Tessa, uma amiga muito maluca

Oi, meus gostosos e minhas gostosas.

Gente, sei que o normal seria escrever a parte final sobre como me libertei para o sexo, e juro, meu polaco já está quase terminando, mas preciso aproveitar que meu companheiro atual está fora, em viagem, para selecionar situações pela qual passei e lembrei de uma que aconteceu e que até hoje, quando lembro, me faz dar risadas. Hoje ela é uma grande amiga, mas quando a conheci, confesso que fiquei com medo. Ela é a Tessa, e mora atualmente na Espanha. Para aqueles que querem o final dos relatos no metrô, cobrem do polaco, metam o pau nele. Quer dizer, isso é metáfora, tá gente? Nada de comer o rabo dele, tá?

Minha história com o polaco já dá uns 3 livros, principalmente entre o dia que nos conhecemos, a primeira transa e os próximos 4 ou 5 meses. Ele simplesmente pegou meu mundo, amassou como se fosse uma folha de papel, e jogou no lixo, me dando outro novinho. E não falo só em questão de afetividade, mas principalmente de sexo. Eu não conhecia nada, nem gostava muito de transar, pois meus 3 namorados antes dele, e um outro, que eu debulhei na porrada por causa de uma transa (quebrei a cara dele, na base do chute, mas essa história fica pra outro dia), só me pegavam, davam duas ou três socadas, gozava e dormiam. Que graça tem isso? Eu terminava na mão. Pelo menos virei uma siririqueira de primeira. Duvido alguém me bater numa siririca.

“Táaaaa… Fláviaaaa, desce pra terra e concentra.”. Escutei isso do polaco um milhão de vezes. Nos conhecemos em um dado dia, no meio de uma tempestade com vento e raios que foi assustador. Nesse dia, precisei entrar na casa dele e… dormimos juntos. Só dormimos, bando de pervertidos. Não rolou nada. Não deu para ir para casa por causa da chuva, e o polaco tinha mandado desinsetizar (caralho de palavra), e ficamos na sala. Não tinha espaço, e dormimos em um colchão que estava estendido na sala. Ficamos ali vendo TV e peguei no sono, até que acordei e…

Cacete, não sei se conto essa parte. Guya, meu querido, se você der risada, te bloqueio. Tá avisado. Quando acordei, isso lá pelas tantas da madrugada, o polaco tinha colocado… conto ou não conto?... que se foda… ele tinha colocado 3 travesseiros entre nós dois. Pode? Esse é o polaco, completamente fora da curva. Cabe dizer que 3 dias depois me mudei para a casa e a cama dele. Não que eu quisesse, e sim porque precisei. Me mudei e já fomos dormir juntos. Só que… conto?... foda-se… só fomos transar 18 dias depois. É, meus gostosos e gostosas, ficamos 18 dias dormindo juntos, de conchinha e tudo, para transar só depois disso. E olha que eu já estava andando só de calcinha e camiseta pela casa. E posso afirmar, o polaco não é gay. A única coisa é que, diante da situação de quase depressão pela qual eu passava, ele achou que não deveria forçar a barra. Me deu muto carinho, me ajudou a superar a crise pela qual eu passava, e esperou o meu tempo. O polaco jamais forçou nada comigo.

Voltando a minha querida Tessa. Uns meses depois da primeira transa, eu e o polaco concordamos que eu tinha problemas com sexo anal. Não que o polaco seja maluco por cú, mas a gente queria dar uma variada. Aliás, um parêntese aqui. Eu era traumatizada com anal. Tive 2 experiências anteriores, e as duas foram péssimas. Meus outros dois namorados não comeram meu cú. Me arrombaram, estupraram. Então, dica para todos os caras que lerem isso. Vão com calma, e perguntem como a garota quer. Deixa ela comandar. Se ela for experiente, vai na boa, mas se ela for iniciante, só se você for muito filho da puta pra entrar de vez, arrombando tudo. Se você é um cara que faz isso, dá o cú para um pauzudo para sentir na pele a dor que a gente passa…

Voltando para o principal, frente a essa minha dificuldade, e com o polaco querendo me dar alguns presentes, ele me convidou (sem me falar nada) para sairmos. Para quem é de Curitiba, vai saber onde é. Rua Mateus Leme, bem perto do shopping Mueller. Um sex shop. Gente, eu nunca tinha entrado em um lugar desses, e olha que eu já tinha mais de 20 anos de idade. Tá. Chegamos e entramos, e quando olhei para as prateleiras e expositores, fiquei corada.

—Polaco, que lugar é esse?

—É um sex shop. Passei pra visitar uma amiga.

—E você tem “amiga” num lugar desses?

Povo, olha como eu era. Me dá a maior vergonha só de lembrar dessas coisas. Tá, deixa quieto essa parte. O polaco foi me puxando, até que chegamos no balcão. E lá vai o ele falar com a atendente.

—Jéssica, a Tessa tá por aí?

—Já vou chamar, polaquinho! Guenta aí! Namorada nova, ou só tá pegando? —olhou para mim e mandou beijo.

“Namorada nova, ou só tá pegando? Polaquinhoooooo?”. Que porra é essa? Jéssica? Tessa? É… bom… putaaaaa que pariu, quem é essa vagabunda assanhada? Vontade de dar uma voadora.

Do nada, uma portinha se abriu em um canto e a tal Jéééééssica (baixinha aguada do cacete) mandou a gente entrar. Meninas, quando entramos na outra sala, restrita apenas a clientes vip ou amigos, quase desmaio. A quantidade de consolos que tinha nas paredes fez eu travar as pernas, com medo de abri-las e algum daqueles caralhos de borracha tentar me atacar. Tinha de todas as cores e tamanhos. Alguns eram gigantescos. Em uma vitrine, uma variedade de vibradores que não tinha fim.

—Polaquinho, que… que… que é tudo isso? —perguntei, sem saber para onde olhar.

—Consolos, ué! Pode escolher qualquer um, menos aquele vermelho lá da ponta!

Olha como esse filho da puta me trola. Eu olhei para o “vermelho lá da ponta”, e, dentro da minha ingenuidade aquariana que me leva para Marte quase sempre, perguntei o por quê.

—É que aquele é o extintor de incêndio.

—É?

Nem preciso falar da gargalhada dele, não é? Mas, quem aparece nesse momento? Tessssa. Mulheraça, uns 1,70 de altura, magra das coxas grossas, olhos verdes, peitos médios, cabelo liso e preto, pelo ombro. Uma bunda coisa mais deliciosa (minha visão de hoje, pois no dia eu estava odiando aquela mulher e achando a coisa mais filha da puta possível).

—Polaquinhoooo! Que bom que você lembrou que eu existo, meu tesão! E essa? Namorada nova? E quando vai chegar minha vez?

Polaquinho? Meu tesão? Fervi nessa hora. E ali eu vi o quanto sou possessiva quando se trata do meu polaco. Eu queria esganar aquela vadia. Mas, me segurei. Depois de um tempo, o polaco me contou a história deles, e entendi o porquê dela agir daquele jeito.

Fato é que fomos conversando e eu gostando dela. Aquarianos são assim. A primeira impressão não é a que fica. Quando fica, sai de baixo, mas normalmente mudamos de opinião. E foi o caso. Quanto ao sex shop, me explicaram e, realmente, não é um lugar que só tem caralho de borracha. Meninas, meus perfumes, lingeries, incensos e outras coisas… compro tudo no sex shop. As pessoas têm uma visão muito tacanha das coisas. E vocês, rapazes, peguem a companheira e levem para visitar um lugar assim. Não tem nada demais. E só um detalhe. Por vezes, o “machão” não quer levar a companheira em um lugar desses, então ela vai sózinha, ou até pior, vai com OUTRO cara.

Vai daqui, vai dalí, descobri que o polaco e a Tessa já se conheciam a algum tempo. Se conheciam até bem demais, sexualmente falando. Por isso ele tinha atendimento vip. Eu já havia escolhido algumas coisas, principalmente calcinhas. Só para vocês terem idéia de o quanto o polaco me mudou, não uso mais calcinhas de renda. Só de algodão, e isso veio dele. São mais confortáveis, não machucam a pele, e são tão sensuais quanto as outras (depende de quem olha, claro). O polaco ainda comprou um vibrador e 3 consolos para meu uso, e chegamos a um assunto que, para mim, era bem íntimo… meu problema com sexo anal.

—O plug ajuda, polaco. Comigo foi assim e nós resolvemos com ele! Lembra? —a Tessa comentou e eu arregalei os olhos.

Plug? Que porra é essa? E como assim, eles resolveram? Resolveram o que? O polaco e ela resolveram um problema anal? Gente, que papo era aquele? A Tessa trouxe uma caixa com várias embalagens, e dentro de cada uma, um trem esquisito, esférico (nem sei como explicar, mas todo mundo sabe o que é um plug anal, não é?) e me perguntou qual o tamanho que eu queria.

—Tamanho? Como assim? Onde põe isso?

Os dois se olharam, evitaram rir para não me constranger e voltaram o olhar para mim, até que a Tessa tomou a palavra.

—Flávia, faz pouco tempo que vocês estão juntos, dá prá perceber! É um plug anal, ou seja, vai no ânus. Você insere ele no “tóba”.

—Queeeê? Tóba? Que porra é essa?

—No cú, meu tesão. —o polaco respondeu, soltando um sorriso bem sacana.

—No cú? E por que vou enfiar essa coisa no meu cú? Olha a largura dessa coisa? Se teu pau não consegue entrar direito, imagina esse negócio?

A Tessa segurava um plug tamanho grande nas mãos. Realmente, aquele seria complicado. Até que ela, com toda a paciência, resolveu me explicar que, basicamente, existem 3 tamanhos. P, M,G. E era usado para que a mulher se adaptasse e ficasse pronta para receber um caralho sem sofrer tanto. E qual tamanho seria o indicado para mim? P ou M?

—Sei lá? como vou saber?

—Bom, Flávia! Tem um jeito simples de saber? —a Tessa, com uma calma tibetana, me atalhou.

—Que jeito? —perguntei, com medo da resposta.

—Deixa ver teu cú que já respondo!

É… bom… quer dizer… Genteeeeeeee, eu era uma sei lá o quê, uma tacanha, em relação a sexo. E aquela mulher queria ver meu cú? E agora? E olha como o polaco premedita a coisa. Eu não era nada a fim de saia. Tinha vergonha das minhas pernocas brancas, e nem exibicionismo a gente praticava na época. Só que o vagabundo me convenceu a sair de mini saia naquele dia. E sem meia calça. Ele já estava pensando nessa hora.

—Amor, vai por mim, isso vai ajudar você com relação a anal. E não vai ser o primeiro cú de mulher que a Tessa verá! Vira a bunda pra cá, vai! A não ser que você prefira continuar sofrendo com anal!

Meu lado estabanada resolveu pousar na minha cabeça, e ao invés da vergonha, o que pensei foi sei láááá o que. Como um plug daqueles ajuda uma mulher a superar um problema? Tem alguma fórmula matemática pra isso? Pensei em tudo, menos em mim, que estava morrendo de vergonha. E virei a bunda na direção do polaco, curvando o corpo. E não deem risadaaaaaaaa, seus depravados. Sabe o que eu fiquei pensando?

“Como essa coisa vai me ajudar? De que jeito?”.

E fiquei alí, em meus devaneios, até que veio em minha mente algo parecido com sorvete de hortelã. Juro pra vocês que senti o gosto de hortelã na minha boca. Salivei. São que não era sorvete, e sim a Tessa metendo dois dedos no meu cú. Hortelã? Não era hortelã, e sim o lubrificante que ela estava usando. Tomei um susto e dei um pulo, que quase agarrei o extintor de incêndio que estava na parede.

—Que é isso, caralho? Que porra é essa?

Os dois se olharam, sem entender nada, e se voltaram para mim.

—Como assim, amor? Você se virou e empinou a bunda. A Tessa falou o que iria fazer e você só disse “humhum”. Achamos que você tinha concordado…

Povo, o nível do meu estabanamento não é esse. Nesse dia ele estava só no médio. Pensa em outras furadas que o polaco entrou por minha causa. No final, saí de lá com dois plugs, um P, para começar, um M para aumentar minha recepção, e uns quinhentos sachês daquele lubrificante. Meninas, tem de morango, de framboesa… um monte. E cada vez que uso, parece que to chupando sorvete… sem dar risadaaaaaaaaa, Guya. Já falei que se eu descobrir, te bloqueio. E lembrem que eu era um zero a esquerda com relação a sexo.

Enfim, com tudo isso, nos aproximamos muito da Tessa (segredinhooooo: foi a primeira buceta que chupei). Ela é uma desvairada por completo, mas sabe se comportar fora dali, diante de estranhos. Em um dado dia, o polaco me diz que os pais dele iam dar um churrasco. Seria no fim de semana, dalí a dois dias e perguntou se poderia convidar a Tessa.

—Claro, amor! Só que vai ser no sábado, e eu queria me depilar! Só não sei se consigo horário no salão na parte da manhã!

—Fala com a Tessa. Ela tem um lugar pra onde ela carregou todas as minhas ex.

Hã? Quantas “ex” esse vagabundo tem? Mas, enfim, o lugar deveria ser bom. Se as "ex" do polaco iam!! Bóra lá. Liguei pra Tessa e ela confirmou, e disse que iria fazer uma “completa”. Até uma depilação cavada. Sabe o que é? Lá em Curitiba chama assim. Se você não sabe, dá uma pesquisada. E lá fomos. Tenha em mente que isso era na parte da manhã, e à tarde, lá pelas 15 horas, precisávamos ir para o churrasco.

Minhas gostosas e meus gostosos. Daqui para a frente, meu povo, essa história tomará ares de “impossível”. Então, recomendo que se você decidir prosseguir, abra sua mente para aquilo que você não vai acreditar, mas aconteceu… e tomaraaaaaa que minha ex sogrinha maravilhosa não leia isso, pois ela vai querer me matar e matar a Tessa.

Chegamos no salão e só tinha uma sala disponível, com duas macas, para atendimento. Honestamente, prefiro sala com maca única, mas era a Tessa, então vamos lá. Eu nunca havia feito depilação cavada, e honestamente, demorei para acostumar. Depilação dos pelos do cú, para quem não conhece. Só que comigo, correu tudo bem. Já com a Tessa, que era cliente do local… deu ruim.

A moça que estava me depilando foi um amor. Mas quando olhei para o lado, tinham 2 moças atendendo a Tessa. Uma só estava olhando e conversando, enquanto a outra… a outra só xingava. Pelo que entendi, ela descobrira que estava levando um belo par de chifres, e a cada coisa que ela falava, a outra replicava: “miga, arrebenta ele, maltrataaaaa”. E o que é que a “miga” fazia? Descarregava na Tessa. É comum passar a cera, puxar, e dar um tapinha. Ativa a circulação e alivia aquela pequena sensação de pelo arrancado. Só que eu vi ela dar 2 tapas na buceta da Tessa, que os lábios da buceta correram pra dentro, para se esconder. Quando a Tessa foi reclamar, levou outro tapão, que a buceta fez até beicinho. Juro que vi até uma linguinha pra fora, fazendo "brrrrrrrrr".

Sem cerimônia, a moça virou a Tessa e começou a passar cera no tóba dela. Saiu, fez alguma coisa e voltou, ainda conversando com a outra. Ao invés de retirar aquela cera, colocou mais. A amiga dela falou uma coisa e mostrou o celular, o que fez a atendente se irritar ao extremo, e dá-lhe cera.

—Sabe o que vou fazer, “migaaaa”, vou furar os olhos desse vagabundo, pra ele nunca mais olhar pra bunda de mané vagabunda por aí!

Ela falou isso e, com o polegar, pressionou o cú da Tessa, o que fez a cera entrar.

—Esse é meu cú, sua filha da puta. —a Tessa reclamou. —Se você tá com problema com o teu vagabundo, descarrega nele, não em mim. E se não quer trabalhar direito, chama outra pessoa pra me atender.

Tessa bronqueou, com razão, mas parece que surtiu efeito contrário. Vi que aquela atendente ficou vermelha de raiva e, mesmo pedindo desculpas, ficou amaldiçoando a cliente. No fim das contas, aquela vagabunda daquela atendente acabou aprontando, e enfiou o máximo de cera que deu no cú da coitada da minha amiga.

Quando saímos dalí, reparei que a Tessa estava com algum problema, pois mexia na bunda todo o tempo. Chegamos na casa do polaco, deixamos o carro da Tessa na garagem, e fomos para a chácara dos pais dele. E a Tessa piorando, rebolando feito louca e segurando a barriga, que parecia até estufada. Já na chácara, a primeira coisa que eu vi foi uma coisa que eu amoooooooooooooooo. Batata doce assada na brasa. E quem é que resolve me acompanhar na batata doce? Tessa.

A carne começou a ser servida lá pelas 18 horas. Estávamos alí, comendo, mas… cadê a Tessa? Contei para o polaco o que havia acontecido no salão e fomos procurá-la. A encontramos em um dos banheiros, completamente vermelha.

—Que foi, minha lindeza? —perguntei, me assustando com aquele semblante desesperado que ela carregava.

—To procurando mais cotonete! Aquela filha da puta encheu meu cú de cera, e entupiu. Agora quero peidar e não consigo. Que eu faço, migaaaaaa… preciso peidar. Tá doendo tudo!

Eu… hããã…. éééé… bommm... polaco, tua vez.

—Polacoooo… você entende mais disso… “que que nóis faaaiz?”. —perguntei a ele do jeito mais... mais... ah, sei lá o jeito que perguntei, porra. Pensa se você tá com alguma amiga, com o cú entupido de cera, precisando peidar, como você agiria?

—Como assim, eu entendo mais?

—Vocês já transaram. Ajuda aí, vai! Cotonete não resolveu. Será que…?

—Será queeeee????!!!!!????…. porra nenhuma! Você quer que eu faça o que? Tem que ir pro pronto-socorro!

—Pronto-socorro o caralho. —a Tessa deu um berro. — Não vou chegar no PS com o cú entupido de cera. Nem vem!

—Polaquinho, será que você não poderia…

—Poderia o quê?

—Você sabe… dar uma cutucada alí… sou ciumenta, eu sei, mas será que… é por um bom motivo! Só uma cutucadinha de leve, vai!

—Tá maluca, Flávia? Mesmo que isso fosse possível, e não é, para onde essa cera seria empurrada? Tá, tem uma solução bastante prática e que vocês não pensaram. Pega uma bacia e água do chuveiro, quente. E senta dentro. O calor vai dissolver a cera.

Tóóóóóimmmmm. Tonhonhóóóóóimmmm. Neurôoooooonios? Cadê vocês?

Eu e a Tessa saímos correndo, cada uma para um lado. Eu fui para a despensa e ela para a cozinha. Quando voltei com uma bacia, ela já estava no banheiro. Já havia achado alguma coisa. De repente, escuto algo estranho, mais ou menos assim: “blog, blooooog, blooooblooooblooooogggg”. Ai, gente, era ela peidando. Me deu uma felicidade… esqueceeeeee que eu falei isso. Guyaaaaaa, nem vem.

—Tudo bem, migaaaaaa?

—Ahhhhh… quase gozei. To peidando horrores! Vai lá, que só vou terminar de limpar essa cáca e já apareço. Que delicia peidaaaaar!

Tá. Então, vamos nós. Estava indo na direção do polaco, quando um estalo me fez voltar. Quando cheguei na cozinha, a Tessa estava lá, e colocando uma panela de alumínio, daquelas grandes, de uns 5 ou 6 litros, sei lá, em cima da pia.

—Tessa, o que você estava fazendo com essa panela?

—Foi o que eu vi na frente. No desespero, foi ela mesma.

Nesse momento, entra uma das tias do polaco e, depois de falar algo com a gente, pega a dita da panela e despeja um monte de macarrão cozido e o molho por cima, levando para a mesa do churrasco. Quando pensei em falar algo, a Tessa me segurou.

—Caralho, mulher… eu não vou comer macarrão “peidado”. —falei, armando uma cara de espanto.

—E como você acha que vou contar pra ela? Como vou explicar que ela não pode usar essa panela porque lavei meu cú nela e ainda enchi ela de peido? Tá maluca, mulher?

Pior foi na hora em que todos estávamos à mesa. Imagina as nossas gargalhadas e ninguém entendendo porra nenhuma.

Gente, a Tessa é uma maluca, mas rimos muito nessa vida. Ela e o polaco foram e são um porto seguro para mim. Sei que faltou sexo e erotismo nesse relato, mas ilustra o que virá por aqui. Guya, se um dia você quiser ir para a Espanha, me fala, que te coloco em contato com essa maluquete. E no próximo relato, a final daqueles outros contos. Prometo.

Não sou eu na imagem abaixo. Nem adianta ficarem assanhados.

Beijos meus gostosos e gostosas.

Foto 1 do Conto erotico: Tessa, uma amiga muito maluca

Foto 2 do Conto erotico: Tessa, uma amiga muito maluca


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tessa, uma amiga muito maluca

Codigo do conto:
268909

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
01/08/2026

Quant.de Votos:
1

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