Férias de Final Ano



Final de ano, férias. O cenário parecia o de qualquer viagem em família perfeita: o ar quente de Goiás, o barulho relaxante das águas térmicas e aquela preguiça boa que só os dias de descanso trazem. Mas, no fundo, o que começou a acender em mim não tinha nada de tranquilo.
Tudo começou no jantar da primeira noite, enquanto esperávamos nossos lanches. Foi quando notei aquele olhar. Uma morena deslumbrante, cerca de 1,70m a 1,75m, no máximo seus 40 anos bem vividos, cabelos pretos e brilhantes caindo em ondas até a cintura, e um par de pernas grossas que chamava atenção à distância. A troca de olhares foi sutil, mas carregada de uma eletricidade perigosa. Eu disfarçava como podia, afinal, minha esposa e meus filhos estavam bem ao meu lado. Comemos, voltamos para o quarto cansados e fomos dormir, mas aquela presença permaneceu na minha cabeça.
No dia seguinte, durante o café da manhã, a confirmação veio. Enquanto eu me servia no buffet, senti uma aproximação e uma voz mansa atrás de mim puxando assunto. Era ela. A certeza veio na hora: não era impressão minha. Trocamos algumas palavras rápidas, com o coração pulando no peito e meus olhos sempre atentos a qualquer movimento da minha esposa, que é extremamente esperta e pegaria qualquer deslize no ar.
Ali começou um jogo silencioso e viciante. Flertávamos no café, no almoço, pelas espreguiçadeiras... A adrenalina de estar fazendo algo escondido trazia um tesão absurdo, aquele frio na barriga contínuo de quem sabe que está pisando em terreno proibido. Na piscina, quando eu fingia ir ao banheiro, nos esbarrávamos no caminho para roubar beijos rápidos e ardentes. Aquele risco de sermos pegos a qualquer segundo só fazia o desejo aumentar.
O ápice aconteceu em um momento de distração da minha esposa. Aproveitei para sair sozinho sob o pretexto de comprar um urso de pelúcia para ela. Quando eu voltava pelo corredor para deixar o presente no quarto, dei de cara com a morena indo exatamente para a mesma direção.
O coração disparou. O frio na barriga veio com tudo.
— Está sozinha? — perguntei, baixo.
— Tô — ela respondeu, com um sorriso de canto.
Entramos juntos no elevador. Naquele momento, pensei: É agora. Tudo ou nada. Ou vou pra cima, ou perco a oportunidade da minha vida.
Com o elevador em movimento, apertei o botão de emergência. A cabine parou com um solavanco entre dois andares. Sem falar nada, puxei ela para mim. Nos beijamos com uma fúria contida, bocas se devorando loucamente, respiração forte, peito colado com peito. A boca dela era quente, macia, maravilhosa.
— Qual é o seu quarto? — murmurei entre os beijos.
— Ao lado do seu — ela sussurrou, arfando.
A sorte estava do nosso lado. Convidei-a para entrar no meu quarto por alguns minutos. Ela hesitou por um segundo, com medo do risco, mas o tesão falou mais alto do que qualquer prudência. Assim que trancamos a porta, a pressa tomou conta. Não tínhamos tempo a perder.
Ela já veio tirando a minha camiseta com uma afobação gostosa. As mãos dela desceram direto para o meu pau, que já estava duro como pedra. Sem perder tempo, ela se ajoelhou e engoliu ele inteiro. A boca dela era quente, envolvia tudo com perfeição enquanto me olhava de baixo para cima com um olhar profundamente safado.
Em seguida, ela se levantou e ergueu a blusa, revelando peitos médios, firmes, durinhos pelo silicone, e uma barriga chapada, toda trabalhada nas plásticas. Não resisti: meti a boca naqueles peitos, mamando e mordeando com vontade, enquanto uma das minhas mãos descia rápido, acariciando e abrindo caminho para a sua pepeka, que já estava completamente molhada.
Eu precisava provar. Ajoelhei-me e chupei aquele melzinho delicioso que saía da bucetinha dela, sentindo o sabor quente e doce daquele momento proibido. Mas o tempo era nosso inimigo.
Puxei-a para a beira da cama, joguei suas pernas grossas sobre os meus ombros e me encixei nela, metendo fundo e gostoso. Que visão espetacular: ela mordeu os lábios de tesão, querendo gritar de prazer, mas segurando a voz com medo do som vazar para o corredor. Os peitos balançavam a cada estocada firme, e aquilo me dava ainda mais tesão.
— Acelera... acelera que eu vou gozar! — ela sussurrou, desesperada.
Aumentei o ritmo, metendo mais forte e profundo. Senti a bucetinha dela se contraindo e apertando meu pau num orgasmo intenso. A sensação do aperto me levou ao limite: acelerei as estocadas finais e enchi a buceta dela de leite. Ao retirar o pau, vi o sêmen branco escorrendo devagar daquela xoxota linda.
Nos limpamos rapidamente, tentando recompor as roupas e a respiração. Abri a porta de leve, olhei para os dois lados do corredor — tudo limpo. Ela saiu discretamente e entrou no quarto dela.
Voltei para o restaurante tentando manter a postura. Minha esposa reclamou da demora, mas logo se amoleceu ao ver o urso de pelúcia que traria como desculpa. Achou que a demora tinha sido apenas para escolher o presente.
Naquela mesma noite, ainda fiz amor gostoso com a minha esposa no quarto aproveitando que as crianças estavam lá embaixo jogando Uno. Mas, confesso, cada toque e cada gozada vieram acompanhados da lembrança daquela morena e daquele melzinho gostoso do quarto ao lado.
No dia seguinte, durante o café, via o brilho no olhar dela me paquerando de longe. Pelo resto da viagem, o tempo só nos permitiu mais alguns beijos roubados na piscina, sempre sob a ameaça do perigo.
No fim das férias, o que restou foi a lembrança ardente e a saudade daquela morena incrível... de quem eu sequer cheguei a saber o nome.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ladylilyy

Nome do conto:
Férias de Final Ano

Codigo do conto:
268026

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/07/2026

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