Sou Beto, tenho 1,60 de altura, magro, pele morena, cabelo e olhos castanhos, estilo nerd e hoje não tem aula na faculdade. Claro que minha mãe deixou uma missão: receber o calheiro, pois havia goteira entre as calhas que ficava pingando na sala, e somente por isso acordei cedo.
Cafezinho quentinho, eu jogado no sofá, ouço palmas no portão. Me levanto e grito da janela:
— Tá encostado.
Quando chega na porta da sala um senhor acompanhado de um belo rapaz, que claro salvou meu olhar de vadia.
— Viemos mexer com a calha.
O senhor negro por volta de uns 50 anos, bem simpático, simples, com barba a fazer. Já o rapaz, um garotão magrelo espichado, como fizemos aqui no interior, moreno, cabelo estilo exército, olhão curioso.
— Filho, pega a escada lá no carro.
O rapaz se afastando e eu encarando o senhor. Não era meu estilo, mas o pacotão que tinha naquelas calças folgadas impressionava, tive que fitar.
Ofereci o café que beberam e depois foram pro fundo da casa pra ter acesso ao telhado. Fiquei meio com receio dele ter percebido meu olhar pro conteúdo dele, mas voltei pro meu sofá e fiquei ouvindo meu som pra tentar abafar a barulheira.
Passado algum tempo, eu estava esparramado no sofá com meu popô pra cima quando ouço o senhor gritar na porta da cozinha. Respondi:
— Entre, tô na sala.
— Posso usar seu banheiro?
Apontei pra porta na minha frente, notando ele encarar minha raba enquanto chegava no banheiro.
Ouço barulho de mijão, aquele bem pesado, e claro olhei pelo corredor. O coroa estava de porta aberta. Quando olhei, ele me olhou de volta. Afinal, com a porta aberta ficava o banheiro exposto. Quando não, ele balança sua pica e fica me encarando. Eu, feito uma pica com cu piscando, passei a língua pelos lábios indicando que queria aquela pau que estava meia-bomba, grosso, finalizando seu mijão. Ele encarou e sabia meu sinal. Nem me chamou, simplesmente veio até mim com a rola balançando solta pra fora da calça e, quando chegou perto, vi: era grossa. E claro que, mesmo deitado, só vi ele se aproximar e me dar tudo aquilo pra abocanhar.
O coroa era roludo. Sem trocar uma ideia, simplesmente peguei, dei uma bela mamada, deixando toda a extensão molhada enquanto eu batia uma boa punheta fazendo crescer na minha mão. Engoli aquele pau quente que tomava forma conforme minha sugada. Gostosamente ouvi ele suspirar fundo. Eu continuava jogado no sofá tendo uma pica na minha frente pra amaciar, que delícia.
— Ricardoooooo, vem aqui.
Ouvi os gritos dele chamando o filho. Apareceu arregalando o olho, afinal seu pai estava recebendo um boquete na frente dele.
— Falei pra você que ele gostava de pica!
Eu nem ligava pra conversa dele, apenas continuei brincando com aquele pau, engasgava e fazia questão de olhar pro filho dele.
— Vai ficar só olhando, Ric?
Então o cara chegou perto da gente e começou a tirar a bermuda. Diferente do pai, o cara tinha um pau maior, porém mais fino, gostoso pra brincar. Enquanto mamava o papai, batia uma pro filho.
Eu parecia uma puta no reino, deitada num sofá confortável, com cu piscando enquanto tinha duas rolas pra me servir. Revezava entre uma e outra, a grossa e a fina, entre os dois sabores e o gosto da carne, o gosto do pré-gozo saindo calmamente e brincando com as bolas, uma sugada volumosa que fazia ambos suspirar.
— Quero aqui.
Empinei a bundinha balançando pra eles, que se entreolharam, e claro eles não iriam resistir. Saí daquele sofá puxando os dois pelo pau numa cena gostosa, os levando pro meu quarto. Escuro médio, já peguei camisinha e gel. Eu queria provar destes dois e claro o coroa era o da pegada, o filho aprendiz de comedor, e assim os convenci. Sabia quem dominar. Mamei muito o coroa, suguei tanto o pau dele que em muitos momentos ele segurava o gozo. Já o filho queria meu cu. Apontei pro alto e senti ele me dando umas dedadas.
— Mete no meu cuzinho... — eu tentava falar com a tora do papai atolada na garganta.
Naquele mesmo instante fiquei de quatro na cama, com a bundinha empinada esperando meus comedores abrirem a camisinha e colocarem nas suas picas, eu balançando o rabo, mexendo ele, deixando eles animados.
Claro que o paizão ia primeiro, e com uma deliciosa lambida no meu cuzinho, espalmando na minha bundona e língua no fundo do meu cu, sentia sua barba e sua língua. Me contorcia, gemia gostoso enquanto em segundos fui puxado pelo cabelo, me forçando a virar e ter a rola do filhote introduzida e me fudendo. Ele parecia estar empolgado com a cena do seu pai me lambendo, porque seu pau estava duraço, gostoso demais. Eu me engasgava...
— Que delícia de cu.
Sentia a mãozinha espalmando, abrindo e dedando meu cu.
— Abaixa essa potranca que vou meter rola nela... Mais um pouco... isso!
Eu tentava argumentar, mas a rolona grande e fina do filho fazia da minha boca seu fudedor. Me segurando pelo cabelo, ele a entrava fundo. Eu tentava às vezes sair, mas não deixava. Olhando pro pai dele usando meu cu, ele se excitava, parecia querer mostrar trabalho pro papai, enquanto eu era aberto pela pica grossa do papai dele, que só apontou a cabeça na entrada do meu rego e colocou seus braços entre minha barriga e, numa única estocada, socou dentro.
Na hora eu tentei sair, a pica do filhote ficou pura na minha garganta na tentativa de um grito, mas claro que logo fui puxado e minha boca foi preenchida novamente enquanto dentro do meu rabo havia até o talo a pica do pai dele. Eu e meu corpo tentavam se controlar numa dor, mas eu era tratado do jeito que eu sempre quis ser tratado. Eu era feito de puta e, não esperando nenhum segundo, ele já começou a meter dentro do meu rabo. Eu comecei a gemer, enquanto o filho metia a pica na minha garganta. Meu cu era preenchido e arregaçado pela rola grossa do seu pai.
Estocadas fortes, dor, dor e prazer, uma mistura que o corpo pedia. Eu me segurava, apoiava nas coxas do filho, gemia sem pena enquanto por trás uma tromba me consumia.
— Segura, pai, segura...
Ouvia a voz do filho. Eles se olhavam, se conheciam e com certeza o coroa queria gozar. Em movimentos sentia o pau dele sair, ficava um vácuo no meu cuzinho que em segundos era preenchido. Eles trocaram de lugar. Agora era vez de sentir a rola do filho, que entrava fácil. Sentia a pica do pai que estava grossa, suada, veiuda, tomando forma na minha boca. Que delícia, carnuda, que dava maciez no meu mamar calmo.
Socada mais calma que a do seu pai, mas tão gostosa quanto. Ele metia com força, mas sua mão macia, diferencial do seu pai que dava mais o tom. Estocada firme, mais contida, mexia seu corpo onde eu sentia seu pau passear sobre minhas entranhas. Sentia o gosto da sua pica afundada dentro de mim em todos os lados do meu cu.
Agora ele acelerava. Que delícia. Pegava forma e aí eu descobria a diferença: ele segurava o gozo. Faz horas desde a mamada, mas agora não, ele queria me encher de leite...
Pica funda dentro de mim, rápido, contorcendo meu corpo enquanto eu mamava com vontade a carne grossa da rola do pai dele. Gemia abafado, queria sentir pica. Comecei a contorcer meu cuzinho, mordia sua pica e forçava ela pra sair de dentro, enquanto ele afundava. Era uma briga de prazeres. Logo ele gritava pro papai ouvir:
— Vou gozar!
O coroa claro incentivava:
— Põe essa cadela pra tomar leite pelo cu, vai filhão.
Eu gemia alto, sem dó de onde estava, enquanto senti aquele vácuo no cu de novo: era ele tirando a capa e afundando a rola a dentro, forte, estocada. Em segundos... leite... e bem na porta do meu cu. Nem percebi, mas ele gozou na portinha e eu pude sentir seu jato quente entre minhas poucas pregas que sobravam. Que delícia, que sensação única. Então era preenchido. Sem esperar, o coroa afundou a dele, batendo o leite do filho que acabava de melar meu rabo. Eu sem ação, abaixava a cabeça e recebia mais pica, sem dó nem piedade.
Eu tinha novamente uma rola grossa no cu, gemia, me contorcia e sentia até o fundo. Ele claro não ia segurar seu gozo e eu também não. Entre a mão comecei a me punhetar e com essa ação claro que meu cuzinho começou a apertar a pica do coroa. Gemidos, tapas e uma deliciosa sensação. Seu filho sentado na cama me observando. Gostava de ver eu sofrer na rola do papai dele, enquanto gemidos profundos anunciavam nosso gozo. O coroa mandou bola pra dentro, rápido ao extremo, metia, batia e anunciava que iria jorrar leite. Eu pedia pau, gemia e gritava por:
— Mete mais, mete no meu c...
Em segundos só senti o jato quente. Meu cu recebia o leite do coroa e meu lençol o meu. Que sensação gostosa. Quando ele tirou a picona de dentro do meu cu, sinto aquele vácuo. Analiso meu lado: o filho terminava uma punheta vendo nossa foda e também soltava leite. Que viagem gostosa.
Saí da cama e fui direto pro chuveiro, deixando os dois roludos lá se recuperando. Quando voltei, ninguém mais no quarto, voltaram a arrumar a calha e eu satisfeito.
FIM
Autor Contos De Daniel
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