Não dei muita importância quando minha irmã apresentou para nossos pais mais um de seus namorados. Ele era de uma cidade no interior, onde tinha criação de gado e plantação de café. O namoro logo se converteu em noivado; e toda a familia foi até a cidade dele, onde passamos alguns dias. Clima de fazenda, natureza e um universo que eu não tinha familiaridade nenhuma. Entre tantas coisas novas, meu cunhado fez questão de me ensinar a montar a cavalo. Na manhã do primeiro dia saímos para cavalgar pela fazenda. Montamos em um único cavalo; eu sentado na mesma cela que ele , para que eu aprendesse a comandar as rédeas. O cavalo era veloz, e acabei me ancorando no seu corpo para não cair. Conforme íamos primeiro marchando e depois à galope, nossos corpos foram ficando cada vez mais colados um no outro. Comecei a sentir o suor na sua camisa molhar minhas costas, e o cheiro másculo se tornando cada vez mais forte apesar do vento que batia no meu rosto. Senti também suas pernas fortes apertando as minhas. Também aos poucos fui sentindo um volume crescendo atrás de mim. Passamos a manhã e a tarde toda a galope, e quando cheguei em casa para tomar banho, minha camiseta estava impregnada do cheiro dele. Enquanto a agua morna escorria pelo meu corpo, meu pau foi subindo lentamente, e a espuma do sabonete ajudava a minha mão a deslizar a punheta. Me encostei de frente no azulejo gelado e contraí meu quadril pra fazer pressão em um vai-e-vem lento e ritmado até minha porra cair em grandes gotas pesadas no chão do banheiro. A noite cheia de ruídos da natureza levou meus sonhos por delírios de tesão. No dia seguinte acordei cedo, e um café da manhã farto repôs minhas energias para cavalgar novamente. Desta vez porém ganhei um cavalo só para mim. Não sei como consegui disfarçar minha decepção. Mas o dia estava apenas começando e guardava ainda outras surpresas. Cavalgamos até um riacho, e meu cunhado ficou impressionado como eu já dominava o cavalo sem dificuldade. O calor estava forte e o mergulho foi revigorante. Nadamos de cueca, e embaixo da agua, senti algumas vezes um roçar de pernas, uma mão boba… Uma chuva de verão nos surpreendeu no fim da tarde , então corremos para dentro de um rancho que servia de garagem para os barcos. Resolvemos comer e dormir ali mesmo. Um único colchão, as roupas molhadas da chuva colocadas para secar; e nós dois de cueca no escuro da noite. Na madrugada, o silêncio só era quebrado pelo barulho do vento nas arvores e por uma respiração pesada que evidenciava uma tensão sexual. Senti seu corpo se aproximar do meu, mas fingi estar dormindo. Sua coxa colou na minha e logo senti seu cacete duro encostando nas minhas nádegas. Estremeci. Devagar, pensando que eu dormia e com medo de que eu acordasse; deslizou seu pau para dentro da minha cueca. Estava completamente melado de pré gozo e com habilidade começou a deslizar o pau pra frente e pra trás, mas sem me penetrar. Com a cabeça do pau praticamente dentro, esguichou um grande jato de porra, outro e ainda mais outro. Meio dentro, meio fora, até encharcar minha cueca e minha bunda. Rapidamente se virou e fingiu dormir. Com uma mão busquei sua porra, e com os dedos levei até a boca, sentindo o sabor salgado, enquanto com a outra; me masturbei até gozar. Dormi. O casamento durou apenas três anos, e por três anos fingi não perceber o quanto ele me queria. Armando artimanhas para ficarmos sozinhos, encoxadas descuidadas, abraços apertados demais. Perdi a conta de quantas punhetas bati pensando nele, cheirando suas cuecas escondido. Mas hoje estou aqui deitado na minha cama, só de cueca com uma garrafa de vinho pela metade. O vapor que vem do banheiro denuncia um banho demorado depois de um sexo sem culpa, com palavras chulas ditas em bom som e sem medo. Talvez daqui a pouco, mais uma rodada, talvez um beijo de até qualquer hora, ou um sono interrompido por um tesão incontrolável na madrugada… A vida tem destas coisas!
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