Disfarçando bem para que as pessoas ao nosso lado nada pudessem vir a perceber, ela empurrou dois dedos no meu cu o que me levou a morder a toalha para não gritar e assim eu senti os seus dois dedos entrando até seus talos na minha bunda, em tom de voz baixo, ela me disse: “Você é uma bela cadela e vou te usar gostosamente como uma vagabunda!” Eu concordei mexendo e remexendo a minha bunda a empinando para facilitar os movimentos dos seus dedos no meu cuzinho e ela aproveitou para enfiar um terceiro dedo, passando a me foder deliciosamente o meu cu em meio a aquela enorme quantidade de gente ali na praia, que delícia! Sem deixar de foder o meu cuzinho com seus três dedos, ela se inclinou para frente, colocou a língua para fora junto da minha boca e me mandou chupá-la, que tesão! Eu passei a beijá-la, chupar, morder muito gostosamente a sua língua sem importar se outras pessoas pudessem nos ver nos beijando e nos chupando em nossas bocas. Ela me fodia muito gostoso com seus três dedos no meu cuzinho até que ela me propôs irmos para o seu carro, nós fomos e dentro do carro, ela reclinou o banco do carona, abri bem minhas pernas, coloquei o pé esquerdo sobre o painel e ela passou a me chupar de forma gostosa me fazendo gozar muito, ao mesmo tempo, que voltava a enfiar um, dois, três, quatro dedos em meu cuzinho, me fazendo gritar e berrar, enquanto era chupada e fodida no cu pelos seus dedos. Ficamos ali, dentro carro dela por mais ou menos uma hora e desde então, me tornei em uma cadela, uma cachorra bem submissa da minha querida e amada Solange, a Domme Sol, que vocês podem ver nessa foto abaixo vestida como uma verdadeira Domme.
Além de ser linda e muito elegante, ela me convidou para tomar um vinho e conhecer a sua “masmorra”, sua casa, eu fui! Combinamos para uma noite de quinta-feira e lá chegando em sua casa, chovia muito nessa noite, ela me recebeu vestida como na foto abaixo e um chicote nas mãos, me obrigando a andar de quatro igual uma cadela, com ela me puxando por uma coleira que ela havia colocado em meu pescoço, logo na chegada. Eu me senti uma verdadeira cadela humilhada e ultrajada, mas, muito tesuda e excitada. Ela me fez andar de quatro me dando chicotadas em minha bunda com seu chicote com tiras de couro cru, doía muito, mas me excitava loucamente, principalmente, quando as tiras do chicote batiam na minha boceta sob o fino tecido da minha minúscula calcinha fio denta na cor branca, eu estava de vestidinho bem curto que mal cobria a minha bunda e saltos. Cada chicotada que ela dava na minha boceta sob o fino tecido da minha calcinha fio dental no vão das minhas pernas, doia muito, mas, era extremamente excitante! Ao chegarmos na área dos fundos da sua casa eu assustei! Havia um enorme “negro angolano” radicado em nossa cidade a quem ela chamava de seu escravo serviçal “kwenda”!
Me segurando pelos cabelos, me colocando como uma cadela entre as pernas do enorme negro, ela me disse; “Esse é o Kwenda, angolano, meu escravo sexual, ele tem 1.88 de altura, pesa 90 kg e um pau com 24 centímetros por quatorze centímetros de grossura. Ele é extremamente saudável, eu o obrigo a fazer exames médicos a cada 15 dias para servir e atender as minhas cadelas como você! Chupe o cacetão delicioso dele sua cadela submissa vagabunda!” Me apoiei com a mão esquerda nas musculosas pernas do “Kwenda”, esgrcei a glande do seu pau. Cheirei, lambi e fui abocanhando aos poucos aquela enorme cabeça de pau que mal cabeia na minha boca, enquanto ela untava meu cu com Ky e eu chupava aquele enorme e grosso pau bem preto. Em seguida, ela vestiu uma cinta com um enorme “strapon” muito grosso e o0 foi enfiando no meu cuzinho, eu berrei e ela me bateu com o chicote com muita força, eu sentia a minha bunda se ferir. Ela gritava me ordenando que chupasse com tesão o enorme pau do “Kwenda” e enfiava cada vez mais o enorme e grosso “strapon” no meu cu, ela passou a me foder o cu com raiva com o seu “strapon” preso à sua cinta sem nenhuma dó ou piedade. Eu chupava o pau daquele verdadeiro cavalo angolano enquanto ela me metia o “strapon” que devia ter uns vinte centímetros por completo no meu rabo.
Ela me meteu o enorme e groso “strapon” no meu cu por mais de uns quarenta minutos, enquanto eu mamava no pau do “Kwenda” abocanhava as suas bolas e lambia o seu enorme cuzão preto, era uma loucura! Eu não sabia que o meu cu podia suportar um “strapon” do tamanho daquele da Domme Solange. E quando eu estava quase desfalecendo de tanto que era fodida no meu cu por ela e chupava o pau do cavalo angolano, ela ordenou que ele me metesse, foi demais! Eu fiquei de quatro sobre o tapete e ela entro de baixo do meu corpo abocanhando a minha boceta, que delícia! O “lkwenda” me segurou pelos quadris e foi metendo, enfiando e socando o seu enorme catão no meu cu, ao mesmo tempo, que gritava e urrava alto, com a Domme Solange me chupando, lambendo e sugando a minha boceta me fazendo gozar igual uma égua em pleno cio sendo coberta por um garanhão.Ele metia com força e raiva no meu cu, trava o pau do meu rabo e colocava na boca da Domme Solange que o chupava muito e depois colocava aquele cacetão de volta no meu cu me fazendo berrar e urrar de tesão, prazer e muito gozo me lavando a mijar gostoso na boca e no rosto da Domme Solange, que tão cruel, me fez cavalgar com a boceta o seu enorme e grossp “strapon” até que gozamos os três e o kwenda jorrou porra na minha boca do seu enorme pau preto que eu engoli com prazer. Agora ela quer que eu leve a minha filha Danuza para ser sua cadelinha e ser castigada na sua boceta e cu pelo enorme e grosso catão do “kwenda”! Ao contar para minha mãe que tem 64 anos de idade, ela me falou que quer ser uma cadelona da linda e maravilhosa “Domme Solange”!
