Nossa primeira troca após 40 anos de casados.



Eu sou Carlos, 62 anos, casado a 40 anos com Elza de 58 anos.
Temos 3 filhos e 5 netos. Eu estou em boa forma e minha mulher também. Tenho um pau de 18cm. Minha mulher é falsa magra. Linda bunda e seios pequenos. Sempre fomos bem ativos sexualmente. O sexo sempre foi muito bom. Elza sempre gostou muito de sexo e eu também. Agora estamos mais frios. Ainda fazemos sexo, mas sem tanta frequência e menos entusiasmo. Já estamos aposentados e temo uma vida dedicada aos filhos e netos. Temos um apartamento na praia de Castelhanos em Anchieta-ES. As vezes vamos para lá passar uns dias.
Temos um casal de amigos que também são nossos compadres. Temos quase as mesmas idades. Vicente meu compadre é um coroa bonito, grisalho, bom corpo e alegre. Minha comadre, Laura, é muito bonita, morena, seios grandes e uma bunda grande e linda. Sinceramente, nunca tive nenhum interesse nela, e aparentemente nem meu compadre em minha mulher. Sempre nos encontramos, viajamos dezenas de vezes juntos, passamos noites jogando ou bebendo. Nunca falamos de sexo. Claro que as vezes as mulheres entre elas falavam de alguma intimidade, mas eu e minha mulher nunca conversamos sobre isso. Somos padrinhos da filha mais velha deles e eles são padrinhos do meu filho mais velho.
Eu, minha mulher e meus compadres sempre nos tratamos como irmãos e irmãs.
Neste ano logo após o Carnaval, meu compadre comprou um carro híbrido e quis estrear ele numa viagem. Combinamos de ir para nosso apartamento de praia. Iríamos ficar uns 10 dias.
No dia combinado fomos os quatro para a praia. Eu fui com meu compadre na frente e as mulheres atrás. Estávamos eu e ele entusiasmados com o carro.
Assim que chegamos no nosso apartamento trocamos de roupa e fomos para a praia. Minha mulher usava pela primeira vez um biquíni bem pequeno, realçando seu bumbum e os seus peitinhos quase saiam do sutiã. Minha comadre usava também um minúsculo biquíni. Elas estavam lindas e bem gostosas. Com certeza foi a primeira vez que reparei na minha comadre. Claramente meu compadre também reparou na minha mulher.
A noite descemos para tomar algo. Era uma noite muito quente de março. Eu e ele descemos de bermuda e camiseta e as mulheres de vestidos soltinhos. Nada de excepcional.
Voltamos para o apartamento e resolvemos pegar umas cadeiras e descer para a praia que estava deserta, já era bem tarde. Lá ficamos conversando sobre os filhos e netos. Do nada minha comadre começou a beijar meu compadre na boca. Ela repousou sua mão nas coxas de meu compadre e foi subindo até quase a virilha dele. Era a primeira vez que víamos esta atitude de nossa comadre. Meu compadre em retribuição colocou sua mão nas coxas dela e foi alisando e fazendo seu vestido subir expondo sua coxa. Eles continuaram se beijando e se tocando. Minha mulher olhava para eles e com certeza estava surpresa. Ela olhou para mim e deu um sorrisinho. Compadre subiu mais sua mão e nitidamente tocou na intimidade de comadre. Ela deu um suspiro e apertou o pau dele por sobre o calção. Ele estava nitidamente excitado e o volume era enorme. Dava para sentir a excitação dos dois. Eu e Elza estávamos sem saber o que fazer. Depois de uns minutos eles se recompuseram e falaram que iriam subir. Subimos os quatro. Eles nos deram boa noite e foram para o quarto. Eu e Elza também fomos para o nosso. Não falamos nada um com o outro. Elza deitou apenas de calcinha como sempre fazia e eu de cueca. Já faziam mais de 20 dias que não fazíamos sexo. De repente começamos a escutar nossos compadres fazendo amor. Minha comadre gemia alto. Dava para escutar ela pedindo para o compadre fodê-la. O som do sexo dos dois ecoava pelo apartamento. Senti minha mulher suspirar. Ela estufou seu bumbum para trás encostando no meu pau que já estava muito duro. Tirei minha cueca e a calcinha dela. Coloquei meu pau na entrada de sua xoxota que estava muito molhada. Empurrei e meu pau entrou com facilidade. Ela estava excitadíssima. Fazia anos que não sentia ela tão excitada. Ela gemia baixinho enquanto eu metia em sua xoxota. Ela empurrava sua bunda para trás e quase sussurrando pedia para eu empurrar tudo. Ela gozou e estremeceu. Continuei metendo nela e acariciando seus seios. Gozamos intensamente juntos.
No outro quarto parecia que também haviam chegado ao fim. Escutamos a porta do banheiro abrir. Elza esperou um tempo e foi ao banheiro. Elza voltou dizendo que eu tinha gozado muito dentro dela. Disse que fazia anos que não sentia tanta porra dentro dela.
Elza: Carlos, o que será que deu neles? Será que foi a bebida?
Eu: Não sei meu bem. Só sei que mexeu com você. Fazia tempo que não via você gozar duas vezes seguidas.
Ela: Mexeu conosco. A quantidade de porra que saiu de dentro de mim fazia tempo que não via.
Eu disse a ela que iria ao banheiro lavar o pau. Ela olhou para mim, baixou a cabeça e começou a chupar ele todo. Me deu um longo beijo e deitou sobre o meu peito.
No outro dia levantamos como se nada tivesse acontecido, tomamos café os quatro e descemos para a praia. Lá conversamos normalmente e tomamos umas cervejas. Elza e Laura de vez em quando iam ao mar e eu continuava a conversa com compadre. Almoçamos na praia e subimos para dar uma soneca. Eles entraram os dois no chuveiro. Eu e Elza ficamos esperando eles saírem. Nessa hora Elza me disse que a comadre havia pedido ela desculpa pelo escândalo da noite anterior. Elza disse a comadre que não se preocupasse que até havia estimulado nós dois a transar como a muito não transávamos. Minha mulher disse que a comadre ficou feliz em saber que havia provocado tesão em nós. Elza falou que assim que ela virou para sair da água a comadre bateu no bumbum dela e disse: "Foi esta bundinha que deixou meu homem louco." Elza disse que deu um sorrisinho, mas ficou sem graça.
Eles saíram do banho e nós entramos. Enquanto tomávamos banho minha mulher passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou.
Ela: E você meu bem, tem tesão na bunda da comadre. Pode falar.
Eu: Até ontem nunca tive. Mas na hora que estávamos transando eu pensei na linda bunda dela. Confesso!
Ela: Eles estão diferentes. Não sei explicar. Hoje na praia notei o compadre olhando direto para minha xoxota. Olhei para ele e ele não desviou o olhar. Senti um arrepio. Tem algo diferente.
Eu: Ele está te desejando. O que acha disso?
Ela: Não sei. Gostei de saber que alguém além de você me deseja, mas acho que é natural, ainda mais com minha idade. A noite quero que você meta em mim, pode pensar na bunda da comadre.
Eu: Não vai ficar com ciúmes?
Ela: Nem um pouco.
Eu: E em que estará pensando?
Ela: Naquele volume que vi ontem na praia.
Eu: Quer ver ou sentir o pau do compadre?
Ela: Imaginar amor, imaginar.
Eu: Então vai imaginar ele te fodendo?
Ela já me beijando e se esfregando em mim: "Vou amor, vou. Ele enfiando aquele pauzão na minha buceta. Eu gozando nele."
Ela me empurrou e disse que seria só à noite.
Saímos do banheiro e encontramos com os dois na sala que nos disseram que iriam dormir um pouco. Perguntei a eles se iríamos sair à noite. A comadre disse que não queria porque já tínhamos bebido muito e que não queria dar o vexame de ontem. Eu disse que não foi vexame algum. Ela sorriu e me mandou um beijo. Eu e Elza também dormimos. Ao final da tarde acordamos e fomos para a sala. Eu estava apenas de calção, minha mulher com o um top branco quase transparente e shortinho bem curto e sem calcinha. Meu compadre estava de calção e camiseta. Minha comadre assim como minha mulher usava um top e shortinho. Ficamos na sala conversando, nós em um sofá e eles em outro. Lá fora a noite caia.
Assim como no dia anterior minha comadre começou a beijar e a acariciar meu compadre. Desta vez ela enfiou a mão por debaixo do calção e começou a brincar com o pau dele. Minha mulher começou a fazer o mesmo comigo. Começamos a escutar um barulho. Quando olhamos minha comadre chupava o pau de meu compadre. Eu e Elza ficamos olhando para eles. Minha comadre guardou o enorme cacete do marido e deu um sorrisinho para nós. Minha mulher disse que iria buscar algo para tomarmos e foi a cozinha. Meu compadre levantou, ajeitou o cacete no calção e disse que iria no banheiro. Comadre olha para mim, levanta o top deixando seus belos e grandes seios expostos. Ela tinha bicos enormes marrons e as auréolas enormes. Começou a alisar eles e me chamou. Sem pensar fui até ela e comecei a mamar nos seus deliciosos peitos. Ela desceu o shortinho e empurrou minha cabeça até sua xoxota. Tinha um grelo escuro e grande. Comecei a chupar sua buceta molhada. Ela gemia e rebolava na minha boca.
Lembrei de minha mulher e meu compadre e disse para ela: "Comadre e o compadre?"
Ela: Ele entrou no quarto com sua mulher. Vamos lá.
Chegando lá vi minha mulher deitada na nossa cama, com as pernas abertas sendo chupada pelo compadre e apertando os seus peitinhos. Comadre deitou ao lado dela e também abriu as pernas e me ofereceu sua xoxota.
Chupei a comadre até ela gozar na minha boca. Ao lado o compadre também já havia feito a Elza gozar na boca dele.
Elza: Me fez gozar na sua boca compadre. Enfia este pauzão na minha buceta.
Compadre olhou para mim como que buscasse a aprovação. Como não me manifestei ele puxou as pernas de minha mulher sobre o seu ombro, apontou a cabeçona de seu pau para a buceta dela, olhou novamente para mim e foi enfiando mm por mm. Ela rebolava e pedia mais. Minha comadre ficou de quatro e ofereceu sua bucetona pra mim. Não me fiz de rogado, meti meu pau na buceta quente de minha comadre. A buceta dela estava muito molhada.
Assim que meu pau entrou, ela falou: "Enfia este pauzão compadre, me fode seu puto. Come a sua comadre. Me faz gozar na sua vara."
Meti com muita força até ela falar que ia gozar. Ela gozou gostoso. Gemeu alto e apertou o travesseiro com força. Ao lado minha mulher já havia gozado e gemia baixinho. Compadre já deitava sobre ela e socava com força enquanto chupava seus peitos.
Compadre: Goza comadre, sua xoxota é quente e molhada. Vou encher sua xoxota de porra.
Comadre: Isso amor faz a Elza gozar na sua rola igual eu estou gozando no caralho do Compadre.
Compadre come meu cuzinho.
Não pensei duas vezes, mas antes perguntei se ela queria que eu buscasse um gel. Ela quis.
Fui buscar e quando voltei vi a comadre beijando a boca de Elza enquanto o Compadre metia na minha mulher.
Comadre volta a ficar de quatro e arreganha a sua linda bunda me deixando ver seu cuzinho já piscando.
Eu: Que cu lindo comadre.
Ela: Arregaça ele.
Passei gel no meu pau e no cuzinho da comadre. Ela colocou a cabeça no travesseiro e abriu seu rabo.
Ela: Meti fundo, não tenha dó de sua comadre.
Posicionei meu pau na entrada e empurrei. Teve resistência, mas o pau foi entrando. Ela rebolava e gemia. Empurrava seu rabo contra o meu pau. A cabeça de minha rola é grande, maior que corpo do meu pau. A cabeça entrou e aí foi fácil meter naquele cu apertado. Segurei ela pelos quadris e meti naquele cu guloso. Que visão maravilhosa.
Ao lado Elza chorava de gozar no pau do Compadre. Ele gozou muito na buceta de minha mulher. Compadre saiu de cima de minha mulher e ficou me vendo foder o rabo de sua mulher. Minha esposa foi até a comadre e começou a acariciar os seios da amiga. Logo as duas se beijavam.
Comadre: Compadre, quero sentir está cabeçona gozar dentro do meu cu.
Mais umas bombadas e gozei fartamente no rabo maravilhoso de minha comadre.
Ficamos os quatro deitados sem falar uma palavra. Minha comadre pegou o marido e foram tomar banho. Assim que saíram eu e Elza entramos. Fomos para o nosso quarto e deitamos nus. Comadre entrou e disse a minha mulher que o Compadre a esperava no quarto. Minha mulher foi até ele e minha comadre deitou ao meu lado e começou a me chupar. As portas dos quartos ficaram abertas. Comadre quis me cavalgar. A puta era boa na coisa. Subia até a cabeçorra começar a sair e descia apertando meu pau com sua xoxota. Dava para escutar minha mulher gemendo e pedindo para o Compadre arrombar o seu cu. Era gostoso saber que no quarto em frente minha mulher estava trepando com outro. Nunca falamos disso. Nunca foi falado entre nós deste desejo. Tudo aconteceu sem programarmos ou discutirmos o assunto.
Minha comadre gostava de falar sacanagem. Ela gozou duas vezes até escorrer. Quando eu gozei ela saiu de cima e chupou todo o meu pau.
Ela: Gostoso a mistura de sua porra com meu gozo.
Minutos depois ela e minha mulher foram tomar banho juntas. Saíram do banheiro e cada uma foi deitar com seu respectivo marido. Acordamos tarde. Tomamos café juntos e fomos para a praia. Lá não tocamos no assunto. Era uma coisa louca, parecia não ter acontecido nada de excepcional na noite anterior. Almoçamos e subimos para o apartamento. Lá tomamos banho e cada casal foi para o seu quarto.
Minha mulher disse: "Querido, gostou do que aconteceu?"
Eu: Sim, parece que foi algo tão natural. Vocês haviam combinado algo antes.
Ela: Não! Não falamos nada. A não ser o que já havia lhe dito. Quando fui buscar a cerveja o Compadre apareceu atrás de mim e beijou meu pescoço e me puxou para o quarto. Fui sem pensar no que estava acontecendo, pareceu natural. Nem pensei em você e minha comadre.
Eu: Comigo e comadre foi quase a mesma coisa. Ela me chamou para mamar nos seus seios e fui de boa.
Depois deste papo dormimos. Acordamos e já a noite fomos para a praia com nossas cadeiras. Falamos de coisas banais. Futebol, política e filhos. Quando a praia ficou deserta a comadre levantou, ajoelhou entre as minhas pernas, tirou meu pau para fora e começou a mamar. Minha mulher foi até o Compadre e fez o mesmo com ele. Ambas fizeram nós gozarmos em suas bocas. Engoliram tudo e deixaram nosso pau limpinho. Guardaram eles e voltaram a sentar ao nosso lado. Minha mulher me beijou com sua boca ainda cheirando e tendo o gosto de porra do compadre. Minha comadre fez o mesmo com o marido. Depois de um tempo subimos e cada um foi para o quarto com suas esposas. As portas dos quartos ficaram abertas. Comi minha mulher de todas as formas. Escutávamos a comadre gemendo no pau do compadre. Paramos de trepar de madrugada. Tomamos banho e fomos dormir. No outro dia acordamos e fomos para a praia. Outra vez não tocamos no assunto. A noite após o banho, minha mulher me beijou e foi nua para o quarto de nossos compadres e minha comadre veio para o meu quarto. Mais uma vez as portas ficaram abertas. Meti na minha comadre até umas 3 da manhã. Elas tomaram banho e cada uma foi dormir com os maridos. Minha mulher me beijou e dormiu na mesma hora.
Parecia uma coisa meio maluca. Um dia trepávamos no mesmo local, fazíamos DP nas nossas mulheres, no outro trepávamos com nossas mulheres e no outro trepávamos com as mulheres trocadas. Parecia que tudo era combinado, mas não era.
Voltamos para BH e nunca tocamos neste assunto. Frequentávamos a casa um do outro e não tocávamos no assunto.
Num belo dia meu compadre disse que precisávamos ir à praia novamente só os quatro.
Assim fizemos, durante a viagem não falamos o que poderia acontecer lá. Lá voltamos a trepar e a trocar de casais. Só transávamos a noite, durante o dia mantínhamos total discrição. Acho que ninguém faz o que fazemos. Hoje escrevo esta história da praia e com o consentimento do meu compadre, da minha comadre e de minha mulher. Já é a terceira vez que viemos trepar na praia. Não sei o que vai acontecer, só sei que está muito bom.

Comentem se algo assim aconteceu ou acontece com você.

Abraços!

Foto 1 do Conto erotico: Nossa primeira troca após 40 anos de casados.


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Comentários


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claudiofloripabi Comentou em 17/07/2026

Amigo da forma que estão fazendo o que vai acontecer e só aumentar a amizade e o prazer de vcs. 2 casais qd são liberais e gostoso fazem loucuras entre 4 paredes. Votei e fiquei de pau duro pq sei que isso ocorre muito já vivi isso por mais de 4 anos

foto perfil usuario autordesconhecido

autordesconhecido Comentou em 17/07/2026

Se essa história é verdadeira, parabéns! Exatamente como gostaria que fosse comigo e minha esposa.




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Ficha do conto

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vivioucontei

Nome do conto:
Nossa primeira troca após 40 anos de casados.

Codigo do conto:
267487

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
17/07/2026

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3

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