Como sabia que o marido dela, o Pedro, a colocava para trepar com outros criadores de cavalos e até com os tratadores dos animais, de outros haras, ele a usava como uma verdadeira cadela muito submissa e ela amava ser a sua domesticada cachorra de raça. Um dia ela me ligou me convidando para ir no haras porquê o Pedro, seu marido, havia contratado um novo tratador de cavalos e que ela tinha dando o cu para o tratador montada em cima de um cavalo da raça “Quarto de Milha”, eu fiquei maluca de tesão e no sábado de manhã fui pro haras que o marido dela toma conta e que fica a vinte quilômetros do centro da minha cidade. Lá chegando, no haras, já a encontrei tomando banho peladinha na piscina e fiquei nua também para me bronzear com ela, e não demorou, logo estávamos nos chupando e tomando vinho branco, que delícia poder chupar outra boceta como a dela. Logo apareceu o Pedro marido dela, que nos meteu gostoso, em seguida, ele chamou o João, novo tratador que já veio puxando pelas rédeas o belo Trovão, enorme cavalo “Quarto de Milha”, na cor marrom.
João, o tratador, que dava milho e ração para os cavalos, era muito forte, moreno alto, um corpo quase atlético, com apenas vinte e seis anos, vestia uma bermuda creme e camiseta da mesma cor. Ele já comia a Júlia para o marido ver e ao chegar na grama da piscina com o animal, ele colocou a Júlia sob o animal, peladinha, já sabendo o que fazer, subiu e montou atrás dela, que visão linda! Ela se deitou sob a pescoço do cavalo, ele abeijou na buca, nas costas, ela empinou a sua linda bunda e o João, o tratador, tirou um enorme cacete para fora da bermuda, já bem duro, o pau devia ter uns vinte centímetros e era muito grosso e cabeçudo. Sob o meu olhar e do marido da Júlia, o João, o tratador, abriu a bunda da minha amiga Júlia, foi encostando a cabeça do enorme cacete na entrada do seu cuzinho e quando a cabeça entrou, ela gritou alto, berrou feito uma cadela e o pau do tratador entrou deslizando em razão do óleo bronzeador, que tesão que me deu! Ele deu umas dez enfiadas do pau no cu da minha linda amiga que mexia e remexia a bunda olhando para o seu marido voyeuir.
Em seguida, o Pedro desceu a esposa que estava com o cu todo aberto, bem arregaçado, me pegou pela cintura e colocou em cima do animal. Fiz como a Júlia, me deitei sob o pescoço do cavalo, segurei em suas crinas, e senti o João, o tratador, abrindo a minha bunda com as suas mãos, com jeito, encostou a rombuda cabeça do seu cacete na entrada do meu cuzinho, me segurando pelos quadris como havia feito com a Júlia e ouvindo a ordem do Pedro, que falou para ele: “Mete no cu dessa vadia, amiga da Júlia, mete sem dó, ela gosta de dar o rabo!” O cavalo nem se mexia, já era ensinado, treinado para se foder em cima dele. O Tratador, sem nenhuma dó, meteu no meu cu e o seu grande, grosso e cabeçudos cacete, entrou rasgando as pregas do meu rabo, batendo no meu reto, eu urrei, gritei, berrei, com o Pedro o mandando socar com força no meu cu e ele socava sem nenhuma dó ou compaixão do meu cu, da minha bunda!
Ele me segurava pelos quadris e às vezes me puxava os cabelos para trás, me metendo o grande e grosso cacetão no meu rabo, que parecia que a cabeça ia bater na minha garganta, o tratador metia muito, com o marido da Júlia o mandando meter cada vez com mais força e raiva o seu pau no meu cu, falando que eu era igual a Júlia, que gostava de sofrer sendo bem comida no meu cu. eu urrava, chorava e lacrimejava de prazer e tesão! Eu e a júlia, passamos a manhã daquele sábado dando nossos cuzinhos em cima do cavalo “Quarto de Milha” para o belo tratador de cavalos, com o marido da Júlia, o Pedro, incentivando o seu funcionário a meter em nossos rabos, foi verdadeiramente maravilhoso e no final, com nós duas de joelhos na grama, ao lado da piscina, ele fez o João gozar em nossas bocas e mijar em nossos rostos e seios, foi verdadeiramente delicioso!
