A primeira vez da minha amiga foi comigo e eu adorei....

O apartamento era pequeno, no terceiro andar de um prédio antigo da Zona Norte. A luz do abajur da sala ainda vazava um pouco pelo corredor quando eu fechei a porta do quarto atrás de mim. Era noite e o ventilador de teto girava devagar, fazendo um barulhinho rítmico que cobria quase tudo. Do outro lado da parede fina estavam minha amiga e do namorado dela, já dormindo fazia mais de uma hora.
Camila estava sentada na beira da cama, de shortinho de algodão e camiseta larga. Vinte e três anos, cabelo castanho liso até o meio das costas, corpo miúdo, seios pequenos e redondos que marcavam a blusa sem sutiã. Quadril estreito, coxas lisas, pele bronzeado do verão. Os olhos castanhos claros me olhavam sem desviar. Ela não parecia assustada. Parecia determinada.
Nós nos conhecíamos há meses por causa da Lúcia. Eu ia sempre no apartamento delas, jantava, assistia série, dormia no sofá algumas vezes. Um dia, sozinhas na cozinha, ela me contou que nunca tinha ficado com ninguém. Nem beijado de verdade. Que todo mundo achava estranho, que a Lúcia brincava com o assunto. E que ela não queria perder a virgindade com um cara qualquer só pra se livrar. Queria com uma mulher. Comigo.
Eu tinha rido na hora, achando que era brincadeira. Depois vi que era sério. Combinamos que eu viria de visita, como sempre. Esperaríamos todo mundo dormir. E iríamos pro quarto dela.
Agora estávamos ali, a meia luz....
Eu me aproximei devagar. O chão de madeira rangia um pouco sob os pés descalços. Camila ergueu o rosto. Sem falar nada, eu passei a mão no cabelo dela, puxando um pouco pra trás, me abaixei e beijei sua boca. Lábios macios, um pouco secos de nervoso. Ela abriu a boca quase na hora, a língua tímida encontrando a minha. O gosto de pasta de dente e de vontade. ...
Minha mão desceu pela nuca, pelo ombro, até o seio pequeno por baixo da camiseta. O mamilo já estava duro. Eu apertei devagar, sentindo ele na minha mão.... Camila soltou um som baixo na minha boca... huummm
Eu puxei a camiseta dela pra cima. Ela levantou os braços. Os seios apareceram, pequeninos, peitos firmes, mamilos rosados e arrepiados. Eu me agachei e chupei um deles, passando a língua em círculos, sugando com cuidado. A mão dela foi pro meu cabelo, apertando sem força.
— Continua — ela pediu, a voz quase um sussurro.
Eu troquei de seio, mordiscando de leve o mamilo enquanto uma mao acariciava as costas e a outra mão descia pelo shortinho. Por baixo não tinha calcinha. A buceta dela já estava quente e úmida. Passei o dedo no meio, sentindo os lábios fechados e o clitóris inchado escondido. Camila abriu um pouco as pernas.
Eu tirei o shortinho dela de uma vez. Ela ficou nua na beira da cama, as coxas juntas de novo por instinto. Eu a empurrei de leve pra trás até ela deitar. Me ajoelhei no chão entre as pernas dela e abri com as mãos... mmm... A buceta era rosada, os lábios finos, brilhando de molhado. Cheiro doce, gostooooso... Eu estava adorando...
Passei a língua de baixo pra cima, bem devagar. Camila soltou o ar pela boca. E gemeu baixinho....   

Eu chupei os lábios, puxando com a boca, depois concentrei no clitóris, puxando o capuz. Língua alternando entre rápida e lenta... sentido o clitóris endurecer... Os quadris dela começaram a se mexer sozinhos. Eu enfiei um dedo só até a primeira falange. Estava apertadinha.... O hímen resistia um pouco. Continuei chupando enquanto o dedo fazia movimentos circulares, abrindo espaço aos poucos.
Camila gemia baixo..... tentando não fazer barulho. As mãos apertavam o lençol. Eu olhei pra cima. Os olhos dela estavam quase fechados e a boca entreaberta.
— Quer que eu continue?
Ela assentiu várias vezes, rápida.
Eu tirei a minha própria blusa e o sutiã. Meus seios são maiores, pesados, mamilos grandes e bico durinho... Camila olhou com vontade.... Eu subi na cama, ajoelhei ao lado da cabeça dela e me inclinei.
— Chupa, vem...
Ela abriu a boca sem hesitar. A língua dela era inexperiente, mas ansiosa. Pegou o seio na mão...e passava devagar no meu mamilo, depois sugava com força demais. Tenho os seios bem sensíveis... Eu guiava a cabeça dela com a mão, mostrando o ritmo. Enquanto isso, minha outra mão voltava pra buceta dela, agora com dois dedos tentando entrar.
O aperto era absurdo. Eu sentia a resistência da sua buceta... da primeira vez..... Continuei chupando o seio dela de lado, os dedos empurrando com paciência. De repente senti o tecido ceder um pouco. Camila prendeu a respiração.
— Ai…
Eu parei.
— Tá doendo?
— Não… é estranho. Continua...
Empurrei mais. Os dois dedos entraram até a metade. Sangue misturado com o mel dela molhou minha mão. Eu tirei os dedos devagar, mostrei pra ela. Os olhos dela arregalaram um segundo, depois ela só balançou a cabeça, pedindo mais.
Eu desci de novo entre as pernas dela. Chupei o clitóris, todo sensível agora,.... Camila abriu mais as pernas agora, sem vergonha. Os quadris subiam contra a minha boca. o clitóris.
Humm.. que delícia!!
Ela gozou pela primeira vez com a minha língua... O corpo inteiro tremeu, as coxas apertaram minha cabeça, um gemido longo e abafado saiu da garganta dela. Eu continuei lambendo até ela se acalmar...
Quando subi, o rosto dela estava vermelho, o cabelo grudado na testa. Eu beijei sua boca, deixando-a provar o próprio gosto.

— Agora quero você dentro de mim de verdade — ela falou contra meus lábios.
Eu tinha trazido um vibrador lilás sem muitas estrias..., daqueles suaves... mas não grossos demais. Tirei da minha bolsa. Camila olhou com curiosidade e um pouco de medo. Passei lubrificante nele e na buceta dela. Me posicionei entre as pernas abertas.
Ela deitou e encostei a ponta.... Empurrei devagar, massageando o clitóris com bastante lubrificante... O aperto era tão forte que eu sentia a resistência em cada centímetro. Camila prendeu a respiração de novo,
— Respira — eu disse. — Solta.
Ela soltou o ar. Eu entrei mais um pouco. Depois mais. Até o vibrador sumir inteiro dentro dela. Ficamos paradas assim. tudo dentro e ela tremendo por baixo.
— Mexe — ela pediu.
Comecei devagar... num vai e vem curto. A cada estocada o aperto dela me empurrava de volta. O calor lá dentro, a umidade misturada com o pouco de sangue ainda. Camila começou a gemer de novo, agora mais alto. Eu tapei a boca dela com a minha mão.
shhhh…
Ela mordeu minha mão... se segurando pra não gritar... eu fui mais fundo. Era o barulho molhado da buceta dela engolindo o vibrador e o ventilador. ..
Troquei de posição. Virei ela de quatro. O cuzinho apertado apareceu logo acima da buceta vermelha e aberta. Eu entrei de novo por trás, segurando os quadris estreitos. Agora Camila enterrou o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos.
ai caralho… que gostoso!! Hmmm
Eu passei a mão por baixo e esfreguei o clitóris dela enquanto fodia. Em poucos minutos ela gozou de novo, o corpo todo contraindo, a buceta apertando.
Tire o vibrador... me deitei ao lado dela. As duas ofegantes.
Camila virou o rosto pra mim. Os olhos ainda mais baixos, satisfeitos.
— Obrigada.
Eu passei o dedo no seio dela, sentindo o mamilo ainda duro.
— Quer água?
Ela assentiu. Eu levantei, nua, fui até a cozinha no escuro. Peguei dois copos d’água. Quando voltei, ela estava sentada na cama, as pernas ainda abertas... com um olhar leve... relaxada...
Bebemos em silêncio. O ventilador continuava girando. No outro quarto, ninguém se mexia...
Depois eu deitei de novo. Camila se encostou em mim, a cabeça no meu seio, a perna jogada por cima da minha. A mão dela desceu devagar e tocou minha buceta ainda molhada.
— Posso?
Eu abri as pernas.

Ela desceu, inexperiente mas determinada, e chupou minha buceta com a mesma curiosidade com que eu tinha chupado a dela. A língua desajeitada no começo, depois mais firme. Eu guiei a cabeça dela, mostrei onde apertar, onde chupar mais devagar. Quando gozei na boca dela, segurei o cabelo castanho e soltei um gemido longo que quase não consegui abafar. ...
Ficamos abraçadas, o cheiro de sexo no ar... . Eu passei a mão nas costas dela, devagar...
— Amanhã a Lúcia vai perguntar se dormimos bem — eu falei baixo.
Camila riu contra meu peito.
— A gente dormiu.
Ela beijou meu seio uma última vez e fechou os olhos. Eu fiquei acordada mais um pouco, ouvindo o ventilador e a respiração dela se acalmando. O corpo dela colado no meu e a sensação gostosa dentro de mim.... até que dormi.


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Comentários


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sofiabctgg Comentou em 01/08/2026

Tesão de conto!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A primeira vez da minha amiga foi comigo e eu adorei....

Codigo do conto:
268889

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
01/08/2026

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