Com o meu sogro me chupando a boceta e me fodendo o cu com dois, três dedos, o meu marido me falou: “sarah meu amor, sejas muito gentil, educada e muito carinhosa com o papai, ele vive muito só desde que se separou da mamãe, o trate com carinho que ele merece por nos ajudar muito financeiramente, pode trata-lo da melhor maneira possível!” Eu respondia com o pai dele chupando deliciosamente a minha boceta e cravando dois três dedos no meu cu, eu falava; “Ricardo, eu estou tratando da melhor maneira possível o seu pai, não se preocupe porque estou sendo muito gentil com ele, eu sei meu amor que ele manda dinheiro pra nós e eu vou por causa disso, demonstrar muita gratidão a ele amor, não se preocupe!” Eu gemia alto e o meu marido quis saber se me tocava e eu respondi, sim amor estou me tocando gostoso!” Era o pai dele que me chupava com força, tesão e muita vontade a minha boceta que mais parecia uma rosa de tanto que era chupada, ela estava toda molhada e bem aberta com as chupadas e deliciosas línguadas do sogro.
Terminei de falar com o meu marido e o seu pai, meu sogro, pediu pra comer o meu cu, eu aceitei na hora. Estendi a mão, peguei a minha bisnaga de KY, chupei o seu cacetão de pele áspera, pau de idoso de 66 anos, passei o gel lubrificante na cabeça do seu pau, passei na entrada do meu cuzinho e empurrei um pouco para dentro com dois dedos, indicador e do meio, e deitei de costas na beirada da cama, abri bem as pernas e falei: “Mete sogro, pode meter no cuzinho da sua nora, mete com vontade!” Ele me chupou a boceta e meu cu e em pé se posicionou encostado a cabeça do pau bem duro mas quase enrugado com a sua pele bem áspera e foi enfiando aquele grosso cacetão no meu cu, cacete de português das Ilhas dos Açores, como todo bom português, ele era bem safado e muito pervertido, ele não queria saber se eu era esposa do seu filho ou não, ele me tratava como uma prostituta de pescador. Ele passou a me meter o cacete em meu de forma deliciosa com a experiência de um homem com 66 anos de idade e metendo o pau no meu reto ele me perguntou se eu topava dar o meu cu para um amigo dele angolano que estava radicado em Itapoá e que era casado com uma enfermeira, portanto cuidava muito da sua saúde, eu falei que sim quando ele me disse que o angolano se chamava Kizua e que tinha um cacete de 23 centímetros.
E metendo muito no meu cu, o deixando completamente aberto e bem arrombado como eu gosto que ele fica socando o seu pau no meu cu que batia no meu reto, ele me falou: “Sarah, se vc me deixar te fazer bem puta com os meus amigos, você volta pra São Sebastião-SP, com um bom dinheiro no teu PIX!” Eu gritei de tesão e falei: “Sogro, eu faço toda putaria que você queira que eu faça sem nenhum problema!” Ele quis saber se eu chifrava e corneava muito o Ricardo, seu filho e meu marido, onde morávamos, eu respondi: “Eu saio ao menos três vezes na semana em meu carro para me encontrar com coroas, homens com mais de 60 anos, que são os homens que me dão tesão e me pagam bem para foder gostoso com eles” Quando falei isso, o Onofre, meu sogro, com 66 anos de idade, dono de um cacete enorme e muito grosso, me deu uns quatro tapas na cara sem nenhuma dó ou piedade, me chamando de puta, vagabunda bem safada, aumentando o ritmo das metidas do seu pau no meu cu até que ele urrou falando que ia gozar. Nesse momento me virei, abocanhei seu pau, o punhetei e recebi fortes esguichos de porra que engoli olhando para ele e com isso voltei a dormir com meu cu todo arrombado e ele foi para o seu banho para sair e ir trabalhar, amei dar o meu cu para o meu sogro, pai do meu belo e amado marido que hoje é um marido bem corno e chifrudo.
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Com uma nora linda e gostosa como essa, não tem como ter muito tesão e desejos, vontades de foder e foder muito, o tempo todo e bem firme, bem forte e bem fundo. votado e aprovado