Repetindo a Experiência.



O eco da nossa primeira vez na casa do Whing, em Jaguariúna, ainda queimava na memória. Mas a noite em Piracicaba prometia ir além.
A casa escolhida era incrível, com uma iluminação intimista e uma energia carregada no ar. E a Jessica… Jessica estava simplesmente espetacular. O vestido curto e colado moldava cada curva do seu corpo, destacando os traços orientais perfeitos, os olhos marcantes que pareciam adivinhar meus pensamentos e aquele sorriso que sempre soube como me desarmar.
Fizemos um rápido tour pelo espaço para nos acostumarmos com o ambiente, mas não demorou para nos acomodarmos no bar. Pedimos dois drinks. Enquanto dávamos os primeiros goles para relaxar, comecei a notar o inevitável: ela atraía olhares de todos os cantos. O ciúme deu uma leve fisgada no meu peito, fazendo meu pulso acelerar. Respirei fundo e mentalizei: “Relaxa, amigo. É apenas uma paquera, aproveita o jogo.”
Não deu outra. Pouco tempo depois, um cara encostou ao lado dela. Ele se apresentou como Júnior: um loiro de olhos claros, por volta de 1,85m, corpo claramente trabalhado em academia e um sorriso confiante no rosto.
Jessica virou os olhos na minha direção por um segundo. Aquele olhar marcante pedia, em silêncio, a minha aprovação para dar corda na conversa. Eu sustentei o olhar dela e dei um leve aceno com a cabeça. Um brilho safado e satisfeito surgiu no rosto dela — ela adorou o sinal verde.
Júnior a puxou delicadamente um pouco de lado. Por conta da música ambiente, eu não conseguia ouvir o que falavam, mas a linguagem corporal dizia tudo. A intimidade cresceu em questão de minutos. Ela ria das piadas dele, inclinava o corpo para perto e sustentava o contato visual de um jeito provocante.
Ver a Jessica ali, sendo cantada bem na minha frente, trouxe uma sensação estranha e avassaladora: uma mistura forte de ciúme com um tesão puro e incontrolável. Meu corpo inteiro tensionou ao ver outro homem tão perto dela, enquanto a mente já começava a imaginar até onde aquela noite iria.

Ninguém mexia com ninguém sem permissão. O respeito e a etiqueta daquele lugar eram impressionantes, o que deixava o ambiente dinâmico e seguro, mas não diminuía nem um pouco a tensão erótica que tomava conta de mim.
Ver a Jessica se afastar de mãos dadas com o Júnior, feito dois namoradinhos no início de um romance, tinha feito meu sangue ferver. Aquele whisky duplo no balcão e a conversa fiada com a mulher no bar simplesmente não foram suficientes para tirar a imagem dos dois da minha cabeça. A curiosidade e o desejo falaram mais alto.
Caminhei a passos lentos pelos corredores da casa, absorvendo a atmosfera. Luzes baixas, música suave ao fundo e vários ambientes projetados para a sedução. Em cada canto, casais e grupos se entregavam a olhares e toques sutis, mas o meu objetivo era apenas um.
Continuei a busca até que cheguei a uma das salas de convivência mais reservadas, onde a iluminação era ainda mais intimista. E lá estavam eles.
Eles estavam num sofá espaçoso. Júnior estava sentado e a Jessica, com aquele vestido minúsculo quase subindo pelas coxas, estava praticamente no colo dele. O tom de conversa já tinha mudado completamente: ele sussurrava no ouvido dela, fazendo-a dar risadinhas abafadas, enquanto a mão dele deslizava sem pressa pelas costas descobertas dela, descendo até a curva do quadril.
Ela parecia fascinada, os olhos orientais ligeiramente entreabertos pela provocação. Em um momento, Júnior segurou o queixo dela suavemente e selou seus lábios num beijo calmo, que rapidamente se tornou profundo e faminto. Jessica correspondeu de imediato, enlaçando o pescoço dele com os braços, entregando-se ao momento.
Fiquei parado a uma distância segura, encoberto pela penumbra. O ciúme que antes me assustava agora havia se transformado em um combustível violento. Ver a minha mulher ser desejada, tocada e beijada por outro homem, enquanto ela se deliciava com a situação, fez minha respiração falhar e o meu membro enrijecer instantaneamente contra a calça.
Foi então que ela abriu os olhos no meio do beijo e me viu ali, parado na escuridão, observando cada detalhe. Em vez de se intimidar, o sorriso que ela deu entre os lábios dele me mostrou que aquilo era só o começo da noite.

Aquele olhar de surpresa da Jessica durou apenas uma fração de segundo antes de se transformar em puro desejo. Sem hesitar, ela envolveu aquela pica pesada com uma das mãos e a levou direto à boca.
O contraste dos traços delicados do seu rosto oriental com o tamanho impressionante do pau do Júnior era de enlouquecer qualquer um. Ela começou com chupadas firmes e rítmicas, envolvendo a cabeça com a língua e descendo o máximo que conseguia. A grossura e o comprimento faziam com que ela engasgasse levemente a cada investida mais profunda, mas isso parecia deixá-la ainda mais excitada.
Jessica subia e descia a cabeça, cobrindo o pau dele com sua saliva, criando um som úmido e pecaminoso que ecoava na penumbra do ambiente. Júnior jogou a cabeça para trás no sofá, soltando um gemido grave, com as mãos cravadas nos cabelos dela, guiando o ritmo mas deixando que ela ditasse as regras.
Eu continuava na penumbra, a poucos passos dali, com a mão por cima da calça tentando segurar a intensidade do meu próprio membro, totalmente duro e pulsante. O tesão era tanto que a minha respiração estava descontrolada.
Em um determinado momento, enquanto chupava com maestria e babava todo o tronco daquele pau, Jessica levantou os olhos marcantes e cravou o olhar no meu. Com a boca completamente ocupada e a pica do Júnior afundada na sua garganta, ela sustentou a minha atração e deu uma piscada lenta. Ela sabia exatamente o efeito que aquela cena estava causando em mim — e estava amando cada segundo de ser o centro daquele desejo.
Júnior a colocou de 4 e começou a meter sem do.

A frase dela ecoou forte na sala, e o Júnior não hesitou. Com a mão livre cravada firme no quadril dela para manter o ritmo, ele ergueu a outra e desferiu um tapa estalado bem no meio da bunda redonda da Jessica. O som da palmada cortou o ar e o grito de prazer dela veio instantâneo, ecoando pela sala.
A pele da raba dela ficou vermelha na hora, mas a reação de Jessica foi empinar ainda mais o quadril, pedindo mais. Júnior continuou soco a soco, metendo aquela pica grossa no fundo, fazendo o vestido curto subir de vez e ficar embolado na cintura. A cada estocada, as coxas dele batiam com força contra as nalgas dela, criando uma cadência violenta e deliciosa de ouvir.
— É assim que você gosta, sua safada? — ele rosnou no ouvido dela, puxando levemente a cabeça de Jessica para trás pelos cabelos para dar mais um tapa estalado, que fez todo o corpo dela estremecer.
— Isso! Forte, fdp! Me esmaga! — gemia Jessica, totalmente entregue ao êxtase, com as mãos agarrando o estofado do sofá, a boca aberta buscando ar e a bucetinha escorrendo e apertando a tora do Júnior a cada enfiada.
Eu assistia a tudo a poucos metros, vendo o rosto dela transfigurado de puro tesão. Os traços orientais, antes tão serenos no início da noite, agora demonstravam o ápice do delírio erótico. A cena da minha mulher de quatro, sendo macetada sem dó por um pau gigante enquanto levava tapas e pedia mais, me fez chegar ao limite. Minha mão já trabalhava freneticamente por cima do tecido da minha calça, completamente empenhada em acompanhar aquele espetáculo sem precedentes.
De repente sinto uma mão em meu ombro e alguém m em chamando.

surpresa foi tão grande que meu cérebro travou por alguns segundos. Monique estava ali, com aquele sorriso marcante e o olhar penetrante que eu conhecia tão bem dos meus tempos de faculdade em Piracicaba. A loira escultural de parar o trânsito — que eu não via há anos e com quem já tinha vivido histórias intensas — estava bem na minha frente, na mesma casa liberal.
— Carlos? — repetiu ela, com os olhos azuis brilhando em meio à penumbra, enquanto o som abafado das estocadas e os gemidos da Jessica continuavam a poucos metros de nós.
— Monique... caramba, quanto tempo! Que surpresa absurda te encontrar aqui — consegui dizer, tentando desviar rapidamente a atenção da cena explícita na minha frente para focar nela, embora meu corpo ainda estivesse tenso de tesão.
Monique deu uma risada baixa, daquelas cheias de segredo, e cruzou os braços, destacando ainda mais as curvas do seu corpo sob a luz baixa do ambiente.
— Pois é, Carlos. Eu sou adepta de carteirinha dessa casa. Amo e frequento sempre desde a época da faculdade — disse ela, dando um passo à frente e aproximando o rosto do meu ouvido. — E pelo visto, você também sabe muito bem como aproveitar a noite, né? Sorte a sua... ou melhor, sorte a nossa.
O perfume dela invadiu meus sentidos, misturando-se ao cheiro de álcool, suor e excitação que pairava no ar. Enquanto o Júnior continuava a macetar a Jessica ali no sofá, ouvindo os gritos e os pedidos por mais tapas, Monique deslizou a mão suavemente pelo meu peito, descendo em direção à minha calça onde meu pau latejava desesperadamente.
— Quer companhia para assistir ao espetáculo... ou prefere que a gente vá criar o nosso próprio show particular? — sussurrou ela, mordendo o lóbulo da minha orelha e acendendo ainda mais o fogo que já estava fora de controle.

As palavras dela caíram como gasolina na fogueira que já queimava dentro de mim. Ouvir que aquela loira espetacular ainda se masturbava lembrando daquela maratona no motel fez meu sangue ferver de um jeito indescritível.
— É? Então hoje você vai relembrar exatamente como é... só que muito melhor — murmurei contra os lábios dela, sem conseguir segurar o ímpeto.
Nosso beijo virou uma tempestade de línguas e mordidas famintas. Monique enlaçou o meu pescoço enquanto me prensava contra a parede mais próxima do corredor. Minhas mãos, sem filtro nem paciência, percorreram cada centímetro do corpo dela: apertavam sua bunda firme, subiam pelas suas costas e puxavam seu corpo para colar o máximo possível no meu. Dava para sentir a temperatura da pele dela subindo.
Enquanto a gente se devorava ali mesmo, a poucos metros de onde a Jessica continuava sendo macetada pelo Júnior, a mão da Monique desceu com tudo para o meu volume. Ela agarrou meu pau por cima do jeans, apertando firme e sentindo o quanto ele estava duro, quente e latejando de tanto tesão.
— Meu Deus, Carlos... você tá monstruoso! — sussurrou ela, sem fôlego, rasgando o meu zíper para libertar a minha pica. — Que saudade dessa tora... eu quero essa buceta dolorida de novo hoje, me leva para um quarto agora!
Sem pensar duas vezes, segurei Monique pela cintura, sentindo sua mão já trabalhando no meu pau do lado de fora da calça, e fomos direto para uma das suítes reservadas da casa. O show particular finalmente ia começar.

O ritmo dentro daquele quarto era pura loucura. Monique mamava meu pau com uma fome desesperada, e o som da saliva se misturando à minha respiração descontrolada tomava conta do espaço. Que mulher, que cheiro, que tesão represado de tanto tempo! Segurei firme na cabeça dela, guiando as investidas enquanto o meu pau afundava na sua boca quente e macia.
Quando a puxei e a coloquei de quatro no sofá, o visual daquele corpo escultural me enlouqueceu. Desci os beijos pelas costas dela até chegar na bunda redonda e perfeita. Não resisti: dei uma lambida certeira bem no cuzinho rosado dela, que piscou imediatamente na hora, reagindo ao arrepio. Monique soltou um gemido agudo e mancou o quadril para trás. Em seguida, afundei minha língua na bucetinha molhada e incrivelmente cheirosa dela, chupando com força, fazendo-a se contorcer inteira no estofado.
— Me fode gostoso, Carlos! Me fode agora, por favor! — implorou ela, virando o rosto e me olhando com os olhos quentes de desejo.
Empurrei meu pau com tudo para dentro daquela xoxota quente, apertada e completamente encharcada. A sensação era de voltar no tempo, só que com mil vezes mais intensidade. A cada estocada funda, o som do nosso choque de pele e os gemidos da Monique preenchiam o quarto.
— Tá matando a saudade do seu macho, sua putinha? — perguntei no ouvido dela, dando um tapa estalado na bunda.
Ela deu um sorriso safado e gemeu sem pudor:
— Amo dar para você, Carlos! Amo esse seu pau me rasgando!
Segurei firme nos cabelos loiros dela, puxando levemente a cabeça para trás e metendo com força, no ritmo mais violento que eu conseguia. Não demorou nada para o corpo dela começar a tremer inteiro, anunciando que estava prestes a virar a chave. O aperto da buceta dela no meu pau ficou quase insuportável enquanto ela gozava loucamente, gritando meu nome e se desfazendo em espasmos de puro prazer.
Foi exatamente nesse instante de transe, enquanto eu ainda recuperava o fôlego dentro da Monique, que olhei para o lado. A porta da suíte estava entreaberta e o ambiente ao lado nos dava visão límpida do que acontecia lá fora.
Ali estava a Jessica.
O vestido dela já nem existia mais no corpo. Ela estava totalmente entregue, de joelhos, enquanto o Júnior espalhava uma quantidade generosa de lubrificante entre as nádegas dela, massageando a entrada do seu anel com o polegar. Meu coração deu um salto no peito e o sangue ferveu de um jeito completamente novo.
O combinado nosso sempre foi claro: o cuzinho da Jessica era sagrado, era exclusivo meu. Mas ali, tomada pelo calor daquela noite insana, pelo excesso de tesão e pelo efeito daquele pau gigante do Júnior, ela parecia ter esquecido completamente qualquer regra. O olhar dela estava perdido de tanto desejo, a respiração afobada, aguardando ansiosamente o momento em que ele iria violar o nosso pacto.
Júnior pressionou a cabeça enorme daquela pica lambuzada no anel apertado da Jessica. O contraste era inacreditável. Aos poucos, vencendo a resistência da carne, ele conseguiu empurrar até a metade. Jessica soltou um gemido abafado, o corpo inteiro tencionando enquanto tentava assimilar a invasão. Júnior parou por alguns segundos, dando o tempo necessário para ela se acostumar com aquele preenchimento absurdo.
Então, sem aviso, ele deu uma estocada firme e profunda, cravando o pau inteiro, até o talo, dentro do cuzinho dela.
Os olhos orientais da Jessica se arregalaram e se encheram de lágrimas instantaneamente — uma mistura avassaladora de dor inicial com um prazer completamente desconhecido e proibido. Ela soltou um grito rasgado que ecoou pelo espaço, mas em vez de pedir para parar, a pele dela se arrepiou por inteiro.
Júnior segurou firme na cintura dela e começou a bombar. As estocadas eram violentas, cadenciadas, socando aquele pau gigante no fundo do reto dela. O som do impacto da bunda dela contra as coxas dele era alto, seco e compassado. De repente, tomada por uma loucura que eu nunca tinha presenciado nela, Jessica virou o rosto para trás, olhou nos olhos dele e disparou, sem filtro nenhum:
— Mete, seu safado! Mete forte no meu cu que eu vou gozar!
Eu travei completamente. Monique ainda estava embaixo de mim, arfando do próprio orgasmo, mas meus olhos não conseguiam sair daquela cena. Minha mulher, que nunca tinha gozado anal comigo — que sempre teve travas e receios em relação a isso —, estava ali, entregue a um desconhecido, gemendo alto e se desfazendo em um orgasmo anal brutal e desesperado com um pau enorme dentro dela.
A ironia e o tesão daquela situação me atingiram como uma marretada. O ciúme, a quebra das nossas regras e a visão da minha parceira atingindo o ápice do prazer da forma mais devassa possível criaram um curto-circuito na minha cabeça. Meu pau, que já estava duro, latejou com tanta força que pareceu que ia rasgar a pele. A mistura de raiva, possessividade e tesão incontrolável tomou conta de mim por completo.

cena era inacreditável. Tomada por uma depravação que eu nunca imaginei ver nela, Jessica não parou por aí. Enquanto o Júnior continuava no ritmo forte, esmurrando a pica no cuzinho dela sem piedade, ela deu uma olhada provocante para um cara que assistia a tudo a poucos passos de distância.
Sem hesitar, ela puxou o membro dele para perto. Em questão de segundos, lá estava a minha mulher: engolindo um pau com vontade pela boca enquanto tomava outra tora enorme no cu, totalmente preenchida, num vaivém duplo e alucinante. O som de saliva, dos impactos de pele e dos gemidos abafados dela dominavam todo o ambiente.
De repente, entre uma babada e outra, Jessica virou o rosto na minha direção. Com os olhos vermelhos, lábios sujos e aquele olhar safado e triunfante, ela cravou os olhos em mim e disparou:
— Mata a sua vontade de ver a sua mulher dando pra outro, seu safado!
Aquelas palavras entraram como uma descarga elétrica direto no meu cérebro. Não teve como segurar. Monique, percebendo o estado em que eu estava, virou de costas no sofá, empinou a bunda e puxou meu pau com tudo de volta para dentro da buceta dela.
Eu comecei a socar na Monique com uma raiva e um tesão descontrolados. Cada estocada minha na loira era uma resposta ao deboche e ao prazer anal da Jessica ali do lado. Eu cravava os dedos no quadril da Monique, metendo no fundo, vendo a minha mulher ser usada por dois homens ao mesmo tempo enquanto eu devorava a minha ex de faculdade. A noite em Piracicaba tinha perdido completamente o controle — e nós dois sabíamos que, depois dali, nada mais seria como antes.

Sem hesitar nem um segundo, passei bastante lubrificante no meu pau e encostei a cabeça na entrada apertada da Monique. A loira deu um suspiro alto, empinando ainda mais o quadril para me receber. Fui empurrando com vontade, sentindo o anel dela ceder aos poucos até entrar inteiro no cuzinho gostoso e aquecido dela. Monique soltou um gemido grave, cravando as unhas nas almofadas do sofá enquanto eu começava a socar com força, num ritmo cadenciado e sem piedade, matando toda a saudade e descarregando ali todo o tesão acumulado daquela noite insana.
O impacto da minha pica no reto dela e o som da nossa pele se chocando eram perfeitos. Cada estocada funda fazia a loira se contorcer inteira. Depois de um tempo metendo com força total, senti a pressão inevitável subindo pela espinha e avisei com a voz rouca:
— Vou gozar, Monique! Vou me derramar todo!
— Goza! Goza no meu rosto, Carlos! Enche minha cara! — pediu ela, virando-se rapidamente de frente, de joelhos no sofá, com os olhos entreabertos, a boca aberta e a língua para fora, ansiosa pelo meu sinal.
Puxei meu pau para fora do cuzinho dela e, com tiros fortes e quentes, comecei a disparar. Enchi a cara da Monique de leitinho espesso, cobrindo suas bochechas, testa e lábios, enquanto ela fechava os olhos e saboreava o momento com um sorriso satisfeito e devasso.
Ao mesmo tempo em que dei a última espirrada, olhei para o lado. A sintonia daquela sala era surreal: exatamente naquele mesmo segundo, o Júnior puxou a pica enorme do cuzinho da Jessica e o outro homem tirou o pau da boca dela. Os dois se posicionaram por cima da minha mulher, que estava de joelhos no chão com o rosto erguido e a boca aberta.
Numa explosão dupla e sincronizada, os dois jorraram sem dó, cobrindo o rosto, o peito e a boca da Jessica com rios de porra. A cena era inacreditável: as duas mulheres, Monique e Jessica, com os rostos completamente banhados de leite, arfando de exaustão e prazer, marcando o final perfeito para a noite mais insana e sem limites das nossas vidas.

silêncio que se instalou naquele ambiente era quase tátil. Aos poucos, a respiração de todo mundo foi voltando ao normal, os corpos cobertos de suor e sêmen foram se limpando e cada um começou a se ajeitar. Trocamos despedidas breves, mas carregadas de cumplicidade, com o Júnior, o outro rapaz e a Monique.
Saímos da casa de mãos dadas. O ar frio da noite de Piracicaba encontrou nossas peles ainda quentes, trazendo uma sensação de calmaria quase irreal depois da tempestade de sentimentos e sensações que tínhamos acabado de viver.
Entramos no carro e, durante todo o trajeto de volta, o silêncio predominou. Não era um silêncio incômodo ou pesado, mas sim um momento de absorção. Nossos dedos continuaram entrelaçados sobre o câmbio o caminho todo. Olhando de soslaio, eu via a Jessica encarando a estrada, com um leve sorriso no canto dos lábios, processando tudo o que tinha acontecido.
Chegando em casa, fomos direto para o banheiro. Entramos juntos debaixo do chuveiro quente. A água lavava nossos corpos, levando embora o suor, as marcas e os cheiros daquela noite intensa, mas deixando intacto o desejo que ainda pulsava entre nós. Ali, sem precisar dizer uma única palavra, nos olhamos nos olhos. Não havia julgamento, nem ressentimento, nem vestígio de culpa. Apenas a certeza absoluta de que tudo aquilo tinha sido um capítulo insano e libertador, vivido para incendiar o nosso próprio elo.
Fomos para o nosso quarto e nos deitamos na nossa cama. Transamos de um jeito completamente diferente: foi um sexo gostoso, carinhoso e ao mesmo tempo terrivelmente ardente. Nossos corpos se reconheciam de uma forma nova, mais profunda e sem nenhum tipo de trava. Cada toque e cada beijo carregavam a certeza de que aquele jogo não tinha fragilizado nada, mas sim apimentado a nossa cumplicidade.
Adormecemos abraçados, sabendo que tínhamos cruzado fronteiras juntos e que a nossa relação, longe de se abalar, ficava a cada dia melhor, mais forte e inseparável.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ladylilyy

Nome do conto:
Repetindo a Experiência.

Codigo do conto:
268027

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
23/07/2026

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