Renan estava com sua rola esticada, duraça; Marcelo o beijava velozmente, e eu brincava com minha rola, curtindo meus putos.
Na mesma hora, Renan usou seu poder de macho, colocou Marcelo de cu pra cima, com a cabeça pra fora da hidro, e foi metendo a linguada no cu dele. Marcelo parecia ter sido pego de surpresa, mas cedia: estava de cu pro alto, tendo a bunda aberta e sendo linguado, dedado e então, em segundos, sendo fodido. Isso mesmo: Renan meteu a pica no cu do Marcelinho sem dó, que gemia alto. Aquela cena: Renan de pé na hidro, arrebentando o rabo do Marcelo, que tentava se apoiar e levava pica sem dó. Era a primeira vez que via o machinho em atividade e realmente mostrava a que veio: segurava Marcelo pelo cabelo e pelo pau.
— Isso, meus putos, faz eu gozar somente vendo vocês...
Era o que ambos precisavam ouvir. Renan dava uns tapões na bunda dele; Marcelo gemia, gostosa, pedia pica, gritava pela rola de Renan que ia fundo dentro dele sem piedade.
— Tô quase gozando, Marcelo, nesse cu gostoso. Olha, tio!
Ele fazia questão de tirar sua pica de dentro do cu dele e virar o cu detonado: vermelho, molhado, bunda vermelha sendo usada por ele.
— Tio, que cu guloso! Olha, olha...
Eu batia punheta já, também de pé, num canto, curtindo aquela cena. A vontade também era de comer o Marcelinho também, mas não — não queria quebrar o clima de Renan usando e abusando do Marcelinho.
— Mais forte, Renan! Vai, puto, vaiiiii!
A pressão da água, a metida forte e o grito de liberdade; enquanto Marcelo gemia alto, Renan, num suspiro, soltava leite, dando sinais daquela gozada solta.
Eu analisando aquela cena; claro, queria soltar meu gozo dentro da hidro também, mas em segundos ouvimos o celular do Marcelo tocar.
— Quem será nessas horas...
Não ligamos; novamente se beijamos a três e eu tentava soltar mais leite, curtimos. Mas o meu começou a tocar. Era estranho. Saí na hora pra ver: era Carina.
— Alô...
Naquele momento ouvia o desespero dela. Não questionei nada.
— A mãe caiu, Marcelo não atende. Me ajuda.
— Calma, respira. Onde você está?
— Na Santa Casa.
— Tá. Vou ver onde Marcelo tá e vou...
Cortei o tesão na hora. Marcelo e Renan me observavam; apenas mantive a calma.
— Vamos. Sua vó não tá bem.
A expressão dele mudou. Tentei manter a calma dele, pois vi sua expressão.
— Posso ir com vocês? — dizia Renan.
Não respondi. Apenas chegamos. Era no hospital ao lado onde minha esposa trabalha. Chegamos e dei um gostoso abraço nela; estava chorando. Marcelo também, tentando entender.
— Que aconteceu, mana?
— Ela me ligou dizendo que não estava bem e ouvi um barulho. Fui correndo e ela estava caída.
O desespero de todos. Minha sogra estava numa cirurgia, pois bateu o braço e quebrou. Marcelo desesperado, Renan tentando entender tudo. A única pessoa que tinha acesso a ela era minha esposa, por ser enfermeira. Nós, na recepção, ficamos até a madrugada.
Marcelo e Carina estavam aguardando a cirurgia. Era até estranho ver os dois assim, um escorado no outro. Como disse, eles não eram mil amores, mas claro que num momento desses isso se exigia.
— Preciso ir embora. — disse Renan.
— Te levo lá.
O ponteiro batia duas horas da madrugada.
— Vou deixar Renan na casa dele e já volto.
— Vai descansar. Leva o Marcelo também. — dizia minha esposa.
Com certeza Marcelo iria recusar, e assim fez: queria ficar a todo momento esperando notícias de sua vó.
— Vou deixar Renan na casa dele e vou tirar um cochilo. Antes de abrir a oficina volto. Qualquer coisa, me liga.
Descemos as escadas e fomos rumo à garagem. Abri a caminhonete e, ao entrar, o silêncio tomava conta. Com certeza Renan também estava preocupado com o abalo de Marcelo; claro que eu também entendia toda aquela situação. Afinal, minha sogra é uma excelente pessoa. Mas a minha real preocupação era com o emocional de Marcelo. Talvez por a gente não estar naquele momento em casa, ele tivesse alguma reflexão negativa diante do que aconteceu há algumas horas atrás, naquele motel. Saímos daquele hospital e o silêncio dominava.
— Você está bem?
— Sim, tio. Preocupado.
Ao olhar para o lado, a expressão do rosto de Renan revelava essa preocupação, mas também revelava que, há poucos dias, ele deixaria Marcelo. Afinal, nutria um sentimento — além do sexo, do desejo — mas pela amizade e presença constante.
A rua em silêncio; o carro deslizava tranquilamente. Senti a mão dele na minha coxa.
— Já quer, né?
— Quero te pedir uma coisa, tio.
— O quê?
— Me leva pra sua casa. Não quero dormir só.
Ele dizia isso passando a mão sobre minhas coxas e chegando no alvo; minha rola, meio bomba, gostava do carinho que recebia.
— Entra aí...
Chegando em casa, fui direto pro banho, deixando ele à vontade na sala. Nem entrei na casa de Marcelo, pois o cansaço batia e a intenção era capotar. Faltavam poucas horas pro amanhecer.
— Posso jogar uma água no corpo também, tio? Tirar esse cheiro de hospital.
Entrava peladinho, bundinha gostosa, corpo que me deixava com tesão, boca carnuda...
Entramos juntos debaixo d'água. Na hora ele se vira e empina a bundinha dele.
— Esfrega minhas costas?
Minha rola estava estralando com aquela cena. Passara a mão e fui descendo rumo ao seu anelzinho; dei um apertão e, claro, já dedilhando seu cuzinho. Senti ele suspirar e encostei todo meu corpo atrás dele, mordendo seu pescoço e enfiando o dedinho no seu anel. Ele gemia e sussurrava.
— Tio, posso te pedir uma coisa?
Virando-se, ficando de frente comigo, me beijava sem deixar eu dar a resposta. Sentia seus lábios; beijo gostoso. Discretamente ele desligava o chuveiro e nossos corpos se entrelaçavam.
— Vou sentir falta de você, tio. Quero-o-o-o você...
Chegamos à beirada da minha cama. Me joga, sobe em cima de mim e me lasca um saboroso beijo.
— Deixa eu cavalgar nessa pica, tio, aqui na cama da sua mulher. Deixa...
Ele pedia com voz de puta. Eu nem respondi, continuei curtindo seu corpo, sentindo ele sobre mim e, claro, tomando toda a atitude. Pouca luz, um escuro necessário, um cu quente e uma vontade desenfreada. Renan demonstrava estar enlouquecido por me dominar na cama onde eu e minha esposa...
Encaixava sua pica no meu pau; como um vácuo, ela sumia dentro do cu dele, que gemia, tentava aguentar firme a grossura do meu pau.
Sugando meu cacete até às bolas, sentada de forma violenta, sofrida. Com certeza as expressões do seu rosto eram de dor, mas a vontade superava; o fazia afundar cada centímetro, mesmo o rasgando por dentro.
Suas mãos espalmadas no meu peitoral e a pressão para começar a cavalgar. Meu pau duro, explodindo dentro de uma carne quente, dentro de uma entranha anal que o apertava, o deixava firme, pulsando por dentro; e sentindo, aos poucos, aquele cu fazendo movimento de entra e sai. Era Renan começando a cavalgar na minha pica.
— Vou sentir muita fa-l-taaa — falava gemendo.
Movimento firme. Com apoio certo das mãos, ele descia e subia na minha pica. Eu sentia a pulsação, o calor e o desejo que dele exalava.
— É aqui que como minha mulher, seu puto. Era aqui que queria sentar, né?
— É. É, tio.
Não conseguia falar, apenas demonstrava a força do seu cu; descia e subia acelerado, sem dó, rápido ao ponto de me revirar, revirar o pescoço pra sentir a foda e a adrenalina sem ser contido por um cu guloso na cama onde antes a buceta reinava.
Gemidos. Ele se continha. Eu o puxava em beijos, acalmando sua ânsia por rola — se não, eu iria gozar. Beijo quente, mais livres, cu quente, rola pulsando...
— O tio vai sentir sua falta também. Então solta. Geme na pica. Vai...
Apertei sua mão, que voltava a se firmar no meu peitoral, e ele acelerava. Ouvia gritos de liberdade: subir, descer, sua bunda espalmar na minha pele, seu cu pulsar no meu pau e ele gritando e soltando a puta que tinha dentro dele.
Sem medo de dizer a que veio, como uma puta sofredora, na cama onde antes apenas a buceta reinava, Renan soltava seu gemido, que se misturava com o barulho do ar-condicionado e se tornava uma canção do prazer. Meu cacete, duro e pulsante, queria soltar todo o leite que se prendia nas bolas. Via ele olhando pro teto, cavalgando... cavalgando, anunciando que ia gozar. Isso mesmo: Renan ia ter seu gozo numa cavalgada. Seu pauzinho ia soltar leite tendo uma tora no cu. Eu tentava me controlar, mas não era possível. Quanto mais sentia seu cu morder meu pau, mais eu queria soltar todo o meu gozo. E assim anunciei:
— Vamos, Renan! Vamos... Vamos...
— Tio... Tio.... V-o-uuuu- Tio, q-u-e gost...
Não deu tempo. Ele despejava seu leite na minha barriga e eu, dentro do cu dele. Parecíamos estar em conexão, juntos numa gozada na madrugada que nunca antes ousei ter. Que sensação, que viagem doida, que puto gostoso. Era assim Renan: me melecava todo enquanto eu enchia seu cu. Quando sentia ele se afastar da minha rola, escorria o meu leite. Ele tentava, de todas as formas, segurar meu gozo dentro de si. Deitou do meu lado.
— Tio, quero dormir assim!
— Assim como?
— Com teu leite dentro de mim...
— Hummm... eu vou tomar um banho.
Saí e o deixei na cama. Perdia a noção da hora. Olhei o celular: mensagem da patroa, estava acordada. Marcelo tinha dormido no banco e minha sogra já estava em pós-cirurgia.
Aquele banho: mente a mil e rola leve. Combinação boa. Deitei e o vi ali, apagado. Cansou de pular no tio; dormia feito um anjo. Fiz o mesmo.
Acordei cedo. Tentei falar com minha esposa, que disse ainda não haver notícias sobre minha sogra. Fiz um café na casa de baixo e tive que chamar Renan. Acordou todo dengoso, mas foi tomar banho. Chegou à mesa e foi logo tomando um café preto, cara de pouca conversa.
— Acorda todo dia de mau humor?
— Às vezes, tio. Mas estou bem. Tive uma noite gostosa.
— É, seu safado! rsrsrs
Dei risada e um gole. Ficamos em silêncio até ele quebrar o gelo.
— Estou com medo!
— De quê?
— De deixar Marcelo neste momento difícil dele... aliás, de vocês.
— Eu vou cuidar dele, e você sabe: bem cuidado.
— Disso tenho certeza. — dizia isso apalpando meu pau.
— Para de atiçar.
E, sem mais, simplesmente se levanta e se ajoelha, tira minha pica mole pra fora e começa a me chupar. Que delícia! Veloz, ele mamava minha pica, sugava minhas bolas enquanto batia uma pra mim...
— Puto gostoso, eu vou gozar!
— Sim, tio... eu quero leite....
Continuava a me punhetar, sua boca apenas acoplada na cabeça do meu pau. Relaxei, curtia sua mão quente e... pronto. Comecei a respirar fundo.
— Vou te dar leite, seu gostoso...
Era eu soltando meu gozo e ele mamando. Puta merda: estava o carinha de joelhos, engolindo meu leite e olhando fixamente pra mim, em plena luz do dia... Que loucura. Levantou-se e, claro, me dando um gostoso beijo, beijo ardente, e saindo...
— Já vou. Mais tarde volto pra me despedir.
Me deixando lá, nu e de rola leve, saindo de casa após momentos únicos.
Pela manhã, fiquei um tempo na oficina, preocupado com a situação da minha sogra. Na hora do almoço, fui direto pro hospital.
— Como estão as coisas?
— Ela não está bem. — dizia Carina, me abraçando.
Tentei entender. Marcelo parecia querer um abraço, parecia querer um afago. E assim fiz: abracei os dois ao mesmo tempo.
Em pouco tempo o médico apareceu. O quadro da minha sogra era delicado — pela idade e demais problemas de saúde. Estava medicada, disse ele, em recuperação. Autorizou um de cada vez, por cinco minutos. Claro que Marcelo foi o primeiro. Em seu retorno, foi a vez de minha esposa. E nessa troca, agora sim, pude abraçá-lo gostosamente, encaixá-lo no meu peitoral, sentir seu corpo quente, dar-lhe o carinho que por muitas vezes não dei.
— Vai dar tudo certo!
— Vai sim, amor, vai... — dizia Marcelo.
Claro que a palavra "amor" deve ter surgido assim, ou eu poderia ter escutado de forma errada. Não sei. Não importava; agora não era o momento.
As horas foram passando, e agora era a minha vez.
— Vá lá, amor. Ela tá sonolenta... é sua vez. — dizia Carina, interrompendo nosso abraço.
Entrei no quarto. Minha sogra, toda cheia de aparelhos. Peguei-lhe a mão, apertei. Ali estavam meus cinco minutos. De repente, sinto ela apertar de volta. Peço calma. Ela pede pra eu me aproximar. Abaixo e ouço ela, baixinho:
— Breno... cuida do Marcelo! C-u-i-d-a.
— Calma, sogra. A senhora é forte. Vai sair dessa.
Ela continua tentando falar algo.
— Promete! Cuida dele!
— Sogra, eu tenho um carinho por ele e vou cuidar até a senhora sair dessa. Fique tranquila.
Ficamos em silêncio. Ela tentava respirar, se acalmando. E eu, encabulado com aquele pedido, quando ouço ela murmurar:
— Eu sei de vocês... só peço que cuide dele da mesma forma que ele ama você. Eu te peço!
Ouvi. Engoli seco. Sou interrompido pela enfermeira pedindo pra eu sair. Ouço um barulho de aparelhos apitando. Sou conduzido pra fora sem entender nada. Minha mente deu um apagão na hora em que ouvi: "Eu sei de vocês".
Chegando ao saguão do hospital, abracei todos. A sensação não era boa. Naquele mesmo instante, ouço passos: era o médico, acompanhado de uma enfermeira. E, a partir daí, só me lembro de choro. Marcelo e Carina se desesperaram e caíram em prantos. Minha sogra havia partido, e eu tentava me manter firme, pois a soma das suas últimas palavras ainda ecoava em meus ouvidos.
#Continua.
Autor Contos de Daniel
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--- CAPITULO FINAL SERÁ PUBLICADO EM VINTE E OITO DO OITO -