Acordei na terça-feira no horário de sempre, às 5h20. A cabeça ainda doía um pouco, resquício do álcool; eu nunca fui muito de beber. Ao sair do banheiro em direção ao meu quarto, encontrei Romão na cozinha terminando de preparar o café. Como de costume, ainda estava de toalha. Passou por mim, seguindo para o quarto para se vestir, e apenas disse:
— Bom dia.
Respondi automaticamente. Ainda assim, percebi uma tensão no ar. Não sabia se ela realmente existia ou se era apenas a minha consciência tentando dar sentido ao que tinha acontecido poucas horas antes.
Poucos minutos depois, nos encontramos novamente para o café da manhã. Romão estava pragmático como sempre. Sem dizer muito, serviu uma xícara de café, colocou-a à minha frente, sustentou meu olhar por alguns segundos e perguntou:
— Dormiu bem?
— Demais. Apaguei.
— O uísque ajuda.
Deu um gole no próprio café como se estivesse comentando a previsão do tempo.
Esperei que dissesse mais alguma coisa. Não disse.
Mexi a colher sem necessidade.
— E você?
— Dormi pouco. Tinha que acordar cedo.
O silêncio voltou a ocupar a mesa.
Olhei para ele algumas vezes, esperando que comentasse qualquer coisa sobre a noite anterior. Nada. Conferia as horas no relógio, passava manteiga no pão, bebia café. A mesma rotina de sempre.
Aquilo começou a me incomodar.
Era impossível que só eu estivesse pensando no que tinha acontecido.
Quase perguntei. As palavras chegaram à garganta, mas morreram ali. Talvez ele não quisesse tocar no assunto. Talvez estivesse esperando que eu tomasse a iniciativa. Ou talvez... para ele, aquilo realmente não tivesse importância nenhuma.
Foi então que a porta do quarto se abriu.
— Bom dia, meninos.
Romão levantou-se, deu um selinho na Cláudia e voltou para a mesa.
— Bom dia, amor.
— Bom dia, irmã. Chegou que horas? E como você está?
Ela sorriu com o cansaço estampado no rosto enquanto se servia de café.
— Cheguei faz pouquinho. Hoje meu plano é dormir o resto do dia. O plantão foi tranquilo, mais do mesmo. Bastante gastroenterite, um acidente com animal peçonhento, algumas fraturas por queda da própria altura e um caso de dor torácica que acabou ficando em observação. Nada fora do normal.
Tomou um gole de café e voltou os olhos para nós.
— Mas e vocês? Como passaram a noite? O Romão comentou que vocês saíram.
Meu coração gelou. Por um instante, tive a impressão de que ela conseguiria enxergar tudo no meu rosto.
— Foi legal, irmã. Ele me mostrou alguns lugares da cidade.
Romão respondeu logo em seguida, com a maior naturalidade do mundo:
— Levei ele para comer um espeto no Zé e aproveitei para mostrar alguns pontos da cidade. Já que vai morar aqui, achei bom ele ir se familiarizando.
— Fez bem — respondeu Cláudia. — Assim ele já vai conhecendo a região.
Assenti em silêncio, preferindo não prolongar o assunto.
Não demoramos muito na mesa. Cláudia voltou para o quarto dizendo que ia dormir até mais tarde. Eu peguei minha mochila e saí com Romão, que, como de costume, me levaria até a escola.
Enquanto caminhávamos até o carro, a única coisa que passava pela minha cabeça era o silêncio que nos esperava durante o trajeto.
Entramos no carro e, como em todas as manhãs, Romão ligou o motor, ajustou o retrovisor e saiu da garagem sem dizer uma palavra. O rádio permaneceu desligado. Só se ouvia o barulho do motor e dos carros passando pela avenida.
A cada semáforo, eu ensaiava dizer alguma coisa e desistia. Parecia que qualquer palavra podia estragar aquele equilíbrio estranho que existia entre nós.
Quando já estávamos quase na metade do caminho, não aguentei mais.
— Você faz isso sempre?
Romão manteve os olhos na pista.
— Isso o quê?
Engoli em seco.
— Agir como se nada tivesse acontecido.
Ele permaneceu concentrado no volante. Nem desviou o olhar da estrada.
— Você pensa demais, moleque. E faz pergunta demais também.
Disse aquilo num tom descontraído, quase acompanhado de um sorriso de canto de boca.
O silêncio voltou a tomar conta do carro. Por alguns instantes, tive a impressão de que ele também refletia sobre o que havia dito, embora não demonstrasse absolutamente nada.
Quando chegamos à escola, já com o carro parado, coloquei a mão na maçaneta para descer. Antes que eu abrisse a porta, Romão segurou minha mão por um instante.
— Quando aparecer um momento bom, quero conversar com você.
Assenti apenas com a cabeça.
Desci do carro mais aliviado. Aquilo era muito menos do que eu queria ouvir, mas, conhecendo Romão, talvez fosse o máximo que ele estivesse disposto a dizer naquele momento. De alguma forma, também me tranquilizava perceber que continuávamos nos tratando com a mesma naturalidade de antes.
O restante do dia transcorreu normalmente no pré-vestibular. Eu já começava a conhecer melhor o pessoal da turma e, aos poucos, estava formando meu próprio grupo, o que deixava a rotina mais leve. Havia muitos garotos na escola e eu me pegava observando alguns deles mais do que gostaria. Meu diretor careca me recepcionando na entrada, os professores conduzindo as aulas, meus amigos comentando sobre as meninas... Era um mundo novo, que eu estava disposto a aproveitar da forma mais discreta possível. Ninguém sabia da minha sexualidade e, se alguém suspeitava, nunca era um assunto comentado.
Voltei para casa de ônibus. Na hora do almoço, não encontrei nem Romão nem Cláudia; provavelmente já tinham almoçado e estavam descansando no quarto.
As últimas palavras de Romão ainda ecoavam na minha cabeça. Curiosamente, eu já não estava tão ansioso para descobrir o que ele queria conversar ou pelas perguntas que eu ainda queria fazer. O que mais ocupava meus pensamentos era a expectativa de ficar sozinho novamente e tentar entender tudo o que estava sentindo.
Basicamente, aquele foi um dia normal e cansativo de estudante. Passei quase toda a tarde trancado no quarto estudando. Ouvi poucos sons vindos do restante do apartamento. Pelo que percebi, eles saíram durante a tarde e voltaram já perto da noite, conversando normalmente. Só os encontrei quando fui preparar minha janta. Nada parecia diferente.
No fim do dia, meus pensamentos voltaram a me atormentar. Do quarto deles chegavam apenas vozes baixas e alguns gemidos abafados de Cláudia. Bastou aquilo para minha imaginação disparar. Meu pau subiu.Logo comecei a me masturbar,lembrei de Romão usando minha boca,dos seus pentelhos nas minhas narinas,seu cheiro infundindo em mim,precisava sentir aquilo novamente.
Lembrei-me da cueca usada por meu pai,mal senti seu cheiro e gozei.Depois me limpei no banheiro e fui dormir.
Confesso que a coisa mais difícil para mim, além de conter meus próprios pensamentos, estava sendo acordar antes das seis. Na quarta feira, acordei atrasado outra vez. Já eram 5h30 quando despertei com Romão colocando apenas a cabeça para dentro do meu quarto para me chamar.Ele me chamava e havia um sorriso discreto no seu rosto estava,também com um celular na mão. Eu ainda estava deitado de bruços,apenas de com uma cueca apertada destacando minha bunda e a cueca do meu pai permanecia ao meu lado, em cima da cama.
O clima na mesa estava agradável. Cláudia comentou que naquele dia só trabalharia na manhã seguinte e passaria o restante do tempo em casa, resolvendo as próprias pendências.
No caminho para a escola, aproveitei um momento de silêncio para perguntar a Romão quando finalmente teríamos aquela conversa.
Confesso que, naquele dia, fiquei ainda mais ansioso. Perdia a concentração durante as aulas, me distraía nas conversas e, sem perceber, fazia as contas do tempo. Sabia que, no dia seguinte, minha irmã voltaria a estar de plantão e eu ficaria sozinho com Romão novamente.
A quarta-feira passou mais devagar do que eu imaginava. Resolvi almoçar no colégio e aproveitar a tarde para estudar nas cabines individuais da biblioteca, já que, no fim do dia, tinha marcado uma partida de futebol com alguns colegas da turma.
Tirando isso, foi um dia comum. As aulas, o estudo, o futebol... tudo parecia seguir a rotina que eu começava a construir naquela cidade.
Quando estava saindo para jogar, recebi uma mensagem do meu pai. Havia apenas dois emojis de palmas.
Respondi com dois pontos de interrogação.
Nenhuma resposta.
Fiquei alguns minutos olhando para a tela do celular, tentando entender o que aquilo significava. Será que Romão tinha contado alguma coisa? Ou meu pai simplesmente queria chamar minha atenção? A mensagem me deixou intrigado, mas resolvi não pensar muito no assunto.
Depois do futebol, jantei com os meninos, ficamos mais um tempo conversando e bebendo antes de cada um seguir para casa.
Quando cheguei ao apartamento, tomei um banho. Só então, ao abrir o guarda-roupa para me vestir, notei uma cueca cuidadosamente dobrada sobre minhas roupas.Ela estava um pouco molhada ainda,mas podia ver que tinha sido colocada ali há um tempo.Em cima dela havia um pequeno post-it.
"Pra você não precisar sentir um cheiro antigo.”
Logo coloquei ela no meu nariz e senti o cheiro.Reconheci na hora.Era a porra do Romão.Naquela noitinha nem esperei os sons começarem,logo me masturbei e dormi cedo da noite.
Na quinta-feira, acordei antes mesmo de o despertador tocar. Estava ansioso pelo dia. Cláudia estaria de plantão e, pela primeira vez desde aquela noite, eu e Romão voltaríamos a ficar sozinhos no apartamento por mais de vinte e quatro horas.
Enquanto pensava nisso, uma ideia começou a tomar forma. Desativei o alarme do celular e resolvi me atrasar de propósito. Queria ver como Romão reagiria quando fosse me chamar.
Coloquei a cueca que havia aparecido no meu guarda-roupa ao meu lado e fingi que ainda estava dormindo.
Mas não... aquilo ainda não parecia suficiente. Resolvi ir um pouco além. Tirei a cueca que vestia e permaneci deitado, completamente despido,minha bunda branca totalmente exposta,elevei ainda uma das minhas pernas ,deixando o meu joelho na altura próxima ao meu umbigo,meio que perpendicularmente,o que deixava minha bunda bem empinada e aberta.Deixando a cueca misteriosa bem próxima ao meu rosto enquanto aguardava a chegada de Romão para me acordar.
Como eu esperava, ouvi Romão abrir a porta do quarto. Mas ele não me chamou imediatamente. Permaneci imóvel, fingindo dormir. Pelo som dos passos, percebi que ele entrou, fechou a porta novamente atrás de si e ficou ali por meio segundo, em silêncio.
Queria muito abrir os olhos para descobrir onde ele estava e o que fazia, mas continuei imóvel.
Foi então que ouvi sua voz grave bem perto do meu ouvido:
— Eu sei que você está acordado, putinha.
Houve uma breve pausa antes que ele completasse, no mesmo tom calmo:
— Abre os olhos… e vem sentir o cheiro direto da fonte de novo.
Antes mesmo de abrir os olhos, senti algo pesado tocar de bater no meu rosto.Era sua rola meia bomba. Ele segurava aquilo com uma das mãos, enquanto, com a outra, puxava minha cabeça pelos cabelos, controlando discretamente meus movimentos.
Instintivamente, entreabri os lábios.Pude sentir ainda um resquício de baba que saia do seu pau.
Foi então que ouvi sua voz. Não era mais o tom grave e provocador de instantes antes, mas a mesma voz calma e cotidiana de sempre:
— Acorda, Bruninho. Você vai se atrasar.
Em seguida, soltou meus cabelos, enrolou novamente a toalha na cintura, deixando-me ali completamente desnorteado, e saiu do quarto como se absolutamente nada tivesse acontecido.
Se o meu plano era atiçar mais o Romão do que a mim mesmo, não deu certo. No fim, quem acabou caindo na própria armadilha fui eu. Ainda assim, queria mostrar que continuava no jogo e que não pretendia recuar.
No café da manhã, estávamos todos à mesa. Cláudia estava apressada para sair. Eu tentava manter a postura, embora estivesse consumido pelo desejo. Evitava olhar diretamente para Romão, não por vergonha ou insegurança, mas porque sabia que bastaria cruzar os olhos com ele para reacender o fogo que eu tentava controlar.
No carro, não consegui me conter.
— Estou com saudade do seu gosto.
Romão permaneceu alguns segundos em silêncio, atento ao trânsito. Só então abriu um leve sorriso de canto de boca.
— Gostou do presente?
Meu coração acelerou.
— Já vi que você trocou aquela relíquia que costumava deixar do lado do travesseiro.
Confesso que devo ter corado na mesma hora. Não consegui responder.
Ele continuou falando no mesmo tom calmo, como se comentasse qualquer assunto banal.
— Desde a primeira vez em que entrei no teu quarto e vi você dormindo com aquela cueca velha do lado da cama... pelos furos e pelo estado dela, imaginei que fosse do teu pai.
Fez uma breve pausa antes de continuar.
— Naquele momento eu só tinha uma suspeita. Queria ter certeza de quem estava morando na minha casa.
Voltou a olhar rapidamente para mim e sorriu de leve.
— E agora eu tenho.
Romão não disse mais nada.
O restante do trajeto foi tomado pelo silêncio. Pela primeira vez, porém, ele não parecia constrangedor. Havia a sensação de que nós dois já sabíamos exatamente o que aquele breve diálogo significava, mas nenhum de nós estava disposto a colocar isso em palavras.
Quando o carro parou em frente ao pré-vestibular, ele apenas colocou a mão sobre a alavanca do câmbio e disse, sem sequer olhar para mim:
— Agora vai estudar. O resto fica pra outra hora.
Fez uma breve pausa antes de acrescentar, no mesmo tom tranquilo:
— Ah... hoje não precisa voltar de ônibus. Quando eu estiver saindo do quartel, te mando uma mensagem para passar te buscar.
Assenti em silêncio, peguei a mochila e desci do carro.
Enquanto caminhava em direção ao portão do pré-vestibular, tive a nítida impressão de que aquela conversa estava longe de ter terminado. Pela primeira vez desde que cheguei à cidade, a ansiedade já não vinha da dúvida sobre o que Romão pensava. Ela vinha da expectativa pelo momento em que voltaríamos a ficar a sós.
No pré-vestibular, minha mente estava hiperfocada na noite com Romão e nos acontecimentos daquela manhã. Meu tesão estava a mil e, naquele dia em especial, eu me sentia completamente inerte ao mundo à minha volta, pensando apenas com minha cabeça de baixo.
Naquela manhã, meu professor de matemática havia faltado. Fiquei animado, imaginando que sairíamos mais cedo da aula. No entanto, logo descobri que meu diretor, Fernando,o diretor, assumiria a turma em seu lugar.
Fernando era um homem careca, na casa dos quarenta e cinco anos, mas ainda bastante jovial. Meu tesão não diminuía por nada. Durante a aula, ou eu permanecia com a cabeça longe, olhando para o nada, ou acabava acompanhando com os olhos os movimentos dele pela sala, especialmente quando caminhava de um lado para o outro com aquela calça de alfaiataria,que forjava um Belo volume.
Às vezes, tinha a impressão de que ele também me encarava, mas provavelmente era coisa da minha cabeça.
Aquela aula parecia não acabar nunca.
Quando finalmente terminou, saí depressa. Como eu me sentava no meio da turma, acabei saindo praticamente junto com Fernando. Já estava quase alcançando a porta quando senti uma mão tocar meu ombro.
— Opa, tudo bem? Senti que você estava um pouco distraído durante a minha aula.
— Tudo bem, diretor. Foi só o cansaço do dia mesmo.
Fernando me observou por alguns segundos. Depois, deu uma leve apertada no volume da sua calça e falou:
— Se estiver passando por algum problema em casa ou em qualquer outro lugar, pode vir falar comigo.
Um silencio momentâneo
—Se preferir, também pode procurar o psicólogo da escola.
Apenas concordei com a cabeça e garanti que não era nada.
Naquele momento, porém, eu só queria encerrar a conversa. Minha cabeça estava em outro lugar e tudo o que eu conseguia pensar era que precisava ir embora e encontrar Romão.
Logo mandei uma mensagem para Romão avisando que já estava pronto e que ele poderia vir. Ele respondeu rapidamente, dizendo que naquele dia não conseguiria me buscar por causa de um contratempo.
Por um lado, fiquei um pouco frustrado com a mudança de planos; por outro, aquilo significava que eu chegaria em casa primeiro. Assim que cheguei ao apartamento, fui direto para o meu quarto, tomei um banho e comecei a me preparar para esperar por ele.
Enquanto fazia isso, porém, uma sensação estranha começou a tomar conta de mim. Eu tinha passado o dia inteiro imaginando como seria quando finalmente estivéssemos sozinhos novamente, mas agora que a espera começava de verdade, percebi que a ansiedade era maior do que eu esperava.
Estava no meu quarto, totalmente despido, passando hidratante lentamente pelo corpo. Eu me arrepiava só de imaginar que, em pouco tempo, ele poderia tocá-lo novamente. Ouvi a porta do apartamento se abrir, mas continuei onde estava, em pé, com uma das pernas apoiada na cama, espalhando o hidratante pela pele.
Ele chegou e passou alguns segundos me encarando, ainda fardado.
— Ainda quer aquela conversa?
Fiquei parado por um instante. Ele veio para perto de mim por trás e, como era mais alto, abaixou-se um pouco para se encaixar atrás de mim. Senti seu corpo pressionado contra o meu.Sentia o tecido grosso da sua farda e dentro dele sua rola grossa tomando vida.Ele segurou minha cintura com aquelas mãos grossas e aproximou ainda mais o quadril do meu.Ajeitou levemente nossa posição de modo que a extensão da sua pica ficava forçando meu buraco virgem,que desde que ele chegou piscava loucamente.
Inclinou-se um pouco, passou o nariz pelo meu pescoço, roçando de leve aquele bigode safado, e perguntou novamente:
— Tem certeza de que você quer conversar agora?
Não esperei para saber se ele corresponderia ou não. Meu tesão não me permitia mais esperar ou continuar preso às dúvidas. Virei-me de frente para ele e, por alguns segundos, apenas o encarei. A proximidade entre nós tornava difícil pensar em qualquer outra coisa.
Então me aproximei e encostei minha boca na dele. O beijo começou hesitante, quase como se eu ainda esperasse alguma reação sua, mas logo deixei de pensar e apenas me entreguei ao momento.Mas ele respondeu sentia aquela boca abrindo,a língua entrando na minha boca como se fosse entrar mais fundo em mim.O bigode roçando em meu rosto.Parecíamos duas feras com muito tesão.
— Que beijo gostoso — eu disse.
— Não é só isso que é gostoso. Não vai tirar minha roupa?
Ele me olhou nos olhos, com um sorriso discreto.
— Estava esperando você pedir. Ou, melhor... mandar.
— Aprendeu rápido o que eu quero.
Ele me deu um tapa não muito forte no rosto e mandou que eu tirasse sua roupa.
Tirei sua camisa. Ele se sentou na beirada da cama, bateu nas próprias pernas e disse:
— Senta aqui um pouco.
Ele me beijou novamente, dessa vez mais lentamente.
— Bruninho, deixa eu te perguntar uma coisa...
Apenas assenti com a cabeça.
— Você ainda é virgem?
Disse, meio sem jeito, que minha primeira vez tinha sido no bordel, e que tinha sido com ele e com Kelly.Instantaneamente senti uma pulsada de sua rola.Ele me deu mais um beijo e enquanto raspava aquele bigode em meu pescoço perguntou.
— Você quer perder o que falta hoje?
— Quer que eu te coma?
Respondi quase com um gemido, a voz falhando e o corpo arrepiado:
— Sim.
Ele me pediu para tirar o restante da roupa. Tirei o tênis e as meias.
— Sente o cheiro delas. Você vai gostar.
Assim fiz. Desabotoei sua calça e fui puxando-a junto com a cueca, enquanto ele simplesmente deixou.
— Hoje você está com mais pressa, hehe.
— Hoje vou pegar mais leve com você. O álcool me transforma quando transo.
Terminei de tirar sua roupa. Ele me puxou forte pelos cabelos para perto e continuou conduzindo a situação com a mesma postura firme de antes.
Me direcionou as suas axilas,pude sentir o cheiro de macho exalando, aquele cheiro de homem que passou o dia no trabalho.Fui a loucura.Logo ele me direcionou a seu pau e disse,agora sim pode chutar.
Abocanhei aquele pedaço de carne grosso,o cheiro dele me hipnotizada tentava engolir ao máximo,mas só conseguia metade.Ele me guiava,forçava um pouco minha cabeça me deixando sem fôlego.
—Isso piranha,mama bem o cacete do macho da tua irmã.
Parecia que aquele monstro estava acordando,com o passar do tempo forçava cada vez mais minha cabeça contra seu quadril,entrando mais um pouco da sua rola. Em alguns momentos apenas segurava forte meu rosto deixando ele parado e acelerava o vai e vem do seu quadril,simulando estocadas.
—Como é bom foder sua boca cunhadinho.
Ficamos assim por um bom tempo.
Até que ele me puxou pelos cabelos,me levantou e já me colocou em seu colo alternando com um beijo e nos direcionou ao seu quarto.
—Essa cama é maior pra nós dois.
—Fica de quatro pra mim,bruninho.
Senti meu cunhado piscar,um frio na minha espinha.Porém,sem relutar, fiz o que ele me ordenou.Sem demora comecei a sentir algo úmido e gelado no meu cuzinho,era sua língua. Aquele macho estava me linguando. Parecia que aquela língua ia me atravessar,eu gemia bem manhoso,era quase involuntário.
—Abre mais essa bendita com suas mãos, puro.
Assim que o fiz,senti seu dedo encostando no meu buraco.
Ele se levantou colocou a cabeça da pica no meu buraco,mas não forçou colocou o peso de seu corpo sobre o meu e enfiou dois dedos na minha boca.
—Finge que é minha pica e deixa eles bem molhados pra mim.
Eu não respondi,só gemia e obedecia.Ele bateu a pica duas vezes na minha bunda e voltou a me linguar,mas agora enfiava um dedo dentro de mim.
—Isso relaxa bem esse cuzinho com no dedo.
O primeiro dedo entrou fácil,não senti muito incômodo estava muito lubrificado,já no segundo meu cunhado contraiu um pouco pra entrar.Ele me deu um tapão no ramo.
—Eu disse pra você relaxar.
Quando entrou eu gemi um pouco mais forte,ele era bruto,mas movimentava seus dedos lentamente.Estava muito gostoso.Meu cu estava muito relaxado e não parava de piscar.
—Tá na hora ,Bruninho.
Logo senti a rajada de cuspe que acertou bem no meu orifício. Ainda de quatro,com minha bunda bem empinada,virei pra ele e disse
—Me come,Romão. Me usa hoje.
Sem pensar duas vezes senti ele colocando a cabeca no meu rego. De primeira não entrou. Ele tentou denovo mas ainda não foi,ele forçou bastante até que entrou,fez até um barulho,mas não foi só isso pela forca que ele colocou entrou mais do que só a cabeça senti meu cunhado rasgando,conforme tinha entrado,soltei um urso forte e alto de dor,fiquei até sem voz e sem forças momentaneamente.
Eu conseguia sentir meu cunhado pressionando aquele cacete enfiado em mim, até quando ele pulsava eu sentia.Não queria pedir pra ele tirar,mas tava doendo muito.
—Calma bruninho o pior já passou.
Ele ficou parado um tempo,enquanto eu não parava de gemer.Ele tentou empurrar mais um pouco,mas doida muito coloquei minhas mãos atrás pra limitar seu movimento,até que ele entendeu, ou era o que aparentava, já que ele estava retirado lentamente seu pau de mim,vi que ele deu uma cuspida generosa no seu pau.Quando ele foi colocar,enfiou tudo de uma vez só.Uma estocada única,forte e vigorosa.Só escutei.
— Estava disposto até a pegar leve com você, mas foi só você tentar me limitar ou me controlar. Isso é para você saber o seu lugar e quem manda aqui.
Apaguei. Acho que minha pressão baixou, mas não sei por quanto tempo fiquei assim, nem se ele percebeu. Quando voltei a mim, ele ainda estava na mesma posição, atrás de mim.
Devo ter me mexido quando voltei,ele entendeu isso como se já estivesse sem dor,mas ainda doía,iniciou leves movimentos de vai e vem.
— Aí,Romão!Você detonou meu cu,seu puto.
— Não era minha piroca que você queria levar e estava só me atiçando pra isso hoje de manhã?
— Puta que pariu.Sim, era hmm esse pau que eu queria levar mesmo hmm
Ouvir aquele macho falando enquanto eu sentia seu pau dentro de mim,não importava mais sentir dor,também estava sentindo muito prazer naquele momento.Comecei a mexer meu quadril.
Ele entendeu segurou forte nas minhas ancas.E começou a afundar aquele pau em mim,ele estava frenético,tirava e colocava como um touro,mal conseguia me segurar na posição de tanta força que ele colocava em suas estocadas.
Eu gemia igual nunca antes.Chamava ele pelo nome,elogiava seu pau.Sentia seu suor escorrer em mim,Meu cu já estava acostumado com sua pica,sentia ele piscar e apertar sua rola.Ela batia direto em minha próstata.
Sem tirar seu cacete de dentro de mim ele me virou e me colocou de frango assado.Deu um sorriso de puro bem safado ,com aquele rosto suado.
— Quero ver a cara da minha putinha enquanto esfolo a cucetinha dela.
—Que pirocão gostoso esse que você tem.
Ele meteu por mais um tempo,e ao invés de me segurar com as duas mãos ele me segurava com a esquerda e com a direita começava uma punheta para mim.
Ele tirava devagarinho seu pau do meu cuzinho e socava firme sincronizando com minha punheta.Assim nao aguentei permito tempo,soltei vários jatos de porra melando minha barriga ,um caiu até na minha bochecha.
Quando ele viu isso,tirou a mão do meu pau e empurrou minha porra que estava no meu rosto para meus lábios.
— Lambe e mostra pra mim que engoliu.
Quando disse isso já senti suas duas mão se ancorando na minha bunda me segurando com força.Na hora que abri minha boca mostrando que tinha bebido meu próprio leite,pude ver sua cara de prazer,e senti o primeiro jato forte de gala grossa em meu cu.Ele gozou muito no meu cu e logo caiu com aquele corpo pesado em cima de mim e me deu um beijo de língua.
—Que cuzinho apertado e macio que você tem cunhadinho,foi o melhor que já comi.
—Vai ser seu sempre que você quiser,cunhadão.
Ele ficou em cima de mim por um tempo até recuperarmos o fôlego.Seu pau ainda estava dentro de mim e ainda estava duro.Continuava me preenchendo.
Ele ficou novamente ele em meu rabo e me levantou,sentia o líquido escorrendo por minhas pernas.Fomos para o box de seu banheiro quando ele tirou o pau de mim e me colocou em pé.
Eu quase caio,minhas pernas tremiam muito estava fraco,mas ele me segurou e me ajudou a tomar um banho.Ainda mamei novamente aquela pica no chuveiro,mas não até ele gozar.
Fui pro meu quarto e sem esforço eu dormi,fraco,sem almoço, mas muito bem comido por Romão.
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Muito obrigado pelo retorno do último conto, pelos comentários, votos e até pelas mensagens que recebi. Fico muito feliz em saber que vocês estão acompanhando a história e espero que gostem da parte 4 também.
Tenho planos de ampliar esse universo com outros contos relacionados a este, mas que possam ser lidos de forma independente, sem a necessidade de acompanhar diretamente a história principal para entender cada um deles.
Quero aproveitar essa oportunidade para explorar melhor alguns personagens que acabaram ficando em segundo plano diante da magnitude de Romão e Bruninho, dando a eles suas próprias histórias e mostrando um pouco mais desse universo.
O que vocês acham?aceito sugestões na dm e nos comentários.
Espero que vocês continuem acompanhando. Boa leitura!
bruninho-s4f