Meu sogro me transformou em sua verdadeira amante bem vagabunda – Parte III..

No terceiro dia que me encontrava na casa do meu sogro em Itapoá-SC, divisa com o Paraná, hospedada na casa do meu sogro Onofre, de 66 anos de idade, que já tinha me comido de todas formas, ele me disse ao chegar no final da tarde: “Gostosa, se arrume porque hoje o meu amigo Kizua, vem jantar conosco. E quem era o Kizua? Era um angolano radicado em Itapoá, com 40 anos de idade, 1.85 de altura, um negro enorme, muito forte, bem casado com uma angolana, enfermeira na UPA da cidade. E foi nessa noite que acabei conhecendo o outro lado do meu querido sogro que jamais pude imaginar. Quando vi o Kizua, confesso que a minha boceta melou e o meu cu piscou! Eu usava esse micro vestido creme extremamente curto que mesmo em pé, deixava aparecer o fundo dessa minha calcinha bege. Eu estava muito tesuda e gostosa, com o corpo dourado, hidratado, desodorizada e muito perfumada. Quando o Kizua chegou e entrou na casa, o meu sogro me apresentou a ele, falando: “Essa é a Sarah, casada com meu filho, mas, ela é muito safada e vadia, adora foder como uma verdadeira puta, vive chifrando o corno do marido dela que é meu filho, que sabe que é corno e que a deixou aqui em casa comigo para foder e ser muito bem fodida!”


O enorme negro da Kizua, vestia uma camiseta vermelha, bermuda preta e cheirava muito bem, usava um excelente perfume o que o tornava muito atraente, mesmo, com a sua barba por fazer, mas, suava muito em razão do forte calor que fazia naquela noite. O meu sogro Onofre, mora bem de frente a praia, por onde passam turistas que visitam a cidade, como ainda, os próprios moradores do lugar. Meu sogro ligou o som e colocou para tocar uns pagodes, ao mesmo tempo, que nos servia uma gostosa caipirinha de cachaça com limão e muito gelo. Logo nós três estávamos dançando. Eu dançava com o copo de caipirinha na minha mão direita como se eu fosse uma verdadeira puta de boate frequentada por pesadores e logo tirei a camiseta e a bermuda do negro angolano Kizua, que ficou somente de cueca roxa samba canção e fiz o mesmo com o meu sogro que fiou vestido com uma cueca também samba canção de cor creme. Quem passasse em frente me veria com o meu sogro e o seu amigo angolano, o pescador Kizua. Estávamos os três ali na área da frente da casa de madeira, por sinal uma bela casa, e ali dançávamos os três com o meu sogro e o Kizua angolano, já excitados e com seus cacetes bem duros. O meu sogro tem um cacete com 17 centímetros de comprimento, mas muito grosso e o seu amigo angolano, um enorme cacetão com 23 centímetros de comprimento e grosso, um pau que chegava ser azul de preto.


Naquela esfregação um no corpo do outro, fiquei muito excitada, me sentei em um puff, ali na área da frente da casa, junto a praia por onde passavam as pessoas e sentada, puxei os dois, o meu sogro Onofre, e o seu amigo angolano Kizua, abaixei suas cuecas e lambi as cabeças dos dois cacetes as molhando muito com as minhas salivas, esfreguei uma cabeça do pau na outra, os dois gemeram e passei a lamber, beijar, chupar e sugar a cabeça dos dois deliciosos cacetes e suas bolas. Eu nem queria saber se alguém pudesse passar ali na frente e pudesse me ver mamando naqueles dois cacetões deliciosos, o cacete do meu sogro era bem grosso e o cacetão do angolano Kizua, que pau enorme. Eu lambia os dois cacetes com vontade e muto tesão, como ainda, as duas enormes bolas dos dois, bem peludas, uma verdadeira delícia poder ser uma verdadeira puta do sogro, bem vagabunda e vadia, como seu amigo angolano também. e do seu amigo. Logo o meu sogro mandou o seu amigo Kizua, se sentar em uma espécie de poltrona e me mandou sentar com a minha melada e ensopada boceta no enorme cacete preto do angolano Kizua, que pau enorme e grosso, bem cabeçudão! Subi em cima da tora negra, bem preta, que parecia ser azulda de tão preta que era.


Fui sentando devagar e aquele enorme salame preto de Angola, foi entrando, rasgando, arrombando a minha boceta, que sensação maravilhosa, ao mesmo tempo que mamava gostoso, e abocanhava o grosso cacete do meu querido sogro. Assim que eu engoli por completo aquele imenso cacetão preto com a minha boceta e passei a subir e deser bem cadenciadamente e o meu sogro pelado me dando de mamar com o seu pau, eu passei a gemer alto, muito alto, para quem passasse em frente a casa do meu cogro, nos pudesse ouvir e parar para olhar do outro lado da grade e aconteceu. Logo parou um cara e começou a nos olhar, ouvir meus gemidos, enquanto eu descia e subia no imenso cacetão preto do angolano Kizua, e ainda mamava no grosso cacete do meu sogro, que loucura! Eu tirava o pau do meu sogro da minha boca e falava em voz alta pro cara que punhetava junto a grade; “Isso, punheta gostoso, olha como fodo igual uma puta, bate essa punheta gostosa e imagine que vai gozar na minha boca a porra, bate, bate com mais força, mais rápido, gozaaaaa!”


Voltei a abocanhar o pau e às vezes às enormes bolas bem peludas do meu sogro sem deixar de cavalgar a imensa tora negra angolana que era um enorme pau do angolano Kizua. Para a minha surpresa, um outro cara parou para nos ver e logo, ao ouvir meus gemidos gritos, ele passou a se punhetar gostoso como o outro havia feito e logo gozou junto a grade, eu me sentia uma verdadeira prostituta de colônia de pescadores, que prazer que eu vivia naquele momento de forma tão pecaminosa e depravada. Mas, foi quando, meu sigro, tirou o pau da minha boca, laceou meu cu, cuspiu nele, o abriu com dois dedos e decidiu meter no meu rabo que verdadeiramente eu vi estrelas ao sentir a cabeça do pau do meu sogro ir abrindo, arrombando a porta do meu cu, do meu rabo e com o pau do angolano Kizua, todo enterrando na minha boceta, eu fui recebendo no meu cu o pau bem grosso do meu querido sogro, Onofre, pai do meu corno e maridinho! Os dois arregaçaram com a minha boceta e meu cu de tanto que me meteram, para no final, os dois, gozarem na minha boca e mijarem no meu corpo inteiro! Enfim, o meu sogro Onofre, pai do meu querido marido, me fez, me transformou em uma verdadeira puta, muito vadia e vagabunda em Iatapoá-SC. Obs: No próximo conto vou relatar a noite da peixada promovida pelo meu sogro com cinco amigos pescadores casados lá de Itapoá-SC.!

Foto 1 do Conto erotico: Meu sogro me transformou em sua verdadeira amante bem vagabunda – Parte III..

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu sogro me transformou em sua verdadeira amante bem vagabunda – Parte III..

Codigo do conto:
256327

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
07/03/2026

Quant.de Votos:
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