Minha amada mãe que se chama Eunice, como já falei, hoje com 63 anos de idade, magra, loira, seios médios volumosos, bunda no tamanho médio e pernas e coxas retas, uma bela mulher madura e coroa, sempre muito bem arrumada por ser cabelereira, esteticista, maquiadora, manicure e pedicure, sempre me falou que as suas melhores fodas sempre foram com pedreiros, pintores, encanadores, torneiros mecânicos, soldadores, ainda, funileiros, cortadores de grama e até garis, ela sempre me falou que foder com esses tipos de homens, mesmo sujos e mal vestidos, bem suados, era a sua melhor foda. Logo que comecei a foder com dezesseis aninhos de idade com os meus namoradinhos, na maioria, soldados do Exército e da Polícia Militar, ela passou a me incentivar a foder com esses homens bem rudes, trabalhadores bem humildes. Ela me contou que uma vez o Tonhão a comeu com mais três amigos mecânicos uma tarde inteira em sua oficina sob um colchão no chão de terra batida da oficina e todos eles no final, deram um banho de chuva dourada no corpo dela, a mijando inteira em seu rosto, seus seios e bunda, com todos eles gozando em sua boca, a fazendo engolir as suas viscosas e grudentas porras. Ela me relatava tudo isso quando a mina irmãzinha estava na minha avó. Ela pegava um grosso e enorme pepino, o enfiava inteiro na sua enorme bocetona e me fazia ficar mamando, sugando e chupando os seus deliciosos seios. Ela como uma verdadeira puta, gritando, berrando e urrando gozava como cadela.
Mas, há trinta anos atrás, quando eu estava com dezesseis aninhos, um certo dia, ela me mandou tomar banho, desodorizar me perfumar muito, me obrigou a vestir uma minúscula tanguinha branca, na época não eram calcinhas fios dentais, eram tanguinhas, que mal cobriam os lábios da minha bocetinha, me fez vestir um minúsculo vestidinho estampado, me fez calçar um par de sandálias com saltos, passou batom vermelho nos meus lábios, combinando com a cor do esmalte das minhas unhas das mãos e dos pés. Nós não tínhamos carro e minha mãe, já tinha se separado do meu pai, por isso ela chamou um táxi. Ela deixou a minha irmãzinha que tinha quatorze aninhos na minha avó e como eu já tinha dezesseis anos, ela me levou toda arrumada e produzida com ela até a oficina do Tonhão. Chegando na oficina do Tonhão, ela pagou o táxi, descemos do carro, um Opala amarelo, entramos e o Tonhão, um negro alto, muito forte, quase gordo, suado, fazia muito calor, nos recebeu vestido com um calção de nylon. Nós entramos e ele recebeu a mamãe a beijando na boca, tirando seu vestido, sua anágua, seu sutien, sua linda calcinha e passou a chupar os peitos da mamãe. Ela por sua vez, abaixou o short de nylon dele, apertou seu enorme cacete bem grosso e preto. Apertou, o deixando bem duro e me mandou chupá-lo, eu fiquei com nojo e receio, mas ela me ordenou mandando e eu não tive saída que não fosse chupar aquele enorme salame preto bem grosso, suado e muito fedido, que igual uma porca imunda, bem suja, eu mamava e chupava,
Eu tinha somente dezesseis aninhos, já tinha trepado muito com três namoradinhos e já tomava pílulas anticoncepcional, ela sabia de tudo. Deitamos em um colchão colocado no cão forrado com um lençol sujo, bem surrado e velho e ali no colchão colocado no cão a mamãe subiu com a sua boceta bem melada no enorme cacetão preto do Tonhão e o cavalgou gostoso, enquanto eu me sentava om a minha bocetinha na boca dele, que delicia, e ele suava muito! Depois de fodê-lo bastante, o cavalgando e gozando gostoso, a mamãe me fez trocar de lugar com ela. Ela sentou com a boceta toda aberta e gozada na boca dele e me mandou sentar com a minha ainda muito apertadinha boceta naquele enorme e groso salame, que tesão! Eu fui sentando devagar, lentamente com a mamãe acariciando e chupando meus seios, que tesão! Quando o pau dele entrou por inteiro na minha bocetinha, passei a subir e descer naquela enorme tora de rola bem preta que mais parecia um salame. Eu e ela, gritávamos, berrávamos e urrávamos de tanto tesão que sentíamos. A minha mãe tinha gozado o cavalgando com a boceta, e agora, gozava com a boceta na boca dele, enquanto eu, subia e descia na rola enorme, grossa e preta, do Tonhão. Dessa forma, eu e a mamãe, fodemos a tarde inteira com aquele mecânico, comedor tarado e violento da minha amada mãe. Obs: toda mulher que é mãe, e que tem a fantasia de um dia, foder com um homem bem tarado e pauzudo junto com a sua bela, querida e amada filha, tem que realizar essa deliciosa fantasia!
