buraco da fechadura. Vi ele te comendo gostoso, Tavinho. Você gemendo como uma putinha, rebolando naquele pau. Fiquei doido. Comecei a bater punheta ali mesmo, mas vocês gozaram rápido demais. Tive que correr pra cá antes que me pegassem. Ia me aliviar sozinho mas você chegou…

Otávio ficou parado, coração disparado, a cabeça girando feito peão tentando raciocinar com tanta informação. Lucas deu um passo à frente, a água escorrendo pelo peito liso e abdômen marcado.

— E aí? Vai liberar esse cuzinho gostoso pra mim também ou quer que todo mundo saiba que o futuro agente da PF adora dar pro instrutor?

Otávio sabia que era chantagem. Mas seu pau já respondia, endurecendo dentro da calça apesar do gozo recente. Lucas sempre tinha sido uma fantasia silenciosa. Ele cedeu sem precisar dizer sim...

— Aqui não… — murmurou.

Lucas sorriu, puxou-o para a outra ala de chuveiros, no canto mais escondido do vestiário e empurrou Otávio contra a parede fria. Beijaram-se com fome. Mãos ágeis tiraram a roupa de Otávio. Quando o pau grosso e veioso dele pulou livre, Lucas arregalou os olhos.

— Caralho… que pauzão. Sempre desconfiei.

Ele caiu de joelhos e tentou chupar, mas mal conseguia engolir metade. Babava, engasgava, adorando o tamanho. Depois se levantou, virou de costas e empinou a bunda branca e redonda.

— Quero sentir dentro de mim.

Otávio foi catar uma camisinha na sua mochila, voltou vestindo a caceta, cuspiu na mão, lubrificou o pau e pressionou contra o cu de Lucas. Entrou devagar, sentindo o apertado anel resistir, depois ceder. Lucas gemeu alto, mordendo o próprio braço para abafar o som.

— Porra… tá me arrombando… vai devagar… Porra, Tavinho, que pena que não soube disso antes… A gente perdeu meses que podia ter transado todo dia, caralho.

Foi nesse momento que a porta do vestiário, que Lucas jurava ter trancado, fez um clique quase imperceptível. Rodrigo — o moreno parrudo, de bunda redonda e firme que Otávio tanto fantasiou ao longo desses meses — parou na entrada do corredor dos chuveiros e espiou cuidadosamente. Ele havia voltado para pegar o relógio que esquecera no armário e o que viu o paralisou: Otávio socando pau em Lucas, os dois gemendo baixinho, corpos engatados suados brilhando sob as luzes brancas do vestiário.

Rodrigo não saiu. Ao contrário, ficou ali, escondido pela meia-parede dos armários, coração acelerado, excitação crescendo dentro dele. Seus colegas de alojamento ali, engatados, fudendo. Esse tempo todo ele guardando o tesão dentro dele e tudo estava ali diante dele. O pau reagiu imediatamente, inchando dentro da bermuda do uniforme. Ele enfiou a mão devagar dentro da bermuda e começou a se masturbar, olhos fixos na cena. Via o pau grosso de Otávio desaparecendo inteiro no cu de Lucas, via o loirinho rebolando, gemendo “mais forte… caralho… me arromba”. Otávio, sem saber que tinha plateia, metia com vontade, uma mão no ombro de Lucas e a outra masturbando o pau do parceiro. Lucas gozou primeiro, jatos brancos espirrando na parede. O cu apertando forte levou Otávio ao limite — ele grunhiu e gozou dentro da camisinha, estocadas curtas e profundas. Só então, enquanto os dois recuperavam o fôlego ainda colados, Rodrigo saiu de trás dos armários, pau duro na mão, latejando.

— Porra… que visão do caralho — disse com a voz rouca.

Otávio e Lucas se assustaram e viraram ainda engatados, sentindo as últimas pulsações da gozada. Lucas ainda tinha o pau de Otávio dentro dele. Rodrigo se aproximou devagar, sem esconder a ereção grossa e curvada para cima.

— Se eu soubesse que vocês dois também curtiam, tinha pedido pra entrar na roda há meses.

Otávio por cima do pânico inicial sentiu uma nova onda de tesão misturada com adrenalina e tensão. Lucas, ainda empalado, sorriu cheio de ousadia e malícia:

— E aí, Tavinho… vai deixar o Rodrigo só olhando?

A tensão no ar ficou elétrica. Rodrigo entendeu como um convite, o pau babando, esperando a reação de Otávio. Ele deu mais um passo, libertando o pau grosso e curvado de vez de dentro da bermuda. A lubrificação natural deixava a cabeça arroxeada toda lambuzada. Seus olhos escuros brilhavam de desejo.

— Fiquei louco vendo vocês — murmurou, aproximando-se.

Otávio ainda hesitou por um segundo, o coração disparado, mas o tesão de Lucas voltando a rebolar em sua caceta o venceu. Puxou Lucas com mais força contra si e estendeu a mão para Rodrigo. O moreno parrudo não pensou duas vezes. Beijou Otávio com fome, língua grossa invadindo sua boca enquanto uma das mãos grandes apertava sua bunda, abrindo-a ainda mais para o pau que ainda entrava e saía devagar de Lucas. Os três se embolaram contra a parede. Bocas, mãos, paus, sofreguidão. Lucas se soltou e ficou de quatro no banco do vestiário. Aproveitando que o pau não chegou a baixar, Otávio voltou a meter nele com estocadas firmes sem trocar a camisinha, enquanto Rodrigo enfiava o pau na boca do loirinho. O som molhado de chupadas misturava-se aos tapas de pele contra pele e aos gemidos abafados. O cheiro forte de suor masculino, porra e sabonete enchia o ar quente e úmido. Otávio sentia cada detalhe: o cu de Lucas apertado e quente pulsando ao redor de sua rola grossa, as paredes internas massageando a cabeça sensível a cada estocada. Rodrigo, agora atrás dele, colou o corpo suado em suas costas, esfregando o pau duro entre suas nádegas enquanto mordia seu ombro.

Foi nesse momento que a porta do vestiário se abriu novamente. Professor Maurílio parou na entrada, chave na mão. Seus olhos se arregalaram por um segundo, depois um sorriso predador surgiu em seu rosto.

— Olha só que festinha…

Ele trancou a porta por dentro, prendendo com o cabo do rodo para evitar novos flagrantes e tirou a camisa preta colada, revelando o peito largo e definido, os pelos escuros descendo até a barriga tanquinho. Em menos de um minuto estava nu, pau grosso já completamente duro. A suruba se formou naturalmente. Maurílio se aproximou e beijou Otávio possessivamente, enquanto Rodrigo se ajoelhava e chupava o pau do professor com vontade. Lucas, ainda sendo fodido por Otávio, esticou o braço e masturbava Rodrigo. Os corpos se misturavam em um emaranhado suado e quente. Otávio sentia mãos por todo lado: dedos grossos abrindo sua bunda, bocas quentes chupando seu pescoço, mamilos e pau. Maurílio tomou o lugar de Otávio e meteu fundo em Lucas com estocadas brutais, enquanto Otávio era penetrado por Rodrigo — o pau grosso do moreno quase não coube na camisinha, abrindo seu cu ainda sensível, gerando uma ardência deliciosa que virava ondas de prazer puro.

Sensações explodiam: o cheiro almiscarado de quatro machos no cio, o som obsceno de paus entrando em cus molhados, bolas batendo, gemidos roucos abafados contra ombros e pescoços. Pele escorregadia de suor, mãos apertando carne firme, dentes mordendo. Agora, Otávio chupava o pau de Maurílio enquanto era comido por Rodrigo e, ao mesmo tempo, enfiava dois dedos no cu do professor, percebendo que aquele macho também cedia o rabo, quem sabe deixava ele meter depois. Gozo após gozo: Lucas gozou primeiro se masturbando olhando o trio, jatos fortes no chão. Rodrigo tirou o pau, puxou a camisinha e gozou nas costas de Otávio, porra quente escorrendo. Maurílio encheu a boca de Otávio, que num ato de insanidade para aqueles tempos engoliu parte e deixou o resto escorrer pelo queixo. Por fim, Otávio gozou sem tocar no pau, jatos fortes enquanto Rodrigo chupava seu peito. Os quatro ficaram um tempo largados nos bancos e no chão, respirando pesado, corpos brilhando de suor e sêmen. Maurílio deu um tapa na bunda de Otávio e riu baixo:

— Bem-vindo ao clube, garoto.

Os quatro foram tomar banho, a conversa fluiu num tom mais calmo cheio de camaradagem e cumplicidade. Maurilio revelou vários segredos. Quem transava, quem era careta. Como, onde e quando as coisas aconteciam. Quais os cuidados a serem tomados. As histórias com outras turmas:

- A turma de vocês só tem vacilão. Nunca vi uns caras tão bobões. Esse vestiário aqui já teve dias mais animados. De hoje que eu saco quem curte e quem é nada a ver, mas vocês ficam se escondendo. Aí hoje eu decidi dar em cima esse sacana aqui, já tinha sacado que ele curtia, o modo como olha pros caras achando que ninguém tá vendo... Você também, Lucas, já tinha sacado a tua. Agora, você, Rodrigo, foi surpresa.

- porra, professor, tô a quatro meses me segurando…

Havia se formado ali uma confiança mútua, eram camaradas partilhando intimidades e segredos em comum. Aos poucos foram terminando de tomar banho, se vestiram devagar, rindo, resenhando, confidenciando histórias vividas em suas cidades de origem, se prometendo novas rodadas de aventuras, uma certa ansiedade em recuperar o tempo não aproveitado, como ressalvou Maurílio:

- Nada está perdido senhores, apenas adiado. As coisas têm o tempo de ser e de acontecer. Basta levar no sigilo que está tudo certo.

Enquanto caminhavam de volta para o alojamento, Otávio sentiu o cu latejando, o gosto de porra ainda na boca, as pernas bambas, o coração cheio de uma euforia perigosa. Pela primeira vez, sentia-se completamente livre, mas, ao mesmo tempo, uma ansiedade fria subia pelo peito. A formação estava quase no fim. Logo viria a rua, as operações, a vida real de agente. Quantos segredos ele conseguiria esconder? Quantos colegas poderiam saber? Até onde essa demanda por aventura e liberdade poderia levá-lo sem destruir tudo que ele havia conquistado? Breve ele saberia onde iria ser lotado, de certo só que voltaria pra casar-se com Alice, começar uma nova vida em outro lugar. Tudo isso tensionava seu estômago. Um tanto de medo. Outro tanto de esperança mesclada de incerteza. Mesmo em meio a esse turbilhão, um sorriso discreto teimava em permanecer em seus lábios. Valia a pena. Porra, como valia.


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Nome do conto:
A Saga de Otávio 8 - Pegação no Tatame, Fica no Tatame...

Codigo do conto:
267380

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/07/2026

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