Era tímido, mas só foi mostrar a rola preta que ficou soltinho!



Sou Ricardo, tenho 28 anos, 1,90 m de altura, negro, cabelo estilo exército, corpo normal que, misturado à altura, chama atenção, olhos castanhos, tatuagem no braço, esqueço, e a malandragem no olhar. Jogo futebol com uma turma e sou o mais observador da turma.
Meu melhor amigo é o Yan, 25 anos, gente boa, que sempre está na minha casa e eu na dele, mas o fato que vou narrar agora aconteceu com um primo dele que veio passar uns dias na casa dele. O cara é todo tímido, tem 18 anos, magrelo, branquelo igual ao Yan, deve ter 1,60 m de altura, estilo Enzo, quieto que só, mas, quando o vi pela primeira vez, notei umas olhadas no negro aqui, mas segui o baile.
Eu e Yan vamos às vezes às baladas e chegamos tarde. Neste dia, a mãe e o pai dele estavam viajando, e aí resolvemos exagerar, afinal, os coroas não estavam. Chegamos por volta das 4 da manhã na casa dele. Aliás, chegamos não, kkk. Eu cheguei carregando ele. Pense no homem que apagou na cachaça. O primo dele desceu rápido e me ajudou, todo tímido, carinha de medo, mas dava para ver que às vezes dava uma fitada no pai aqui. Eu estava um pouco alto de cerveja, mas lúcido, tranquilo, galudo de leite, pois só consegui dar umas dedadas numa branquela, mas não quis liberar a buceta, então era voltar de mãos vazias.
O carinha baixinho sempre olhando para o chão, meio que tentando desviar o olhar, tímido ao extremo, matuto.
— Sabe que sua tia não pode saber como o Yan chegou, né, parça?
— Sim, sim.
Deixei Yan jogado na cama, fechei a porta do quarto e fui tentando puxar conversa com o primo dele, mas ele não cedia. Andando pelo corredor, vi a porta de um dos quartos aberta e entrei do nada.
— Olha o quarto do cara que fica me encarando.
Cama simples, uma televisão e tudo muito organizado, bem diferente do primo dele. Caí naquela cama de solteiro, analisando ele em pé, bermuda tactel deixando sua bunda magra em destaque e uma regata bem solta.
— Por que tu fica me encarando às vezes?
Falei na mesma hora, na empolgação da bebida.
— Nada não, fico não.
— Fica sim, parça. Acha que não vejo você manjando? Vem aqui. Chega perto!
Ele caminhava na minha direção, perto da cama, seu rosto vermelho de vergonha, receio ou sei lá, eu claro alisava a madeira que já subia com aquela cena.
— É que você gosta? É isso? Tem curiosidade? Nunca viu de preto?
— Não... Não... Não... Não é isso não.
Ele estava vermelho, sem reação e sem acreditar na tromba que tirei e fiquei balançando pra ele. Minha pica é grossa, veiuda, cabeçona roxa e 20 cm de tranco que não passa despercebido. Olhão arregalado, ele encarava, tentava resistir, mas com certeza seus lábios estavam cheios de água para poder provar.
— Vai, cai de boca antes que o Yan acorde.
— Não... Não gos...
Ele tentava disfarçar sua vontade, mas seu olhar curioso, seu jeito de querer não deixava nenhuma dúvida de como ele estava impressionado porque estava ali na sua frente duro igual pedra.
— Tá pulsando, cheio de vontade de uma boca aqui. Tu vem ou não matar essa sua vontade? Decide!
Ele chegou perto da cama, meio passo a passo, com medo, tentava, queria, não sabia dizer sim, demonstrava estar curioso, afinal tinha uma rola grossa, cheia de veias, e uma pulsação na frente dele.
— Apaga a luz lá, deixa a porta entreaberta, porque daí eu ouço caso seu primo abra a porta dele, vai...
Ele obedecia, encostou, deixando uma fresta por onde entrava a luz do corredor. O silêncio era total, afinal, caso o Yan acordasse, eu ouviria ele abrir a porta, já que é aquela de madeira, o que eu duvido que aconteceria, do tanto de cerveja que o Yan bebeu.
— Vai ficar entre nós, relaxa...
Ele tinha sentado ao lado da cama, precisava se sentir seguro. Soltei essa enquanto direcionava a mão dele até meu cacete. Pulsando, ele pegava, ouvia seu respirar fundo, seu medo, mas também consegui ouvir seu desejo. Aquele silêncio todo da madrugada, aquela sensação de medo dava em nós a vontade ainda maior de fazer acontecer.
— Chupa!
Ele se jogava entre as minhas pernas, sentia meu cacete que não fechava a mão dele de tão grosso, respirava e aos poucos colocava sua boca. Ali já era o ponto do domínio. Agora o cara pagava o boquete pra mim, realizava sua vontade por uma rola preta que pulsava, enchia sua boca e ele explorando, tentando curtir cada centímetro. Ainda estava com medo. Já tive boquetes melhores, mas aquele era um ensinamento, e adoro iniciar, ensinar um putinho, ainda mais daquele jeito, baixinho, magrinho.
— Devagar, calma que está encostando o dente!!!
Segurava ele pelo cabelo, fazia aquele vai e vem enquanto ele se apoiava entre as pernas do negão.
— Abre bem essa boca, ahhh, mais, vaiiiii!
Enfiei a tora ao máximo que dá. Ele começou a se afogar, a babar. Tirei e ele respirava fundo, mas nem dei moral, mandei mamar de novo, cair de boca novamente. Afastei seu rosto, enchi minha mão com minhas bolas e fiz ele sugar, enquanto meu cacete cobria seu rosto. Ele sugava, lambia e senti o gosto do meu saco.
— Isso, sente o sabor... isso...
Puxei ele e lasquei um beijo. No começo tentou fugir, mas o puxei e foi. Não curto muito, mas a sensação pedia. Queria comer aquele cuzinho e o afeto tinha que rolar. Suas mãos se espalhavam pelo meu corpo, ele se perdia enquanto meu alvo era sua bunda. Enfiei a mão sobre a bermuda e já fui dedando seu buraco. Ele se espichava tentando fugir, mas não conseguia, se prendia ao meu corpo, enquanto o dedão brincava gostoso.
— Tá doendo...
— Relaxa, tô amaciando...
Meu dedo ficava entre seu anel, nas bordas, e naquele momento eu queria mesmo é foder.
— Fica de quatro aí na cama, vai...
Direcionei ele. Feito uma pluma, fiz ele abrir bem o cu. Pela fresta da porta a luz deixava sua bunda magra exposta, dando aquela sensação única. O carinha com a cara enfiada no travesseiro e o cu pro alto. Meu dedão brincava com a borda do seu anelzinho. Coloquei meu polegar, senti ele retrair, meto cuspe e continuo massageando seu buraco, enquanto a cabeça do meu cacete começava a pincelar buscando o melhor caminho pra entrar dentro dele.
Pincelada e forçando a arrebentar, ouvia ele gemendo, sentia seu corpo tentando expulsar meu cacete de dentro, afinal a grossura da minha rola espantava qualquer cu, ainda mais o dele que já tinha sido usado, mas pouco. Era semi-virgem, rsrs, se existe.
— Geme baixo, aguenta firme, senão seu primo acorda.
Esse era o medo dele, e eu usava isso a favor. Lubrifiquei bem o cuzinho dele e fui mandando a rola, segurando na cintura dele sem deixar fugir. E pela pouca luz via ele se esforçando, comendo o travesseiro, mas querendo provar a pica do negão aqui.
Aos poucos, com bastante jeito, ele tinha um tronco dentro dele. Pedia calma. Suas mãos segurando minha preta, tentando sair ou me controlar era o auge. Eu ainda não tinha começado a meter, estava até o talo dentro dele. Ele meio que rebolava, tentava acomodar o pau nas suas entranhas, tentava entender aquele troço preto e grosso dentro dele que fazia seu cu coçar de desejo.
Comecei a fazer um movimento leve. Ele começou a engolir seco a vontade de gritar, gemer alto, e eu, empolgado, comecei a acelerar aos poucos. Seu cu apertado mordia minha pica de medo, de desejo, e eu a me contorcer. Era a primeira dor da estocada. Era gostoso demais sentir ele apertando, mordendo meu pau com o cu. Era a forma do corpo reagir, tentar expelir esse troço que abria totalmente suas entranhas. E assim eu segurei firme e meti, vai e vem rápido. Comecei a rebolar, pra esquerda, direita. Meu pau começava a abrir passagem e ele ali, cara enfiada, mordendo firme o travesseiro e meu pau. Gostoso. Socada firme e forte.
— Tá gostoso? É isso que queria???
Ele balançava com um gesto de sim.
— Isso é pra você aprender a não ficar manjando rola de macho.
Na mesma cena que falei isso, enfiei forte e acelerado, fazia do rabo dele meu brinquedo. Dei dois tapões na bunda dele. Nem ligava se o Yan ia acordar ou não. Nossos corpos simplesmente reagiam ao nosso sexo. Afundava a pica nele e ouvia seus gemidos, tentando aguentar. Seu corpo trêmulo. Sentia a reação daquele prazer. E não existe coisa melhor quando sabemos que uma puta é saciada. Ao mesmo tempo que fincava, eu dava um fôlego e analisava o estrago. O cu estava aberto, um oco só de tanto pau, e ele gostava.
— Era pica de verdade que queria, né!
— Humrummm... hummmmm...
Viagem boa afundando dentro dele, e eu não ia aguentar. Meu leite estava prestes a explodir e seria dentro daquele cu. Queria bater leite e assim fiz. Mandei madeira pra dentro.
Sua mão às vezes tentava me segurar, mas não adiantava. Ele não tinha força pra negar aquela pica dentro dele. Ao mesmo tempo que sofria, sua vontade explodia. Seu corpo reagia a todo momento. Suas mãos, a minha e o amolecer de uma vontade. Ele estava entregue, não tinha mais forças nem vontade de se segurar. Foi num destes momentos de negação que enfiei mais e mais, fazendo com que o que antes era medo virasse gozo. Meu pau comprimiu e soltou todo o gozo dentro do cu dele, fundo, profundo, e ele gritou. Não se aguentou, nem o travesseiro. Seu gemido foi único, explosivo, instantâneo...
Fui tirando a tora de dentro dele, devagar. Ele relaxava, suspirava fundo e caía sobre a cama. Estava aberto, todo melado, todo gozado, pelo cu e pela piquinha dele, pois vi o lençol todo melecado. O puto soltou seu gozo junto comigo. Aquela explosão de prazer foi única.
— Quem foi que comeu esse rabo aí antes de mim?
Ele olhava fixo, surpreso com minha pergunta!
— Estava mal comido, agora deixei ele como deve ser... Quem foi? Yan?
— Não... Não... (me olhava arregalado)
— Foi meu tio Paulo. (disse ele)
— O do futebol, pai da Bia?? Hummm, bem fraco hein, esperava mais dele rsrsrs (dei uma gargalhada)
Paulo era um quarentão todo cheio de marra, tatuagem, jogava futebol com a gente, mas claro, fiquei surpreso em saber que foi ele que iniciou essa bunda.
— Por favor, não conta pra ninguém, por favor.
— Hummm, fica sussa, fica entre eu e tu.
Na mesma hora veio o seguinte pensamento: (E claro, vou usar essa informação quando eu precisar. hahahaha)

FIM
Autor - Contos de Daniel


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Ficha do conto

Foto Perfil escritor danyel
escritordanyel

Nome do conto:
Era tímido, mas só foi mostrar a rola preta que ficou soltinho!

Codigo do conto:
272713

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/09/2026

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