Quando a adolescência foi chegando, e os pentelhos e pelos foram começando a aparecer pelo corpo, percebi algumas coisas diferentes dos meus colegas de escola: eu era completamente desinibido, aliás até um pouco exibido. Gostava de ficar sem camisa e quando percebi alguma garota ou garoto olhando pro meio das minhas pernas,fazia questão de me mostrar excitado e deixar a mala marcando no moletom.
Na verdade eu tinha uma pica grandona, e ficava excitado com pouco ou nenhum esforço. Por isso, sempre que pegava ônibus, logo sentia alguém se aproximar pra tirar uma casquinha. E, sendo bem honesto, mesmo quando algum cara se encostava por trás, relando na minha bunda durinha e redonda eu também curtia.
Se por este lado, eu era feliz; por outro eu não tinha tanta sorte. Meu pai, militar; queria que eu seguisse carreira no exercito, e aos dezoito anos fui obrigado a me alistar.
Entrei para o exercito e lá, depois de sofrer um pouco, logo percebi que meu pau grande e minha bunda redonda eram armas que eu podia usar a meu favor. Aprendi a ser safo e deixava dois soldados gays chuparem minha rola em troca de favores. Até que um dia, um sargento me flagrou. Primeiro deu um “toco” que era como chamávamos um castigo de um superior, mas alguns dias depois me chamou na infantaria e me ofereceu segredo em troca de também me mamar.
Ele era gostosinho e deixava eu gozar na boca dele. Virei “peixe” dele e ele me favorecia em tudo. Porém, a cada dia eu precisava ceder um pouco mais. Se antes ele me mamava, logo comecei a foder o seu cuzinho. Deixava ele pegar na minha bunda e até enfiar um ou dois dedos no meu cu. Eu gemia e pedia pra ele parar, mas quando ele vinha com a língua e ficava lambendo meu rabo por quase meia hora, eu ia ao delírio.
Depois de alguns meses e muita putaria, veio o anuncio da primeira baixa; quando alguns soldados são dispensados. Aquilo era tudo que eu queria. Fui conversar com o sargento pra que ele me ajudasse a conseguir a dispensa…Muita ingenuidade da minha parte, que ele fosse me ajudar, e perder seu peixe. Perdi a primeira baixa, mas ao mesmo tempo entendi que se eu quisesse me dar bem, ia precisar valorizar os meus dotes. Parei de facilitar os favores sexuais do sargento. Mas ele, esperto que só, me procurou e prometeu que me ajudaria na segunda baixa se eu “desse” pra ele.
Nesta altura eu já tinha entendido que meu corpo era meu maior poder de negociação e num misto de obrigação e curiosidade, aceitei.
Mas ele tinha uma condição:
Ele me comeria, eu receberia a baixa e nós continuaríamos nos encontrando fora do quartel. Achei que fora do quartel seria fácil me ver livre dele, e topei.
Vou narrar agora como foi essa minha primeira vez como passivo, e nos próximos contos posso contar os capítulos seguintes da minha vida de michê.
Depois de uma “suga” que era um treinamento bem puxado, eu estava tirando um cochilo ainda sem tomar banho, quando o sargento me chamou. Já era tarde da noite e o suor quente deu lugar a um frio na coluna.
Quando cheguei, ele mandou eu fechar a porta e eu fui dizendo que estava sem banho; tentando ganhar tempo. Mas ele disse que não tinha problema. Chegando mais perto senti o cheiro de bebida e vi o volume na sua calça. Ele já estava pronto pra me comer mas eu; estava com medo.
Sempre que eu comia alguém, ouvia os gemidos de dor, mas também via que aos poucos o prazer vencia, com isso em mente perguntei o que eu devia fazer, mostrando que ele estava no controle. Ao menos era isso que eu queria que ele pensasse.
Ele tirou o pau pra fora e me mandou ajoelhar e mamar. Ele que sempre gostava que eu mandasse ele lamber minhas bolas, agora me mandava lamber as dele. Apesar de suado e meio bebado, o corpo dele tinha seus atrativos: peludo e másculo. Desde este dia, aprendi a prestar atenção apenas aos detalhes que me agradavam.Tudo o que eu queria era aquela dispensa… sim e também havia uma curiosidade que deixava meu pau duro.
Coloquei o pau dele na boca e comecei a fazer os mesmos movimentos que eu gostava que fizessem em mim; e quando ele começou a gemer, me soltei e fiz com vontade. Lembrei também de babar bastante, pra facilitar quando ele fosse me foder. Mas aos poucos fui curtindo, e o tamanho do pau dele me deixava colocar inteiro na boca, até cutucar minha garganta.
Ele então me levantou e me beijou na boca, me virou de costas e me debruçou numa escrivaninha. Baixou minha calça e começou a lamber meu cu. Ele sabia muito bem fazer aquilo e sua língua entrava e saia me fazendo revirar os olhos. Arregacei bem minha bunda pra que ele pudesse lamber todos os centímetros e comecei a rebolar na sua cara. Nisso meu pau se acomodou em alguma coisa mole que estava sobre a escrivaninha, acho que minha própria farda.; então eu rebolava esfregando mina raba na boca do sargento, enquanto esfregava meu pau na minha farda.
Ele devia estar delirando com aquilo, pois ao mesmo tempo que batia na minha bunda, chupava e lambia meu cu, ainda falava muita putaria. Me mandava rebolar, e eu empinava meu cuzão de macho pra ele. Não demorou muito e ele decidiu ir pro prato principal. Senti ele esfregar em mim seu cacete, pincelando pra cima e pra baixo, empurrando a cabeça pra dentro. Senti vontade de dar prazer pra ele, esqueci por alguns instantes da minha dispensa e me empenhei em copiar tudo que os melhores passivos já tinham feito comigo.
Empinei bem meu rabo, deixando ele transtornado de tanto tesão. Sim eu era verdadeiramente safo. Antes de enfiar seu pau de vez, ele me virou da barriga pra cima e apoiou minhas pernas, ainda de coturno, nos seus ombros, pegou no meu cacete e começou a me punhetar. Numa única estocada, empurrou seu cacete inteiro pra dentro do meu cu, me fazendo uivar de dor. Sua versão sádica entrou em ação e ele começou a bombar com força. Eu queria que ele sentisse muito prazer e deixei ele se refestelar. Claro, ele tinha bebido, e um soldado novinho, com tudo encima, corpo musculoso de militar, pele macia e bronzeada, um pau bem acima da média e uma bunda durinha de macho rebolando na pica dele… ele não aguentou muito tempo … gozou dentro, me enchendo de porra. E para mim, ver o sargento machão, peludo, pingando suor e se desmanchando de tesão me fez gozar longe.
Duas semanas depois eu ganhei minha baixa. O que eu não esperava é que meu pai não aceitasse que eu não seguiria a carreira militar. Uma semana depois de eu dar baixa no exercito, me colocou pra fora de casa.
Sem ter onde morar, me encontrei com o sargento algumas vezes fora do quartel em troca de uns trocados para pagar uma pensãozinha barata. Um colega de escola que também curtia me mamar, também me pagou alguns almoços. Mas não demorou pra eu entender a matemática de que explorar o meu corpo poderia me levar pra algum lugar mais confortável que aquela pensão.
Eu não queria virar garoto de programa e fiz algumas fotos pra um amigo que vendia sungas na internet. Juntei algum dinheiro e decidi ir embora pra São Paulo, tentar a vida de modelo.
Continua…