O entregador de colchão



Eram 3h da tarde e recebo uma mensagem no WhatsApp perguntando se estou em casa. Era um motorista de caminhão pedindo a minha localização para me entregar um colchão que comprei no Mercado Livre. Respondi que sim, estava em casa e enviei a localização; ele me respondeu que em meia hora chegava na minha casa e assim foi.
Vejo o caminhão chegando na frente da minha casa, fui até o portão e abri, mas ele não entrou. Estacionou na rua e desceu, estava sozinho. Era um homem de uns 40 anos, careca, tipo normal mas muito bonito — ombros largos de quem carrega peso no dia a dia, pele um pouco bronzeada do sol da estrada e um cheiro suave de amaciante misturado com o suor leve da tarde. Usava uma camiseta cinza ajustada aos braços e uma calça de moletom azul com a piroca marcando. Foi a primeira coisa que percebi e não consegui mais parar de olhar: o volume denso, grosso, caído para o lado esquerdo da calça, balançando a cada passo firme que ele dava.
Ele abriu o caminhão atrás, tirou o colchão com certa facilidade e me pediu ajuda pra levar pra dentro de casa. No caminho, ele puxou assunto perguntando se eu era do Rio de Janeiro por causa do DDD do meu telefone. Respondi que sou catarinense, mas morei no Rio, e a conversa começou fluida. Entramos, levamos o colchão até o quarto. Eu agradeci, mas ele perguntou se eu queria ajuda para colocar na cama. Achei estranho, mas aceitei. Tiramos a embalagem de plástico — o som do plástico rasgando ecoando no quarto silencioso — e colocamos o colchão na cama.
Então deitei pra ver se era macio e falei:
— Parece bom, mas vou ter que testar fazendo outras coisas...
Ele riu, deu uma pegada firme na própria rola por cima do moletom, ajustando o volume enorme, e olhou bem fundo nos meus olhos. O clima no quarto mudou na hora. O ar ficou denso, carregado de tesão puro.
— Se quiser testar agora, eu ajudo a ver se a mola aguenta o tranco — disse ele, com a voz grave, dando dois passos lentos até a beira da cama.
Sem esperar resposta, ele levou as mãos ao cós da calça de moletom e a puxou para baixo de uma vez, junto com a cueca. O que se libertou ali me deixou sem fôlego. Um pau grosso, de uns 18 centímetros, veia saltada ao longo da haste e uma cabeça grande, rosada, já expelindo um pré-goso transparente que brilhava na luz da tarde. Ele não era um modelo de revista; era um homem real, com pelos escuros no peito e na virilha, coxas grossas e uma pegada bruta de quem sabe exatamente o que quer.
Ele se ajoelhou na cama, ficando por cima de mim. O cheiro do seu corpo me enlouqueceu. Segurei em seus ombros largos enquanto ele se inclinava e colou sua boca na minha. Um beijo quente, urgente, com língua e pegada forte na minha nuca. Com uma das mãos, ele puxou meu calção para baixo, deixando minha pele exposta ao toque quente das suas mãos calejadas.
Ele desceu os beijos pelo meu pescoço, peito, até agarrar minha rola já completamente dura. Deteve-se ali por alguns segundos, masturbando-me com firmeza, sentindo a minha pulsação, antes de abocanhar a cabeça do meu pau. A sensação da boca quente dele me fazendo oral no meio da tarde, com o caminhão dele parado na minha porta, era surreal. Ele lambia com vontade, engolindo fundo, fazendo um barulho molhado que ecoava pelo quarto.
Não aguentei muito tempo vendo aquela cena. Puxei-o para cima, invertendo as posições. Fiquei entre as pernas dele. Passei a língua na cabeça do pau dele, sentindo o gosto do pré-goso salgado, e comecei a chupar com força. Ele deu um gemido baixo, rouco, metendo as mãos na minha cabeça e empurrando o pau garganta adentro. Sentir a espessura daquela rola preenchendo minha boca me deixou totalmente descontrolado.
— Pega um lubrificante aí, vai... não aguento mais esperar — ele murmurou, respirando fundo, com a testa suada.
Peguei o frasco no criado-mudo e passei uma quantidade generosa na minha mão e no pau dele, espalhando pela haste grossa. Lambi meus dedos lambuzados e passei na minha entrada, preparando o corpo rapidamente. O tesão era tanto que a dor nem existiria.
Ele se posicionou atrás de mim, me colocando de quatro na cama recém-entregue. Acomodou a cabeça do pau na minha entrada e, com um impulso firme e contínuo, entrou por completo. Soltei um gemido alto. O colchão afundou sob o nosso peso, respondendo perfeitamente ao impacto. A sensação de ter aquele pau grosso preenchendo cada centímetro meu era indescritível.
Ele não perdeu tempo. Segurou firme no meu quadril, cravando os dedos na minha pele, e começou a socar. Um ritmo forte, cadenciado, a pele das coxas dele batendo contra a minha bunda num som seco e delicioso. A cada metida, o pau dele tocava no meu ponto certo, me fazendo gemer sem controle no travesseiro.
— Gostou do colchão, porra? Aguenta mais firme? — ele rosnava no meu ouvido, puxando meu cabelo de leve para trás e dando tapas estalados na minha bunda, que ficava vermelha com a força do toque.
— É perfeito... soca mais fundo, vai! — pedi, empurrando o quadril para trás a cada investida dele para sentir ainda mais fundo.
Ele acelerou. O movimento ficou descontrolado, a cama rangendo levemente, a respiração dele pesada e quente no meu pescoço. Ele tirou uma das mãos do meu quadril e começou a punhetaço no meu pau, sincronizando as puxadas com as metidas violentas por trás. A combinação me levou ao limite em questão de segundos.
— Vou gozar, caralho... vou encher você — ele avisou, a voz falhando pelo esforço.
Ele deu mais três metidas fundas, enterrando o pau até a base, e travou o corpo contra o meu. Senti o jato quente e abundante do gozo dele disparando lá dentro, pulsando forte a cada espasmo. Na mesma hora, sem que ele precisasse fazer força na punheta, meu corpo cedeu: gozei pesado sobre o lençol novo, jatos grossos jorrando no tecido enquanto eu me contorcia de prazer.
Ficamos ali por alguns minutos, abraçados, arfando juntos sobre a cama, o suor colando nossos corpos. Ele deu um beijo carinhoso na minha costela, tirou devagar o pau ainda meio duro de dentro de mim e se sentou na beira da cama para vestir a calça de moletom azul.
— É... o colchão passou no teste — ele disse com um sorriso de canto de boca, ajeitando o volume que agora descansava mais calmo na calça.
Levantou-se, me deu um último beijo rápido na boca, pegou a chave do caminhão no bolso e saiu, deixando o cheiro dele impregnado no quarto e a promessa implícita de que, na próxima entrega pela região, ele saberia exatamente onde fazer uma pausa.
Foto 1 do Conto erotico: O entregador de colchão


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mfraham

Nome do conto:
O entregador de colchão

Codigo do conto:
268086

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/07/2026

Quant.de Votos:
2

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