Cunhadinha ninfeta - 2 final

Domingo de manhã.
A casa ainda estava quieta quando os três se reuniram na cozinha. Helena, de costas para a pia, preparava ovos e torradas, o cabelo preso num coque alto, o roupão entreaberto. Ricardo sentado à mesa, xícara de café na mão, olhando para a esposa sem realmente enxergar. A cabeça estava longe. Longe demais.
Foi então que Sofia entrou.
Sainha curta de academia, top preto colado, a barriguinha lisa e morena completamente à mostra. Cabelo preso num rabo de cavalo alto, o mesmo perfume leve de sempre. Ela caminhou até a mesa com passos leves, puxou a cadeira bem na frente de Ricardo e se sentou.
Ele levantou o olhar por reflexo.
E travou.
Na pele lisa da barriga dela, logo abaixo do umbigo, havia marcas claras, secas, esbranquiçadas. A porra dele. O sêmen que ele tinha gozado na noite anterior, ainda grudado, ainda visível sob a luz da manhã. Não tinha sido lavado. Não tinha sido escondido.
Sofia apoiou os cotovelos na mesa, inclinou o corpo para a frente e encostou a barriguinha de leve na borda de madeira. O top subiu um centímetro. As marcas ficaram ainda mais evidentes.
E ela olhou direto para ele.
A carinha era safada. Pequena. Consciente. Um sorrisinho mínimo no canto da boca, os olhos semicerrados de um jeito que não tinha nada de inocente. Ela sabia. Sabia que ele estava vendo. Sabia que a esposa estava de costas, ocupada na pia, e não enxergava nada.
Ricardo sentiu o estômago revirar.
O coração disparou. O pau latejou dentro da calça de uma forma vergonhosa. A mente gritou várias coisas ao mesmo tempo:
Ela não lavou.
Ela deixou de propósito.
Se a Helena virar agora…
O que eu faço com essa menina?
O que ela vai fazer comigo?
Onde a minha esposa fica no meio disso?
Helena falava alguma coisa sobre o cinema da noite anterior, rindo, mexendo os ovos na frigideira. Ricardo sorriu automaticamente, um sorriso torto, e respondeu qualquer coisa sem sentido. Os olhos, porém, não conseguiam sair da barriga de Sofia.
Ela passou a ponta do dedo devagar logo abaixo do umbigo, bem em cima de uma das marcas secas, como quem coça sem pensar. Depois levou o mesmo dedo à boca e mordeu a unha, olhando para ele o tempo todo.
O silêncio entre os dois era ensurdecedor.
Ricardo apertou a xícara com força demais. O café quase derramou. A culpa, o medo e a tesão se misturavam num nó apertado na garganta. Ele queria gritar para ela ir se lavar. Queria puxá-la pelo braço e esfregar aquela barriga até sumir qualquer rastro. Queria, ao mesmo tempo, inclinar mais o corpo e cheirar de novo o que tinha deixado nela.
Helena se virou com o prato de ovos.
— Pronto, gente. Café tá na mesa.
Sofia se ajeitou na cadeira, o sorrisinho safado ainda no rosto, e puxou uma torrada como se nada estivesse acontecendo. A barriguinha continuava à mostra. As marcas continuavam ali.
Ricardo abaixou os olhos para o próprio prato.
A mão tremia de leve embaixo da mesa.
E a única pergunta que martelava na cabeça, suja e insistente, era:
O que eu faço agora?
O café se arrastou.
Ninguém se levantava. Helena falava sobre o filme que tinha visto no cinema, rindo de alguma cena. Sofia comia devagar, a barriguinha ainda à mostra, as marcas secas do sêmen dele bem visíveis cada vez que ela se inclinava. Ricardo sorria no momento certo, respondia no momento certo, mas a cabeça girava num círculo sujo.
Ele não queria ser o primeiro a sair.
Se levantasse e deixasse as duas sozinhas, o que a menina ia falar?
“Helena, olha o que seu marido fez na minha barriga ontem…”
Essa putinha. O que ela ia dizer? Como ia contar?
Ele não era inocente. Sabia disso.
E o pior: não estava arrependido.
O gosto dela ainda estava na memória da língua. A imagem da porra escorrendo na pele lisa ainda queimava atrás dos olhos. O pau latejava só de lembrar.
Helena finalmente se levantou, pegou os pratos e anunciou:
— Vou lavar a louça. Vocês vão pra sala. Tem aquele filme que a gente começou semana passada.
Sofia se levantou na hora, o sorrisinho pequeno ainda no rosto, e saiu em direção à sala. Ricardo ficou na cadeira, terminando o último gole de café.
— Já vou — murmurou.
Helena já estava de costas na pia, água correndo, esponja na mão. Segundos depois ele ouviu o clique da televisão sendo ligada na sala. O som baixo de um filme qualquer.
Ricardo se levantou.
O coração batia forte. A decisão já estava tomada antes mesmo de ele pensar.
Caminhou até a sala com passos firmes. Sofia estava sentada no sofá, pernas dobradas de lado, a sainha subindo, a barriguinha à mostra, exatamente como ele tinha deixado. Quando ele apareceu no vão da porta, ela ergueu o olhar e o sorrisinho safado voltou.
Ele não falou nada.
Foi até ela, segurou o queixo com uma mão e a forçou a olhar para cima. Com a outra mão desceu até a barriga lisa e passou o polegar com força em cima das marcas secas, esfregando a própria porra contra a pele dela.
— Você deixou de propósito — disse baixo, a voz rouca, quase um rosnado. — Sua putinha.
Sofia soltou um suspiro curto, os olhos brilhando.
Ricardo a puxou pelo braço, fez ela se levantar e a empurrou de costas contra a parede ao lado da televisão. O som do filme continuava baixo, cobrindo qualquer barulho. A mão dele desceu direto para baixo da sainha, encontrou a buceta nua — de novo sem calcinha — e enfiou dois dedos de uma vez.
Sofia arquejou, as unhas se cravando no antebraço dele.
— Rick…
— Quietinha — mandou ele, os dedos fodendo ela com força, o polegar no clitóris. — A Helena tá na cozinha. Se você gemer alto eu te mato.
Ele a beijou pela primeira vez.
A boca desceu com fome, a língua invadiu, o gosto dela se misturou com o café da manhã. A outra mão subiu por baixo do top, apertou o peito pequeno, beliscou o mamilo. Sofia tremia contra a parede, as pernas abrindo sozinhas, a buceta já escorrendo nos dedos dele.
Ricardo tirou os dedos, chupou de novo o gosto dela, e depois abriu o zíper da calça. O pau saltou duro, latejando, ainda marcado pela noite anterior. Ele ergueu uma das coxas dela, encaixou a cabeça do pau na entrada molhada e empurrou.
Sofia soltou um gemido abafado contra a boca dele.
Ele enterrou até o fundo num movimento só. Apertado. Quente. Perfeito. Segurou a coxa dela no ar e começou a foder com estocadas fundas, controladas, o corpo inteiro tenso de medo e tesão. A cada embalo a barriga dela, ainda suja da porra seca, roçava na camiseta dele.
Do outro lado da casa, a água da pia continuava correndo.
Ricardo mordeu o lábio inferior dela e murmurou contra a boca:
— Agora você é minha, sua putinha… e a Helena não vai saber de porra nenhuma.
Sofia só conseguiu gemer baixinho, os olhos semicerrados, as unhas cravadas nas costas dele, enquanto ele a fodia contra a parede da sala, o filme tocando baixo ao lado, e o risco de serem descobertos latejando tão forte quanto o pau dentro dela.
Ricardo fodia Sofia contra a parede com estocadas fundas e controladas, a mão tapando parcialmente a boca dela para abafar os gemidos. O filme continuava baixo, a água da pia ainda corria na cozinha. O pau entrava até o fundo na bucetinha apertada, molhada, quente pra caralho.
Ele encostou a boca na orelha dela e começou a falar, a voz rouca e cruel:
— Essa buceta sua… é gostosa, mas a da Helena é melhor. Mais quente. Mais apertada do jeito que eu gosto.
Sofia soltou um gemidinho protestando contra a mão dele, as unhas cravando nas costas.
— Ela senta muito mais gostoso que você — continuou ele, empurrando fundo. — Quando ela rebola em cima de mim, parece que foi feita sob medida pro meu pau. Você ainda é novinha… ainda não sabe sentar direito.
Sofia tremeu. Os olhos marejaram de tesão e de algo mais. Medo de perder. Medo de ele parar.
— Rick… — murmurou abafado.
— Fala baixo.
Ele mordeu o lóbulo da orelha dela.
— Se você quiser que eu continue te comendo, vai ter que virar uma cadelinha direita. Entendeu? Vai ter que me dar sempre que eu quiser, do jeito que eu quiser… senão eu volto só pra buceta da sua irmã e te deixo de lado.
Sofia assentiu rápido, ofegante, o corpo mole contra a parede. A voz saiu pequena, doce, quase chorosa:
— Eu viro… eu viro o que você quiser, Rick. Só não para… por favor.
Ele sorriu de canto, sujo, e acelerou as estocadas. A mão desceu até o clitóris dela e esfregou com força. Sofia se contorceu, a buceta apertando o pau dele em espasmos.
— Isso… vira meu docinho. Minha putinha quieta. Que só geme baixinho e faz tudo o que o titio manda.
Ela só conseguia balançar a cabeça, as lágrimas de tesão escorrendo, o corpo entregue. A cada palavra cruel dele, ela ficava mais molhada, mais submissa, mais desesperada para não ser abandonada.
Do outro lado da casa, a água da pia parou. O barulho de pratos sendo guardados. Depois a voz de Helena:
— Gente, querem suco? Vou fazer um de laranja.
Ricardo não tirou o pau. Continuou fodendo Sofia em silêncio, olhando nos olhos dela, o polegar ainda no clitóris. Sofia mordia o próprio lábio para não gemer.
O liquidificador ligou.
O barulho alto cobriu tudo. Ricardo aproveitou e fodeu mais rápido, mais fundo, a mão na boca dela, a outra segurando a coxa no ar. Sofia tremeu inteira, gozou em silêncio, a buceta latejando ao redor do pau dele. Ele segurou o próprio gozo por um fio.
O liquidificador desligou.
No mesmo segundo Ricardo tirou o pau, ainda duro e brilhando. Ajeitou a sainha de Sofia para baixo, fechou o zíper da calça num movimento rápido e a puxou pelo braço até o sofá. Os dois se jogaram juntos sob a manta grande que estava dobrada no braço do sofá. Ricardo no meio. Sofia colada do lado esquerdo, a perna jogada por cima da dele por baixo da manta, o rosto ainda corado, a respiração ofegante.
Helena apareceu na porta da sala segurando dois copos de suco, sorrindo.
— Pronto. Fiz pra vocês.
Ela entregou os copos e olhou o sofá.
— Tem espaço pra mim aí?
Ricardo abriu a manta do lado direito, o pau ainda latejando dolorido dentro da calça, a mão esquerda escondida embaixo do tecido, apertando a coxa nua de Sofia.
— Tem. Senta aqui.
Helena se acomodou do outro lado, o corpo quente colado no dele, e ligou o volume do filme um pouco mais alto.
Os três debaixo da mesma manta.
Ricardo no meio.
A mão esquerda ainda roçando a buceta molhada da cunhada.
A mão direita descansando na coxa da esposa. E o filme tocando como se nada tivesse acontecido.
Helena se levantou do sofá depois de uns quinze minutos de filme, espreguiçou e anunciou:
— Vou fazer lasanha hoje. Tô com vontade. Vou no mercado pegar os ingredientes. Vocês ficam aí.
Ricardo sorriu de lado, a mão ainda escondida sob a manta.
— Vai com calma. A gente te espera.
A porta bateu. O carro ligou. O som do motor sumiu na rua.
No segundo em que o silêncio voltou, Ricardo puxou a manta, agarrou Sofia pela cintura e a jogou de quatro no sofá. A sainha subiu, a bunda firme ficou no ar, a buceta ainda molhada e inchada da foda anterior.
— Agora não precisa ficar quietinha — rosnou ele, abrindo o zíper.
Enfiou de uma vez, fundo, até o saco bater. Sofia soltou um gemido alto, finalmente livre.
Ele segurou os quadris dela com força e começou a falar enquanto fodia:
— Sabe desde quando eu quero te comer, sua putinha? Desde o dia da escada. Quando eu segurei aquela porra e vi a sua calcinha branca. Eu fiquei duro pra caralho. Tive que trancar o escritório e bater uma pensando em enfiar a língua nessa buceta.
Sofia gemia, empurrando a bunda contra ele.
— Eu via você andando de saia curta… de top… aquela barriguinha… e eu pensava em te jogar em cima da mesa e te foder até você chorar. Toda vez que você me chamava de Rick daquele jeitinho dengoso eu queria te engasgar com o pau.
Ele tirou o pau, virou ela de frente, deitou-a no sofá e abriu as pernas dela. Enfiou de novo, agora olhando nos olhos, e continuou:
— Aquela noite que eu te despi… que eu chupei seus peitinhos enquanto você “dormia”… eu quase gozei só de sentir o gosto da sua pele. E quando eu gozei na sua barriga e você deixou seco de propósito no outro dia… eu quase te fodi na frente da sua irmã.
Sofia estava vermelha, ofegante, as unhas cravadas nos ombros dele.
— Eu também… — ela confessou entre gemidos. — Eu via você de camisa, os braços… a veia do pescoço quando você ficava nervoso. Eu fingia dormir de propósito. Deixava a saia subir de propósito. Naquele dia da escada eu quase gozei só de sentir você embaixo de mim. E quando você cheirou minha calcinha… meu Deus, Rick… eu fiquei encharcada.
Ele tirou o pau de novo, sentou no sofá e puxou ela para cima, de frente. Sofia encaixou o pau sozinha e começou a sentar, rebolando com fome.
— Eu masturbava pensando em você — ela continuou, a voz quebrada. — Enfiava os dedos e gemia seu nome baixinho. Queria que você me usasse. Queria ser a putinha do meu cunhado. Queria que você me comesse escondido da Helena pra sempre.
Ricardo segurou a bunda dela, ajudando a subidas e descidas, e mordeu o pescoço.
— Agora você é. Minha cadelinha. Minha putinha de estimação. Toda vez que a Helena sair, eu vou te foder. Toda vez que ela dormir, eu vou entrar no seu quarto. E você vai abrir a perna igual a vadia que é.
Sofia gozou sentada nele, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau em espasmos. Ricardo não aguentou. Virou ela de quatro de novo, enfiou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo ela, o corpo colado nas costas dela, gemendo baixo contra a nuca.
Os dois ficaram parados, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro dela.
Sofia falou primeiro, a voz rouca e doce:
— Eu não quero que você pare nunca, Rick…
Ele beijou a nuca dela, ainda sem tirar o pau.
— Não vou parar.
Lá fora, o som de um carro se aproximando ainda não existia.
Eles tinham tempo.
Ricardo ainda estava ofegante quando pegou o celular na mesa de centro. Sofia estava deitada no sofá, as pernas moles, a sainha subida, a buceta vermelha, inchada e escorrendo a porra dele.
Ele abriu as coxas dela com as duas mãos, arreganhou bem e tirou a foto de perto. O flash nem precisou. A imagem ficou nítida: a fenda aberta, o gozo branco escorrendo, a pele marcada dos dedos dele.
Sofia ergueu a cabeça, ainda tonta.
— Pra quê isso…?
Ele trancou a tela, guardou o celular no bolso e respondeu só:
— Meu troféu.
Depois se inclinou, deu uma lambida longa e lenta bem no meio da buceta dela, colhendo o próprio gosto misturado com o dela, e se afastou.
— Fica aí.
Foi pro banheiro, lavou o pau, o rosto, as mãos. Quando saiu, Sofia ainda estava no mesmo lugar, pernas abertas, olhando pro teto, o corpo inteiro marcado.
Minutos depois a porta da garagem abriu.
Helena entrou carregando as sacolas do mercado, animada.
— Pronto! Peguei tudo pra lasanha. Vocês com fome?
Ricardo foi até ela, beijou a boca com vontade e passou a mão na bunda por cima da calça.
— Com fome pra caralho.
Sofia se ajeitou no sofá, puxou a sainha para baixo e ficou em silêncio. O olhar dela não saía dos dois.
Helena cozinhou. Os três almoçaram juntos. Ricardo ficava roçando a mão na coxa da esposa debaixo da mesa, beijava o ombro dela, falava baixo no ouvido dela só pra Sofia escutar o tom. Cada gesto era uma pressãozinha calculada. Sofia comia em silêncio, as bochechas levemente coradas, as pernas apertadas uma contra a outra.
Depois do almoço Helena quis descansar. Ricardo a puxou pelo corredor até o quarto, deixando a porta só encostada de propósito.
Lá dentro ele a despiu rápido, jogou na cama e fodeu com força. Estocadas profundas, a cama batendo na parede, os gemidos de Helena altos, sem nenhum cuidado. Ele fazia questão de falar:
— Assim… bem assim… sua buceta é perfeita…
A voz ecoava pelo corredor. Sofia, na sala, escutava tudo. Cada gemido, cada batida, cada palavra.
Quando terminou, Ricardo saiu do quarto de calça só pela metade, o peito suado, e passou pela sala sem olhar direto para a cunhada. Mas o sorriso de canto estava lá.
Sofia entendeu a mensagem.
Aquela era a vida deles agora.
Helena inocente, cansada dos plantões.
Ricardo com a esposa na cama e a putinha da cunhada escondida no sofá, no quarto de hóspedes, em qualquer canto que a casa permitisse.
E Sofia, já viciada, já docinha, já disposta a tudo para não perder o pau do cunhado.
Ninguém ia contar.
Ninguém ia parar.
Era só o começo.
Fim.

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Dois meses depois – Terça-feira 10h17

Helena tinha saído às 6h para o plantão e só voltaria na quarta de manhã. A casa estava em silêncio, só o barulho do chuveiro ligado no banheiro de cima.
Ricardo estava sentado na beira da cama do quarto de hóspedes, de calça aberta, o pau já semi-duro. Sofia ajoelhada entre as pernas dele, nua, o cabelo preso num coque alto bagunçado, a boca brilhando de saliva.
Era assim todos os dias em que a esposa trabalhava.
Ele abria as pernas dela quando queria, tirava foto, gozava na barriga, na boca, dentro, onde desse vontade. Ela já não perguntava mais. Só abria, gemia baixinho e pedia mais. Tinha virado exatamente o que ele queria: uma cadelinha quieta, viciada, com medo de perder o pau do cunhado.
Naquela manhã ele resolveu algo diferente.
— Levanta.
Sofia obedeceu na hora. Ele a puxou para dentro do box ainda molhado, a água quente caindo nos dois. Empurrou ela de costas contra o azulejo, ergueu uma coxa e enfiou de uma vez. Fodeu rápido, fundo, sem carinho nenhum, só o barulho molhado da pele batendo. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, empurrou ela para baixo de novo e enfiou a cabeça dele na boca dela.
— Engole tudo.
Sofia engoliu. Cada jato. Limpou com a língua até o pau amolecer um pouco. Depois ele a fez ficar de quatro no box, a bunda para cima, a cabeça baixa.
Ricardo segurou o pau ainda molhado de porra e saliva e apontou.
— Abre a boca. Língua pra fora.
Ela obedeceu.
Ele urinou.
O jato quente, amarelo, forte, acertou primeiro a língua dela, depois escorreu pelo queixo, pelo peito, pelos seios pequenos, pela barriga, até escorrer entre as pernas e se misturar com a água do chuveiro. Sofia não se mexeu. Manteve a boca aberta, a língua de fora, engolindo o que conseguia, deixando o resto escorrer pelo corpo inteiro. O cheiro forte encheu o box. O líquido quente pingava dos mamilos dela, escorria pela buceta ainda vermelha e inchada da foda.
Ricardo terminou o último fio, sacudiu o pau na cara dela e falou baixo, rouco:
— Agora você tá completa. Minha putinha. Minha privada. Minha troféu.
Sofia engoliu o que ainda tinha na boca, levantou o rosto molhado de mijo e porra e sorriu daquele jeito doce e destruído.
— Obrigada, Rick…
Ele a puxou pelo cabelo, beijou a boca suja com força e depois a soltou.
— Toma banho direito. Quando a Helena chegar amanhã, quero você cheirosa e com cara de santa.
Sofia assentiu, ainda de joelhos, o corpo inteiro brilhando de água e urina.
Lá embaixo, na sala, o celular de Ricardo vibrava com a foto que ele tinha tirado minutos antes: a buceta dela aberta, cheia de porra, e a legenda que ele mesmo tinha escrito:
“Terça-feira. Troféu do dia.”

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Cinco meses depois – Sábado, 14h47

A porta do quarto do casal estava só encostada.
Sofia estava ajoelhada no corredor, o olho colado na fresta, a mão já dentro do shortinho, dois dedos enfiados na buceta. O coração batia tão forte que ela tinha medo de eles escutarem.
Lá dentro, Ricardo estava regaçando a esposa.
Helena de quatro na cama, a cara enterrada no travesseiro, a bunda alta, as mãos dele segurando os quadris com força bruta. O pau entrava fundo, seco, quase saindo inteiro e enfiando de novo com estalo molhado. A cada estocada a cama batia na parede. Helena gemia alto, a voz já rouca:
— Assim, amor… mais forte… quebra essa buceta…
Ricardo obedeceu. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e fodeu ainda mais fundo, o saco batendo, a pele vermelha de tanto impacto. Em certo momento ele tirou o pau, deu um tapa seco na bunda dela, virou o corpo e enfiou de novo, agora de lado, uma perna da esposa erguida, quase dobrada. A posição era violenta, profunda, a cabeça do pau marcando a barriga dela por dentro.
Sofia masturbava mais rápido, os olhos marejados de tesão e de ciúme. Via cada veia do pau do cunhado sumindo dentro da irmã. Via a baba escorrendo pelo queixo da Helena. Via o jeito que ele cuspia na bunda da esposa e enfiava o polegar no cu dela sem pedir licença.
Quando Ricardo gozou, foi com um grunhido baixo e longo. Enterrou até o fundo e descarregou tudo dentro da esposa. Ficou parado alguns segundos, ofegante, o pau ainda latejando, a porra já começando a escorrer quando ele tirou.
Helena rolou na cama, satisfeita, o corpo mole.
— Meu Deus… você tá selvagem ultimamente…
Ele só sorriu, o pau ainda sujo, brilhando de porra e de buceta.
— Vou tomar um banho.
Helena murmurou algo e virou de lado, já quase dormindo.
Ricardo saiu do quarto com o pau ainda semi-duro, a camiseta suada colada no peito. Mal tinha fechado a porta atrás de si quando Sofia apareceu na frente dele, ofegante, o shortinho molhado na frente.
— Rick…
A voz saiu baixa, aflita.
— Faz comigo. Exatamente o que você fez com ela. Agora. Antes de lavar.
Ele olhou para ela por um segundo. O pau latejou de novo só de ver a cara de cadelinha desesperada.
— Vai pro meu escritório. Agora.
Sofia obedeceu. Ele a seguiu, fechou a porta com chave e abriu a janela grande que dava para o prédio vizinho. A cortina ficou só pela metade. Qualquer um do outro lado poderia ver se prestasse atenção.
Ricardo não falou quase nada. Empurrou ela de quatro em cima da mesa de trabalho, arrancou o shortinho e a calcinha num movimento só e enfiou o pau ainda sujo da porra da irmã direto na buceta dela.
Sofia soltou um grito abafado.
Ele fodeu igual. Com a mesma força, a mesma brutalidade. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás, deu tapa na bunda, cuspiu, enfiou o polegar no cu. A posição era ainda mais degradante: Sofia com o peito colado na mesa fria, as pernas abertas forçadas, o rosto virado para a janela aberta. Se alguém olhasse, veria a cara dela sendo fodida, a baba escorrendo, os seios batendo.
— Olha pra janela — mandou ele. — Quem sabe alguém tá vendo a putinha do cunhado levando a mesma pica que a irmã acabou de levar.
Sofia gemia sem controle, a buceta já escorrendo misturado com a porra da Helena que ainda estava no pau dele.
Ricardo tirou o celular do bolso, ligou a câmera em modo vídeo e apoiou na estante, filmando tudo. Depois pegou o telefone e mandou uma mensagem rápida para um número salvo como “Grupo – Privado”.
Trinta segundos depois o celular vibrou. Ele atendeu em viva-voz e colocou em cima da mesa, perto da boca de Sofia.
Uma voz masculina desconhecida saiu do alto-falante:
— Tô vendo. Continua.
Ricardo sorriu sujo e enfiou ainda mais fundo.
— Escuta ela gemendo, cara. Acabei de comer a esposa. Agora tô comendo a irmã com a mesma porra. Fala oi pra ele, Sofia.
Sofia, a voz quebrada, só conseguiu soltar:
— Oi…
O homem do outro lado riu baixo.
— Que delícia. Usa ela direito.
Ricardo usou.
Tirou o pau, virou Sofia de costas na mesa, abriu as pernas dela até doer e enfiou de novo, agora olhando direto para a câmera do celular. Fodeu até a mesa ranger. Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau, deu dois tapas na cara dela e gozou na língua, no nariz, nos olhos. A porra escorreu misturada com a saliva e com o resto que ainda tinha da irmã.
O homem do telefone falou só:
— Manda o vídeo depois.
Ricardo desligou, guardou o celular e olhou para Sofia, ainda deitada na mesa, o rosto sujo, a buceta latejando, a janela aberta atrás dela.
— Agora você já sabe — disse ele, a voz rouca. — O que eu faço com a Helena, eu faço com você. Só que em você eu não preciso fingir carinho nenhum.
Sofia engoliu a porra que ainda tinha na boca e respondeu, a voz pequena e destruída:
— Faz de novo… por favor.
Ele já estava endurecendo outra vez.

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Um ano e meio depois – Quarta-feira, 00h23

Bar em outra cidade, 40 minutos de estrada.
Helena estava no plantão de 36 horas. Não voltaria até a tarde seguinte.
Ricardo estacionou o carro dois quarteirões antes do bar e olhou para Sofia no banco do passageiro.
— Tira a calcinha.
Ela já não usava em casa. Mesmo assim obedeceu, levantou o quadril, puxou o tecido fino e entregou na mão dele. Ele guardou no bolso da calça sem comentar.
A roupa que ele tinha escolhido para ela era justa demais: um vestido preto curto, tecido fino que marcava os mamilos e a curva da bunda, decote baixo. Sem sutiã, sem calcinha. Quando ela andava, a barra subia quase até a dobra da bunda.
— Hoje você vai ficar exposta — disse ele, a voz calma. — E vai gostar.
O bar era escuro, música alta, cheiro de cerveja e perfume barato. Ricardo pediu duas doses e logo se afastou. Começou a dançar com uma loira de vestido vermelho, a mão na cintura dela, o corpo colado, o pau marcando a calça de propósito. Depois trocou por uma morena, depois por outra. Sofia ficou sozinha na mesa alta, as pernas cruzadas, a buceta nua roçando o banco frio.
Homens olhavam.
Um cara de camisa preta se aproximou, sorriu, ofereceu bebida. Outro encostou a mão na cadeira dela e falou alguma coisa no ouvido. Sofia respondia curto, o rosto fechado de ciúme. Toda vez que via Ricardo esfregando em outra mulher, a buceta latejava de raiva e tesão misturados.
Quando o terceiro homem passou a mão na coxa dela, Ricardo apareceu.
Agarrou o pulso do cara com força, olhou nos olhos dele e falou baixo:
— Essa é minha.
Puxou Sofia pelo braço sem pedir licença e arrastou até o banheiro masculino. Empurrou a porta, ignorou os olhares dos homens que mijavam nos mictórios e a enfiou no último cubículo. Travou a porta.
— Levanta o vestido.
Sofia obedeceu, o corpo tremendo. Ricardo abriu o zíper, tirou o pau duro e a virou de frente para a parede. Abriu as pernas dela com o joelho e enfiou de uma vez, fundo, seco, até o saco bater.
Sofia gritou.
Ele não tapou a boca.
— Grita. Quero que esses filhos da puta escutem.
Fodeu com força, a porta do cubículo batendo a cada estocada. O barulho molhado da buceta, os gemidos altos dela, o som da pele batendo ecoavam no banheiro inteiro. Do lado de fora os homens pararam de falar. Alguém riu baixo. Outro chutou a porta de leve.
— Porra, que delícia…
Ricardo segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e falou no ouvido, ainda metendo:
— Escuta eles. Tão babando na sua putice. Sabem que você tá levando pau no banheiro masculino igual uma vagabunda.
Sofia gozou gemendo alto demais. Ele não parou. Continuou fodendo até sentir o orgasmo subindo, então enterrou fundo e descarregou tudo dentro, jatos quentes enchendo ela. Ficou alguns segundos parado, ofegante, depois tirou o pau. A porra escorreu imediatamente, grossa, descendo pelas coxas internas até quase o joelho.
Ele ajeitou o vestido para baixo, abriu a porta do cubículo e saiu primeiro. Os homens no banheiro olharam. Um assobiou. Outro ajustou a própria calça. Sofia saiu atrás, as pernas trêmulas, a porra ainda escorrendo, o vestido manchado por dentro.
Voltaram à mesa.
Ricardo sentou no banco de canto, puxou ela para o colo de frente para ele, as pernas abertas por cima das coxas dele. Por baixo da mesa, abriu de novo o zíper, levantou o vestido dela e enfiou o pau ainda sujo de volta na buceta.
Sofia mordeu o lábio para não gritar.
Ele começou a mexer o quadril devagar, metendo por baixo da mesa enquanto a música tocava alto. Para qualquer um que olhasse, parecia só um casal colado, ela no colo dele. Mas o pau entrava e saía, a porra antiga se misturando com a nova, a buceta dela fazendo barulho molhado abafado pela batida eletrônica.
Um grupo de homens na mesa ao lado olhava de canto. Um deles falou alto o suficiente para ser ouvido:
— Essa aí é programa, né? Olha a cara de puta…
Ricardo sorriu de lado, a mão apertando a bunda dela por baixo do vestido, e meteu mais fundo.
— Deixa eles pensarem — murmurou no ouvido dela. — Você é minha putinha de graça. Minha cadelinha particular. E quanto mais eles acharem que você é vadia, mais eu fico duro.
Sofia estava vermelha, os olhos marejados, o corpo rebolando no colo dele apesar do ódio e do ciúme. A cada estocada ela ficava mais molhada, mais entregue, mais apaixonada daquele jeito doentio.
Ricardo sentia o poder subindo pela espinha.
Ele era o macho que comia a esposa em casa e a cunhada no banheiro de bar em outra cidade. Que fazia ela gemer para estranhos escutarem. Que a fodia no colo enquanto os outros babavam achando que ela era paga.
E Sofia, cada vez mais viciada, cada vez mais docinha e destruída, só conseguia gemer baixinho no ouvido dele:
— Me usa… me usa na frente deles… eu sou sua…
Ele meteu até gozar de novo dentro dela, a mão apertando a nuca dela contra o ombro, o sorriso de quem sabia exatamente o que tinha nas mãos.
A música continuava. A porra escorria.
E nenhum dos dois queria que a noite acabasse.

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Três anos depois – Sexta-feira, 16h40

Helena estava de sete meses, a barriga já grande, redonda, pesada. Mesmo assim Ricardo a comia com fome.
Naquela tarde ele a deitou na cama de casal, abriu as pernas com cuidado e chupou a buceta dela como se fosse a primeira vez. Língua lenta, molhada, venerando cada dobra, cada gemido. Depois a virou de lado, ergueu uma perna e meteu devagar, fundo, sentindo a barriga quente roçar no braço. Fodeu até gozar dentro, beijou a boca dela e murmurou:
— Desansa. Vou ali comprar uma coisa pra você comer.
Helena, já mole, só sorriu cansada e fechou os olhos.
Ele não foi ao mercado.
Foi direto para o apartamento de Sofia, dois bairros de distância. Ela já não morava com eles há quase dois anos. Tinha o próprio lugar, o próprio emprego, a própria vida… e ainda assim abria a porta sempre que ele mandava mensagem.
Ricardo entrou sem bater direito. Nem fechou a porta atrás de si. Foi direto ao quarto. Sofia estava de shortinho e top, o cabelo solto. Quando viu o olhar dele, já soube.
Ele abriu a janela grande da varanda, a vista do 14º andar, a cidade lá embaixo. Tirou o pau ainda sujo da porra e do gosto da esposa, semi-duro, cheirando a buceta da Helena.
— Ajoelha.
Sofia ajoelhou. Ele enfiou na boca dela sem carinho, segurando o cabelo, filmando com o celular na mão direita.
— Chupa direito, puta. Ainda tá com gosto da sua irmã. Sente? A buceta dela tá cada vez mais parecida com a sua… ou será que a sua tá ficando igual à dela?
Sofia gemia com a boca cheia, as lágrimas escorrendo só de tesão. Ele falava sem parar, comparando:
— A Helena tá grávida e ainda aperta o pau igual vadia. Você aperta mais. Mas o jeito que ela geme quando eu chupo… você ainda não chegou lá. Embora essa sua cara de cadelinha chupando a rola suja da irmã seja uma delícia.
Ele a fez gozar só com as palavras e com o pau na garganta. Quando ela tremeu, ele tirou, puxou ela para a varanda, colocou as mãos dela na grade de vidro e enfiou por trás de uma vez.
O vento batia. Qualquer vizinho de prédio próximo que olhasse veria.
Ricardo fodeu forte, as mãos apertando a cintura dela, as estocadas secas e profundas.
— Olha a cidade, putinha. Enquanto sua irmã grávida tá em casa descansando com minha porra escorrendo, você tá aqui na varanda levando porra de novo.
Gozou dentro, fundo, segurando ela contra a grade até o último jato. Depois se sentou na cadeira da varanda, puxou Sofia e a fez sentar na cara dele.
— Esfrega. Igual a puta que você é.
Ela obedeceu. A buceta ainda cheia de porra, quente, molhada, esfregando com força no nariz, na boca, no queixo dele. Ricardo chupava, lambia, engolia o que escorria, as mãos apertando a bunda dela. Quando sentiu o segundo orgasmo subindo, puxou ela para baixo, enfiou o pau de novo na boca e gozou direto na garganta, segurando a cabeça dela até ela engolir tudo.
O celular dele vibrava na calça, lá dentro do quarto.
Helena.
Mensagem atrás de mensagem:
Amor, onde você tá?
Tô com fome…
Por que tá demorando tanto?
Ricardo olhou a tela, ainda com a boca suja, o pau latejando na língua de Sofia, e sorriu.
Respondeu só:
Já tô voltando. Trânsito.
Depois trancou o celular, passou o polegar no lábio inferior de Sofia e falou baixo:
— Amanhã de novo. E vem sem calcinha.
Sofia, ainda ofegante, a boca brilhando de porra, só assentiu.
A porta do apartamento continuava aberta. A janela também.
E a esposa grávida esperando em casa.


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Comentários


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fernando1souza2 Comentou em 28/07/2026

Delícia, votado! Continue.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cunhadinha ninfeta - 2 final

Codigo do conto:
268510

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/07/2026

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3

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