A história que vou contar parece ficção de tão boa, mas aconteceu de verdade — e foi inesquecível. Minha trajetória profissional sempre me abriu portas e me levou a viajar constantemente, no Brasil e no exterior. E, claro, aproveitei cada viagem para explorar meus desejos, conhecer homens fascinantes e viver noites e momentos intensos. Em uma dessas ocasiões, eu voltava de um evento em Porto Alegre rumo ao Rio de Janeiro. O voo do meio da tarde estava calmo e com vários assentos vagos. Caminhando pelo corredor em direção às últimas fileiras, cruzei o olhar com um rapaz extremamente atraente. Houve uma troca imediata de olhares, uma tensão palpável no ar. Para minha sorte, meu assento era logo atrás do dele, em uma área completamente vazia. Decidido a não deixar a oportunidade passar, fiz de tudo para atrair a atenção dele. Quando ele olhou para trás, apenas fiz um sinal discreto chamando-o para sentar ao meu lado. Ele veio. Entre conversas sobre a mudança dele para o Rio, a atração física só aumentava. Minha única fixação era sentir o gosto daquela boca. Vencendo o receio inicial dele, aproximação virou um beijo profundo e ardente. A química foi imediata. Percebendo a minha excitação, o desejo dele também transbordou. Verifiquei os arredores: nenhum passageiro ou comissário por perto. Abri o zíper devagar, deixando a cueca branca marcada e o volume ereto em evidência. Ele encarou a cena, olhou ao redor para se certificar da privacidade e finalmente levou a mão até a minha calça, envolvendo meu pau com firmeza. Facilitei o movimento e o liberei totalmente. Sem hesitar, ele se inclinou e entregou-se ao momento. A sensação era uma mistura avassaladora de adrenalina, o risco de ser pego e um tesão incontrolável. Ele dominava a arte: uma boca quente, macia e envolvente, deslizando até a base, trabalhando a cabeça com a língua e descendo novamente, levando-me ao limite. Quando avisei que estava prestes a gozar, ele intensificou o ritmo, acelerando os movimentos e envolvendo ainda mais a garganta. Não consegui segurar. Gozei fundo, prendendo a respiração e abafando o gemido para não chamar atenção. Ele sugou cada gota, sem deixar nada escapar, antes de retornar discretamente para seu assento com um olhar cúplice. Meses depois, nos reencontramos em uma festa no Rio. Ele estava acompanhado do namorado, mas assim que me viu, deu um jeito de se aproximar e sussurrar que desejava repetir a experiência. Combinamos de ir ao banheiro discretamente, onde o encontro se repetiu com a mesma intensidade. A partir daquele dia, tornou-se um segredo nosso: sempre que nos cruzávamos, arrumávamos um espaço reservado para reviver aquela loucura.
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