Sou Heitor, 18 anos, 1,70 de altura, 60 quilos, moreno claro, olhos castanhos, cabelo encaracolado e um olhar tímido. Sou bem de vida, não por mim, mas pelo meu pai, que é um rico empresário da pequena cidade em que resido.
Era uma balada, diferente das outras. Eu estava com uma tropinha comemorando sabe-se lá o quê; sorrisos, abraços e a adrenalina de um baseado que uma noite proporcionava. Eu tinha exagerado e sabia disso, mas eu podia. Meus amigos foram se indo e eu ficava no auge das meninas ao meu lado, pegação e conversas, quando não encosto no balcão do bar e chamo um rapaz alto, forte, negro e peço uma bebida.
— Acha que sou garçom de playboy…
Estava tão bêbado que não entendi nada, via ele sumido no meio do público.
Horas foram passando e fiquei somente eu e Madalena, uma amiga minha que o namorado dela arrastou.
— Você bebeu muito, consegue chegar em casa?
Ouvia ela no meu ouvido e eu negando a ajuda. Caminhei umas duas quadras da balada, com uma garrafa na mão, ouvindo o barulho da frente da balada virar silêncio no beco, a fim de achar um táxi, quando ouço passos e uma voz rouca, grossa, chegando perto e dizendo algo…
— Você quer ajuda?
Eu falei, cambaleando nas palavras, um “não”, quando tenho a resposta…
— Precisa sim…
Um corpo forte me agarra pela cintura, coloca meus braços sobre seu ombro e me arrasta. Eu não conseguia focar no rosto, via que era negro e em meia quadra me levava pra um local.
— Pra onde t…
Não conseguia me expressar, meu corpo estava alcoolizado e minha mente brisada.
Do nada me leva pra um cômodo, meia-luz, e sou jogado num colchão no chão. Ouço a porta bater, parecia ser de madeira, um trinco passar. Ouço um ventilador começar a girar igual minha mente.
Fui jogado de bruços, sinto meu shorts sendo arrancados como uma pluma, minha regata de marca ser rasgada, ao ponto de escutar a costura, e a voz rouca dizer:
— Que rabão branquinho…
Uma mão quente espalma minhas nádegas, abre ela. Eu tentava entender e levantar, mas não: as mãos me continham.
— Daqui tu não sai, playboy. Relaxa que você vai fazer uma viagem… Relaxa…
Minha bunda ganhava dois tapas, estralando dentro daquela muquifo, e do nada a polpa da minha bunda se separava. Sentia o vento do ventilador passar sobre meu rego, aberto por instantes, quando, de repente, algo áspero, gelado, começava a me lamber. Meu cu era pincelado. Meu corpo sentiu, me contorcia, minha pele ficava arrepiada enquanto a sensação era impossível de conter: lambidas aceleradas, devagar, corpo pulsando…
Quente. Era o que eu sentia subir sobre minhas costas: um corpão que me cobria todo, pele com pele, lambida no ouvido esquerdo.
— Playboy virgem. Fazia uns dias que não achava. Esses dias trouxe um pra cá, mas ao abrir a polpa estava aberto, perdi o tesão. Você não… Você não…
Comecei a sentir pincelar na entrada do meu cu todo lambuzado da sua baba. Eu fechava meu orifício anal tentando proteger daquele troço grosso, mas ele era raivoso. Sentia a respiração dele em cima de mim enquanto tentava encaixar num buraco mínimo, quando sinto o encaixe. A cabeça parecia de um cogumelo entrando em algo muito diferente do seu tamanho, abrindo a carne, rasgando de uma forma que doía muito… Meu balanço era tentando sair, mas era impossível: corpão quente, forte, pesado me continha.
— Playboyzinho, se ficar se remexendo vai doer mais. É apenas uma fincada.
Quando eu grito, sua mão corre pra abafar e sinto minha pele rasgando…
— É suas pregas, é seu cu sendo meu. Sente isso… Calma… Respira…
Eu tentava me conter, mas a dor era intensa, não passava. Mesmo com toda a cachaça e a maconha no corpo, era algo que saía sobre minha mente. Ele estava todo dentro de mim e bombando, metendo calmamente, fazendo aquela carne grossa, quente, que pulsava dentro de mim, sair e entrar numa metida que acelerava a cada novo ciclo. Eu estava entregue, não tinha mais forças, apenas recebia e tentava entender o que estava acontecendo. Metidas, socadas firmes que eu ouvia o barulho: era a força dele contra meu bumbum, era ele fudendo meu cu agora como se antes nada tivesse acontecido.
— Tem sangue escorrendo com porra, com tesão. Isso aí, puta. Você agora sabe o que é um macho. Toma…
Falação dele e minha bunda como uma pluma, pica dentro. Não dava pra se conter: gemidos, gemidos. Eu tentava não soltar, mas era impossível. Mãos firmes, pegada quente, falas de putaria que entravam na minha mente naquela viagem alucinante…
Suas mãos ásperas seguravam minha cintura. Meu corpo leve me fazia subir, ficava como se estivesse de quatro pra levar pica. Sentia até o talo quente pulsar dentro, gemia baixo. Sentia baixo meu pauzinho: fazia horas que ele estava duro, algo que nunca senti na vida. Enquanto algo abria meu cu, minha pica pulsava soltando líquido. Eu tentava segurar, esconder…
— Não adianta, riquinho. Tu tá gostando. Não adianta. Você tá gozando com um pau preto dentro de você. Fica assim não, tenta controlar não, se solta.
Palavras duras ecoavam e eu soltava jatos e jatos naquele colchão. Meu balanço do corpo e a sensação de desejo, grunhidos que viraram gemidos, que virou um gozo esplêndido.
Ele, assistindo minha situação, acelerava, bombava toda sua força sobre meu cu, metia e gritava no meu ouvido:
— Eu vou te encher de leite, vou te inseminar, te engravidar.
Senti ele apertar minha cintura mais forte ainda e, do nada, um jato quente dentro de mim. Cheguei a me contorcer e, no instante, sou solto, caio sobre o colchão novamente, todo gozado.
— Seu garçom serviu leite pra você, seu playboy fdp.
Senti ele vir por meu lado, encostando algo na minha boca. Foi daí que tive a confirmação de que entrei numa tora. Perto do meu nariz, aquela rolona ainda com leite escorrendo queria alcançar minha boca. Não deixei e fui puxado de volta com muita força.
— Tá com nojo? Vem. Na hora de fumar maconha não tem nojo. Vem limpar meu pau, fdp.
Senti algo gelado, sua pica grossa ao extremo e, mesmo assim, meia-bomba molhada de porra, e eu era obrigado a chupar.
Comecei a fazer meu papel enquanto ele me segurava pelo maxilar, forçava eu engolir cada centímetro e eu sofria. O gosto de leite estava fundo. Ele começou a foder minha garganta como se fosse seu brinquedo erótico e eu engasgando, com o cu cheio de porra e a garganta imobilizada por aquele pau preto. Era muito grosso, muito grande. Era um cheiro forte que não saía das minhas narinas quando encostava os pentelhos. Aquele troço triplicava de tamanho conforme a fincada, parecia atingir meu cérebro e eu forçando, lambendo e chupando feito um doce de carne. Meu corpo sentia a pressão daquela situação.
Às vezes tentava me soltar, mas por muito ele não deixava. Só quando via que eu sofria, que quase ia soltar, ele deixava eu respirar.
— Mama da mesma vontade que você fumando aquela porcaria, só que agora é cigarro de carne, cigarro de rola…
Fazia movimentos mais bruscos, fortes, e seu pau estava feito uma pedra. Minha garganta sofria e eu tentava respirar, tentava também aguentar aquela situação. Ao mesmo tempo que cuspia, tossia e sentia o ar, era por pouco. Logo o pau sumia na minha boca novamente. Sua mãozona segurava minha cara, forçava eu engolir e gritava. Isso mesmo: ouvi ele gritar e jorrar bem fundo jatos e mais jatos de leite.
— Sai não, engole, toma, volta…
Era muito leite pra administrar. Eu babava, escorrendo sobre meu queixo, e ele forçando, fazendo descer a maior quantidade goela abaixo, até a última hora…
Soltou minha cara, que provavelmente estava vermelha. Eu respirava, soluçava, um gosto puxanto na boca, forte, quente, que parece ter parado na garganta. Eu forçava pra engolir, um gosto doce e amargo, difícil de decifrar, enquanto via ele andando por aquele quarto, vindo com um rolo de papel higiênico e me entregando um pedaço. Outro ele usava pra limpar meu cu: papel higiênico fosco passando no meu cu aberto, devagar. Ardia muito, me contorcia e ele, calmo, limpando…
— Fiz um estrago. Que delícia. Dá três dedos de largura o tamanho do buraco que cavuquei. -
Andando pelo quarto, ouço ele dizer:
— Vou te pôr num táxi, mas se quiser repetir já sabe: mesma boate. Você tem dois finais de semana, vou estar lá. Depois tchau. Vou embora da cidade. Entendeu?
Balancei a cabeça com um sim.
Ele chegou perto do meu ouvido e repetiu:
— Eu sei que você gostou. Grava nessa cabeça: você tem mais dois finais de semana pra repetir, dois finais de semana pra repetir… (Sussurrou umas cinco vezes)
???? Do nada solto um grito. Sinto onde estou: é minha cama. Era um pesadelo. Respiro, acordo diante do conforto do meu lar. Mesmo assim vem aquele cheiro, minha garganta com gosto puxento, meu receio… ERA UM SONHO. Me levanto e sinto o chão. Meu corpo munido de ressaca, quebrado, parecia que fui atropelado. Ouço na minha mente a frase — VOCÊ TEM 2 FDS — andando pelo quarto. Sinto minha bermuda, toco nos bolsos: um papel dobrado, grudento, todo amassado, meu coração acelera, meu corpo sente um tesão, minha pica sobe na hora. Ouço a voz… VOCÊ TEM 2 FDS… e fico a pensar: foi, não foi, foi… um sonho.?
FIM
Autor Daniel
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ATENÇÃO! = Este conto é uma obra de ficção. Seus personagens, acontecimentos e enredo são inteiramente fictícios, não tendo como base fatos reais ou acontecimentos efetivamente ocorridos. Qualquer semelhança com pessoas, situações ou eventos reais será mera coincidência.
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