Estávamos quase em frente ao local, um restaurante conhecido em nossa cidade, haviam pessoas entrando e saindo da festa e eu estava ali, no seu carro, deitada no seu colo, chupando em uma deliciosa gulosa, com ele me fodendo a boca, de forma dura, com a cabeça do seu pau me tocando o fundo da minha garganta, me fazendo babar muito. Eu o chupava muito gostosamente, ao mesmo tempo, que ele erguia meu curto vestido vermelho e rasgava a minha calcinha também vermelha como da foto abaixo, e me puxando para cima dele, me fez sentar no seu colo, falando que queria meter no meu cu, porque boceta, ele estava cansado de meter na boceta da sua noiva. Estendi meu braço, peguei a minha bolsa, peguei a minha bisnaga de KY e passei na cabeça do seu grosso e cabeçudo cacete, como ainda na entrada do meu cu, empurrando um pouco para dentro com os dedos indicador e o dedo do meio. Sentada no seu colo com as pernas abertas, o vestido acima da minha bunda e abaixo dos meus seios, segurei o seu pau e apontei a cabeça para a entrada do meu cu, que delícia! Fui sentando vagarosamente no seu grosso e enorme pau, com ele e chupando com força os meus seios e me dando fortes tapas no meu rosto, que verdadeira delícia! O pau dele foi entrando, se enfiando, sendo engolido por inteiro pelo meu cu e até que entrou até o talo! Eu gritava, urrava, berrava e delirava!
Com ele com muito tesão, com seu pau hiper duro, ele me espetava o meu cu, jogando o seu corpo para cima me chamando de “puta deliciosa, vadia de luxo, vagabunda sem vergonha” que adorava dar o cu. Nós nos beijávamos muito gostosamente como se fôssemos dois namorados com ele me chupando com força os meus seios e sem parar de bater com força na minha cara, que verdadeira delícia que é poder dar o cu dessa forma. Como os vidros do carro estavam abaixados, ogo apareceu um cara novo e como se estivéssemos praticando um “dogging”, ali na frente do local da festa, ele passou a se punhetar me olhando e foi quando me deu muito mais tesão. O Anderson, muito excitado, viu o cara e mandou o cara acariciar e pegar na minha bunda, o cara acariciava e pegava na minha bunda e se punhetava, que loucura deliciosa, até que o Andersom gozou uma enorme quantidade de porra no meu cu e o cara gozou esguichando porra na porta do carro. Eu e o Anderson, nos arrumamos e voltamos para o local da festa, me fazendo guardar a calcinha na bolsa e ao entrarmos novamente no ambiente da festa, fomos dançar, eu sentia a sua porra descer, escorrer pelo rego do meu cu e nas minhas coxas, mas, como o ambiente estava com uma bela penumbra, ninguém percebia que eu estava com a porra do Anderson, descendo pelas minhas coxas me deixando com as pernas meladas de porra!
