Meu nome é Maurício e eu escrevi isso aqui pra tentar colocar no papel o que aconteceu naquela noite. Ainda fico duro só de lembrar. Tinha acabado de completar 18 anos. Morava com a minha mãe, Carla, numa casa simples. Meu pai vivia viajando, quase nunca estava em casa. Ela é ruiva, 42 anos, corpo de tirar o fôlego: seios médios naturais bem firmes, cintura fina, quadril largo e coxas grossas, daquelas que apertam e não soltam. Sempre fui louco por ela, principalmente depois que comecei a ler contos de incesto. Fantasiava transar com uma mulher madura… e no final das contas, era sempre a cara dela que eu via quando batia punheta. Naquela tarde voltei da escola e encontrei ela abatida no sofá. A chuva caía forte lá fora, barulhenta e gostosa. Dei a ideia do filme, fiz pipoca doce, pegamos a coberta grande. Ela saiu do banho com uma camiseta preta justa, sem sutiã, e um shortinho curto que mal cobria a bunda. Os mamilos marcavam o tecido. Meu pau já latejava só de olhar. No sofá, o filme começou romântico, mas logo entrou numa cena de sexo bem explícita: gemidos altos, corpo suado, pau entrando fundo. Eu fiquei duríssimo, o short do pijama armado. Olhei de canto e vi minha mãe com as pernas apertadas, respiração pesada, bochechas vermelhas. Os mamilos estavam duros pra caralho. Bem no meio da cena mais safada, a luz apagou com um trovão. Escuridão total. — Maurício… vem dormir comigo, filho. Essa chuva tá me deixando nervosa, não quero ficar sozinha — pediu ela, voz rouca. Fomos pro quarto dela. Deitamos na cama grande. O clima estava pesado. Um relâmpago iluminou o quarto e eu vi o desejo nos olhos dela. — Você ficou excitado com o filme, né? — perguntou, aproximando o corpo. — Fiquei pra caralho, mãe. Não demorou. Nos beijamos com fome. Língua dela na minha, saliva misturada. Eu enfiei a mão por baixo da camiseta dela e agarrei aqueles seios macios, apertando forte, torcendo os mamilos. Ela gemeu na minha boca. — Isso, filho… aperta os peitos da mamãe. Tirei a camiseta dela. Chupei um mamilo com força, mordendo de leve enquanto ela gemia mais alto. Desci a mão e enfiei por dentro do shortinho. A boceta dela estava encharcada, inchada, melando meus dedos. — Olha como a mamãe tá molhada pra você… — sussurrou ela, safada. Tirei o short dela e o meu. Meu pau estava duro como pedra, babando. Carla segurou ele com a mão quente e deu umas punhetadas firmes. — Que pau gostoso, filho… bem grosso. A mamãe vai te ensinar a foder direito. Ela desceu a boca e me chupou com vontade. Engoliu fundo, babando, garganta apertando a cabeça enquanto a língua trabalhava embaixo. Eu segurava o cabelo ruivo dela, metendo devagar na boca quente. — Isso, mãe… chupa o pau do seu filho. Ela subiu, montou em mim e esfregou a boceta melada na minha rola. — Quer foder a mamãe? Quer meter nessa buceta que te pariu? — perguntou, voz cheia de tesão. — Quero, mãe… por favor. Ela sentou devagar, engolindo meu pau inteiro. Gemeu alto quando chegou no fundo. — Aaaahhh! Que delícia… você me enche todinha, filho da puta! Que pauzão! Começou a cavalgar. Primeiro devagar, rebolando, sentindo cada centímetro. Depois acelerou, quicando forte. Os seios pulando na minha cara. Eu agarrava a bunda grossa dela, dando tapas, ajudando a descer com força. — Isso! Fode a mamãe! Mete fundo nessa buceta safada! — gritava ela, gemendo sem vergonha. — Você gosta de foder sua própria mãe, né? Seu pervertido! O barulho molhado da boceta dela engolindo meu pau era obsceno. Ploc, ploc, ploc misturado com os gemidos dela. Eu metia de baixo, estocando forte, sentindo as bolas batendo na bunda dela. Carla se inclinou pra frente, os peitos no meu rosto, e rebolou mais rápido, esfregando o clitóris. — Ai, caralho… vai me fazer gozar, filho! Mete mais forte! Destrói a buceta da mamãe! Eu segurei a cintura dela e comecei a meter com tudo, como um animal. Ela gritava de prazer: — Isso! Assim! Me fode bem gostoso! Sou sua putinha agora, Maurício! Goza dentro! Enche a mamãe de porra! Não aguentei mais. Senti o gozo subindo e meti bem fundo, jorrando tudo lá dentro, jato atrás de jato. Carla tremeu inteira, gozando forte, a boceta apertando meu pau em espasmos, gemendo alto: — Tô gozandooo! Ai, filho da puta… me enche toda! Ficamos ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela pulsando. Ela me beijou com carinho, mas ainda safada: — Que foda gostosa, meu amor… Amanhã quero de novo. A mamãe quer virar sua vadia particular. Eu sorri, abraçando ela forte. Aquela noite foi a primeira de muitas. E foi a coisa mais safada e excitante da minha vida.
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