Eu sabia que o Ricardo, meu marido, iria demorar e o chupei com tesão e tara o enorme cacetão, muito grosso, do meu sogro, que enquanto eu o chupava e abocanhava suas bolas enormes e bem pentelhudas, ele me chamava de nora puta, vadia e vagabunda, o que me excitou ainda mais e não deu outra. Ele me empurrou pra da cama, eu cai deitada de costas e de pernas abertas e ele sem perder tempo, arrancou a minha calcinha, a cheirou e a esfregou no rosto, para em seguida, me lamber as pernas, minhas coxas, as dobras da minha bunda, para finalmente, cair de boca na minha um tanto penteluda boceta que ele passou a lamber e chupar com muita vontade, com muita tara e tesão de forma muito voraz enfiando com raiva um, dois, três dedos no meu cu, o arrombando por completo, me fazendo gozar uma, duas, três vezes na sua boca, com ele me dando em seguida fortes tapas na minha cara, falando que ele sempre soube que eu era puta, vadia muito safada, igual a minha mãe, que ele já tinha comido várias vezes e pago. Ele erguia as minhas pernas, abria a minha bunda e o meu cu, enfiando a sua áspera língua no fundo dele, que tesão que me deu e eu pedi pra ele meter na minha boceta! Ele estava excitadíssimo, seu pau muito duro, áspero, com a sua pele ressecada, entrava, saía da minha boceta me fazendo gozar muito gostosamente com ele pingando seu suor em meus seios.
Ele tinha uns oito meses que não metia em mulher alguma, ele estava numa necessidade, carência sexual, de meter, que era incrível! Ele tinha se preparado, escovado bem seus dentes e me beijava gostosamente com um delicioso hálito. Comigo deitada de costas na beirada da cama, ele em pé, minhas pernas em seus ombros, aquele homem de 66 anos, me cravava o seu cacete com muita selvageria, de um homem rude, pescador, que estava morando naquele paraíso do litoral sul paranaense. O pau dele, um pau de um homem idoso, de 66 anos, era um pau áspero na textura da sua pele, que me proporcionava um prazer incrível ao me tocar em meus lábios vaginais e no meu sensível grelo em seu maravilhoso entra e sai, que delicia poder ser comida, muito bem metida pelo meu próprio sogro, uma delícia de macho rude! Ele é o típico homem do mar, da pesca, com a pele das costas muito áspera em razão do sol diário que toma em sua lida de homem profissional da pesca. Ele me meteu gostoso me fazendo melar muito tesudamente, aí o fiz se deitar na cama, subi em cima e completamente peladinha o cavalguei até que ele urrasse, gritasse e berrasse como um touro falando que ia gozar, eu saí imediatamente com a minha arrombada boceta de seu pau, me virei e abocanhei o seu cacete para poder receber a sua grossa e viscosa porra, que olhando para ele, eu a engoli por completo!
Meia hora depois, o meu marido chegou e eu já me encontrava na cozinha, vestida somente com a calcinha vermelha, igual essa da foto abaixo e camisetinha regata também vermelha e sandálias rasteirinhas nos pés, preparando o nosso almoço como uma verdadeira cadela bem submissa que fode e cozinha para os seus machos comedores e ele nada percebeu que eu estava com a boceta inchada e cheia da porra do seu próprio pai, eu nem tinha tido tempo de tomar o meu banho. Mas, o destino da tesuda safadeza estava a meu favor. O meu marido recebeu um telefonema do escritório e teve que voltar para nossa cidade me pedindo ingenuamente para que eu ficasse mas uns dias com seu pai, fazendo companhia para ele, eu aceitei no ato. Foi demais! O meu marido, filho dele, pegou a estrada, eu ele, o meu belo sogro, começamos a aprontar. Assim que almoçamos eu e o meu sogro Onofre, saímos para caminhar na praia, lembrando que eu estava usando uma regatinha vermelha e calcinha vermelha como essa da foto abaixo, ele me exibia como uma verdadeira puta para os seus amigos pescadores e dessa forma fiquei com ele por cinco deliciosos dias, quando dei muito meu cu para o meu tesudo tarado sogro com 66 anos de idade. Eu amei em ser feita puta de pescador pelo meu próprio sogro naqueles dias!

Que delícia e que sogro sortudo!
Boa história pena q curta , esperando a segunda parte pra saber se depois de exibir prós amigos do veio o tamanho da fila na sala querendo curtir a danada q gosta de rola grande dos veios
Agora vai dividir o rolona do veio com a antiga amante dele sua cunhada e filha dele quando a filha for visitar o papai, pq o cara quando tem uma ferramenta grande é obrigação dele satisfazer as mulheres da família