Dormi nos braços de Javier e acordei sozinho em sua cama. Pela claridade já era de manhã. Me espreguicei, sentindo a noite anterior no meu corpo, nas partes onde Javier havia dado seus tapas gostosos, suas mordidas e seus arranhões. Fui até o banheiro, o box estava embaçado o que me dizia que ele tinha tomado banho a pouco. Fiz o mesmo, deixando a água lavar a deliciosa noite que havia tido do meu corpo, me preparando para mais um dia. Vesti apenas minha bermuda e fui para a cozinha. Havia café na mesa, mas Javier não estava ali. Sai para o quintal e o vi sentado na mureta que delimita o “quintal” da casa dele, da minha. Ele vestia uma regata e shorts de academia, sua roupa de sempre. Segurava uma xícara de café enquanto via alguma coisa no celular.
— Bom dia.
Ele olhou para mim e sorriu.
— Bom dia, Romeu.
Era incrível como apenas o fato dele dizer meu nome me fazia arrepiar, seu tom sempre cheio de segundas intenções implícito.
— Dormiu bem? — perguntei me sentando ao seu lado.
— A melhor noite da minha vida.
Queria dizer para ele não exagerar, mas para mim aquela de fato havia sido a melhor de todas. Eu mal conseguia acreditar no que tinha vivido. Só de lembrar eu sentia meu pau ganhar vida. Eu queria me controlar, mostrar para JAvier que eu não era um jovem adulto sem controle que pensava só em sexo toda hora (o que eu de fato era). Queria ter mais daqueles nossos momentos de apenas dois homens que se curtiam aproveitando a companhia um do outro.
— Fiz café, se você quiser.
— Depois eu pego…
Ele me olhou e riu.
— Tu já tá querendo de novo, né safado?
Senti meu rosto ficar vermelho ao mesmo tempo que meu pau ficou totalmente duro, minha bermuda só revelando ainda mais meu desejo.
Javier deu de ombros e tomou o resto do seu café em um só gole.
— Vem puto, vem tomar teu leite da manhã. — disse ele dando uma pegada no pau.
Com ele ali apoiado na mureta eu me ajoelhei na sua frente, puxei seu shorts para baixo, seu pau já duro saltando para fora. Não perdi tempo e caí de boca.
Ali estava eu, em plena luz do dia com o pau de Javier atolado na minha garganta. Eu ouvia o movimento na minha rua, os vizinhos conversando, e ninguém fazia ideia do que eu estava fazendo. Aquilo só me dava mais tesão ainda. Eu percebia que Javier se segurava para não gemer alto, sua boca sempre aberta enquanto ele me admirava mamar sua rola com toda a devoção.
Ele não se segurou e depois de uns cinco minutos fez sinal que ia gozar. Tomei tudo, saboreando até a última gota.
Javier subiu o shorts e me puxou para um beijo.
— Satisfeito?
— Por enquanto. — falei bem safado, o que o fez dar um tapa na minha bunda.
— Quer também? Tô duro aqui.
— Hmmm. — fez ele pegando no meu pau. — Não sou de desperdiçar, né.
Então foi a vez dele se ajoelhar e abocanhar meu pau. Eu tinha mais dificuldade de controlar meu gemidos, mas me esforcei. Javier me lambia com gosto, os sons molhados de suas sugadas deixavam claro o quão boa aquela boca safada era. Gozei e o safado engoliu tudo como sempre.
— Agora vai tomar teu café, vai safado.
E foi o que eu fiz.
Era sábado, às vezes Javier trabalhava meio período nesses dias, mas aquele ele não iria, ou seja, teríamos o fim de semana todo para aproveitarmos. E não perdemos muito tempo.
Como tínhamos a minha casa só para mim, quis aproveitar e me esbaldar com meu macho em cada um dos cômodos (o único que não entramos foi o da minha mãe), mas o resto teve uma bela demonstração da safadeza que eu e Javier conseguimos fazer.
Javier me mamou na sala, se engasgando com gosto na minha pica.
— Pica gostosa do caralho.
— Gosta da pica do teu puto?
— Adoro ela — disse ele dando uma sugada que me fez revirar os olhos de prazer. — e vou adorar ainda mais em sentir ela dentro de mim.
Paralisei com isso.
Já era uma conversa nossa ele querer ser comido, e eu mesmo vivia fantasia em ter aquele homão gemendo no meu pau. Mas era outra coisa ter ele ali, no meio das minhas pernas, a língua safada deslizando pela minha pica.
— Que tal, puto? — perguntou ele com o meu silencio. — Quer socar no ci do teu macho?
Assenti, o que o fez sorrir.
Ele então subiu e me beijou, um beijo intenso e cheio de intenção. E eu soube que ele queria naquele instante. Isso me deu mais tesão ainda. Minhas mãos vagaram de suas costas largas e fortes e desceram até sua bunda. Eu já tinha pegado nela várias vezes, redonda e forte. Deliciosa. Provavelmente devia despertar o desejo de várias pessoas na academia onde ele trabalhava, tanto quanto o volume de sua rola. Dei um tapa nela, do mesmo jeito que ele dava em mim. O safado gemeu na minha boca e deu uma empinada. Adentrei seu shorts sentindo os pelos e sua pele, até tocar sua entrada. Javier gemeu mais e eu também. Ali estava eu, depois de tudo aquilo, dedando o cu dele. Ainda não penetrava, mas dava umas intenções. Era delicioso ter aquele macho ali daquele jeito, cheio de desejo.
— Caralho…
— Você quer mesmo?
— Demais, puto. Dá o que teu macho tá pedindo, dá? Me dá essa sua pica gostosa.
Era um outro lado daquele homem que eu estava conhecendo, eu via em seus olhos o desejo, a fome por aquilo. Meu macho estava pedindo pica, e era isso que eu ia dar para ele.
Falei para irmos para o meu quarto, lá tirei toda a sua roupa, eu já estava pelado faz tempo. Admirei primeiro meu homem, cada músculo, cada membro, cada canto de pele dele que eu já havia tocado com as mãos e a boca. Mas ainda falta um, e este estava prestes a entrar na lista. Fiz ele se sentar na beirada da cama, e comecei a mamá-lo, saboreando sua pica babada, seu saco pesado. Me engasgava nele enquanto massageava suas bolas, olhando em seus olhos. Depois fui descendo minha língua até o períneo, onde ele arfou de tesão. Dei um beijo ali. Então outro. Até eu fazer ele se deitar na cama, levantar suas pernas e expor seu rabo peludo para mim.
Que visão meu amigos.
Aquele cuzão malhado e peludo piscando para mim.
Gemi de tesão e cai de boca sem pensar duas vezes.
Javier cheirava a sabonete do banho, seu cheiro característico que conhecia bem já fazia tempo. Achei atencioso ele se preparar para mim. Fazia um bom tempo em que eu não era o ativo, e a maneira como ele havia me pedido havia despertado um lado em mim adormecido, mas que agora estava faminto. Me esbaldei naquele cuzão. Lambi e chupei até deixar Javier todo molhado.
— Que delícia puto… caralho Romeu… como isso é bom… ah…
Voltei a subir minha boca, passando por suas bola até voltar para seu pau que babava pra caralho com seu tesão.
— Quer pica? — perguntei em sua orelha.
— Quero, puto… me come… come teu macho.
Peguei meu lubrificante e passei no meu pau e no rabo dele. Perguntei como ele queria começar e Javier escolheu ficar de frango. Eu ia poder ver o rosto do safado enquanto eu comia ele. Ajeitei a cabeça do meu pau na entrada dele, e que visão linda era aquela, eu pau e o cu dele piscando para me receber. Deu umas pinceladas gostosas, brincando com ele. Vendo ele ficando cada vez mais entregue para mim, seus olhos safados praticamente implorando para eu seguir em frente. Penetrei devagar para ele se acostumar, mas o safado disse:
— Não precisa se preocupar, Romeu, fode com gosto teu macho, eu aguento.
Foi o que eu fiz, dei uma estocada funda e me deliciei com o gemido que ele soltou, com a sensação e o calor dele ao meu redor. Eu estava mesmo fudendo aquele homão, inacreditável.
Javier realmente aguentava, o safado gemia na minha pica mas não arregava, pedia mais e mais. Meu corpo colidia com o dele, com força e rapidez.
— Cacete… ah… isso puto… fode…ah… mete no teu macho…
Ele levou os braços para trás da cabeça e ficou ali, todo aberto para mim. Suas axilas peludas expostas daquele jeito me davam mais tesão ainda, algo que sempre tive uma tara era suvaco de macho, e Javier sabia muito bem disso.
— Tesão de macho…
— Tá gostando de fuder teu macho, Romeu? Tá gostando de provar meu cuzão guloso?
Minha resposta foi socar cada vez mais fundo, tirando meu pau e depois voltando a meter tudo de uma vez.
— Toma filho da puta…
Encostei minha testa colada na dele, nossa respiração se misturando enquanto eu movia meu quadril freneticamente, metendo sem parar naquele rabão peludo e gostoso dele.
— Era isso que tu queria? Era? Era pica nesse teu rabão safado?
— Caralho… era puto, era isso mesmo… ah… era esse pauzão gostoso que tu tem… caralho, puta que pariu Romeu, que delícia…
Ele estava delirando de prazer, e eu, o causador daquilo, estava me sentindo no céu.
Javier então quis cavalgar. Me deitei na cama e ele foi logo se ajeitando em cima de mim.
— Quando eu tinha a tua idade, era o que eu mais gostava de fazer, sentar na pica dos meus amigos. — confessou ele ajeitando meu pau na sua entrada e então descendo lentamente. — Ah, eu amava quando eles davam pra mim e depois me pediam para me comer, caralho Romeu, como eu senti falta disso…
Percebi que aquilo estava sendo muito mais do que apenas um foda para Javier, era anos de escassez daquele prazer que ele sempre havia gostado e por muitos motivos, se renegado a tê-los.
Ele rebolou no meu pau, se entregando totalmente ao seu desejo, ao nosso prazer. Ele quicava olhando em meu olhos, sua boca aberta em um eterno gemido. Seu pauzão estava duro e babando sobre mim.
— Eu queria tanto isso, puto… caralho desde o dia em que descobri minhas cuecas gozadas, desde que eu vi seu pau pela primeira vez… ah… eu sonhava com isso… em você me comendo… mesmo com a minha esposa dormindo ao meu lado… ah cacete eu acordava todos gozado depois de sonhar com isso…
— Era uma pica atolada nesse teu rabo que tu queria?
— Sim, era isso mesmo… isso mesmo…
Eu metia nele daquele jeito, movendo meu quadril para cima enquanto ele vinha beijar minha boca, gemer nela.
Então eu o quis de quatro.
Meu macho safado de quatro para mim.
Seu rabão peludo empinado e seu cu piscando.
Caralho, meu pau estava duro feito rocha. Fiquei roçando nele por um tempo, vendo meu pau brilhando de tesão entre as bandas peludas daquele rabo safado. Então meti sem aviso, indo fundo até estar todo dentro dele.
— Cacete…
— Não era o que tu queria?
Javier riu.
— Era caralho, era isso mesmo… fode esse cuzão, seu puto safado.
Eu estocava fundo, segurando sua cintura e me afundava naquele rabo como se fosse a última coisa que eu iria fazer na vida. Eu dava tapas e apertões em sua bunda, e o safado só sabia gemer e pedir mais.
— Isso puto… assim mesmo… ah… isso caralho… mostra pro teu macho como tu gosta desse cu… soca essa rola com gosto…
— Safado do caralho… machão que gosta de dar o cu pro puto… toma seu filho da puta, toma essa pica toma…
— Fode teu macho que ele gosta… fode assim mesmo… ah caralho, que delicia da porra… puta que pariu…
Eu suava pra caralho, o tesão inebriante me cegava para tudo que não fosse meu macho ali de quatro para mim, com suas costas largas e fortes, as tatuagens sobre a pele.
Voltamos então para ele de frango, eu já sentia meu limite chegando, e pelo olhar dele, javier também estava quase gozando.
— Quer leite nesse rabo?
— Quero… caralho como quero… mas antes eu quero gozar com tua pica dentro de mim… por favor…
Assenti e continuei metendo enquanto Javier se masturbava. Sua pau brilhava de tanta baba que ele tinha soltado. Era uma visão e tanto dele ali, suas pernas abertas para os lados, sua rolona grossa dura feito pedra brilhando de tesão, e eu metendo minha pica no cu dele.
— Caralho… ah… eu vou puto… eu vou gozar…
Aumentei a velocidade das minhas estocadas, peguei em sua pica para ajudá-lo e pude me deliciar com Javier se contorcendo de prazer enquanto ele jorrava jatos de porra sobre si. Seu cu piscando ao meu redor enquanto ele gozava fartamente. Seu pauzão latejava na minha mão enquanto esporrava, e era muita porra, ia da sua barriga até seu pescoço em jatos fartos e grossos. Ele me puxou para um beijo intenso e com a boca colada na minha disse:
— Enche meu cu de dele.
Com a testa colada na dele, meti até gozar, meu mundo saiu de foco enquanto eu dei uma estocada funda e jorrei dentro dele como ele queria. Me larguei sobre ele exaurido, seus braços me rodeando enquanto ele me acariciava. Nossos peitos melados de seu gozo e nosso suor. Ficamos um bom tempo ali, entrelaçados, recuperando o fôlego e as energias.
— Que sensação boa. — falou ele no meu ouvido.
— O que?
— Teu leite escorrendo de mim.
— Também gosto.
— Eu quero de novo. — disse ele e caímos na risada.
E acabamos trepando de novo.
Meti nele devagar dessa vez, assim como ele tinha me comido na noite anterior. Demorei e aproveitei cada segundo em ter aquele safado ali para mim, de quatro, de frango, de ladinho. Quando estava quase gozando pedi para me comer, e assim começamos um troca troca que durou a tarde toda. Fazíamos pausas quando estávamos quase no limite e depois voltamos a nos comer. Cavalgamos um no outro e depois fizemos um 69 que terminou aquela sessão com direito a um gozando na boca do outro.
Quando nos demos conta já estava anoitecendo.
Fomos tomar um banho e repor as energias. Também usamos aquele tempo para darmos sinal de vida, mandei mensagens para minha mãe e Javier foi falar com Cecília.
Passar a tarde toda trepando meio que acabou com nós dois, que no fim caímos no sono na sala vendo um filme. Acordei de madrugada, Javier dormia no sofá ao meu lado. Quando fui ver a hora, era umas 3 e poucas da madrugada.
Javier usava apenas uma cueca slip, o que o deixava extremamente gostoso.
Eu estava de pau duro, havia sonhado com ele para variar. Mas diferente do meu eu de meses atrás que só tinha sonhos e fantasias, agora eu tinha aquele macho bem ali, à minha disposição. Javier estava meio bomba, e decidi descobrir se ele tinha o solo leve. Lentamente puxei o elástico para baixo revelando seu pau, que mesmo mole é grosso e relativamente comprido. Minha boca encheu de água. A luz que a TV no mundo jogava sobre nós deixava tudo ainda mais tesudo. Botei seu pau na minha boca lentamente e comecei a chupa-lo. Logo seu pau endureceu, e cresceu na minha boca. Sua respiração ficou mais evidente, mas ele ainda parecia dormir. Aquilo era algo que tinha me dito uma vez, em como queria ter a experiência de ser acordado sendo amado. Estava feliz de conseguir estar dando aquilo para ele.
Chupei por um tempo até ele arfar e logo eu senti seu leite escorrer para dentro da minha boca, não era intenso como quando ele estava acordado, mas era ainda assim uma quantidade considerável de leite. Nisso ele grunhiu e despertou.
— Mas o que… ah… você não tem jeito mesmo…
— Você disse que queria isso uma vez, lembra.
— É verdade. E você não esquece nada quando é putaria né? Que horas são.
— De madrugada.
— Caralho eu capotei, tu acabou comigo ontem.
— Você também. — falei. — Mas não vou mentir que eu toparia mais, se você quiser.
— Tu é um puto insaciável. — disse ele me puxando para o seu colo e me beijando.
— É o que meu macho merece.
— Sabe o que teu macho quer?
— O que?
— Uma boa leitada na boca — disse ele pegando no meu pau. —, e depois ir para a cama.
— O que você está esperando então?
Javier me mamou ali mesmo, eu de pé no sofá e ele sentando. Fodi sua boca enquanto ele dedava me cu, o que logo me fez gozar em sua boca, como ele queria.
Fomos então dormir, e só acordamos de manhã.
O domingo foi tão gostoso quanto o sábado. Transamos gostoso quando acordamos, uma foda lenta que acabou com ele gozando no meu rabo e eu em sua boca. Passamos a manhã mais de boa, mas a tarde logo começou quando decidimos ver um porno enquanto nos masturbamos sentados um do lado do outro. Não durou muito pois logo ele caiu de boca na minha pica e logo eu estava metendo no rabo dele, a orgia gostosa que estávamos assistindo como plano de fundo para a gente. Foi mais uma tarde de troca troca e muita gozada na boca um do outro.
A nossa noite terminou com Javier sentando no meu pau.
— Caralho Romeu, que pica viciante é essa… olha o que tu fez com teu macho, seu puto do caralho…
— Viciou mesmo né filho da puta, gostou da pica do puto e não quer mais nada, safado… rebola agora vai, mostra pro teu puto como tu gosta da pica dele…
— Gosto pra caralho… ah… delicia demais… essa rola no meu rabo… ah…
Ele gozou sem se tocar, seu pau babão pulsou e jatos voaram pelo meu peitoral e até chegaram a acertar minha bochecha. Javier jogou a cabeça para trás em um gemido, enquanto gozava ele continuava a sentar na minha pica.
Lambi seu leite, sem desperdiçar nada e puxei para um beijo, aproveitando sua inclinação para meter no seu rabo.
— Mete… isso… mete assim mesmo Romeu… ah…
— Toma seu filho da puta, toma… ah… eu vou gozar caralho…
— Goza, puto, leite o rabo do teu macho, leita…
Gozei gostoso e Javier caiu deitado do meu lado.
— Fim de semana insano. — comentei depois que saimos do banho.
Ele riu.
— Nem me fala.
Javier iria ter que trabalhar no dia seguinte, a segunda-feira havia enfim chegado. Não teríamos mais todas as manhãs e tardes para nós, mas ainda teríamos muitas noites para passarmos juntos a sós.
Foi de fato um dos fins de semana mais insano da minha vida. Amei relembrar enquanto eu escrevia para vocês, meus safados. Ainda tenho muito a contar sobre o meu lance com Javier nessa época da minha vida, mas considero esse capítulo um “ponto final” nesse nosso ponto da aventura. O que está por vir é ainda mais excitante, prometo. Espero que tenham gostado e gozado bastante, até a próxima.




