Meu cunhado e eu no puteiro

Era véspera da minha tão sonhada maioridade e de tudo o que viria com ela. Eu já planejava minha mudança da pequena cidade do interior, onde morava com meu pai, viúvo havia muitos anos, e meus dois irmãos mais velhos, para a capital, onde passaria a viver com minha irmã e seu marido.
Bom, desde muito novo nunca tive namorada e, embora nunca tivesse muitos trejeitos, numa casa como a minha qualquer detalhe bastava para alimentar os comentários maldosos do meu pai. Eu nunca fui de responder na mesma moeda; preferia fazer piada de mim mesmo antes que os outros o fizessem, ironizar a situação e fingir que aquilo não me atingia. Talvez por ser mais atento ao jeito como as pessoas reagiam, mais cuidadoso com o que dizia e bem menos espalhafatoso que meu pai e meus irmãos, acabasse parecendo diferente aos olhos deles. Naquela casa, isso já bastava para virar motivo de chacota.
Eu tinha um corpo comum: jogava futebol com os amigos, fazia academia, mas nunca fui obcecado por isso. Era forte, mas longe de parecer um rato de academia. Tinha cabelos pretos, 1,80 m de altura , pernas e bunda que sempre chamaram mais atenção do que o restante do meu corpo.
Na verdade, sempre senti mais atração por homens do que por mulheres, mas reprimi esses desejos durante muito tempo. Quando chegasse à capital, pretendia finalmente mudar isso. Eu estava ansioso para morar com minha irmã, Cláudia, e o marido dela, Rômulo, que todos chamavam de Romão.
Cláudia era a mais velha entre nós. Saiu de casa quando eu ainda era muito novo e, por isso, não tivemos tanto convívio ao longo dos anos. Mesmo morando longe, porém, nunca deixou de acompanhar minha vida. Era ela quem ligava para saber como eu estava na escola, perguntava das minhas notas, dizia que eu precisava estudar para não ficar preso à cidade e, sempre que podia, tentava me convencer a seguir a carreira dela. Hoje era médica e vivia entre plantões em hospitais da capital e de cidades vizinhas, o que fazia com que passasse boa parte da semana fora de casa.
Já Romão era o típico militar de carreira: major do Exército, imponente e dono de uma presença que chamava atenção por onde passava. Branco, pouco peludo, usava apenas um bigode bem aparado e tinha um porte naturalmente forte, daqueles que parecem nunca ter pisado em uma academia, mas ainda assim transmitiam vigor. O que mais chamava atenção, porém, não era a aparência, e sim o jeito como se comportava. Era cortês sem parecer submisso, pragmático nas decisões, firme nas opiniões e do tipo que falava pouco, mas fazia com que todos prestassem atenção quando resolvia dizer alguma coisa. Tratava as pessoas com respeito, cumprimentava porteiros e vizinhos pelo nome e parecia encarar qualquer problema com uma tranquilidade quase irritante.
Assim que cheguei à cidade, a primeira coisa que fiz foi me matricular em um cursinho pré-vestibular. Agora, já maior de idade, também comecei a procurar um emprego de meio período. Meu pai, que foi o responsável por me levar até a capital, resolveu passar uma semana conosco, alegando que queria matar a saudade da filha. No fundo, porém, sempre achei que ele tivesse ido para me vigiar durante os primeiros dias e comer algumas putinhas da capital.
Meu pai era um homem da roça: trabalhador, mas cafajeste. Não podia ver um par de saias que já se metia no meio. Era alto, tinha cerca de 1,89 m, a pele marcada pelo trabalho no campo, era forte, bastante peludo, não tinha vergonha de nada e fazia questão de demonstrar sua masculinidade. Para ele, homem tinha que ser comedor. Vivia se vangloriando de suas histórias de sexo e até das traições que dizia ter cometido enquanto minha mãe ainda estava grávida.
Naquela primeira semana, os dias foram corridos entre encontrar um bom cursinho, resolver a matrícula e procurar um emprego. Tive que dividir o quarto com meu pai durante esse período. Além da ansiedade natural da mudança, eu vivia em um tesão absurdo pela possibilidade de conhecer alguém naquela cidade enorme, onde ninguém me conhecia e ninguém faria fofoca sobre minha vida e foder muito. Só de pensar nisso já ficava subindo pelas paredes. O ambiente, carregado pela testosterona do meu pai e de Romão, também mexia comigo, até em momentos comuns do dia, como o café da manhã.Às 5h30, Romão já estava de pé, terminando de preparar o café ainda enrolado na toalha com a rola grossa marcando,o caralho dele parecia ter vida própria e em meio a suas pernas grossas ficava ainda mais destacado, ele ficava completamente à vontade dentro da própria casa e indiferente à presença de qualquer outra pessoa. Era um dos meus momentos favoritos do dia. Existem pessoas que entram em um ambiente pedindo licença; outras fazem o próprio ambiente abrir espaço para elas sem qualquer esforço. Romão pertencia à segunda categoria. Minutos depois, já vestia apenas a calça do uniforme,fazendo um dote ainda mais sexy na calça com o coturno. O contraste era inevitável: enquanto ele mantinha aquela calma quase inabalável, Cláudia corria pela casa tentando não se atrasar para mais um plantão, e meu pai, alheio ao relógio e ao constrangimento que causava, monopolizava a cozinha contando histórias e comentando a vida dos moradores do prédio como se conhecesse todos havia décadas. Mesmo em meio àquele caos, meu pai ainda conseguia puxar conversa com Romão.
Meu pai só voltava para casa de madrugada, depois das suas noitadas, quase sempre bêbado e sempre contando vantagem.
—As putas da capital nem se comparam as do interior ,todas com as bucetas lisinhas e rosadas,se nessa idade elas ainda piram na piroca do coroa imagina o que eu não fazia no meu auge moleque.
Eu meio dormindo mal prestava atenção no que ele dizia apenas sentia o odor dele exalando e focava naquele corpo viril se despindo e ficando só de cueca na minha frente.
– Se tu não fosse viado,ia comer buceta igual teu pai comia mais novo,elas faltavam era pedir pra eu passar a pica nelas.
Ele dizia aquelas atrocidades e logo capotava, me deixando com os nervos e o pau à flor da pele.
Geraldão, como meu pai era conhecido, passou os dias na capital dormindo ou vendo televisão, enquanto minha irmã e meu cunhado trabalhavam.
Na última tarde do meu pai na capital. Continuou me tratando do mesmo jeito de sempre, mas, antes de voltar para nossa cidade, passou cerca de duas horas bebendo cerveja e conversando com Romão. Tentei escutar a conversa algumas vezes da cozinha, mas meu pai sempre me enxotava, dizendo que aquilo era “conversa de macho”.
Na mesma noite, pouco antes de ir embora, ele me disse apenas uma coisa:
— Você veio para o lugar certo. O Romão vai te ensinar a ser homem. Já deixei ele incumbido de fazer um serviço para mim…


Comentem se querem a continuação ,peço desculpas que ficou um pouco mais longo do que eu gostaria,sugiram ajustes


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu cunhado e eu no puteiro

Codigo do conto:
268964

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/08/2026

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