Saí na rua com os bicos de fora



Depois de me arriscar no metrô com uma calça rasgada que deixava minha buceta de fora, pensei em fazer algo semelhante com os bicos das minhas tetas. Eu não queria apenas estar pelada; eu queria que o mundo me visse pelada e achasse estar vendo uma roupa. Passei horas tingindo aquela camiseta para que o tom fosse a cópia exata da cor dos meus bicos. Depois, com a tesoura, fiz dois furos precisos. O resultado era hipnótico: quando eu vestia a camiseta, meus mamilos saltavam para fora, mas, devido à cor, parecia apenas que o tecido era fino e que eles estavam marcando a camiseta por eu estar sem sutiã.
Foi muito difícil sair de casa assim, era algo muito arriscado, quando planejei não imaginei que na prática fosse algo tão absurdo: saí de casa apenas com aquela camiseta longa, meias, tênis e óculos. Nada mais. Sem calcinha, sem sutiã, sem qualquer barreira física. Minhas pernas estavam totalmente expostas, e a camiseta, embora cobrisse minha bunda e minha buceta, era a única coisa que me separava da depravação total. Eu estava confiando minha decência a uma ilusão criada pela semelhança de cores.
O primeiro desafio foi o ônibus. Ao subir os degraus, senti o vento bater nas minhas coxas e, principalmente, nos meus bicos. O ar gelado os fez endurecer instantaneamente, fazendo-os saltar ainda mais para fora dos furos, quase soltei um gemido. Sentei-me em um banco, mantendo as pernas cruzadas, mas sentir meus bicos de fora me fez sentir uma vergonha que beirava a loucura.
Um homem sentado à minha frente não conseguia parar de olhar para minhas tetas. Eu via a confusão nos olhos dele. Ele via os bicos, mas a cor da camiseta o enganava. Eu mantive um olhar neutro, fingindo indiferença, enquanto sentia minha buceta pulsar. Foi quando o ônibus freou de repente. Ele se desequilibrou e por puro reflexo esticou o braço e a mão dele tocou levemente meus bicos.
Senti um choque elétrico. Como tenho cócegas ali, meu corpo reagiu violentamente. Soltei um risinho baixinho e um gemido abafado que tentei transformar em um pigarro. Meus ombros encolheram e eu dei um pequeno salto.
— Desculpe, eu... eu esbarrei em sua blusa sem querer — ele disse, com um cinismo burocrático, a voz seca, mas os olhos fixos na pele nua que ele acabara de tocar.
— Não tem problema. Você tocou apenas no tecido — respondi, com a mesma neutralidade, mentindo descaradamente enquanto meu coração batia tanto que parecia que ia sair pela boca.
Eu sabia que ele sabia. E isso me fez sentir uma vergonha absurda, fazendo eu ficar mais consciente ainda, do fato dos meus bicos estarem de fora.
Na hora de pagar o ônibus, tive que me curvar para pegar o cartão que estava em uma das meias, pois na camiseta não havia bolso. Foi uma cena muito estranha eu tirando o cartão da meia, me curvando de um jeito que a camiseta encurtasse por causa do movimento, expondo totalmente minha buceta.
Desci do ônibus e caminhei pelas calçadas em direção ao shopping. A cada passo, eu sentia as bordas dos furos da camiseta roçar nas bordas dos meus mamilos e o vento lamber minha buceta por baixo da camiseta. O que mais me excitava era a irreversibilidade: eu estava longe de casa e não tinha como me cobrir. Se alguém percebesse os furos da minha camiseta, eu não teria como explicar.
Ao entrar no shopping, o ar-condicionado foi implacável. Meus bicos ficaram como pedras, saltando para fora com uma evidência assustadora. Estavam escandalosos. Pareciam duas tampas de canetas enrugadas. Enquanto caminhava pelos corredores, percebi que o tecido da camiseta, por ser fino e ter sido tingido, estava começando a desfiar nas bordas dos furos. A cada movimento, a abertura aumentava, expondo não apenas meus bicos, mas também, parte das minhas tetas, que eram de cor diferente, e revelavam todo o meu disfarce.
Fui para a praça de alimentação. Sentei de costas para mesa e de frente para a multidão, com os cotovelos apoiados na mesa, inclinando o corpo para a frente. Foi um ato de puro cinismo: eu estava oferecendo meus bicos expostos para quem passasse, fingindo que estava apenas descansando.
Um homem, com aparência de executivo, parou ao meu lado para pegar um guardanapo. Ele olhou para baixo e parou. Vi o momento exato em que a ilusão da cor falhou para ele. Ele percebeu que não havia tecido ali. Ele se inclinou e sussurrou, com uma indiferença gélida:
— Acho que sua camiseta está furada, da para perceber porque seus bicos estão muito enrugados
Senti minhas pernas tremerem, minha buceta molhou mais ainda, senti como se olhar dele acariciasse meus bicos. Eu queria gemer, rir, gritar de tesão, mas tinha que manter minha máscara de indiferença.
— Parece que minha camiseta está furada porque o tecido amassou, se você tocar essa parte enrugada, vai ver que é só o tecido da minha camiseta que está diferente nessa parte do corpo— respondi, sorrindo com os lábios, mas com os olhos apertados e minha voz distorcida pelo tesão.
Ele, então, fez o impensável: Com um movimento rápido, indiferente e suave, como se estivesse testando a qualidade do tecido da minha camiseta, ele tocou um dos meus bicos com a ponta dos dedos em forma de pinça. O toque foi bem delicado e debochado. Ele girava os dedos levemente como se virasse um botão de volume, mas com um toque bem suave, que quase me enlouquecia de tesão. Ele estava praticamente masturbando meu bico.
Eu não consegui me conter. Um gemido assumido e lascivo escapou da minha garganta e eu soltei uma risada involuntária, me contorcendo toda. Meus bicos reagiram violentamente ao toque, e eu senti minha buceta inundar.
— Você ri demais. Parece que descobri seu segredo — ele comentou, retirando a mão com total neutralidade, como se tivesse acabado de conferir a hora no relógio.
Ele se afastou, deixando-me ali, trêmula, com a respiração ofegante e a face vermelha de vergonha e prazer. Eu estava em frangalhos. A camiseta continuava desfiando, minha buceta estava encharcada e eu estava a quilômetros de casa, sem nada além de uma ilusão de cor para me proteger.
O caminho de volta foi o momento de maior vergonha. Eu não podia simplesmente caminhar; o tesão fazia com que eu me contorcesse toda. A cada passo, eu sentia que a camiseta poderia rasgar completamente ou que mais alguém, poderia querer "testar o tecido".
A vergonha me fez ficar muito mais consciente de minhas partes que estavam expostas e isso foi me excitando cada vez mais. Fiquei com tanto tesão que antes de ir embora, usei a última gota de meu cinismo. Entrei em uma loja de departamentos, caminhei calmamente até a seção de roupas e perguntei para um vendedor: — Vocês têm aí uma camiseta com o tecido igual a este? Apontei para meus bicos.

Mais uma vez fui tocada do jeito que adoro e dessa vez quase gozei. Saí da loja com a postura ereta, meus óculos de grau não escondiam meu olhar de safada. Entretanto se ninguém prestasse atenção, veria apenas uma mulher normalmente vestida voltando para casa. Mas, por dentro, eu ainda podia sentir os toques que recebi nos meus bicos, e não via a hora de voltar para casa, tirar aquela infame camiseta, e me acabar na siririca.

Foto 1 do Conto erotico: Saí na rua com os bicos de fora


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Ficha do conto

Foto Perfil saiopeladanarua
saiopeladanarua

Nome do conto:
Saí na rua com os bicos de fora

Codigo do conto:
268019

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
23/07/2026

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2

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