Quem é seu dono?! - Capitulo 06



Realmente, Renan tinha razão: Marcelo era muito gostoso. Eu não conseguia tirar o que aconteceu da minha mente. Era gostoso relembrar cada pegada, suas mãos, seu beijo e, principalmente, sua mamada veloz, furiosa, gostosa.

Sábado transcorreu normalmente. Sábado, dia de dar atenção à patroa, curtir minha casa e ficar sossegado. Quase não saí dos meus aposentos. Rsrsrs.

Domingo, acordei por volta das 09h00 da manhã. Era o mais tarde que já havia acordado na vida, mas precisava desse descanso. Acordei, joguei uma água gostosa no corpo e dei uma alisada gostosa na bazuca. Era bom sentir a água cair na carcaça ao mesmo tempo que estimulava o cacete, sem gozar, apenas curtindo o momento.

Banho tomado, bermuda folgada, sem camiseta. O dia pedia calma.

— Bom dia, sogra!

Cozinha agitada logo cedo. Minha esposa e dona Maria faziam pão.

— Estão animadas, hein?

— O café está lá na mãe, amor. Ela fez lá para a gente trabalhar de boa aqui.

Era bom vê-las animadas, afinal, sairia pão para a semana toda.

Folgadão, desci, abri a portinha que divide as casas e, chegando à mesa, dei uma golada no café, já pensando:

— Será que o marmanjo ainda dorme?

Era hora de dar o apavoro. Fui até o quarto dele: nada. Virei e ele estava na sala, sentado no sofá.

— Bom dia, Marcelo!

— Olha quem apareceu!

Sim, ele foi irônico. Levantando-se, veio em minha direção e pegou meu copo de café.

— Posso?

Balancei a cabeça, dizendo que sim. Via sua boca, ouvia sua respiração. Deu uma golada no meu café, devolveu-me o copo e fixou seu olhar.

— Agora eu quero o leite.

Do nada, ele deu um puxão na minha bermuda, que saiu com a sunga e tudo, deixando minha pica à mostra, mole e desprotegida. Em instantes, ela era sugada. Marcelo começava ali a pagar um gostoso boquete, com volúpia. Eu tentei argumentar que sua avó poderia aparecer do nada, mas foi em vão. Minha pica respondia àquela mamada desproporcional. Era uma luta que minha pica perdia. Sua boca fazia um vaivém forte e voraz, enquanto eu me escorava na parede.

— Do outro lado.

Guiava minha rola como se fosse seu brinquedo. Meu corpo ia em direção à parede lateral.

— Daqui, Breno, você cuida pela geladeira. Dá para ver se alguém vier.

Ele falou rápido, parecia não querer perder nada do meu pau. Sugando da ponta da minha rola até a base, eu sentia sua boca gostosa fazê-lo sumir em sua garganta em questão de segundos. Quando olhava para baixo, que visão! Que bocão gostoso! Ouvir o barulho dele engasgando, lambendo, chupando e sugando minhas bolas era uma viagem louca.

Acariciando seu cabelo, eu curtia e respirava fundo. Era uma loucura, afinal, o prazer poderia ser interrompido a qualquer momento, mas valia a pena. Marcelo sabia o que fazia, buscava tirar meu leite como um faminto.

Observava sua dedicação à minha rola grossa, pulsando em sua goela, forçando. Ao mesmo tempo que passeava sua língua por toda a extensão do meu pau, logo acelerava. Não poderíamos demorar. Afundava até o talo e voltava rápido, acelerado. Eu queria explodir meu leite. Comecei a sentir o movimento, a quentura da sua goela e o afundar rápido da sua boquinha. Minha pica pulsava. Segurando sua cabeça, tentava controlar o incontrolável, tentando diminuir sua velocidade para ter mais sensação. Porém, não era possível. Marcelo sabia que tínhamos pouco tempo, ele sabia da sua missão e meu pau sentia sua obrigação.

Não iria conseguir segurar por muito tempo. Meu leite queria explodir naquela boca quente. Anunciei que iria gozar. Para quê? Ele acelerou mais do que antes. Parecia uma máquina de tirar leite. Meu pau duro, grosso e veiudo acabou explodindo. Jorrou todo o leite, e não foi para fora. Ele acoplou a cabeça da minha pica entre seus lábios, sentiu meu leite jorrar, passou a língua e bebeu. Antes, abriu a boca cheia, olhou para mim e engoliu tudo, cada gota. Bebeu como se fosse seu prêmio, seu brinde.

— Você é um puto.

— E você gosta, Breno.

— Onde viu?

— Vó está chegando...

Olhei pelo reflexo da geladeira. O puto tinha razão: dava para ver tudo. Minha sogra vinha com uma forma com pães. Vi ele chegando à sala, ajudando-a, enquanto eu tentava me recompor depois de ter sido sugado. Hehehe.

— Conseguiu ver o que precisava?

— Sim, sogra. Marcelo me ajudou!

Fiquei no canto, observando-os mexer na cozinha. Era outro Marcelo: estava solícito, ajudando e dando risada. Um sorriso interessante.

— Vó, vou lavar o banheiro, porque é perigoso a senhora escorregar se for fazer.

Ele saía de lado, olhou profundamente nos meus olhos e, discretamente, mandou um beijo.

Aquela cena sapeca, gostosa e perigosa... E o pior é que eu gostava daquele perigo.

— Sogra, para que tanto pão? Vão vender?

— Ah, não seria um mau negócio.

Demos risada.

Fiquei ali trocando ideia. Minha esposa apareceu e, para minha surpresa, vi Renan encostar com sua bike.

— Oi, tio! Oi, tia!

Todo sorridente, lindo demais, chegava chegando. Marcelo apareceu na porta.

— Hoje é dia de surpresa, hein?

— Verdade! Casa cheia — dizia minha sogra.

— Aproveita e já ajuda o Marcelo a terminar de lavar esse banheiro!

— Renan, sempre desagradável, né? — retrucava Marcelo.

A tropa toda deu risada. Uma brincadeira saudável, coisa que fazia tempo que não tínhamos. Almoço e uma tarde gostosa.

Às 15h, minha sogra deu uma brecha e fui atrás dos dois pombinhos. Estavam jogando videogame, um ao lado do outro, com risadas e papo.

— Olha eles, matando a saudade?

O olhar de ambos foi único. Eu estava ali, em frente aos meus dois delícias. Era gostosa a sensação do sexo. Minha rola estava a meia-bomba, eu em pé e eles admirando meu volume.

— Ah, tio, a gente está jogando futebol. Quer jogar?

Renan não tinha percebido a maldade. Já Marcelo estava de olho grande no pacote que se formava diante deles.

— Falou para o Renan que já tomou leite hoje?

Naquela hora, ele me encarava sério. Claro que não tinha contado. Eu estava ali para estragar o clima.

— Ah, pela cara do Renan, ele não sabia que você virou meu bezerro também!

Surpreso, Renan olhou para a cara de Marcelo, que ficou em silêncio.

— Mas o Renan não falou que foi à oficina me mamar também, né, Marcelo? Então, estamos quites. E, para ficar melhor, vá até a porta cuidar da sua avó. Já que você bebeu leite de manhã, nada mais justo que Renan tomar agora, né? Concorda?

Ele balançou a cabeça, dizendo que sim. Ambos ficaram sem ação diante das verdades expostas. Marcelo foi até a porta. Renan ajoelhou-se, foi tirando meu cacete para fora e sua cara de felicidade era a resposta. Caía de boca, faminto.

— Estava com vontade, é?

Ele, com a boca cheia, fazia um sim forçado. Mamava gostosamente cada centímetro do meu pau, engolia num sobe e desce feroz. Eu curtia e olhava para a cara de Marcelo. Além de cuidar da porta, ele parecia admirar o quanto seu comedor evoluiu no mamar.

— Viu, Marcelo? Ensinei-o direitinho.

Na mesma hora, coloquei minha mão na cabeça dele e forcei-o para que se engasgasse. Comecei a fazer movimentos rápidos, fazendo da sua boca meu fodedor. Virei de lado e fiz questão de mostrar para Marcelo aquela cena. Seu ex-comedor tinha a boquinha judiada por um cacete grosso. Babava, dava seu melhor.

— Cuida aí, Marcelo, mas olha aqui, ó: seu comedor agora é mamador.

Seu olhar de curiosidade, vontade e desejo por ver seu ex levando pau era gostoso demais, misturado ao receio de alguém aparecer e acabar de vez com a brincadeira. Eu estava instigado, queria gozar logo. Não podíamos ficar enrolando.

— Faz eu gozar, vai! Anda...

Renan acelerava, mamava gostosamente, subia e descia numa velocidade sem igual. Brincava com meu cacete grosso na sua garganta, e eu respirava fundo. Dei uma olhada para Marcelo.

— Seu comedor vai tomar meu leite. Aliás, segura esse leite na boca. Isso, isso, toma...

Naquele instante, jateei meu gozo na sua garganta, cada gota.

— Segura na boca... Venha aqui, Marcelo.

Ele veio rápido.

— Abre a boca e mostra para ele o tanto de leite que você vai beber. Vai, isso.

Renan mostrava seu prêmio e engolia. Passava a língua nos lábios, fazendo Marcelo ficar com olhar de pidão. Ele queria. Deu-me uma olhada fixa, vendo meu pau ficar mole. Sentia que ele queria limpar minha pica, ainda com resquícios de leite.

— Nem inventa. Deixa de ser guloso.

Dei um tapinha no seu rosto, deixei os dois lá e fui para casa.

Continua!

Autor, Contos de Daniel

Próximo Capitulo – TRINTA DO SETE DE DOIS E VINTE SEIS - AS 20H

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Ficha do conto

Foto Perfil escritor danyel
escritordanyel

Nome do conto:
Quem é seu dono?! - Capitulo 06

Codigo do conto:
268103

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/07/2026

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