Enfim, me descobrindo para o sexo

nota: o relato é extenso, mas foi necessário para mostrar como tudo aconteceu.


Olá meus gostosos e gostosas. Antes de mais nada, uma apresentação curta.

Somos um casal sem ser um casal. Sou Flávia, 30 anos de idade, e meu companheiro (hoje, só de travessuras) Pedro. Moramos juntos em Curitiba por quase 8 anos, e precisei me mudar para Santa Catarina, mas sempre com um pé lá em Curitiba, e mesmo casada novamente, nunca soltei o Pedro, meu polaco (sexualmente falando). Não sou aquela mulher que deixa os homens babando, mas tenho meus atrativos. 1,65 de altura, 55 kg bem distrivuidos, coxas relativamente grossas e bundinha dura, sem ser bunda daquelas de passista de escolade samba. Seios médios e bicos e auréola pequenos. Mas, é bem fácil de ver se estou excitada. Os bicos crescem na hora. Fora isso, sou uma camaleoa, ora com cabelo curto e preto, ora loira e de aplique. Não sou de modismos e não uso piercing e nem tenho tatoos.

Meu polaco é 28 anos mais velho e um doce de pessoa, mas na cama se transforma, e me deixa doida. Totalmente despojado, não liga para roupa cara ou coisas de marca, e na cozinha ele me detona. Durante os 8 anos em que vivemos juntos, se eu fui para o fogão 2 vezes, foi muito.

Apresentações feitas, vamos ao que interessa. Não usarei cronologia, pois se fosse, até chegar nas partes divertidas, precisaria escrever uns 3 livros, e ficaria chato. Com o tempo, contarei detalhes do início.

Sou uma estabanada e distraída ao limite, do ponto de me preparar para sair com meu polaco e, só na porta da garagem ele me avisa que eu estava sem calça. É! Eu havia esquecido de vestir, e iria sair assim. Coisinhas desse tipo. Foi em 2020 que aconteceu algo que mudou por completo minha vida sexual. Me balançou e bagunçou, e dalí para diante, aquela moça que tinha o prazer sexual somente (ou quase) dentro de casa, se soltou para o mundo.

Já praticávamos o exibicionismo, comigo de roupas curtas, me trocando com as cortinas abertas, eu tomando sol nua no quintal e o vizinho olhando, e coisas do gênero, como ir para a praia e abusar na transparência e tamanho mínimo do biquini. Na hora da transa, as conversas eram as mais cafajestes possíveis, mas ficava só na conversa. Na parte do exibicionismo, no começo estranhei, mas depois comecei a gostar de saber que outros homens, e até mulheres, me olhavam e se excitavam. Então, aquilo, em 2020, era até normal para mim, em se tratando de me exibir, claro.

Voltando a 2020, fomos para São Paulo atender a um pedido de um amigo do Pedro. Esse amigo, na época, tinha uma pequena confecção e 4 lojas, e faríamos todo o catálogo e remodelação das lojas. Até aí, tudo bem, não fosse o fato de ser em Sampa, e cada loja em uma região diferente (muito longe uma da outra). E dá-lhe metrô! Para facilitar, esse amigo nos cedeu uma casa para ficarmos nesse período. Era estratégica, pois ficava mais ou menos no meio dos lugares que precisaríamos ir.

Depois de 15 dias trabalhando duro, meu polaco me falou que estava quase tudo pronto e que iríamos nos divertir um pouco. Pensei: lá vem coisa. Ele foi até minhas roupas e separou uma mini saia de lycra, até comportada, dependendo do jeito que se usa. Na hora já vi que ele queria me exibir. Para completar, meias 7/8, um top, também de lycra, e uma calcinha preta, de lacinho. Detalhe: o top e a mini saia eram brancos. Nunca gostei de fio dental, então essa faz aquele triângulo pequeno atrás (calcinha convencional) que o Pedro tanto adora, pois, segundo ele, deixa uma marquinha pra lá de sensual em uma roupa justa. Só que o safado, normalmente, atola ela no meu rabo. Colocou tudo em uma bolsa e fomos para uma das lojas, e na saída eu me trocaria.

Quando deu umas 4 horas da tarde, encerramos com aquela loja e lá fui eu para o banheiro. Ao sair de lá, reparei que todos me olhavam com aquela cara de “é ela? a mesma Flávia de uns minutos atrás?”. Um dos vendedores assobiou baixinho e, olhando para minha bunda, ficou massageando o cacete como se estivesse sózinho alí, sem ligar para os que estavam ao lado. Eu olhava para ele pelo espelho e me divertia, até que o polaco cortou meu barato. Chegou perto do meu ouvido e cochichou.

?Que foi, polaco?
?O sutiã. Esqueceu?
?O que? Tá maluco? Quando a gente sai pra brincar, eu não uso! Mas, tá! Vou lá colocar!

Quando eu cheguei perto da porta do banheiro, ele me chamou, e me fez ir até ele. Faz isso de propósito, só para me atazanar.

?E agora, meu polaquinho, que foi?
?Não é para colocar, e sim, tirar!
?Hãããã?!?

Olhei para meus peitos, e mordi os lábios. Caralho, de novo? Mas, enfim, lá fomos para o metrô. O percurso não seria longo, não fosse os problemas que estavam ocorrendo no dia. Andava um pouco, parava, andava de novo, parava uma eternidade. Vagão cheio? Que nada, ainda caberia uns 2 mosquitos. Na próxima parada, ferveu de gente, e onde não cabia mais ninguém, colocaram metade da torcida do Palmeiras. Estávamos tranquilos em um recuo, perto dos vidros laterais, mas com o empurra-empurra, meu polaco ficou de costas para os vidros e eu fui arrastada para a frente dele, me segurando exclusivamente em seus braços e ele em mim. Tudo bem, não existia a mínima chance de cair.

Assim, do nada, senti que alguém se encostou em minhas costas. Olhei pelo reflexo do vido e reparei um rapaz, uns 22 ou 23 anos, bonito e usando o mesmo perfume que meu polaco sempre usa. Até alí, nada demais, não fosse o fato que o dito trem arrancava e parava, mexendo as pessoas para os lados. Numa dessas mexidas, o rapaz se encaixou, literalmente, na minha bunda, mas imediatamente pediu desculpas.

?Moça, perdão, mas não tenho como evitar. Você e seu namorado não querem trocar de posição? Assim evitamos algum constrangimento.

Tentamos, porém foi impossível. Mas depois, descobri que o polaco tentou, mas sem nenhuma vontade de conseguir trocar nossos lugares. E assim fomos, de arrancada em arrancada. A cada mexida, eu sentia que o cara estava ficando excitado, só que nessa hora entram o meu problema de distração e, claro, os hormônios. Quando me excito, fico cega. E dentro da minha distração, aliado ao perfume que o moço usava, igual ao do meu polaco, achei que quem estava atrás de mim era o Pedro. Só que não. E ainda tem o fato de eu e o polaco sempre fazermos isso nos ônibus de Curitiba.

Fato é que, em uma das paradas bruscas, o caralho do cara, já prá lá de duro, encaixou certinho no rego da minha bunda. E a saia de lycra me fez sentir ele todinho roçando em mim. Eu? Empinei a bunda e rebolei. Foram umas duas reboladas, até que me veio um estalo. Se o polaco está aqui na minha frente, to rebolando no caralho de quem? Olhei para o reflexo do vidro e despenquei das nuvens.

?Polacoooo! ?sussurrei para ele. ?Não fica brabo, mas aconteceu… é… uma coisinha. Sabe o carinha que tá aí atrás? Pois é! Ele tá colado em mim, com o caralho totalmente duro, e eu… achando que era você…
?Huuuum? ?o cafajeste fez uma cara de desentendido, mas sabendo exatamente o que estava acontecendo.
?Porra, polaco! To falando que rebolei no pau dele, achando que era você! E você vem com essa cara de desentendido?
?Relaxa, amor. Metrô, aqui, é assim. E também, coitado do rapaz? Vai fazer o que? Nem dá pra se mexer. Ainda bem que na frente dele tá uma gostosa. Imagina se fosse outro cara?

Filho da puta. Ele estava se divertindo com a situação. Um dos fetiches do polaco é justamente esse, ver a companheira dele se divertindo, sexualmente falando, com outros caras. E ele sabia que meus hormônios iriam substituir meus neurônios rapidamente. Tentei baixar minha mão, para puxar para baixo minha saia, e rocei no cacete do polaco. Estava em pé, duro feito ferro. E essa agora? O que eu faço?

E lá vai o trem, arrancando e parando. De repente, o cara me prensou de novo, e ficou. Sem pensar, empinei e rebolei, mas desta vez foram várias vezes. Minha buceta melou na hora, e do nada, a mão dele segurou meu quadril. Aquilo me deu um estalo e pulei para a frente, ou tentei, e comentei com o polaco o que havia acontecido.

?Te deu tesão, amor?
?Caralho, polaco! Tem um cara me encoxando, e você pergunta se me deu tesão? E ele tava colocando a mão no meu quadril, cacete!

Sem eu esperar, o polaco baixou a mão e subiu pelas minhas pernas. Chegou na minha buceta e desviou a calcinha, chegando até onde deu. De lá, trouxe o dedo todo melado e, pra me atormentar, levou até a boca e chupou.

?Tá com tesão ou não?

E essa agora? Meu polaco me lê, e sou completamente transparente nessas horas.

?Tôoooooo! Eu to sim, mas nunca passei por isso! Aliás, odeio esse tipo de gente que se aproveita!
?Mas, agorinha pouco você me falou que achou que era eu atrás de você, não falou? Então, o cara não tem culpa!

Que merda, ele estava certo. E o pior é que, do nada, eu pensei “por que não?”. Aquilo era algo novo para mim, mas meu polaco me conhecia, sabia que eu iria ceder. Então, bóra brincar um pouco.

?Polaquinhoooo!... é que… sabe…
?Te conheço, menina. Cê tá com tesão. Aproveita.
?E até onde eu posso ir?
?Até onde você quiser ir! A vida e o corpo são teus, e quanto a mim, você me conhece! To adorando.

Aquelas palavras foram como se eu estivesse parada no farol (semáforo), e a luz verde aparecesse. Mas, e como fazer? Até onde ir? Não levou 2 segundos e o dito trem parou novamente, e, claro, o cara veio de novo, se encaixado. Timidamente, agora tendo em mente que não era o polaco atrás, empinei e fiquei rebolando. E a mão do rapaz me pegou pela cintura novamente. Ninguém tinha condição de ver o que estava acontecendo, era humanamente impossível. Esperei para ver o que ele faria e me desesperei. A mão dele começou a baixar, em direção às minhas coxas.

?Caralho, polaco! Ele tá passando as mãos na minha coxa! Que eu faço?
?Quer que eu verifique se tua buceta melou mais?
?Palhaço! É claro que melou, você sabe!
?Então, amor, se tá ruim, para o cara, mas se tá bom, brinca um pouco! Ele não vai conseguir mais do que pegar na tua buceta, nem se preocupe.

Pegar na minha buceta? O que? Eu preocupada com minha bunda e coxa, e o polaco já tá querendo que ele meta a mão na minha buceta? Que filho da puta. Mas, tá. É assim? Então, vamos brincar.

?Cuidado, polaco, você tá brincando com fogo. Sabe que se ele chegar até onde ele quer, eu saio de mim. Daí, quero ver me segurar.
?Só, por favor! Geme baixo, principalmente quando for gozar.

Gozar? Que mané gozar? De onde ele tirou a ideia de que vou gozar aqui, nessa situação. Mas, nunca diga nunca. Eu, ao conversar com o polaco, simplesmente esqueci a vagabunda da minha bunda empinada e, detalheeeee… rebolando no caralho do cara e, claro, ele com a mão descendo e indo para o meio das minhas coxas. Quando me dei conta, ele já estava com os dedos metidos no meio delas e acariciando minha buceta por baixo. Notou na hora que eu estava encharcada.

?Polaco, me ajuda! A mão dele desceu, e os dedos dele estão roçando minha buceta por baixo? Só que to de pernas fechadas! Faço o que?
?Abre, ué!
?Abrir o que, cacete? ?falei alto sem querer, mas parece que ninguém notou, ou se ouviu, nem fez conta.
?Como assim, abrir o que? As pernas! Senão, como o carinha vai se virar?

E agora, povo, entra meu lado estabanado. Ao invés da loirinha aqui (na época ainda loira) permanecer na terra e tentar lidar com a situação, fui pra Marte para mastigar o que o polaco havia falado. E veio a questão. Como abrir as pernas nesse vuco-vuco? Me esqueci completamente que os dedos do cara estavam lá, garimpando e cavando um jeito de entrar. Tentei olhar para baixo e, mexe daqui e dali e, foi, uma perna um pouquinho pra cá, a outra pra lá. Não é que consegui. Consegui o quê? Por que cargas d'água eu fiz isso, se o principal era decidir se deixava ou não o moço prosseguir? Mas que consegui abri as pernas, isso eu consegui.

Meus devaneios congelaram na hora em que senti dois dedos me invadindo. E fizeram isso com fome. Entraram e saíram algumas vezes, e sem me esperar, acabaram indo parar bem no meu grelo. Aqui, cabe uma nota. Descobri com meu polaco que meu pequeno clitóris tem a capacidade de dobrar de tamanho, e quando isso acontece, tchau mundoooo. E aconteceu. E o garoto parecia saber o que fazer com um grelo estufado. Massageou deliciosamente, e voltou para a gruta. Eu fechei os olhos, mordi os lábios (da boca, claro, pois os de baixo estavam ocupados com outra tarefa) e despenquei a cabeça no ombro do polaco, gemendo e me tremendo toda. O polaco, me conhecendo como ninguém, falou alguma coisa, que não entendi nada, mas que não era para mim, e sim para o cara. E assim, do nada, tudo parou, e os dedos não estavam mais lá, dentro da minha buceta. Que porra é essa? Olhei para o polaco, fuzilando ele.

?Porra, seu merda, por que parou? Tava tão gostoso teus dedos na minha buceta (isso tudo sussurrando)! Eu ia gozar já, já!
?Parei tudo justamente porque você ia gozar, e só nós sabemos o escândalo que você faz. Se quer gozar, vai ter que ser consciente, senão, arranjamos encrenca. Só um detalhe. Não era eu.
?Não era você? Você o quê?... Ops…

Estalo. Fláviaaaaaaa, volta pro corpo, mulher.

?E então? Tá gostando? Quer continuar?

Putz, que situação. Continuar? O cara já tinha metido os dedos lá no fundo. Continuar? Como? Só que o tesão tava me consumindo, e só dei um sorrisinho pro polaco, daqueles bem safados. Ele me retribuiu com umas das caras mais safadas que vi ele expressar até hoje. Chegou bem perto e me deu um puta beijo de língua que por pouco não me desmonta. Aquilo foi delicioso, só que o polaco é imprevisivel, e quando percebi, minha mini saia estava subindo, e minha bunda já estava completamente a mostra.

?Polacoooo, que loucura é essa? E se alguém ve isso?
?De que jeito? Olha para os lados! Quer continuar ou não?

Não sabia o que responder, e quando achei as palavras, senti algo quente encostar na pele da minha bunda. E o que era aquilo agora? Coloquei, com algum esforço, minha mão para trás, e o que acheeeeeiiii? Um grosso, comprido, quente e duro caralho pra fora da calça do cara. Quando apertei aquele cacete, eu gelei. Gelei e melequei mais ainda. E lá vão os hormônios, só que desta vez, fiquei até consciente.

?Vai, minha gostosa, aproveita. Pode não ter outra chance igual a essa.
?Mas, polaco, é loucura! E se ele tentar me comer aqui mesmo?
?Só se vocês fizerem mágica. Ele é mais alto que você, e sem chance de você conseguir dobrar o corpo. Só fica esperta… sem escândalo na hora de gozar, hein!

Tá bom. Quer assim, assim será. Aquele cacete estava delicioso na minha mão, mas ficou ainda melhor quando o cara o colocou entre minhas pernas e simulou uma foda. Tenho coxas relativamente grossas, mas a cabeça do caralho saiu quase do outro lado. Mas a coisa, por parte do polaco, não desacelerou aí. O abusado simplesmente, aproveitando meu alucinamento, desamarrou os laços da minha calcinha. Pode? O vagabundo do cara notou, e quando tirou o caralho do meio das minhas coxas, levou a calcinha junto. Então, lá estava eu em um vagão lotado, prensada entre dois caras, com a saia levantada e sem calcinha. Mas piorou, ou melhorou, não sei. O cara pegou a calcinha e levou até o nariz, se aproximando do meu ouvido.

?Que delícia de cheiro! E que gosto bom! Teu gozo é delicioso!
?Nem gozei ainda!

Falei isso e desci minha mão, para colocar por dentro da minha calcinha e brincar com meu grelinho, mas… mas… cadêeeeeee a porra da calcinha? Olhei pro lado e vi o rapaz lambendo ela. Na minha frente, meu polaco com o maior ar de cafajeste, me comendo com os olhos e brincando com as mãos? Como assim? Brincando com as mãos? É, e brincava apertando meus peitos, que estavam totalmente fora do top. Gente, me preocupei. Será que, pelo menos, meus sapatos ainda estão no pé? Baixar meu top seria fácil, mas recuperar a calcinha, essa esquece.

E os dois vagabundos pareciam agir em sincronia. O cara passou uma das mãos para a frente e começou a apertar um dos meus peitos que estava exposto. Com a outra mão, foi por baixo das minhas coxas e entrou direto na minha buceta. Meu polaco, pilantra, me tacou um beijo de lingua e desceu uma mão para meu grelo, e massageou de um jeito que eu amo. Esse beijo tem uma explicação. Ele sabia que eu não aguentava mais e iria gozar. Não deu outra. Quando minhas pernas bambearam, o polaco, por precaução, recolheu sua lingua mas continuou me beijando. Vi estrelas e empinei a bunda de vez, empurrando os dois. Foi uma ação involuntária. Queria pau na minha buceta, fosse de quem fosse, e aquele era o único jeito, me curvando para a frente. Só que foi impossível. O moço que estava atrás notou que eu gozei e retirou os dedos da minha buceta. Mas o polaco não parou, e deu um trato completo no meu grelo, ainda segurando minha boca com a dele. Eu não gozava, eu jorrava gozo, até que o polaco aliviou.

Comecei a sentir algo roçando rápido nas minhas costas, e não demorou para entender. O cara tava na maior punheta, e de repente encaixou a cabeça do pau no meio das minhas coxas, deixando um rio de porra sair. Parecia um vulcão. E o que fazer com aquilo? Me lambuzou inteira.

?Não deixa escorrer, amor. Você vai ficar toda grudando!

Escutei o polaco falar e, quase sem forças, fui pegando o que dava e levando para a boca. Que porra docinha que o polaco tem. Que delícia... espera um poucooooo. Porra? Polaco? Essa porra não era dele, e sim do carinha de trás. Ainda meio grogue, fitei o polaco nos olhos, e vi ele com uma cara deliciosamente safada. Bom, já tinha lambido um monte mesmo, então tratei de limpar o resto.

Nos recompomos do jeito que deu, e ficamos ali, com meu polaco me pegando pela frente e o carinha por trás, na maior ralação em minha bunda. Mas como tudo que é bom acaba, chegamos na estação. O cara vazou sem sequer esperar eu me virar para olhá-lo direito. Fazer o que, não é? Espero que pelo menos tenha aproveitado um pouco.

Saímos pela estação e eu estava sei lá onde. Marte, Júpiter, Alpha, Gama, fundo do mar, sei lá. Estava em qualquer lugar, menos em mim. O polaco me guiava e descemos as escadarias, até que chegamos na rua. Alguns Uber estavam parados alí perto e fomos até lá. Entramos em um deles e, sei lá o por quê, meu polaco ficou uns 5 minutos fora do carro, conversando com o motorista. Depois entrou e o veículo seguiu.

Alguns minutos haviam se passado e eu já estava mais “consciente”. Nisso, o polaco me puxa para o meio do banco e começa a alisar minhas pernas. Eu, ainda acesa, pedi para ele parar, só que ele continuou e me tacou um baita beijo. Já havíamos feito isso, exibição para o motorista do Uber. Nunca em Curitiba, sempre em outras cidades. Possivelmente o polaco havia perguntado para o motorista se ele aceitava, e como já tinhamos começado, entrei na dança. A mão do polaco entrou entre minhas coxas, e ele me pediu para abrir as pernas, e foi o qu eu fiz. Sei lá, que mal tem deixar aquele motorista, possivelmente já bem cansado, ver minha calcinha. E dei meu show.

Paramos em frente da casa em que estávamos hospedados e fui para o portão, enquanto o polaco ficou para pagar a corrida. Notei que o motorista passou um papel para o polaco, que logo guardou no bolso. Cartão com número de telefone para novas viagens? Possivelmente.

Entramos e eu precisava, urgenteeeeeee, de um banho para relaxar, mas não sem antes trocar umas palavras com meu polaquinho filho da puta.

?Que caralho, polaco. Sei que você é um cafajeste. Delicioso, mas cafajeste. Um cara me encoxa no trem, bem na tua frente, e ao invés de ficar brabo, você incentiva e entra na farra? O cara meteu os dedos na minha buceta… no cú eu não sei, pois depois que o tesão subiu… Nós sempre conversamos sobre essa questão de outro cara em nossa cama, mas sempre achei que era um papo pra deixar mais apimentada as nossas transas!

?Gostou?
?Porra, polaco! Eu…
?Gostou ou não?
?Você sabe que eu gostei, seu vagabundo!
?Gozou gostoso?

Eu dei um sorriso maroto e fui até ele, beijando sua boca.

?Tem porra de outro cara na minha boca, seu filho da puta!
?É! Tem sim!

Ele falou isso e me beijou novamente. Isso me fez sentir uma sensação nova, um tremor e calor que me tomou inteira. Foram instantes, mas nunca esqueci. Quase gozei de novo. Ficamos ali naquele enrosco mais um tempo, mas eu precisava do banho.

?E pra completar, seu vagabundo. Como se não bastasse lá no metrô, ainda fez eu me exibir e mostrar minha calcinha pro motorista do Uber.

Falei isso e comecei a tirar meus sapatos. Qundo volto o olhar para o polaco, vi que ele ria copiosamente. E só fui entender quando tirei o top e a saia.

?Puta que pariu, seu vagabundo. Eu tava sem calcinha naquele Uber. E com as pernas arreganhadas. Foram uns 30 minutos mostrando a buceta pro motorista.

Demos risada e fomos juntos para o banho. E nem preciso dizer o que aconteceu depois, não é?

Mas, essa história não acaba aqui.

Beijos, meus gostosos e gostosas.

Foto 1 do Conto erotico: Enfim, me descobrindo para o sexo


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Comentários


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japafeet Comentou em 30/07/2026

😊




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enfim, me descobrindo para o sexo

Codigo do conto:
268701

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
30/07/2026

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