Eu chupei os lábios, puxando com a boca, depois concentrei no clitóris, puxando o capuz. Língua alternando entre rápida e lenta... sentido o clitóris endurecer... Os quadris dela começaram a se mexer sozinhos. Eu enfiei um dedo só até a primeira falange. Estava apertadinha.... O hímen resistia um pouco. Continuei chupando enquanto o dedo fazia movimentos circulares, abrindo espaço aos poucos.
Camila gemia baixo..... tentando não fazer barulho. As mãos apertavam o lençol. Eu olhei pra cima. Os olhos dela estavam quase fechados e a boca entreaberta.
— Quer que eu continue?
Ela assentiu várias vezes, rápida.
Eu tirei a minha própria blusa e o sutiã. Meus seios são maiores, pesados, mamilos grandes e bico durinho... Camila olhou com vontade.... Eu subi na cama, ajoelhei ao lado da cabeça dela e me inclinei.
— Chupa, vem...
Ela abriu a boca sem hesitar. A língua dela era inexperiente, mas ansiosa. Pegou o seio na mão...e passava devagar no meu mamilo, depois sugava com força demais. Tenho os seios bem sensíveis... Eu guiava a cabeça dela com a mão, mostrando o ritmo. Enquanto isso, minha outra mão voltava pra buceta dela, agora com dois dedos tentando entrar.
O aperto era absurdo. Eu sentia a resistência da sua buceta... da primeira vez..... Continuei chupando o seio dela de lado, os dedos empurrando com paciência. De repente senti o tecido ceder um pouco. Camila prendeu a respiração.
— Ai…
Eu parei.
— Tá doendo?
— Não… é estranho. Continua...
Empurrei mais. Os dois dedos entraram até a metade. Sangue misturado com o mel dela molhou minha mão. Eu tirei os dedos devagar, mostrei pra ela. Os olhos dela arregalaram um segundo, depois ela só balançou a cabeça, pedindo mais.
Eu desci de novo entre as pernas dela. Chupei o clitóris, todo sensível agora,.... Camila abriu mais as pernas agora, sem vergonha. Os quadris subiam contra a minha boca. o clitóris.
Humm.. que delícia!!
Ela gozou pela primeira vez com a minha língua... O corpo inteiro tremeu, as coxas apertaram minha cabeça, um gemido longo e abafado saiu da garganta dela. Eu continuei lambendo até ela se acalmar...
Quando subi, o rosto dela estava vermelho, o cabelo grudado na testa. Eu beijei sua boca, deixando-a provar o próprio gosto.
— Agora quero você dentro de mim de verdade — ela falou contra meus lábios.
Eu tinha trazido um vibrador lilás sem muitas estrias..., daqueles suaves... mas não grossos demais. Tirei da minha bolsa. Camila olhou com curiosidade e um pouco de medo. Passei lubrificante nele e na buceta dela. Me posicionei entre as pernas abertas.
Ela deitou e encostei a ponta.... Empurrei devagar, massageando o clitóris com bastante lubrificante... O aperto era tão forte que eu sentia a resistência em cada centímetro. Camila prendeu a respiração de novo,
— Respira — eu disse. — Solta.
Ela soltou o ar. Eu entrei mais um pouco. Depois mais. Até o vibrador sumir inteiro dentro dela. Ficamos paradas assim. tudo dentro e ela tremendo por baixo.
— Mexe — ela pediu.
Comecei devagar... num vai e vem curto. A cada estocada o aperto dela me empurrava de volta. O calor lá dentro, a umidade misturada com o pouco de sangue ainda. Camila começou a gemer de novo, agora mais alto. Eu tapei a boca dela com a minha mão.
shhhh…
Ela mordeu minha mão... se segurando pra não gritar... eu fui mais fundo. Era o barulho molhado da buceta dela engolindo o vibrador e o ventilador. ..
Troquei de posição. Virei ela de quatro. O cuzinho apertado apareceu logo acima da buceta vermelha e aberta. Eu entrei de novo por trás, segurando os quadris estreitos. Agora Camila enterrou o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos.
ai caralho… que gostoso!! Hmmm
Eu passei a mão por baixo e esfreguei o clitóris dela enquanto fodia. Em poucos minutos ela gozou de novo, o corpo todo contraindo, a buceta apertando.
Tire o vibrador... me deitei ao lado dela. As duas ofegantes.
Camila virou o rosto pra mim. Os olhos ainda mais baixos, satisfeitos.
— Obrigada.
Eu passei o dedo no seio dela, sentindo o mamilo ainda duro.
— Quer água?
Ela assentiu. Eu levantei, nua, fui até a cozinha no escuro. Peguei dois copos d’água. Quando voltei, ela estava sentada na cama, as pernas ainda abertas... com um olhar leve... relaxada...
Bebemos em silêncio. O ventilador continuava girando. No outro quarto, ninguém se mexia...
Depois eu deitei de novo. Camila se encostou em mim, a cabeça no meu seio, a perna jogada por cima da minha. A mão dela desceu devagar e tocou minha buceta ainda molhada.
— Posso?
Eu abri as pernas.
Ela desceu, inexperiente mas determinada, e chupou minha buceta com a mesma curiosidade com que eu tinha chupado a dela. A língua desajeitada no começo, depois mais firme. Eu guiei a cabeça dela, mostrei onde apertar, onde chupar mais devagar. Quando gozei na boca dela, segurei o cabelo castanho e soltei um gemido longo que quase não consegui abafar. ...
Ficamos abraçadas, o cheiro de sexo no ar... . Eu passei a mão nas costas dela, devagar...
— Amanhã a Lúcia vai perguntar se dormimos bem — eu falei baixo.
Camila riu contra meu peito.
— A gente dormiu.
Ela beijou meu seio uma última vez e fechou os olhos. Eu fiquei acordada mais um pouco, ouvindo o ventilador e a respiração dela se acalmando. O corpo dela colado no meu e a sensação gostosa dentro de mim.... até que dormi.
Tesão de conto!!