Como o meu marido é um “cuckold voyeur” doentio, ele começou a me incentivar a dar e chupar o pau daquele enorme “Vigilante Negro” que já comia a mamãe há uns seis meses e a mamãe sempre me falando que ele tinha uma porra muito grossa e viscosa, deliciosa de se engolir. Com apelos do meu marido me implorando para dar pra ele e com a mamãe me falando da enorme envergadura do cacete do “Vigilante Negro”, me decidi por dar pra ele. Uma noite, eu falei pra mamãe que eu mesma levaria água e café para ele, para o “Vigilante Negro”, ela sorriu e me falou: “Você vai se apaixonar pelo pau dele, é verdadeiramente delicioso!” Aproveitei que a minha filha tinha ido dormir na asa do seu ficante e por volta da meia noite, ao escutar o apito do “Vigilante Negro Daminhão”, eu saí com um copo, garrafa de água e um copo com café no portão de casa, só vestida de camisola, saltos e sem calcinha, me sentia bem puta e vadia com a minha boceta bem melada de tão excitada que estava, não deu outra! Me vendo daquele jeito, bem provocante, bem perfumada, com ar de puta, ele tomou a água, tomou o café e rapidamente me agarrou, ficando de cócoras no portão, erguendo minha perna esquerda, a colocando sob seus ombros e me chupando a boceta, que delícia! Ele estava muito suado, fazia muito calor e com a barba por fazer, ele tinha um ar de selvagem.
Ele me chupou muito, me fazendo gozar e mijar gostoso e muito na sua boca e na sua cara, que tesão! Em seguida, ele tirou o seu enorme cacetão bem preto de dentro da sua calça, me fez ficar de cócoras e me obrigou a chupar aquele pau suado e cheirando a urina. Ao invés de sentir nojo e repulsa, eu senti foi muito tesão e passe a mamar, beijar, lamber e chupar gostosamente aquele enorme cacetão que mais parecia um salame preto de tão grande e grosso, poucas vezes tinha visto um igual, a não ser paus de homens angolanos que passam pela nossa cidade. Teve uns dois carros que passando vagarosamente em frente de casa, me viram de cócoras, ali no portão, chupando o enorme cacetão do “Vigilante Negro” e buzinaram e uns dois gritaram: “Está dando de mamar para a puta do sobrado!” Logo ele me colocou em pé, de costas para ele, me fazendo apoiar no muro e passou a me meter na boceta, por trás e em pé, o pau dele entrava e parecia que ia sair na minha garganta, ele me meteu muito me beijando e me mordendo a nuca e o pescoço, que delícia de pau que comia a mamãe e que agora me comia. Ele me meteu muito, me agarrando os seios e depois, no final, quando gritou falando que ia gozar, eu saí dele, me abaixei, abocanhei o seu pau e recebi um enorme jato de porra bem forte na minha boca que quase me entupiu a garganta, mas que engoli tudo e ele pediu para mijar na minha boca e rosto, eu deixei e quando ele foi embora o meu marido me esperava de pau duro para me comer toda mijada e esporrada pelo tesudo “Vigilante Negro” que continua metendo muito na mamãe a comendo quase todas as noites e ganhando uns trocos.

Que rabo gostoso, bom conto