Antes, umas poucas linhas sobre minha vida. Bem curtinho. Sou do interior do Paraná, de família modesta e que ralou muito por mim. Nunca passei fome, nada disso, mas não tinha nada do que as garotas possuíam, como brinquedos caros, guarda-roupas cheio, vários pares de tênis, dinheiro para curtir na cidade, e por aí vai. Hoje, sou uma preguiçosa de primeira linha, e não entro em uma academia para me exercitar nem que seja para salvar o mundo. Vou lá com a única intenção de me exibir. Só e mais nada. No entanto, aos meus 5 anos de idade, contraí uma doença que me castigou e afetou meus pulmões. Meus pais, desesperados, não tinham recursos e muito menos onde me levar. Eu definhava a cada dia.
Em um determinado momento, meus pais ficaram sabendo de alguns orientais que tinham um sítio ali nos arredores, e lá foram. Era uma mistura de imigrantes asiáticos que ficaram por aqui, enquanto parentes foram para outros cantos do mundo. Se reuniram em colônia e existiam chineses, coreanos, tailandeses, entre outros, e uma cultura milenar que me ajudou imensamente. Melhorei dos pulmões, mas continuava fraca e debilitada. Até que apareceu a proposta, mudar minha alimentação e treinar com eles. Isso mesmo. Aos 6 anos de idade eu comecei a treinar judô, e assim foi até meus 9 anos, quando me apaixonei pelo muay thai. Fiz dos 9 aos 16 anos de idade, e isso salvou meu corpo e minha vida. A única coisa que o muay thai não resolveu foi meu estabanamento e minha distração. Isso nos afazeres normais, mas no combate… tenho uma estante com mais de 100 medalhas e troféus para mostrar isso. Então, quem pensa que a loirinha aqui (hoje com os cabelos vermelhos) é lerda… hehe.
Mas, vamos ao que interessa. Naquela noite em que chegamos em casa, depois do malho duplo no metrô e da exibição para lá de generosa para o motorista do Uber, eu não aguentaria mais nada em relação a sexo e, principalmente, gozar, e meu polaco sabia. Me deixou peladinha e, com um lenço umedecido, limpou minhas coxas, isso porque gozei um monte naquele Uber, depois deitou atrás de mim, me abraçando de um jeito muito gostoso. Fora isso, não lembro de mais nada.
Pela manhã, acordei lá pelas 9 horas, o que está totalmente fora dos nossos padrões. Normalmente levantamos lá pelas 5 e tomamos café, para depois acharmos um cantinho e ficarmos lá. Eu venho de um convívio longo com orientais, e uma das coisas que adquiri com eles foi a prática da meditação, e meu polaco me aceitou como sua orientadora. É maravilhoso, a carga de stress desaparece. Só queeeee… não naquela manhã. Tomei meu café na cama, cercada de muito mimo e dengo, e mais umas passadas de mão nadaaaa sutis, para depois o vagabundo me virar do avesso.
Meninas, o polaco estava com fome, e não sessegava. Ele tem uma técnica que me acaba. Nada de chegar metendo. Ele descobriu, não sei como, alguns pontos no meu corpo que me excitam, e outros que me amansam. Depois dou detalhes. Então ele me acelera e me freia, e eu só me entrego. Do nada, lá vem aquela língua quente, cheia de volúpia, e quando estou para gozar… ele para tudo, voltando para o chamego. E vai assim, sem nem me deixar pegar no meu próprio grelo para conseguir gozar. De repente, lá vem carga de novo, sem ele sequer encostar o pau em mim. Me roça a bunda com aquele peito peludo que amoooo, deita sobre mim, se esfrega, me fala um monte de coisas no ouvido (uma vez, me fez gozar só falando besteira com a boca grudada em meu pescoço). Até que eu não aguento mais e suplico, até ele meter o cacete em mim. Gozo na hora, mas ele não. Me tremo inteira e tento resistir, até que ele dá aqueles sinais de que vai gozar. Só que não. Tranquilamente ele para tudo, me deita e abre minhas pernas. Com dois dedos ele vasculha minha buceta, a parte superior (o teto), e lá ele acha um montinho meio enrugado. Detalhe, nesse instante, meu grelo tá tão estufado que chega a doer. Quando ele acha esse local, que já me falaram que nada mais é do que o folclórico ponto G, ele acelera. Povo, ele sabe me segurar, e já fica com uma mão em meu peito. Quando ele comprime e faz massagem, eu explodo e vejo estrelas, e o que era silêncio vira uma banda de heavy metal em meus ouvidos. É como se um trem passasse várias vezes por sobre meu corpo, e eu despencasse dentro de uma fogueira de gelo. Isso mesmo, fogueira de gelo. Enquanto internamente eu queimo, por fora dá tremor de frio, como se eu estivesse congelando.
Nem sempre ele consegue esse feito. Meu grau de excitação precisa estar alto, minha temperatura corporal ideal, entre outras coisas. Nunca conseguimos isso perto da menstruação.
Depois de me fazer gozar feito alucinada, e comigo entregue e totalmente inerte, ele me vira de bunda pra cima, me faz dobrar um pouco os joelhos, afasta minhas pernas e mete de uma vez aquele caralho quente, deixando o corpo cair sobre mim. Isso, naturalmente, me faz baixar o corpo e fechar as pernas, prensando o caralho dele lá dentro. Eu não sei contar direito a sensação daquele cacete entrando forçado, pois minha loucura vai a mil, mas acreditem, gozo de novo, e de novo, e de novo, até que ele, dentro daquele carinho todo de um touro selvagem, goza ou, pasmém, para tudo, pois acha que já me “judiou” demais. Nessa hora, o que ele pede eu concordo, o que ele diz eu aceito, o que ele me pede para assinar eu assino. Só faço “hãhã” e tá tudo em paz. E meninas, sexo assim é excelente para dores de cabeça e cólicas. Também é ótimo para limpar os poros e desobstruir as vias nasais. É medicinal, meninas. Pratiquem e verão como é bom. Mas vão achar um polaco pra vocês, tá!!! Esse é meu.
Levei mais de 40 minutos para conseguir levantar e ir para o banho, e meu polaquinho estava lá no banheiro, me esperando. Vai que eu escorrego, né! Mas calma, foi só banho… bom, quase só um banho. É que ele tem uma tara de lamber meu… tóba. É, meu cú. Tem gente que diz que é nojento, anti-higiênico e caralho a quatro, mas quer saber? Amoooo. Só no começo foi estranho, e por pouco, por reflexo, não dou umas porradas nele. Quase escalei os azulejos do banheiro. Faz “cósquinhaaa”, mas é delicioso. Só em público é meio complicado. Fizemos na praia, deitados na areia, mas isso é outra história. O filho da puta me pegou de surpresa. E a Tessa caiu na gargalhada, vendo eu me retorcer feito uma minhoca no asfalto quente. Trolada de novo. Ahhhh! Deixa quieto.
Nosso vôo para Curitiba só sairia lá pelas 19 horas, então tínhamos a tarde para descansar, mas quando vejo, nossas malas já estavam todas na sala.
—Polaco, o que essas malas já estão todas aqui? É cedo demais!
—Quero passear um pouco. Sem contar que o Alex e a Dani vão ceder a casa para alguns amigos, então…
Depois descobri que essa parte do amigo dele foi mentira, mas por uma “boa causa”. Almoçamos alí perto, em uma casa de massas. Comi horrores. Algumas pessoas me perguntam como eu me alimento desse jeito, tudo errado, fora de hora, em excesso, e não engordo. Sei lá. Metabolismo acelerado? Genética? Trepadas com o polaco? Escolhe uma das opções. Voltamos e fui para o quarto. Passava um pouco do meio-dia, e quando olho sobre a cama, assustei. O polaco havia separado um “traje” para mim. Vesti e voltei para a sala.
—Me explicaaaaaa!
—Ué! Pensei em nos divertirmos um pouco!
—Polaquinho, meu coração, minha vida, seu filho da puta! A única coisa aqui que serve para eu usar na rua são as meias e esse sapato meio plataforma. Com relação ao resto, quer que eu seja presa por desacato violento ao pudor?
—Atentado violento ao pudor, minha lindeza! —ele me corrigiu e riu de canto de boca.
—Vai ser desacato violento mesmo, pois vou ter que mandar pra PQP um monte de gente.
—É só um shortinho e top, minha delícia!
—Shortinho e top? Porra nenhuma! Esse short é de dormir. Ele mostra quase minha bunda inteira, é transparente e atocha na minha buceta, separando ela… e faz aquela pata de jacaré!
????
(gente, instantes para o polaco pensar; lembrem que é ele quem redige, eu só relato, e to em Marte neste instante).
—Tá! Pata de jacaré! —instantes de silêncio, e gargalhada de ambos. —Mas, meu amor, tua pata, pézinho de “jacaré” é lindo!
—É pata de camelo, seu vagabundo! Cê tá me zoando! O top? É mais apertado que tênis 36 em pé 40. Esses 2 botões não fecham, e a parte debaixo dos meus peitos aparecem inteiramente. Sem contar outro detalhe… cadê a calcinha?
—Prá que calcinha? Vai por mim, amore, não vai complicar em nada. Já te coloquei em encrenca alguma vez?
—Não! É que…
—Qual foi a vez em que saímos para nos divertir e você não voltou encharcada?
—É… sempre voltei melada!
E ficamos nessa conversa por um tempo. Mas é o polaco, e quando ele tá com tesão, eu gozo antes de sair de casa. E quer saber, eu fazia aquilo, contestar ele, por pirraça. Amo quando faço ele ter que me convencer. Mas acho que ele já notou isso.
—Polaca (ele me chama assim quando estou loira), o carro chegou. Vamos?
—Leva as malas, mozim. Já vou. To maquiando.
Nunca fui de muita maquiagem. Sombra e batom, e chega. Perfume? Abandonei os meus e só uso masculino, os do polaco, claro. Então, prontinha para o crime, lá fui para fora de casa. E qual a minha surpresa quando chego até o Uber? Era o mesmo dos outros dois dias. O que o polaco estava aprontando, afinal?
—Polaca, esse é o Rogério! Vai nos levar para um passeio por Sampa e depois para o aeroporto. É claro que vamos achar algum lugar para você se trocar, pois essa roupa, no aeroporto e no avião… já viu, né!
Rogério era um homem comum, uns 40 anos de idade, mais baixo que o polaco e uma pequena barriga. Cabelos ralos mas não escassos, mas com um sorriso lindo, e que se desfez assim que parei diante dele. Ele começou me fitando pelos olhos, foi descendo e parou um pouco em meus peitos, baixou mais o olhar e aterrissou em minha buceta, deixando ali seu olhar, sem o menor constrangimento.
Gente, naquele instante me senti pelada. Sério. Quando eu e o polaco saíamos para me exibir, era para pessoas que estavam mais distantes, mas alí… o cara estava junto, e se esticasse a mão, me tocava. Polaco do caralho. Só que, do nada, e talvez motivada pelas experiências do metrô, senti uma coisa estranha me invadindo, algo gostoso e que me despertou um cadim de tesão, algo bem pequeno, lá no fundo… lá no fundo, porra nenhuma. Quando eu vi ele babando por minha buceta, melei na hora. E que merdaaaaaa… novamente o polaco premeditou a situação. Ele sabia, ele sabiaaaaaaa que eu ia me excitar. Como vocês acham que ficou aquele short de tecido fino, branco e quase transparente quando me excitei? Pois é, né?!?!?!?!?!
Eu tenho uns apagões, hoje não mais, e acho que isso explica como, assim do nada, me vi no banco traseiro daquele carro. Rogério entrou e só acenou com a cabeça para o polaco, e partiu para destino ignorado, ao menos para mim. Mas o polaco estava ansioso, e mal o carro rodou e lá vem ele com aquelas mãos que mais pareciam tentáculos.
—O que você quer, seu vagabundo assanhado. To quase pelada aqui, e com meu short com uma puta mancha de molhado!
—Tira ele, ué! —nessa hora, fechei o punho pra bater no polaco, mas sosseguei, aquariana que sou (sei me vingar como ninguém).
Olhei para ele com meu olhar mais matador. Foi o tempo suficiente para decidir o que fazer. O Rogério já conhecia minha buceta, vira 2 vezes, então, se o polaco queria brincar, vamos brincar. Lentamente, coloquei as 2 mãos no cós do short e tratei de tirá-lo. Quer brincar? Se não aguenta o tranco, não desce pro parquinho.
—Rogério! —o polaco chamou o motorista, o que estranhei. —Pode ser que ela “mele” um pouco o banco!
—Nem esquente, sr. É de couro. Fácil de limpar.
Como assim, mele o banco? Até onde o polaco pretendi ir? Descobri rapidamente. De forma rápida, dois dedos dele estavam entre minhas coxas. Eu as abri e, no instante seguinte, esses dedos me invadiam. Antes, procuraram meu grelo, que ainda estava mansinho, e o polaco entrou em ação. Encostou a boca em meu pescoço e começou uma viagem, me arrepiando inteira, o que fez os bicos dos meus peitos saltarem. Meu top subiu sem eu sequer perceber, e aqueles dedos no meu grelo…. ahhhhh aqueles dedos.
Quando o polaco se deu conta de que meu grelo estufou, desceu a boca para meus peitos, e fez uma devassa. Chupou, mordeu, apertou, e os dedos que estavam no grelo pegaram o caminho da gruta. Entraram e foram pelo canal vaginal, e gozei por ali mesmo.
—Geme o que você puder, meu tesão. Aqui, pode gritar o quanto quiser.
Esqueci do Rogério. Era como se estivesse em minha cama. Procurei o pau do polaco, mas ele queria me castigar, me deixar maluca, e estava conseguindo. Não me deixou sequer chegar perto do cacete. Aquela primeira gozada era algo pequeno, e quando o polaco viu que eu iria gozar forte, tirou os dedos de minha buceta e foi para minhas costas, descendo a mão pelo rego de minha bunda.
—Filhoooooooooooo da putaaaaaaaaaaaa. Deixa eu gozar, caralho. —berrei, assustando o coitado do Rogério.
Povo, se tem uma coisa, talvez a única, que odeio no polaco é isso. Ele sabe, ele sabeeeeeeeee onde me acelerar e onde me acalmar, e o rego da minha bunda me deixa… zem. É! Fico mansinha, mansinha (com relação ao gozo, não ao tesão). Ou seja, ele cortou meu orgasmo. Mas, por que? A pira dele é me ver contorcendo de tesão, então, por que me fez parar?
Depois de dois minutos alí, xingando e puxando a mão dele para minha buceta, olhei para frente e notei que o carro havia parado, e Rogério olhava para trás, mais exatamente para minha buceta. O polaco? Esse me olhava e lambia os dedos, na maior cara de cafajeste.
—Polaca, agora depende de você! Já demos nosso show, até mais do que estamos acostumados. Daqui para frente, é você quem decide. Você sabe onde isso vai parar, ainda mais depois de ontem lá no metrô! Então, como fazemos?
Esperaaaaaa. To quase chegando. Fui alí em Urano, mas tô na esquina da lua com a av. Ipiranga. Decidir o quê, caralho? Eu alí, babando de tesão por todos os lábios, e esse vagabundo vem me dizer que eu tenho que decidir?
Nesse momento, vi algo que me desmontou. Corri os olhos para frente e o que reparo? O Rogério, com o cacete para fora da calça, se masturbando… bzzzzzzzzzzz (som de curto-circuito, gente). Olhei para o polaco, incrédula, e sabe o que eu fiz? É! Mordi o lábio inferior. E o que isso quer dizer? Quem leu os outros contos sabe que isso quer dizer que eu estou entregue e doidinha de tesão.
O polaco me tacou um beijo que nunca mais vou esquecer. Por pouco não precisei afastá-lo, para conseguir respirar, mas meus olhos grudaram em outra coisa, e foi justamente no caralho do Rogério.
Não era um pauzãããããão, daqueles de veias saltadas, nem grosso, mas era mais comprido que o do polaco, e que ainda estava com o dele guardado. Olhei novamente e a glande (cabeça) brilhava, e me deu uma vontade de… de…
Grudei o pau do polaco de novo, por cima da calça mesmo, mas o traste sequer fez conta. Queria me judiar mesmo. E aí, a pergunta que definiu meus futuros anos no sexo (anos, seus pervertidos, e não ânus).
—Quer que ele venha aqui pro banco de trás? Tá incômodo assistir naquela posição em que ele está! —o polaco perguntou, fazendo referência ao Rogério.
—Polaco, é… polaco… polaquinho. Eu não sei? Pode?
—Como assim?
—Você deixa ele vir aqui para nosso banco?
—Eu não quero transformar isso aqui em uma sessão de psicanálise, meu amor. Já falei. O corpo é teu, a vontade é tua, o tesão é teu. É você quem tem que decidir sua vida e suas regras. Tá com tesão? Tá sim! Se liberta. Tá com medo de me perder? Eu trouxe você até aqui! Tá com medo de ver que gosta de outro cara? Se você me ama, será só sexo, mas do contrário, a gente senta e conversa. Eu to com tesão, e você? Só que tem que decidir logo. Às 19, temos que pegar nosso vôo.
Genteeeee, eu tinha só 22 aninhos de idade, uma bebê para o sexo, imatura e desabrochando (nota do redator: menos, Flávia, menos), o que vocês, meninas, fariam no meu lugar? Morderiam o lábio inferior? Pois é, foi minha reação, e dois segundos depois, Rogério abria a porta de trás do carro e sentava ao meu lado.
O polaco conta que a cena foi hilária. Eu me apertei para cima dele, e o Rogério não sabia o que fazer. Nós dois baixamos o olhar, evitando cruzá-los, e o polaco…? Bem, é o polaco, né! Quando dei por mim, as mãos dele já me invadiam, e ele, tomando o comando da situação, mandou o Rogério colocar o cacete para fora. Eu não queria abrir os olhos, juro, estava com vergonhazinhaaaa. Até que o polaco tacou os dedos naquilo que chamam de ponto G. Grudei, literalmente, no teto do carro e voltei, e já encontrei a boca do polaco me esperando. E foi outro daqueles beijos. Juro que se eu estivesse de calcinha, ele tirava ela pela minha boca, sugando. Mas os dedos dele não pararam. Vieram para o meu grelo e aceleraram, me deixando louca. Só que pararam. Olhei para ele, totalmente desanimada.
—Polaquinho, não faz isso! Tá me castigando!
—Olha pro teu lado.
Virei a cabeça e vi o Rogério branco, de boca aberta e mirando minha buceta. Ele apertava tanto o próprio cacete, que a cabeça já estava roxa, quase gangrenado. Gente, o moço ia se auto castrar se aquilo continuasse.
—Quer fazer um carinho no pau dele, polaca.
—Pode?
—Porra, polaca! O que nós falamos agora a pouco? Você é quem tem que decidir! Tá com tesão, vai lá!
Lábio inferior mordido como se deve, um sorrisinho safado e lá vai minha mão. Toquei de mansinho, mas parece que o moço tomou uma descarga elétrica das mais violentas. Chegou a dar um pulo no banco. Era quentinho, gente, que delícia. Fiz um carinho na cabeça, que estava seca como um deserto, e fui até a mão dele, fazendo com que afrouxasse aquele aperto. Depois, segurei no corpo do caralho, punhetando de leve, e senti um arfar, um gemido muito gostoso. Fui para as bolas e brinquei um pouco, até o polaco me chamar.
—Quer deixar ele brincar um pouco com sua buceta? Olha a carinha dele, pedindo doce… e nem me pergunte se pode, entendeu.
Naquela hora eu já estava tocando o foda-se, ou tentanto, e só me virei de costas para o polaco e me aconcheguei nele, colocando uma das pernas sobre o banco e me arreganhando para o Rogério, que não acreditou. Ele ficou olhando como se aquilo fosse algo que ele não conhecesse. Será que era virgem? Era só o que faltava.
—Que foi? —perguntei, estranhando a cena. —Não quer chupar?
Povo, foi trash. Sabe aquela cara de “não acredito, tá mesmo acontecendo?”, e me olhou, interrogativo.
—Polaco, não to entendendo! Por que ele não faz nada?
Não faz nada? Tá, ele ia deixar passar, claro. Quando olhei de volta, até me assustei. Ele encaixou a boca no meio das minhas coxas com uma fome que eu nunca vi. E alí eu fui realmente chupada. Mas foi o pior oral da minha vidaaaaaaaaa. Ele realmente chupava, como quem chupa uma laranja, uma tangerina, um canudinho de limonada. Eu só consegui cair na gargalhada e mais nada. Tava com medo que ele arrancasse meu grelo.
—Calmaaaaaaa, moço. Não precisa isso! Você já chupou uma buceta antes?
—Polacaaaaa. Vai constranger o cara! —o polaco me repreendeu, mas de forma doce.
—Eu… —ele parou e olhou para mim e para o polaco, nitidamente envergonhado. —Já chupei, mas…
—Vem cá que eu te ensino! —falei ternamente. Que cacete!… e isso é hora para meu lado materno aparecer?
Dei umas dicas para ele, e não é que funcionou? Ótimo aluno, só que acho que vou mandar para a recuperação… hehe. Quando o polaco viu que relachei, ele se apropriou dos meus peitos e boca, e fiquei alí sendo mamada em todos os cantos. Eu estava nas nuvens, até o polaco, meu conhecedor, me dar um toque. Eu iria gozar, e prensar as pernas. Então, com cuidado e carinho, fui segurando o ímpeto do Rogério, que não queria se afastar por nada.
—Que chupada gostosa! Diferente, mas gostosa! —comentei, para incentivá-lo. Tua mulher deve adorar?
—Minha mulher odeia. Diz que é nojento e coisa de depravado. Fiz isso uma única vez com ela, e ficamos dormindo em quarto separado por uns 3 meses.
—O queeeeê? —me assustei. — E ela? Te chupa?
—Piorou! Diz que jamais vai colocar a boca em um pênis!
Aquela palavraaaaaa… pênis. Caceteeeeeeeeee.
—Rogério, é assim! —retruquei na hora. —Quer me ver broxar? Fala ânus, vagina e pênis! Cara, é cú, buceta e caralho. Você chupou minha buceta, e agora vem com formalidades? Só falta querer ir na prefeitura para tirar uma licença pra me chupar. Mas, tá. Ela não te chupa e acha nojento você chupar ela? Não sabe o que tá perdendo! Polacoooooo… posso fazer o Rogério gozar?
O polaco me fuzilou com um olhar, mas sem stress, fiz de propósito mesmo. Saí do bando e me ajoelhei na frente do Rogério, e comecei um boquete que ele nunca mais vai esquecer, daqueles em que o macho até se contorce. Mas aí, baixou um “polaco” em mim, e não deixei ele gozar. Meu lado aquariana, enquanto eu mamava, traçou outros planos para aquele caralho. Planos que envolviam o Rogério e, claro, uma pequena vingança contra meu polaco, que me fez entrar em tudo isso. Eu estava com tesão e, como o polaco bem sabe, incontrolável. Agora, meu querido, me aguente.
Saí de onde estava e sentei ao lado do polaco, achando que estava tudo no meu controle. Era a minha hora, meu momento de mostrar ao polaco que também sei surpreender… buáááááá… mas não. De novo, meninas. Filhooooooo da putaaaaaaa de um polaco do caralho. Aquariano do cacete, me leu inteira e, de novo, premeditou.
Sabem o que ele fez? Simples. Quando sentei ao lado dele, me beijou. Me tacou outro daqueles beijos dele, que fazem meu pé direito dobrar para baixo. E eu tinha acabado de mamar o cacete de outro cara, bem na frente dele. Me desmontou, me desarmou, mas me fez sentir uma sensação de liberdade sem igual. Mas espera que tem mais.
Fiquei até meio grogue com tudo aquilo, e quando dei conta, o Rogério havia saído do meu lado e ido para a direção do carro.Só olhei para o polaco e ele disse para me acalmar, e uns 20 minutos depois, entravamos em um terreno com um barracão. Um portão elétrico, bem alto, fechou atrás de nós, o que nos isolou do mundo lá fora. Gente, dentro de minha inocência, fiquei pensando no que aqueles dois pretendiam.
—E agora, mocinha? Continuamos?
Cara de pau. Fazer uma pergunta dessas para uma garota que está no banco de trás de um carro, nua, cheia de tesão e no meio de dois caras transbordando testosterona? Qual foi minha resposta? Abri a porta e desci do carro. No meu corpo, somente as meias e o sapato, mais nada, e no meio das coxas o escorrido do meu gozo.
Durante esta última parte do percurso, em momento algum o polaco deixou meu tesão cair. Ele me queria sedenta, e conseguiu. Rogério chegou perto de mim e eu o empurrei de costas contra o carro, me abaixando e tirando a calça dele. O caralho pulsava de tão duro que estava. Confesso que não sou das melhores boqueteiras, pois me engasgo fácil, mas tenho os meus truques. Só não queria que ele gozasse, pois estava louca por porra na buceta, e isso tem um motivo, mas conto daqui a pouco.
Olhei para os lados e notei que tinha uma casa. Era onde o Rogério guardava aquele seu carro de serviço, e lá dentro, era mobiliada como uma casa normal, o que me confortou ainda mais. Me levantei e peguei o Rogério pelo caralho e fui puxando, até chegar ao que parecia ser uma mesa de churrasco, daquelas bem compridas. Me deitei nela e abri as pernas, elevando-as sobre a mesa. E mal terminei de fazer isso, já senti a boca e língua daquele cara me invadindo de novo. Meu tesão era tanto que eu gozava, ou achava que gozava, várias vezes, pouquinho, como se fosse um pré-gozo, até que não aguentei e implorei.
—Me come logo! Me envce de porra, seu puto.
Rogério olhou para o polaco, que sentara bem perto e admirava, e lançou um olhar, como se pedisse aprovação. O polaco? Estava com o pau de fora e tocava uma punheta bem lenta, e não falou nada.
Eu estava de olhos fechados, e então, senti a cabeça de um caralho na porta da minha buceta, mas não entrou. Ficou brincando com a cabeça no meu grelo, em movimentos circulares, até que um par de mãos me puxou para a beirada da mesa. Rogério dobrou o corpo e caiu de boca em meus peitos. Eles são médios e durinhos, sem muitos atrativos, mas os bicos estavam uma loucura, vibrando e parecendo querer estilhaçar. Dois dedos vieram parar em meus lábios, os da boca, e chupei como se fosse um caralho.
O polaco levantou e foi até nós, retirando os dedos do Rogério de minha boca e mandando-o meter de uma vez. Me beijou e, bem nisso, senti um caralho invadindo minha buceta. Que delícia. Começou lento. Foi até o fundo, voltou, foi de novo e assim aumentou a velocidade. O polaco beijava minha boca e falava um monte de besteiras no meu ouvido, o que me deixava louca. Isso sem contar o cafuné que ele me fazia. Que loucura, gente. Eu sendo comida por outro cara, e meu marido fazendo cafuné em mim.
Gozei forte, e quando notei que o Rogério iria tirar o pau para gozar fora, abracei-o com as pernas e deixei-o preso. Ele, sem escolha, gozou dentro. Quase se acabou, bambeando as pernas e saíndo para o lado. Olhei para o polaco e chamei ele para algo que ele tanto me falava quando transávamos.
—Vem, meu corno (ele ama ser chamado assim). A buceta da tua puta ta cheia de porra de outro macho. Você vive falando que não gosta de mulher santinha, e que adora comer buceta melada com a porra de outro macho! Tá bem melada pra você?
O polaco veio para minha frente e me puxou para fora da mesa, me virando de costas para ele e me arcando para a mesa. E não esperou nada. Cravou aquele caralho duro para dentro da minha buceta com uma vontade que eu não conhecia ainda. Me grudou pela cintura e mordeu meu pescoço, o que me tremeu toda e me fez urrar de tesão. Eu não sabia mais se estava gozando ou me mijando. Só sei que entrei em um estado que meu corpo dava choque sem parar. E o polaco, sem piedade nenhuma, socava sem parar.
—Entendeu agora a diferença entre tranzar, fazer amor e trepar, sua puta?
Puta? Que delícia ouvir ele me chamar assim. Amo. E se eu era a puta dele, agora ele era, oficialmente, meu corno.
—Mete, seu corno filho da puta. Mete que tem gente na fila.
Gozei e, sem forças, arriei e me apoiei na mesa. E agradeci aos céus quando senti o polaco jorrar dentro de mim. Acho que não aguentaria muito mais. O polaco foi tirando o pau para fora e, junto, veio um rio de porra. Cai de joelhos e comecei a lamber, até que o polaco se ajoelhou diante de mim e me deu um beijo delicioso. E lembrem que eu estava com porra na boca. Essa cena me consome até hoje, e sempre que lembro, me arrepio. Como já falei aqui antes, estou em outro relacionamento, mas… tadinho. Meu atual até se esforça, só que… falta algo.
Ainda ficamos mais de uma hora e meia naquele lugar, e rolou mais coisas, até uma DP, mas este conto já está muito longo. Quem sabe em outra ocasião eu fale sobre isso, minha primeira dupla penetração.
Beijos meus gostosos e minhas gostosas. Agora, acho que vamos demorar uns dias para postar, mas logo voltamos.
Flávia e Pedro.

