Enfim, me descobrindo para o sexo... de novo no metrô... parte 2

Meus gostosos e gostosas, voltei. Para entender esse relato, é preciso ler o outro, senão fica fora de contexto.

Como falei lá no outro relato, vou contar um pouquinho sobre mim e o polaco em cada relato, pra não ficar chato e demorado. A maioria das experiências nós passamos juntos. Algumas, só relatei para ele. Aqui, no site, quem redige é ele, eu apenas faço o rascunho. Então não me crucifiquem se ficar grande demais. Mete o pau nele. Só não judiem demais, tá?

Quando conheci o polaco, eu era um poço de lamúrias. Não me achava bonita, nem gostosa, e minha posição preferida era o papai-e-mamãe. Não sabia chupar, não usava roupa provocante, e fazia sexo anal (uma vez por ano). E ele mudou tudo isso. Usou paciência, muita dedicação e carinho, e uma pegada que me surpreendia a cada vez. Vinha sutil, com um mimo, começava fazendo amor, e quando eu via, estávamos trepando de forma louca, com ele me virando do avesso. Em outras, fizemos “amor” no meio do mato, como se fosse lua de mel. A mente dele? A mais cafajeste possível. Mas, vamos ao que interessa.

O dia anterior me fez sonhar com as maiores putarias (leia o conto anterior). O polaco precisou me sacudir para eu acordar. Estávamos hospedados na casa do amigo dele, mas sozinhos, então eu podia andar a vontade. Durmo nua, pois com o polaco não adianta vestir nada, porque acordo sem nadinha. Como ele faz para arrancar minha roupa de dormir sem eu sentir? Boa pergunta. Vesti uma camiseta dele e fui para a cozinha, e lá, além daquele café da manhã maravilhoso, encontrei uma bolsa. Ele me abraçou e me colocou em cima da mesa, sentada. Abriu minhas pernas e, sem falar nada, começou a me tocar. Normal, não fosse a cara de cafajeste que ele usava para me olhar diretamente nos olhos.

Ele havia preparado pão torrado com casquinha de queijo, que eu amoooooo. Deu uma para mim, mas continuou me malhando. Caralhooooooo. Ele tava aprontando, mas ia me distrair até eu esquecer esse fato. Tá. A questão é que eu estava com uma torrada com crosta de queijo em uma mão, o pescoço dele na outra, e levando dedadas na buceta na mesma hora. ????????? Deixa eu comer a torrada, porra!!!!

—Vamos? -ele perguntou, como se tudo aquilo acontecesse todos os dias em qualquer família.

-Vamos aonde?

-Bóra terminar o serviço de ontem. Revisamos tudo, mas foi a última loja. E quero tudo certinho. O catálogo tem que bater perfeito! Não vai demorar, e depois vamos curtir um pouco.

E me largou ali, pelada da cintura pra baixo, toda melada na buceta, cheia de vontade de trepar, e com uma torrada na mão. Publicitários de plantão, filósofos e matemáticos, por favor. Dá pra me ajudar a ler essa cena? A questão é que esse vagabundo sabe como me excitar e, principalmente, me distrair. Ele não fala nada, deixa no ar. E o meu lado aquariana tenta buscar explicação, esquecendo do principal.

Fui para o banho, depois me vesti e fomos. Tudo normal na loja, somente alguns ajustes. O Alex, amigo do polaco, e a Dani, esposa dele, passaram por lá e aprovaram tudo. Papo vai, papo vem, e deu 4 horas da tarde. E lá vem o polaco com a bolsa, pedindo para eu me trocar. Tá, fui para o banheiro e abri a bolsa. O que saiu primeiro foi uma tanga asa delta mínima, preta. Em seguida uma mini camisa, que havia sido cortada em estilo rústico, e que mal cobria a parte de baixo dos meus peitos. Sutiã? Esse o polaco esqueceu em Curitiba. A outra peça eu já conhecia. Uma saia que eu uso para, digamos, disfarçar quando necessário. Ela vai até o meio das coxas, mas é um tecido elástico, com canvas (é assim que fala?) que permitem dobrar e fazer subir o quanto você quiser. Detalhe da calcinha. Quando vesti, acho que o polaco se enganou no número. Para ela subir até onde deveria, ela rachou minha buceta ao meio. Não que eu tenha lábios generosos, pelo contrário, mas aquela calcinha me deu uma pequena pata de camelo (odeeeeio esse termo). Até sei onde ele comprou, mas isso é outra história. Depois conversamos, Tessa!

Antes de sair do banheiro, me olhei no espelho. Não ví nada demais. Não iríamos para alguma exibição. A única coisa que chamava a atenção eram os bicos dos meus peitos, apontados na camisa. Fora isso, sei lá. Até que me deu um estalo. Transar em algum lugar perigoso. Por isso aquela saia.

Já sabia como me olhariam na loja, então saí do banheiro e fui para a porta, aguardando o polaco, que não demorou, e em poucos minutos estávamos na estação do metrô. E lá o caos total. Novamente a linha com problemas. Lembrei do dia anterior e do malho fantástico que recebi enquanto aquele trem não chegava ao destino, mas… o mesmo raio nunca cai duas vezes no mesmo local. Até desanimei. Desanimei sim, até sentir a mão do polaco apertando minha bunda. E não era qualquer aperto, era com pegada, quase me levantando do chão. Ele estava elétrico, e assim, sem mais nem menos, ele saca do bolso algo que me deixou boba: uma torrada de pão caseiro, com crosta de queijo, que ele havia feito pela manhã.

Torrada? Crosta de queijo? Eu quase sem roupas? Estação do metrô lotada? Ele apertando minha bunda? Meus gostosos, se vocês não estão entendendo o por quê dessa porra de torrada, imagina eu, lá naquela muvuca. Sem ter o que fazer, comi a torrada. E parem de pensar merda, era só torrada com queijo. Pior é que eu estava com fome.

Estranhei uma coisa. O polaco, mais alto do que eu, ficava na ponta dos pés e tentava olhar por cima da cabeça das pessoas. Parecia procurar alguém. Perguntei e ele disse que queria um canto sossegado, mas não existia. Até que chegou um trem e, sem mais nem menos, ele foi me puxando e entramos. O polaco é sossegado, mas naquele dia parecia não ser ele. Abriu caminho na marra, até chegarmos no outro lado do vagão, que era justamente o recuo da outra porta. Tinha uns carinhas lá, farreando, e o polaco insistiu em ficar alí. Os carinhas encararam ele, e ele retribuiu. Sabe aquela briga de machos-alpha? Rolou. E sei lá como, eles baixaram a cabeça e vazaram. Com todo o cuidado, ele me puxou e me colocou no canto, ficando à minha frente para evitar empurrões. Sempre cuidadoso, mas com um olhar que não era o dele. Ele chegou mais perto e me abraçou, me dando alguns selinhos. Parecia ter sossegado um pouco. Até que…

Senti a mão do polaco deslizar por minhas coxas, e quando subiu, foi para o coz da saia. Ele começou a dobrar essa parte, fazendo-a subir.

-Polaco, o que você tá fazendo, seu puto. Tem gente aqui do lado, caralho! Vai querer aprontar aqui?

-Tem gente sim. Olha quem tá aí do teu lado.

Não entendi nada, mas virei a cabeça, e quase caí de costas. Era o carinha de ontem, eu tinha certeza. Minha buceta estremeceu e melou. Sonhei a noite todinha com o que havia passado comigo, com ele e com o polaco naquela outra viagem de trem. E essa agora?

-Polaco, que porra é essa?

-Calma. Sei que você se alucinou ontem, ficou maluquinha e até decepcionada quando acabou. Deu certo dele estar aqui de novo. Então, por que não brincar mais um pouco?

Brincar mais um pouco? Jura? Eu não sabia o que fazer, e nem sei se queria fazer, mas o polaco é um traste. Do nada, um calorão veio subindo por minhas pernas e se espalhou. Os bicos dos meus peitos quase furaram a camisa, e minha buceta… essa quase chorou.

-Já falei, só faz o que você quer! Se não quiser nada, o Danilo vai para outro canto do vagão. Mas, se você quiser…?

Aquela pergunta veio acompanhada de um olhar que me atravessou. E não sabia como reagir, e minhas pernas bambearam. O que aconteceu ontem foi uma loucura deliciosa, mas não sei se estava preparada para acontecer de novo, tão rápido assim. Mas, espera… Danilo? Como ele sabia o nome do cara?

-Fláviaaaa!!!!! Olha para mim e decide. O que você me disser, eu faço. Se não quer que aconteça nada, ele sai daqui agora. Você me conhece e sabe que cumpro o que falo.

Genteeeeee, pirei. Eu queria que aquele cara fosse embora, mas minha buceta não queria. Eu não estava preparada, mas a vagabunda da minha bunda quase se virou sozinha para ele. E em um ato involuntário, e que o polaco conhece como ninguém, eu mordi o lábio inferior e olhei para ele. Sabe aquele olhar pidão, querendo doce? Pois é… mas, tinha um problema. Mesmo lotado, não estava tão cheio quanto no dia anterior, o que dava certa liberdade para as pessoas virarem e olharem o que estava acontecendo.

-Não tem problema. Prá isso, pedi reforço!

Espera… Como assim, pediu reforço. Que droga de reforço é esse? E do fim do mundo, de um buraco na parede do vagão, surge outro cara, e se põe ao nosso lado. Claro que isso é um jeito maluco de explicar a coisa, pois esse cara esteve alí o tempo todo, mas lembrem que sou estabanada, e só percebi o dito cujo quando o polaco falou dele. E, diga-se, um baita pedaço de pecado. Uns 20 anos de idade, roupa social, da altura do polaco e com cabelo cacheado, parecendo um anjo. As bochechas dele eram rosadinhas, e a boca fazia um biquinho natural, sem forçar, mas parecendo que pediam um beijo. Deu vontade de pegar no colo e dar de mamar. Os olhos? Sei lá, fui baixando a cabeça e só parei um pouco abaixo da cintura. A calça social não disfarçava em nada. Ele já tava com a porcaria do mastro esticando a bandeira, de tão duro que tava.

Eu, honestamente, paralisei e fiquei olhando para o cacete dele. Estava incrédula, e fui virando a cabeça lentamente, até encontrar o olhar do polaco. Tentei falar, mas acho que só gaguejei algumas coisas sem nexo algum.

-Esse é o Vitor, e trabalha com o Danilo. O trem tá rodando mais rápido que ontem, então…

Olhei novamente para o Vitor e desesperei. Aqueles garotos tinham pouca experiência… meu sonho de consumo. Que merda. Mas, espera… trem andando? Mais rápido que ontem? Pirei de vez. E o polaco, meu conhecedor, sabia que eu queria muito aquilo, mas também sabia que eu estava travada. E sabe o que o peste fez? Tacou a mão por baixo da minha saia e voltou com o dedo escorrendo, mas não sem antes apertar de leve meu grelo. Finalizou levando o dedo até a boca e lambeu gostoso e me olhando, com a maior cara de cafajeste. Aquilo fez um apito disparar dentro da minha cabeça. E quando me dei conta, já não existiam mais neurônios em minha cabeça. Foram todos substituídos por hormônios. Dei um sorriso bem maroto para meu polaco, como um sinal de aprovação, e quando vi, os três me cercavam bem de perto.

Nessa hora, paramos em uma estação, e aconteceram duas coisas deliciosas. Entrou um absurdo de gente, e nos amontoaram de vez no canto. Depois, o trem arrancou mas já parou em seguida, então era sinal de que aquela viagem poderia demorar exatamente como no dia anterior. E não sei a mágica que aqueles três fizeram, mas quando me dei conta, o Vitor estava atrás de mim, me encoxando ferozmente, enquanto o Danilo grudou em minha frente me apertando com as mãos onde conseguia. O polaco ficou em uma posição frontal a nós, impedindo a visão de algum curioso. Mas, tava tudo muito rápido, e precisei colocar ordem na coisa.

-Calma, rapazes. Devagar. Vitor, vê se trata de relaxar, e você, Danilo, lembre de ontem, e não precisa dessa gula toda.

Eles pareceram entender. O Vitor me segurou pela cintura e se encaixou na minha bunda, deixando que eu rebolasse gostoso no pau dele. Hoje, com um pouquinho mais de liberdade nos braços, coloquei minha mão para trás e apertei seu caralho. Pelo visto, não era muito grande, mas bem mais grosso que o do Danilo. Coloquei minha cabeça para trás, apoiando-a no ombro do Vitor, e deixei o Danilo brincar um pouco. Esse parecia mais experiente que o amigo, e veio logo mordiscar minha orelha, enquanto sua mão direita baixou e foi diretamente para minha buceta, mas aquela calcinha apertada e atoxada não deixou ele fazer muita coisa.

Polaco filho da puta. Ele premeditou isso. Sabia que com aquela calcinha atolada e separando meus lábios da buceta, ia ficar difícil brincar à vontade. Eu olhei para ele com um olhar interrogativo e ele só riu, imaginando justamente o que estava acontecendo. Eu estava ali, realizando um fetiche dele, mas que eu estava amando. Prensado entre dois gostosos, sendo sarrada no meio de um monte de gente, e não conseguia ter minha buceta preenchida porque o vagabundo do meu marido escolheu, de propósito, uma calcinha que iria ferrar tudo. Me trolou. O desgraçado, ainda por cima, tava rindo.

-Ué! Prá quem estava até agora há pouco em dúvida se queria ou não…….! Tira a calcinha!

Tirar a calcinha? Claro, é fácil. Manda uns quinhentos saírem do vagão e vou ter um pouco de espaço para isso. Só que o polaco esqueceu de uma coisinha. Se ele é aquariano, euzinha também sou.

-Rapazeeeees… -falei de forma bem manhosa. -Se vocês vão querer algo mais, tem que dar um jeito nessa porcaria de calcinha.

Nem precisei esperar, pois foi como jogar gasolina no fogo. Só faltou me virarem de cabeça para baixo. Me diz, você acredita em Papai Noel? Não? Mas é bom acreditar na vontade de dois rapazes sedentos. Quando vi já estavam os dois brigando pela calcinha. Danilo estava com ela, então a peguei e dei para Vitor. Ué? Por que não? O Danilo já havia levado uma.

E como no dia anterior, minha saia começou a subir. Em segundos, senti o caralho do Vitor exposto e roçando minha bunda. Que delícia. Em minha frente, Danilo também tirara seu cacete para fora, e me pediu para abrir as pernas. Me comer? Talvez essa fosse a intenção, mas seria difícil, ainda mais que estávamos de frente um para o outro. Espaço? Muito pouco. Mas aí, entra outra questão. Eu deixaria? Posso dizer que, em sã consciência, não deixaria. Só que naquele momento, consciência era a única coisa que passava bem longe de mim. E o polaco? Deixaria? Hoje eu posso afirmar que ele deixaria eu ir até onde eu quisesse.

Como os planos de Danilo fracassaram, ele segurou o pau, tentou baixá-lo, e começou a esfregar onde conseguia. Ou seja, no meu grelo, que àquela altura estava estufado. Por trás, Vitor parou de se esfregar e enfiou dois dedos na minha buceta, enquanto apertava e expunha meus peitos com a outra mão. Comecei a me contorcer e minhas pernas bambearam. Opssss… encrenca, e o polaco sabia disso.

-Daniloooo, beija a boca dela!

-Hããã! Como assim?

-Ela vai gozar! Tapa a boca dela com um beijo!

Danilo pareceu entender, e me tascou um beijo de língua. Parecia não ser muito a praia dele, mas diante do que estavamos vivendo naquele instante, fazer o que não é? Só que foi interrompido pelo polaco, que parecia preocupado.

-Que foi, caralho? Você não me mandou beijar ela? Tá com ciúmes agora? Jura?

-Mandei, só que tem um detalhe, sua anta do caralho. Quando ela goza, ela trava os dentes. Pensa no que vai acontecer com tua língua se ela te morder, se pau no cú do caralho.

Eu mal escutava o que estava acontecendo ao meu lado. Só sei que peguei o cacete do Danilo e puxei para mim. Tentei forçar para baixo o que eu pude, tentando enfiá-lo na minha buceta, e nada. Eu apertava e puxava sem dó, enquanto o coitado do Danilo mantinha a boca dele colada na minha na tentativa de abafar meus gemidos. O coitado suou frio, e para minha surpresa, começou a gozar nas minhas coxas. Eu senti aquele jato e punhetei forte, enquanto atrás, o Vitor, que achei que não tinha tanta experiência, deu uma aula com os dedos. Enquanto dois entravam na gruta, um alisava meu grelo, e ele alternava a velocidade. Juntamente, me xingava de tudo, bem ao pé do meu ouvido. Eu delirava. Delirava e apertava o caceto do Danilo, punhetando sem dó. Até que ceguei de vez e tive um puta gozo, daqueles que escorre pelas pernas. Não foi um squirt, ainda bem (se bem que não consigo ter isso), mas foi intenso. O problema é que, quando gozei, minhas pernas bambearam de vez e fui caíndo, dobrando os joelhos. Nessa hora, e mesmo zonza, os reflexos falam mais alto, e me segurei na primeira coisa que alcancei… as bolas do Danilo. Tadinho.

Eu, zonza, não sei direito o que aconteceu, mas ele foi um herói. Além de me amparar, aguentou calado. Só escutei um monte de “filha da puta”. Será que era para mim? E quando o Danilo me colocou em pé, senti algo quente, escorrendo pela minha bunda. Era o Vitor gozando, e que gozada.

Gente, eu não tinha a mínima condição de me manter em pé, muito menos de me limpar. Daí, quem apareceeeee? Clarto, o polaco, e com dois lenços. Ele, calmamente, deu um para o Danilo e outro para o Vitor. Meu polaco, né gente?

Aiai! Acabou. Minha saia baixou, assim como aquela metade de camiseta, e meu polaco conseguiu me virar de costas para ele, me abraçando ternamente. Que delícia. É? Delícia? Tudo calmo? Lembram que falei no outro conto, e aqui também, que esse traste, vagabundo, filho da puta do polaco é imprevisivel? Pois é. Foi novamente. Ele não sairia sem se divertir um pouquinho. Claro que não.

Eu estava ali, mansinha e me recuperando, quando sinto a mão dele invadir minha buceta. Ele foi me virando lentamente, até eu me encostar de costas no Vitor, e afundou ainda mais o dedo. Mais um pouco, outro dedo fez companhia ao primeiro. Mas eles não iam para a frente, pelo canal vaginal. Eles entravam e subiam, se dobrando e massageando o que seria o teto da minha buceta. Não era a primeira vez que ele fazia aquilo, e eu já sabia o que estava por vir. E veio, forte e estonteante. Tive um orgasmo como nunca havia provado em minha vida. Alí, no meio daquele povo todo. Eu, a menina recatada, que nem gostava tanto de sexo (hoje sei que fui motivada pelos trastes com quem eu havia transado antes), me entreguei de vez. Mas não fiquem preocupados. Gemer até gemi, mas sem forças, ninguém ouviu nada. Meu polaquinho, parecendo satisfeito, retirou os dedos e me levantou, me recompondo. Eu parecia uma bêbada, trançando as pernas, e fiquei alí, amparada pelos três.

Não sei quanto tempo ficamos alí, e nem sei se descemos na estação certa. O que sei é que quando dei por mim, eu e o polaco estávamos sentados em uma lanchonete, somente nós dois, e eu já havia bebido dois Gatorade e comido um monte de batata frita. Esses apagões foram passando com o tempo, mas na época me assustaram. Pagamos e saímos, e já era noite. Chegamos abraçados até onde os Uber estavam parados e entramos em um carro. Quando o motorista olhou para trás e nos cumprimentou, caí na gargalhada. Era o mesmo do dia anterior.

-Aguenta mais um showzinho, minha gostosa?

Puta que pariu. Puta que pariu. Puta que pariu.

-Moço… -comentei, olhando para o motorista. -Vamos embora. Vocês querem show? Então vocês terão um show!

Olhei para os vidros do carro e eles eram escuros. De fora ninguém veria nada. Então, por que desperdiçar a chance? Peguei aquela camisa cortada e tirei, jogando para o lado, e subi minha saia. Calcinha? Sei lá. Tenho vaga lembrança dela ter ficado com um dos rapazes. No mais, puxei o polaco para um beijo e coloquei a mão dele no meio das minhas coxas, que a essa hora já estavam pra lá de abertas.

Deixei o polaco fazer o que quisesse, menos me comer. Só queria ver aqueles dois babando. O motorista, coitado, segurava o cacete por cima da calça e não desgrudava os olhos de mim (tadinha de mim, ele olha era pra minha buceta, e só para ela). Eu não conheço Sampa, mas acho que passamos umas três vezes em frente a casa em que estávamos hospedados.

Algum tempo depois e comigo já “vestida”, descemos do carro. Dentro de casa, só procurei a cama e me desmontei. Acordei no dia seguinte, com uma bela bandeja de café da manhã e o polaco me comendo com os olhos. Me fartei e pensei em tomar um banho, mas quem disse que o polaco deixou? Sabe o que esse cafajeste fez? Bom, fica para a imaginação de cada um.

Ainda tem o epílogo dessa história, o que me levou para a libertação definitiva. Então, se você tiver um pouco de curiosidade e paciência, logo voltamos.

Beijos, meus gostosos.

Foto 1 do Conto erotico: Enfim, me descobrindo para o sexo... de novo no metrô... parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Enfim, me descobrindo para o sexo... de novo no metrô... parte 2


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268701 - Enfim, me descobrindo para o sexo - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4

Ficha do conto

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duozen

Nome do conto:
Enfim, me descobrindo para o sexo... de novo no metrô... parte 2

Codigo do conto:
268789

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
31/07/2026

Quant.de Votos:
1

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2