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Dois meses depois – Terça-feira 10h17
Helena tinha saído às 6h para o plantão e só voltaria na quarta de manhã. A casa estava em silêncio, só o barulho do chuveiro ligado no banheiro de cima.
Ricardo estava sentado na beira da cama do quarto de hóspedes, de calça aberta, o pau já semi-duro. Sofia ajoelhada entre as pernas dele, nua, o cabelo preso num coque alto bagunçado, a boca brilhando de saliva.
Era assim todos os dias em que a esposa trabalhava.
Ele abria as pernas dela quando queria, tirava foto, gozava na barriga, na boca, dentro, onde desse vontade. Ela já não perguntava mais. Só abria, gemia baixinho e pedia mais. Tinha virado exatamente o que ele queria: uma cadelinha quieta, viciada, com medo de perder o pau do cunhado.
Naquela manhã ele resolveu algo diferente.
— Levanta.
Sofia obedeceu na hora. Ele a puxou para dentro do box ainda molhado, a água quente caindo nos dois. Empurrou ela de costas contra o azulejo, ergueu uma coxa e enfiou de uma vez. Fodeu rápido, fundo, sem carinho nenhum, só o barulho molhado da pele batendo. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, empurrou ela para baixo de novo e enfiou a cabeça dele na boca dela.
— Engole tudo.
Sofia engoliu. Cada jato. Limpou com a língua até o pau amolecer um pouco. Depois ele a fez ficar de quatro no box, a bunda para cima, a cabeça baixa.
Ricardo segurou o pau ainda molhado de porra e saliva e apontou.
— Abre a boca. Língua pra fora.
Ela obedeceu.
Ele urinou.
O jato quente, amarelo, forte, acertou primeiro a língua dela, depois escorreu pelo queixo, pelo peito, pelos seios pequenos, pela barriga, até escorrer entre as pernas e se misturar com a água do chuveiro. Sofia não se mexeu. Manteve a boca aberta, a língua de fora, engolindo o que conseguia, deixando o resto escorrer pelo corpo inteiro. O cheiro forte encheu o box. O líquido quente pingava dos mamilos dela, escorria pela buceta ainda vermelha e inchada da foda.
Ricardo terminou o último fio, sacudiu o pau na cara dela e falou baixo, rouco:
— Agora você tá completa. Minha putinha. Minha privada. Minha troféu.
Sofia engoliu o que ainda tinha na boca, levantou o rosto molhado de mijo e porra e sorriu daquele jeito doce e destruído.
— Obrigada, Rick…
Ele a puxou pelo cabelo, beijou a boca suja com força e depois a soltou.
— Toma banho direito. Quando a Helena chegar amanhã, quero você cheirosa e com cara de santa.
Sofia assentiu, ainda de joelhos, o corpo inteiro brilhando de água e urina.
Lá embaixo, na sala, o celular de Ricardo vibrava com a foto que ele tinha tirado minutos antes: a buceta dela aberta, cheia de porra, e a legenda que ele mesmo tinha escrito:
“Terça-feira. Troféu do dia.”
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Cinco meses depois – Sábado, 14h47
A porta do quarto do casal estava só encostada.
Sofia estava ajoelhada no corredor, o olho colado na fresta, a mão já dentro do shortinho, dois dedos enfiados na buceta. O coração batia tão forte que ela tinha medo de eles escutarem.
Lá dentro, Ricardo estava regaçando a esposa.
Helena de quatro na cama, a cara enterrada no travesseiro, a bunda alta, as mãos dele segurando os quadris com força bruta. O pau entrava fundo, seco, quase saindo inteiro e enfiando de novo com estalo molhado. A cada estocada a cama batia na parede. Helena gemia alto, a voz já rouca:
— Assim, amor… mais forte… quebra essa buceta…
Ricardo obedeceu. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e fodeu ainda mais fundo, o saco batendo, a pele vermelha de tanto impacto. Em certo momento ele tirou o pau, deu um tapa seco na bunda dela, virou o corpo e enfiou de novo, agora de lado, uma perna da esposa erguida, quase dobrada. A posição era violenta, profunda, a cabeça do pau marcando a barriga dela por dentro.
Sofia masturbava mais rápido, os olhos marejados de tesão e de ciúme. Via cada veia do pau do cunhado sumindo dentro da irmã. Via a baba escorrendo pelo queixo da Helena. Via o jeito que ele cuspia na bunda da esposa e enfiava o polegar no cu dela sem pedir licença.
Quando Ricardo gozou, foi com um grunhido baixo e longo. Enterrou até o fundo e descarregou tudo dentro da esposa. Ficou parado alguns segundos, ofegante, o pau ainda latejando, a porra já começando a escorrer quando ele tirou.
Helena rolou na cama, satisfeita, o corpo mole.
— Meu Deus… você tá selvagem ultimamente…
Ele só sorriu, o pau ainda sujo, brilhando de porra e de buceta.
— Vou tomar um banho.
Helena murmurou algo e virou de lado, já quase dormindo.
Ricardo saiu do quarto com o pau ainda semi-duro, a camiseta suada colada no peito. Mal tinha fechado a porta atrás de si quando Sofia apareceu na frente dele, ofegante, o shortinho molhado na frente.
— Rick…
A voz saiu baixa, aflita.
— Faz comigo. Exatamente o que você fez com ela. Agora. Antes de lavar.
Ele olhou para ela por um segundo. O pau latejou de novo só de ver a cara de cadelinha desesperada.
— Vai pro meu escritório. Agora.
Sofia obedeceu. Ele a seguiu, fechou a porta com chave e abriu a janela grande que dava para o prédio vizinho. A cortina ficou só pela metade. Qualquer um do outro lado poderia ver se prestasse atenção.
Ricardo não falou quase nada. Empurrou ela de quatro em cima da mesa de trabalho, arrancou o shortinho e a calcinha num movimento só e enfiou o pau ainda sujo da porra da irmã direto na buceta dela.
Sofia soltou um grito abafado.
Ele fodeu igual. Com a mesma força, a mesma brutalidade. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás, deu tapa na bunda, cuspiu, enfiou o polegar no cu. A posição era ainda mais degradante: Sofia com o peito colado na mesa fria, as pernas abertas forçadas, o rosto virado para a janela aberta. Se alguém olhasse, veria a cara dela sendo fodida, a baba escorrendo, os seios batendo.
— Olha pra janela — mandou ele. — Quem sabe alguém tá vendo a putinha do cunhado levando a mesma pica que a irmã acabou de levar.
Sofia gemia sem controle, a buceta já escorrendo misturado com a porra da Helena que ainda estava no pau dele.
Ricardo tirou o celular do bolso, ligou a câmera em modo vídeo e apoiou na estante, filmando tudo. Depois pegou o telefone e mandou uma mensagem rápida para um número salvo como “Grupo – Privado”.
Trinta segundos depois o celular vibrou. Ele atendeu em viva-voz e colocou em cima da mesa, perto da boca de Sofia.
Uma voz masculina desconhecida saiu do alto-falante:
— Tô vendo. Continua.
Ricardo sorriu sujo e enfiou ainda mais fundo.
— Escuta ela gemendo, cara. Acabei de comer a esposa. Agora tô comendo a irmã com a mesma porra. Fala oi pra ele, Sofia.
Sofia, a voz quebrada, só conseguiu soltar:
— Oi…
O homem do outro lado riu baixo.
— Que delícia. Usa ela direito.
Ricardo usou.
Tirou o pau, virou Sofia de costas na mesa, abriu as pernas dela até doer e enfiou de novo, agora olhando direto para a câmera do celular. Fodeu até a mesa ranger. Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau, deu dois tapas na cara dela e gozou na língua, no nariz, nos olhos. A porra escorreu misturada com a saliva e com o resto que ainda tinha da irmã.
O homem do telefone falou só:
— Manda o vídeo depois.
Ricardo desligou, guardou o celular e olhou para Sofia, ainda deitada na mesa, o rosto sujo, a buceta latejando, a janela aberta atrás dela.
— Agora você já sabe — disse ele, a voz rouca. — O que eu faço com a Helena, eu faço com você. Só que em você eu não preciso fingir carinho nenhum.
Sofia engoliu a porra que ainda tinha na boca e respondeu, a voz pequena e destruída:
— Faz de novo… por favor.
Ele já estava endurecendo outra vez.
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Um ano e meio depois – Quarta-feira, 00h23
Bar em outra cidade, 40 minutos de estrada.
Helena estava no plantão de 36 horas. Não voltaria até a tarde seguinte.
Ricardo estacionou o carro dois quarteirões antes do bar e olhou para Sofia no banco do passageiro.
— Tira a calcinha.
Ela já não usava em casa. Mesmo assim obedeceu, levantou o quadril, puxou o tecido fino e entregou na mão dele. Ele guardou no bolso da calça sem comentar.
A roupa que ele tinha escolhido para ela era justa demais: um vestido preto curto, tecido fino que marcava os mamilos e a curva da bunda, decote baixo. Sem sutiã, sem calcinha. Quando ela andava, a barra subia quase até a dobra da bunda.
— Hoje você vai ficar exposta — disse ele, a voz calma. — E vai gostar.
O bar era escuro, música alta, cheiro de cerveja e perfume barato. Ricardo pediu duas doses e logo se afastou. Começou a dançar com uma loira de vestido vermelho, a mão na cintura dela, o corpo colado, o pau marcando a calça de propósito. Depois trocou por uma morena, depois por outra. Sofia ficou sozinha na mesa alta, as pernas cruzadas, a buceta nua roçando o banco frio.
Homens olhavam.
Um cara de camisa preta se aproximou, sorriu, ofereceu bebida. Outro encostou a mão na cadeira dela e falou alguma coisa no ouvido. Sofia respondia curto, o rosto fechado de ciúme. Toda vez que via Ricardo esfregando em outra mulher, a buceta latejava de raiva e tesão misturados.
Quando o terceiro homem passou a mão na coxa dela, Ricardo apareceu.
Agarrou o pulso do cara com força, olhou nos olhos dele e falou baixo:
— Essa é minha.
Puxou Sofia pelo braço sem pedir licença e arrastou até o banheiro masculino. Empurrou a porta, ignorou os olhares dos homens que mijavam nos mictórios e a enfiou no último cubículo. Travou a porta.
— Levanta o vestido.
Sofia obedeceu, o corpo tremendo. Ricardo abriu o zíper, tirou o pau duro e a virou de frente para a parede. Abriu as pernas dela com o joelho e enfiou de uma vez, fundo, seco, até o saco bater.
Sofia gritou.
Ele não tapou a boca.
— Grita. Quero que esses filhos da puta escutem.
Fodeu com força, a porta do cubículo batendo a cada estocada. O barulho molhado da buceta, os gemidos altos dela, o som da pele batendo ecoavam no banheiro inteiro. Do lado de fora os homens pararam de falar. Alguém riu baixo. Outro chutou a porta de leve.
— Porra, que delícia…
Ricardo segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e falou no ouvido, ainda metendo:
— Escuta eles. Tão babando na sua putice. Sabem que você tá levando pau no banheiro masculino igual uma vagabunda.
Sofia gozou gemendo alto demais. Ele não parou. Continuou fodendo até sentir o orgasmo subindo, então enterrou fundo e descarregou tudo dentro, jatos quentes enchendo ela. Ficou alguns segundos parado, ofegante, depois tirou o pau. A porra escorreu imediatamente, grossa, descendo pelas coxas internas até quase o joelho.
Ele ajeitou o vestido para baixo, abriu a porta do cubículo e saiu primeiro. Os homens no banheiro olharam. Um assobiou. Outro ajustou a própria calça. Sofia saiu atrás, as pernas trêmulas, a porra ainda escorrendo, o vestido manchado por dentro.
Voltaram à mesa.
Ricardo sentou no banco de canto, puxou ela para o colo de frente para ele, as pernas abertas por cima das coxas dele. Por baixo da mesa, abriu de novo o zíper, levantou o vestido dela e enfiou o pau ainda sujo de volta na buceta.
Sofia mordeu o lábio para não gritar.
Ele começou a mexer o quadril devagar, metendo por baixo da mesa enquanto a música tocava alto. Para qualquer um que olhasse, parecia só um casal colado, ela no colo dele. Mas o pau entrava e saía, a porra antiga se misturando com a nova, a buceta dela fazendo barulho molhado abafado pela batida eletrônica.
Um grupo de homens na mesa ao lado olhava de canto. Um deles falou alto o suficiente para ser ouvido:
— Essa aí é programa, né? Olha a cara de puta…
Ricardo sorriu de lado, a mão apertando a bunda dela por baixo do vestido, e meteu mais fundo.
— Deixa eles pensarem — murmurou no ouvido dela. — Você é minha putinha de graça. Minha cadelinha particular. E quanto mais eles acharem que você é vadia, mais eu fico duro.
Sofia estava vermelha, os olhos marejados, o corpo rebolando no colo dele apesar do ódio e do ciúme. A cada estocada ela ficava mais molhada, mais entregue, mais apaixonada daquele jeito doentio.
Ricardo sentia o poder subindo pela espinha.
Ele era o macho que comia a esposa em casa e a cunhada no banheiro de bar em outra cidade. Que fazia ela gemer para estranhos escutarem. Que a fodia no colo enquanto os outros babavam achando que ela era paga.
E Sofia, cada vez mais viciada, cada vez mais docinha e destruída, só conseguia gemer baixinho no ouvido dele:
— Me usa… me usa na frente deles… eu sou sua…
Ele meteu até gozar de novo dentro dela, a mão apertando a nuca dela contra o ombro, o sorriso de quem sabia exatamente o que tinha nas mãos.
A música continuava. A porra escorria.
E nenhum dos dois queria que a noite acabasse.
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Três anos depois – Sexta-feira, 16h40
Helena estava de sete meses, a barriga já grande, redonda, pesada. Mesmo assim Ricardo a comia com fome.
Naquela tarde ele a deitou na cama de casal, abriu as pernas com cuidado e chupou a buceta dela como se fosse a primeira vez. Língua lenta, molhada, venerando cada dobra, cada gemido. Depois a virou de lado, ergueu uma perna e meteu devagar, fundo, sentindo a barriga quente roçar no braço. Fodeu até gozar dentro, beijou a boca dela e murmurou:
— Desansa. Vou ali comprar uma coisa pra você comer.
Helena, já mole, só sorriu cansada e fechou os olhos.
Ele não foi ao mercado.
Foi direto para o apartamento de Sofia, dois bairros de distância. Ela já não morava com eles há quase dois anos. Tinha o próprio lugar, o próprio emprego, a própria vida… e ainda assim abria a porta sempre que ele mandava mensagem.
Ricardo entrou sem bater direito. Nem fechou a porta atrás de si. Foi direto ao quarto. Sofia estava de shortinho e top, o cabelo solto. Quando viu o olhar dele, já soube.
Ele abriu a janela grande da varanda, a vista do 14º andar, a cidade lá embaixo. Tirou o pau ainda sujo da porra e do gosto da esposa, semi-duro, cheirando a buceta da Helena.
— Ajoelha.
Sofia ajoelhou. Ele enfiou na boca dela sem carinho, segurando o cabelo, filmando com o celular na mão direita.
— Chupa direito, puta. Ainda tá com gosto da sua irmã. Sente? A buceta dela tá cada vez mais parecida com a sua… ou será que a sua tá ficando igual à dela?
Sofia gemia com a boca cheia, as lágrimas escorrendo só de tesão. Ele falava sem parar, comparando:
— A Helena tá grávida e ainda aperta o pau igual vadia. Você aperta mais. Mas o jeito que ela geme quando eu chupo… você ainda não chegou lá. Embora essa sua cara de cadelinha chupando a rola suja da irmã seja uma delícia.
Ele a fez gozar só com as palavras e com o pau na garganta. Quando ela tremeu, ele tirou, puxou ela para a varanda, colocou as mãos dela na grade de vidro e enfiou por trás de uma vez.
O vento batia. Qualquer vizinho de prédio próximo que olhasse veria.
Ricardo fodeu forte, as mãos apertando a cintura dela, as estocadas secas e profundas.
— Olha a cidade, putinha. Enquanto sua irmã grávida tá em casa descansando com minha porra escorrendo, você tá aqui na varanda levando porra de novo.
Gozou dentro, fundo, segurando ela contra a grade até o último jato. Depois se sentou na cadeira da varanda, puxou Sofia e a fez sentar na cara dele.
— Esfrega. Igual a puta que você é.
Ela obedeceu. A buceta ainda cheia de porra, quente, molhada, esfregando com força no nariz, na boca, no queixo dele. Ricardo chupava, lambia, engolia o que escorria, as mãos apertando a bunda dela. Quando sentiu o segundo orgasmo subindo, puxou ela para baixo, enfiou o pau de novo na boca e gozou direto na garganta, segurando a cabeça dela até ela engolir tudo.
O celular dele vibrava na calça, lá dentro do quarto.
Helena.
Mensagem atrás de mensagem:
Amor, onde você tá?
Tô com fome…
Por que tá demorando tanto?
Ricardo olhou a tela, ainda com a boca suja, o pau latejando na língua de Sofia, e sorriu.
Respondeu só:
Já tô voltando. Trânsito.
Depois trancou o celular, passou o polegar no lábio inferior de Sofia e falou baixo:
— Amanhã de novo. E vem sem calcinha.
Sofia, ainda ofegante, a boca brilhando de porra, só assentiu.
A porta do apartamento continuava aberta. A janela também.
E a esposa grávida esperando em casa.
Delícia, votado! Continue.