Chupei mais que a bala do vendedor do semáforo!



Eu passo todos os dias por um semáforo na avenida Afonso Pena, local central e bem movimentado da minha cidade, de mão dupla e bem sinalizado.

Sou Antônio, tenho 29 anos, sou advogado, 1,70 de altura, 70 quilos, olhos e cabelos castanhos. Trabalho no escritório do meu pai e todo dia sigo essa rotina. Porém, nos últimos dias, notei que algo estava diferente na minha paisagem habitual. Num semáforo havia um cara alto, 1,90 de altura, branco, magro, cabelo sem pentear, todo estiloso, com uma tatuagem no braço esquerdo que chamava atenção. Ele tinha uma sacola e vendia balas, aqueles kits com vários estilos. Quando chegou perto do meu carro, me chamou a atenção: primeiro o volume naquela calça de tactel solta, um volume que, conforme ele andava, balançava diante dos meus olhos. Quando não me distraía com seu sorriso e uma bala no meu vidro… puta merda, que cara gostoso. Não era lindo, não era galã, mas tinha um charme que nem eu sei explicar. Era a mistura do “talvez seja gostoso” que deixava no ar.

Não deu tempo de pagar as balas, o semáforo abriu, mas fiquei com aquela impressão daquele cara. Tive um dia turbulento no trabalho e, ao voltar para casa, nada de vê-lo novamente. No outro dia pela manhã, nada novamente. Fiquei meio pensativo, mas o cansaço falou mais alto.

Passaram-se praticamente três dias sem vê-lo, e eu até desisti. Mas numa bela tarde de sexta, num cansaço do cão, estava distraído e, ao olhar para o lado, vejo um sorriso e um pacote de balas batendo no vidro. Baixei o vidro e, do nada, ouço:

— Afim de dar uma chapada, doutor?

Eu não processei de imediato e comecei a sorrir. Ele também, mas deixou o pacote e passou para o próximo carro. Assim fui para casa e, no pacote, havia um QR Code. Paguei.

Segunda-feira de manhã, nada. Dia dos infernos no meu trabalho: pai enchendo a paciência, clientes dando trabalho e uma saída cansativa exatamente às 20h. Mesma avenida de sempre. Quando paro no semáforo, escuto bater no vidro. Era o cara com suas balas. Abaixei o vidro e o sorriso era o mesmo.

Minha cara de cansaço ele deduziu. Ele ofereceu e eu olhei fixamente para ele.

— Cadê a frase daquele dia?

Não sei de onde tirei forças para falar isso. Ele sorriu, me olhou e soltou:

— Quer, doutor?

— Ah, e não é a bala.

Tive que sorrir e olhei para ele. Segundos de silêncio.

— Entra aí, o sinal vai abrir…

Ele não relutou. Senti a porta abrir e ele sentar ao meu lado. Pisei no acelerador.

— O doutor sabe por que estamos aqui, né?

— Sim. E você também? Topa?

Vi ele balançando a cabeça em sinal de sim. Busquei o melhor caminho até um motel legal, parei na frente e fui claro:

— E aí? Entro?

— Não é o que o doutor quer?

Naquela hora pensei: que vendedor safado… e eu dando corda. Tinha certo receio, mas não podia me deixar passar. Mesmo com todo o receio do mundo, meu cansaço e a necessidade de relaxar me permitiram. Nunca tinha feito isso na vida, mas…

Peguei uma suíte legal, que até o carinha ficou impressionado. Fui direto pro banho, deixando ele curtir o frigobar e outros benefícios. Saí do banheiro somente de toalha.

— Preciso jogar uma água, doutor.

— Vai lá.

Abri um vinho, dei dois goles pra criar atitude e relaxei na cama enquanto ouvia o barulho da água cair. Quando ele desligou o chuveiro, o cara veio pelado na minha direção, com aquele trem enorme balançando… Que gostosura era aquela, pensei na hora, na meia-luz.

— É essa bala que queria chupar, doutor?

Nem dei moral. Dei mais um gole no vinho, me rastejei até onde ele estava em pé e caí de boca. Que rola gostosa.

Ele era alto, corpo magro, pica esticada, grande e cheia de veias que já estavam pulando. Já de cara tive que mamar gostoso.

Claro que não era a primeira pica que provava, sabia o que fazia, mas não nessa intensidade que queria, pois venho de uma família que não aceitaria essa situação.

O que importava era relaxar, e eu estava: esticado naquela cama, mamando uma rola enorme. Era grossa, mas a cabecinha rosada parecia um cogumelo. Eu mamava como se não houvesse amanhã, uma mamada macia, gostosa. Mas ele queria mais, queria ver o quão puta eu estava disposto a ser. Ao tentar engolir tudo, me afoguei. Foi aí que, ao tirar a pica da boca, ele me puxou de volta pro seu pau e meteu até o fundo. Segurou minha cabeça com as duas mãos e usou minha boca como quis. Eu engasgava, babava, mas não pedia pra parar. Meu corpo estava em choque com o prazer. Meus olhos fixavam nos dele, com lágrimas, mesmo assim pedindo mais. Quando senti ele pulsar mais forte, num sinal de pressão pra gozar, tentei puxar o pau pra fora, me deixando de boca aberta e a língua pra fora, de cansaço e prazer.

— Não era isso que queria, doutor? Engole minha caralha, vai…

Minha baba caía do tanto que eu era sufocado. Levei um tapa na cara e fui forçado a engolir mais fundo que antes. Fiz. Sofri feliz na pica desse magrelo roludo. Ele me puxava, tentava me virar, quando ouço sua voz grossa ecoar:

— Fica de quatro, doutor.

Me senti feito uma pluma. Em segundos sua mão forte me puxou e eu fiquei com o rabo pra cima. Meu cu estava pronto e recebeu uma língua forte, áspera. Quando meu cu sentiu o encostar pronto, uma fisgada forte, meus desejos a mil. Eu estava com a cara enfiada num travesseiro, gemendo feito uma puta. Linguada, dedada… meu cu era feito de brinquedo por aquele vendedor de sinal roludo.

Minhas pernas tremiam. Nunca tinha sentido algo tão forte, tão gostoso. Meu pauzinho estava duro e soltando baba de tanta pressão no cu.

Quando sinto sua pica pincelar meu cu, aquela rola cabeçuda foi forçada aos poucos. E eu sequer reagia: queria sentir o poder do seu sexo, queria testar os limites do meu corpo.

Tive que morder a fronha. O pau dele me abria por inteiro. Meu cu era arrombado por uma rola cabeçuda.

— Doutor, que cu apertado, puta…

Mesmo bem lubrificado pela linguada, meu rabo resistia. Mas quando sentiu, tive que gritar. Meu cu recebia aquela cabeçona por inteira e, daí pra frente, senti sua mão me segurar e fincar a rola. Devagar, calmo, ele fazia os movimentos de vai e vem. Meu corpo não aguentava de desejo, e sua aceleração dava mais tesão. Pau… pau…

Meu cuzinho recebia uma pica que cutucava fundo, forte e sem pena. Ouvi ele gemendo, sussurrando:

— Que delícia de rabo…

Quando eu gemia, minhas pernas tremiam e minha pica dava sinais. Isso mesmo: sem sequer tocar no meu pauzinho, eu sentia algo diferente. Era um gozo escorrendo devagar.

Batida forte, pegada forte, luz e conforto. Era o que eu precisava. Meu corpo sentia o relaxar. Meu mundo parecia parado diante do desejo de ter aquele cara ali.

Em segundos trocamos. Ele me virou e pediu pra ficar de pernas abertas.

— Deixa eu gozar olhando pra essa sua cara…

Do nada eu já estava de frango assado. Ele jogou minhas pernas sobre seus ombros e mandou ver. Acelerava muito rápido e eu tentava disfarçar que meu pauzinho sentia as estocadas fundo. Ao mesmo tempo jogava a cabeça pra trás, relaxando, sentindo aquela pica bater até as bolas na entrada do meu cu, sentindo a respiração firme, a pegada de homem, e um cu que virava um brinquedo. Sentia estocadas fortes que me faziam sair do lugar; em segundos era puxado de volta pra continuar levando pau, forte. Gemidos viravam gritos e ele suava. No misto do ar-condicionado e do corpo, ele dizia querer gozar.

— Toma pica, toma, leva rola, desgraçado. Pau…

Sua voz grave e, ao mesmo tempo, rouca pelo cansaço, eu sentia no meu gemido. No segurar de seus braços, eu implorava:

— Gozaaaaa… gozaaa…

Estocada violenta e meu pau soltando leite. Cabeça pra trás e viagem a mil. Em poucas fodas que tive, em nenhuma delas gozei sem me tocar. Aquela foda foi tão intensa, tão gostosa, que, quando meu corpo foi entendendo o que estava acontecendo, senti novamente uma contração anal. Era o magrelo do semáforo soltando seu leite quente, seu gozo, até o fundo do meu cu.

Na hora meu ânus sentiu aquele vácuo. Ele tirou o pau e eu gemia: dor, ardor e o desejo que me consumia.

Ouvi ele se afastando rumo ao banheiro. Depois também fui soltar toda a gozada que estava dentro de mim e, ao retornar, ele tomava um copo de vinho, pelado na cama, me chamando e jogando um pouco do vinho da taça na sua pica.

— Vem mamar ele, vem…

Caí de boca e brinquei bastante…

Claro que relaxamos e demos mais suas fodas: de lado, de quatro… uma noite maravilhosa.

Acordei primeiro que ele, deixei 300 na mesinha e vazei, deixando tudo pago.

Fim

Autor. Contos de Daniel

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Ficha do conto

Foto Perfil escritor danyel
escritordanyel

Nome do conto:
Chupei mais que a bala do vendedor do semáforo!

Codigo do conto:
274095

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/10/2026

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