Aliviando o

Confissões — Parte 1

Desde adolescente eu era puro tesão sem direção. Meu primo, mais experiente, decidiu me iniciar. Sabia onde encontrar homens famintos por sexo. Seguimos um até sua casa grande, entramos pelos fundos, fomos parar num quartinho escuro cheirando a cimento e poeira.

Meu primo baixou as calças imediatamente. Seu pau saiu pulsando — grande, roliço, a cabeçona rosa e brilhante já escorrendo pré-gozo. Eu tinha visto ele tantas vezes nos banhos, nas trocas de roupa, e sempre me dava um desejo insano. Meu pau era metade do tamanho. Metade. Eu queria sentir um pau daquele tamanho na mão, queria entender a sensação de ter uma caceta pesada, grossa, dominadora.

O homem caiu de joelhos. Aquela boca abriu e engoliu o pau do meu primo numa chupada molhada, barulhenta, fazendo sons de sucção que ecoavam no quarto escuro. Ele me puxou pela cintura, abriu minha calça, libertou meu pau duro, pulsante, menor mas igualmente faminto.

Quando aquela boca quente, úmida, envolveu meu pau, quase desmaiei. A língua dele rodava na glande, lambia o pau de baixo a cima, sugava o líquido transparente que escorria da ponta. Ele sabia exatamente onde apertar, onde passar a língua, onde sugar mais forte.

O homem se sentou no chão de cimento frio, tirou a calça, liberou seu próprio pau médio mas duro, e se virou de quatro. Apresentou o cu para meu primo — uma bunda redonda, peluda, e o cu pronto para receber pica.

Ele pegou um pote de vaselina, mergulhou o pau pau de meu primo na gordura transparente até ele ficar brilhando, escorrendo. e puxou meu primo pelo cacete melado para o cu dele, colocou a cabeçona contra aquele cu apertado, e empurrou. O cu cedeu, abriu, engoliu aquele pau grosso até as bolas.

Enquanto meu primo metia com força, batendo na bunda do homem, fazendo ele balançar pra frente e pra trás, o homem me puxou pelo pau. Caí de joelhos no chão frio. Ele abriu a boca e me engoliu de novo, chupando enquanto era fodido por trás. A cada empurrada que meu primo dava, a boca do homem descia mais fundo no meu pau.

Eu e meu primo, de joelhos no cimento, o homem de quatro entre nós, sendo preenchido por trás e preenchendo a boca com meu pau. Eu gozei logo — não consegui segurar. Jorrei naquela boca ansiosa, porra quente, de primeira gozada que não foi na minha mão. Ele engoliu tudo, continuou chupando, limpando meu pau com a língua.

Meu primo gozou depois, enchendo o cu daquele homem de porra quente, gemendo alto. O homem bateu a própria punheta freneticamente e gozou no chão, três jatos brancos e grossos misturando-se com a poeira.

A partir daquele dia, fiquei viciado em caçar putaria.


Todo lugar virou lugar de sexo. A parte escondida da praia, onde encontrava homens circulando com olhares famintos. Cinemas escuros e fedidos, onde o cheiro de sexo impregnava o ar. Banheiros públicos, matagais, escadarias abandonadas.

Mulher mesmo só comi num carnaval. Uma negra gostosa, bem mais velha, experiente, me levou para um canto isolado, me sentou numa pedra fria, levantou a saia e sentou no meu pau duro sem cerimônia. Sua buceta era molhada, quente, apertada, com os lábios internos rosados agarrando meu pau inteiro. Ela rebolava, fazia aquela buceta engolir meu pau até a base, depois subia devagar, deixando só a cabeça dentro, depois descia de novo, apertando, massageando.

Gozei dentro dela em minutos. Explodi. Senti minha porra quente jorrando, enchendo aquela buceta, escorrendo para fora quando ela levantou. Descobri que nada era como aquilo. Nem punheta, nem chupada de homem. Só buceta tinha aquela sensação única de carne molhada, quente, apertada, pulsando em volta do pau.

Casei. No começo, minha mulher fodia bastante. Fazia de tudo. Chupava gostoso, gemia alto, pedia mais. Mas depois do casamento, foi se retraindo. O sexo ficou raro, mecânico, frio. E meu tesão voltou com força total.

Voltei aos banheiros, aos cinemas, aos matos. Peguei prostitutas quando tinha dinheiro, mas punheta com homem era mais fácil, mais rápida, mais acessível.

Uma vez, encontrei um professor da faculdade num banheiro. Ele veio direto, pegou meu pau com as mãos, bateu uma punheta experiente, ajoelhou-se e começou a chupar. Sua boca era quente, a língua passava de um lado para o outro da glande, ele fazia a técnica de sugar enquanto movia a cabeça, criando um vácuo perfeito. Gozei na boca dele, ele engoliu tudo, limpou meu pau com a língua, levantou e saiu como se nada tivesse acontecido.

Encontrei conhecidos várias vezes — amigos de infância, colegas. Fugia, corria, fingia que não conhecia. O medo e o tesão andavam juntos.

Encontrei um cara da escola da minha filha num desses lugares. Ele mandou recado querendo conversar. Fui à escola, neguei tudo, fingi inocência. Ele ficou embaraçado, acreditou que me confundiu. Escapei.

Outra vez, encontrei um colega de trabalho num banheiro. Não deu para desmentir. Eu estava numa roda de punheta com três caras — todos de pau para fora, batendo, olhando, desejando. Quando terminei e saí do banheiro, um deles conversava com meu colega. Nossos olhares se cruzaram. Silêncio. Eles se afastaram rapidinho.

Meu colega nunca tocou no assunto. Mas tenho certeza absoluta de que ele sabe das minhas aventuras.

Continua na parte 2.

Foto 1 do Conto erotico: Aliviando o

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico oldmanfight

Nome do conto:
Aliviando o

Codigo do conto:
268605

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/07/2026

Quant.de Votos:
1

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5