Meu Cunhado e Eu no Puteiro 3 (Perdi o cabaço?)



— Bruninho.
Olhei para ele.
— Me segue.
Assenti em silêncio e caminhei logo atrás dele. Passamos por várias mesas até chegar a uma mais reservada, no fundo do salão. Sobre ela havia uma pequena placa indicando que estava reservada. Na mesma hora me lembrei da ligação que ele havia encerrado quando me viu mais cedo. Então era para aquilo.
Sentamos, e Romão agiu com uma naturalidade que me impressionou. Parecia conhecer perfeitamente o lugar. Cumprimentou a atendente,que deveria ter um pouco mais da minha idade,vestia apenas um fio dental e com a parte dos peito completamente expostos.Ele pediu quatro doses de uísque e agradeceu como se estivesse em qualquer outro bar da cidade. Enquanto eu ainda tentava entender onde estava, ele permanecia tranquilo, apoiado na cadeira, observando discretamente o movimento do salão.
Quando a atendente se afastou, Romão voltou os olhos para mim e esboçou um leve sorriso.
— Então, Bruninho... o que achou do lugar?
Ainda estava tentando organizar os pensamentos.
— Sinceramente? Nunca imaginei que você me trouxesse para um lugar desses.
Ele deu um leve sorriso.
— Quase todo mundo diz isso na primeira vez. O pessoal costuma imaginar que isso aqui é bagunça, confusão ou coisa de filme. Na maior parte do tempo, é só um estabelecimento comercial como qualquer outro. Tem regras, tem funcionário, tem cliente e tem gente vivendo do próprio trabalho.
Continuei olhando o movimento.
— Você já conhecia esse lugar há muito tempo?
— Alguns anos. A profissão faz a gente conhecer muita gente e muitos lugares diferentes. Às vezes venho com colegas, às vezes encontro conhecidos por aqui. Nunca vi motivo para tratar isso como um grande segredo.
Aquela naturalidade me surpreendia mais do que o lugar em si.
— A Cláudia sabe?
Romão não demonstrou qualquer incômodo com a pergunta.
— Minha vida não é baseada em esconder as coisas da minha esposa. O que diz respeito ao nosso casamento nós resolvemos entre nós. O resto não interessa a mais ninguém.
Aquilo parecia uma resposta completa e, ao mesmo tempo, não respondia exatamente o que eu queria saber.
— E meu pai?
Romão respirou fundo antes de falar.
— Seu pai é um homem muito diferente de mim. Nós concordamos em algumas coisas e discordamos em muitas outras. Mas, antes de ele voltar para o interior, me pediu um favor relacionado a você.
Senti meu corpo ficar tenso.
— Que favor?
Romão apoiou os braços sobre a mesa.
— Ele disse que você estava começando uma vida nova, longe da família, e que preferia que alguém de confiança te mostrasse certas coisas da cidade antes que você aprendesse do jeito errado. Eu aceitei porque achei que fazia sentido. O resto depende muito mais de você do que de mim.
Fiquei alguns segundos em silêncio.
— Então você não me trouxe aqui porque acha que eu precisava vir?
— Eu te trouxe porque você já é adulto. Conhecer um lugar não obriga ninguém a fazer nada. Você pode ficar cinco minutos e ir embora, pode passar a noite inteira sentado conversando comigo ou pode aproveitar o ambiente. A decisão sempre vai ser sua.
Pela primeira vez desde que chegamos, senti que Romão não estava tentando me convencer de nada. Ele simplesmente parecia disposto a me deixar escolher.
Algumas doses de uísque depois, eu já sentia o álcool subir. Permanecia sentado, bebendo ,mais por não saber o que dizer nem como agir naquele lugar do que por realmente querer continuar. Romão, ao contrário, parecia completamente à vontade. Conversava comigo sobre assuntos triviais, observava o movimento do salão e, de vez em quando, cumprimentava alguém que passava.
Em determinado momento, levantou-se da mesa e foi conversar com uma das atendentes. Eles trocaram algumas palavras, sorriram um para o outro e, logo depois, caminharam em minha direção.
— Bruninho — disse Romão, parando ao meu lado. — Teu pai deixou uma coisa paga para você.
Falou aquilo com um leve sorriso no rosto, como se estivesse anunciando a coisa mais comum do mundo.
A atendente fez um gesto discreto para que eu a acompanhasse. Olhei para Romão por um instante, procurando alguma explicação, mas ele apenas confirmou com um breve aceno de cabeça.
Levantei ainda meio atordoado pelo álcool e segui os dois por um corredor lateral. À medida que nos afastávamos do salão principal, a música ficava mais abafada. O corredor desembocava em outra área do estabelecimento, formada por pequenos quartos separados apenas por cortinas de tecido grosso. Do outro lado delas, ouviam-se gemidos, gritos e sons de estocadas que denunciavam onde eu estava indo e o que era o plano do meu pai.
Entramos em uma sala reservada. Romão fechou a cortina quase que transparente atrás de nós e permaneceu tranquilo, como se tudo aquilo fosse absolutamente corriqueiro.Havia uma cama redonda encostada à parede,uma meia luz iluminava o ambiente,tinha uma prateleira com camisinhas lubrificantes e alguns brinquedos sexuais .Eu continuava sem entender exatamente por que estava ali.
Romão cruzou os braços e falou sem rodeios:

— Teu pai me pediu esse favor antes de voltar. Disse que tu era muito inexperiente e que tinha várias dúvidas sobre a vida. Pediu que eu resolvesse isso.

Olhei para ele sem saber o que responder.

Ele continuou no mesmo tom, firme e objetivo:

— Não tô aqui pra discutir o que teu pai pensa nem pra ficar te convencendo de nada. Só tô cumprindo o que combinei com ele.Não vou decidir nada por você.Faça o que quiser,se quiser ir embora agora nós vamos.

Fez um breve gesto com a cabeça.E saiu me deixando sozinho com a prostituta e anunciando que talvez voltasse.

Fez um breve gesto com a cabeça e saiu, deixando-me sozinho com a prostituta, apenas dizendo que talvez voltasse.
A prostituta era muito bonita, mas eu não sentia a menor atração por ela. No instante em que Romão deixou o quarto, meu tesão começou a diminuir,meu pau foi deixando de ficar latejante pra ficar meia bomba. A moça se despiu e passou a tirar minha própria roupa. Como já disse, meu corpo era definido e meu pau não era pequeno. Devia ser genética da família: tinha cerca de dezessete centímetros, embora não fosse muito grosso. Com a ajuda dela, terminei de me despir.
Ela tentava me tranquilizar, falando num tom provocante, mas nada daquilo parecia surtir efeito.
— Relaxa… Você é bonito. Vai dar tudo certo.
Sorriu ao olhar para mim.
— Confesso que não imaginava que escondia tudo isso debaixo desse short. Deixa comigo.Aposto que você vai gozar gostoso em mim.
Ela começou a me estimular, mas eu continuava apenas parcialmente excitado. O nervosismo falava mais alto. Ela me conduziu até a cama, onde me sentei e fechei os olhos, tentando controlar a ansiedade.
Poucos minutos depois, em meio aos gemidos que ecoavam pelo corredor, ouvi uma voz grave que eu reconheceria em qualquer lugar.
Era Romão.
Ele estava no quarto ao lado.
Falava pouco, como sempre. As frases eram curtas, firmes, sem qualquer pressa.
— Tira minha roupa.Vadia!
Alguns segundos de silêncio.
— Assim!
Mais um instante.
— Agora vem cá. Mama esse cacete direito,deixa ele bem babado.A voz da mulher respondeu com uma risada abafada, seguida de palavras que não consegui distinguir.
Romão voltou a falar, no mesmo tom calmo e seguro.
— Isso. Do jeito que eu mandei. Ouvi nitidamente o estalo de um tapa e depois outro junto ao gemido da mulher.
O restante da conversa se perdia entre a música do salão e os gemidos vindos dos outros quartos. Eu mal conseguia entender as palavras, mas reconhecia perfeitamente a voz dele.
Foi suficiente.
Meu corpo reagiu imediatamente.Meu pau voltou a ficar trincando de duro.
Deitado na cama, mantive os olhos fechados. Nem percebi o momento em que Kelly colocou a camisinha. Toda a minha atenção estava voltada para o que acontecia no quarto ao lado. Cada vez que Romão dizia alguma coisa, minha imaginação completava o restante da cena.
Senti quando Kelly se acomodou sobre mim. Ela conduzia tudo com calma, enquanto eu permanecia imóvel, mais concentrado na voz que atravessava a divisória do que na mulher que estava comigo. Senti meu cacete invadir a buceta dela,observei rapidamente ela de costas subindo e descendo,abrindo as pernas na minha vara, parecia acostumada com aquilo.
Então ouvi Romão novamente.
— Agora vira.Fica de quatro pra mim que eu quero socar.
A resposta da mulher foi apenas um gemido abafado.
Logo depois veio um grito fino, meio embargado de dor que ecoou.Ele pelo visto não teve pena da vadia e meteu tudo de uma vez,há poucos segundos comecei a ouvir o barulho de estocadas,o gemido da mulher estava sempre presente,tentando falar coisas que não dava pra entender os ruídos ritmados da cama batendo contra a parede e a respiração cada vez mais pesada dos dois.
Naquele momento, meu corpo finalmente cedeu à tensão que vinha acumulando desde que chegamos ao bordel.Pus minhas mãos no quadril de kelly e pela primeira vez tomei conta da situação e acelerei as estocadas gozando fartamente dentro dela.
Passei alguns instantes tentando recuperar o fôlego e organizar os pensamentos. Kelly sorriu de maneira discreta, agradeceu pela companhia e saiu do quarto, deixando-me sozinho.
Fiquei sentado na cama por alguns minutos, encarando o vazio. Ainda tentava entender tudo o que havia acontecido desde que Romão me levara até aquele lugar. A cabeça parecia muito mais agitada do que o próprio corpo.
Quando finalmente deixei o quarto privativo, encontrei novamente o corredor estreito, iluminado apenas por luzes fracas. No quarto de frente ao meu dava pra ver que tinha um casal fodendo. As cortinas escondiam os demais cômodos, e dali escapavam vozes abafadas, risadas e outros sons que se misturavam à música do salão principal. Ninguém parecia prestar atenção em ninguém; cada pessoa estava completamente absorvida pelo próprio tesão e desejo.
Sem pensar muito, caminhei alguns passos pelo corredor. Quase por impulso, parei diante da cortina atrás da qual Romão havia entrado.
A luz projetava apenas sombras indistintas sobre o tecido. Ainda assim, bastava observar o contorno firme da sua silhueta para reconhecê-lo. Permaneci imóvel por alguns segundos, dividido entre ir embora e continuar ali, tentando compreender por que aquela simples visão despertava em mim uma curiosidade tão difícil de explicar. Eu fiquei em frente ao quarto me tocando por cima dos shorts e observando a força com que ele metia por trás daquela cortina,ignorando tudo ao meu redor.Quando eles terminaram, resolvi tomar coragem e tomar a iniciativa. Entrei no quarto ainda com o volume evidente sob o short que vestia.
— Pensei que isso não fosse acabar nunca.
Romão estava de lado, completamente alheio à minha presença. Ainda usava a camisinha, que pendia enquanto ele recuperava o fôlego. A mulher permanecia deitada na cama, exausta, tentando recompor a respiração.
Pude contemplar um pouco daquele macho,as pernas grossas com pelos,mas uma banda praticamente lisa e firme,essa foi a primeira vez que eu o via pelado, sua rola não estava dentro da minha visão,apenas a cabeça do cacete bem rosada e grossa pendurada,como se estivesse bem pesado.
Sem sequer olhar para mim, Romão falou com a mesma firmeza de sempre:
— Tira isso e limpa.Apontando pra camisinha.
Ela obedeceu imediatamente. Em poucos instantes, ele se vestiu com a calma habitual, como se aquela cena fosse apenas parte da rotina. A mulher saiu primeiro, caminhando devagar e bambeando pelo corredor. Antes de deixar o quarto, descartou a camisinha usada na pequena lixeira ao lado da cama.
Romão conferiu rapidamente os bolsos, ajeitou a roupa e caminhou em direção à saída.
— Vem.Vamos embora.
Esperei alguns segundos até ouvir seus passos se afastarem. Então me aproximei da lixeira. Havia apenas aquela camisinha ali. Peguei-a rapidamente. Ainda estava quente do seu leite.
Sem pensar, aproximei-a do rosto e senti todo o aroma que vinha dela. Eu praticamente embriagado em sentir o cheiro daquele macho que eu tanto desejava.
Foi nesse exato instante que ouvi passos voltando pelo corredor.
Ergui a cabeça no mesmo momento em que Romão reapareceu na porta. Ele havia esquecido a arma sobre a pequena mesa do quarto.
Por alguns segundos, nenhum dos dois disse uma palavra.
O olhar dele foi da arma para mim e, em seguida, para o que eu segurava nas mãos.
Pela primeira vez desde que nos conhecíamos, vi surgir em seu rosto um sorriso diferente. Não era discreto, nem cordial.
Era um sorriso lento, carregado de ironia, como se finalmente tivesse encontrado a confirmação de algo que já suspeitava.
Ele sustentou meu olhar por alguns instantes antes de perguntar, num tom baixo e carregado de ironia:
— E você... ainda não terminou?
Senti o rosto esquentar imediatamente. Soltei a camisinha como se tivesse sido pego cometendo um crime.
Romão apenas deu uma breve risada pelo nariz, pegou a arma sobre a mesa e passou por mim sem dizer mais nada.
— Vem. Daqui a pouco isso aqui enche.
Aquela frase parecia simples, mas o sorriso que ainda carregava dizia muito mais do que qualquer comentário.
Levantei e fui atrás dele.
Ao passar pelo corredor, notei que a cortina do quarto em frente estava entreaberta. Num rápido relance, vi um dos barmen ajoelhado diante de outro homem.
O homem que permanecia de pé tinha uma fisionomia estranhamente familiar. A iluminação fraca não me permitiu reconhecê-lo, mas tive a impressão de que ele havia olhado diretamente para mim — e visto exatamente o que acabara de acontecer.
A volta para casa foi tomada por um silêncio constrangedor. Não sei se era efeito do álcool ou apenas impressão minha, mas Romão parecia diferente. Continuava dirigindo com a mesma segurança de sempre, porém havia algo menos rígido em seus movimentos. O ambiente dentro do carro parecia pesado, como se nenhum dos dois soubesse exatamente o que dizer depois do que acontecera.
Chegamos ao apartamento sem trocar uma única palavra. Também não saberia dizer se era eu quem evitava cruzar o olhar dele ou se era ele quem fazia questão de manter distância. Só sabia que minha cabeça continuava completamente tomada pelos acontecimentos daquela noite.
Assim que entrou em casa, Romão tirou a camisa, permanecendo apenas de bermuda, e foi direto para o banheiro de visitas. Permaneci sentado na cama do meu quarto, tentando organizar os pensamentos. O apartamento estava mergulhado em silêncio. O único som que se destacava era o da urina caindo no vaso.
Fiquei alguns instantes encarando a porta do quarto.
Não conseguia afastar da cabeça a forma como ele tinha me olhado no bordel. Aquele sorriso ainda me perseguia.
Sem pensar muito, levantei.
Quase num impulso, caminhei até o banheiro.
Parei na porta.
Romão ainda estava ali. Voltou o rosto ao perceber minha presença, surpreso por me encontrar parado à entrada.Ele estava lá segurava sua peça pesada,mesmo mole era grande tinha uma cabeça redonda e rosada,uma estreita faixa de pentelhos se proliferava ao redor dela,do banheiro saía um cheiro de mijo,mas também de sexo que ainda estava em seu corpo e em seu pau.
Respirei fundo. Se não perguntasse naquele momento, talvez nunca mais tivesse coragem.
— O que você viu lá?
Ele permaneceu em silêncio.
— Desde que a gente saiu daquele lugar você não falou mais comigo. Mudou alguma coisa entre nós?
Esperei alguns segundos por uma resposta, mas continuei antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.
— Era esse o “serviço” que meu pai queria que você fizesse?
Romão permaneceu em silêncio por um instante. O mesmo sorriso discreto, quase cruel, continuava no rosto. Ele sustentou meu olhar sem qualquer pressa antes de responder, como se já soubesse exatamente o efeito que aquele silêncio causava em mim.
— Você sempre está fazendo as perguntas erradas parece,garoto.
A resposta veio calma, firme, sem elevar o tom.Mas havia uma provocação escancarada, apenas a certeza de quem conduzia a conversa do início ao fim.
Continuei encarando aquele homem à minha frente. Pela primeira vez me ocorreu que talvez ele soubesse, desde muito antes, o efeito que exercia sobre mim. Não parecia alguém incomodado por ser observado; pelo contrário. Havia uma confiança quase arrogante na maneira como ocupava o espaço, como mantinha a postura e sustentava meus olhos sem vacilar.
Ele deu mais um passo na minha direção com o mesmo olhar sádico,enquanto balançava seu cacete mole,quase que se exibindo pra mim,me responde.
—Nada mudou entre nós,mas isso foi escolha sua.Como deixei bem claro,ao invés de perguntar sobre seu pai,por que não me pediu pra sentir o que estava sentindo no quarto direto da fonte?
Disse apontando o caralho em minha direção.

Já entendendo o que ele queria dizer, dei um passo à frente e me ajoelhei diante dele, convencido de que aquela era a resposta que esperava de mim. Mal me inclinei em direção ao seu pau com a boca aberta, senti um tapa forte atravessar meu rosto, fazendo minha cabeça virar para o lado.
— O que você pensa que está fazendo, putinha?
A voz de Romão permaneceu baixa e controlada, mas carregava uma autoridade que me fez congelar.
— Eu ainda não ouvi você me pedir nada.
Levei alguns segundos para recuperar o fôlego. A ardência no rosto,o suor que correu em mim era tudo muito menor do que a sensação de ter compreendido, enfim, o jogo que ele estava conduzindo desde o início.Meu tesão disparou nesse momento.
Naquele instante, entendi que Romão precisava estar no controle de cada movimento, de cada palavra e de cada decisão. E percebi que, se quisesse continuar naquela dinâmica, teria de aceitar as regras que ele havia acabado de estabelecer.
Ele saiu em direção à sala, sentou-se no sofá com as pernas afastadas bem largadão e esperou por mim. Eu o segui em silêncio, parei à sua frente e voltei a me ajoelhar.
Ergui os olhos para encará-lo e, com a voz baixa, perguntei:Posso sentir o cheiro do seu cacete e abocanhá-lo bem gostoso para sentir seu gosto?
Levei outro tapa forte.

— Isso... pidona e obediente. É assim que eu gosto.

Dessa vez, encarei o tapa como um sinal de aprovação. Ainda assim, decidi não começar por onde mais desejava. Queria aproveitar aquele homem por inteiro.
V
De joelhos, puxei devagar o short fino que mal conseguia esconder o volume crescente entre suas pernas. Debaixo dele havia uma cueca boxer branca, que marcava perfeitamente o contorno do saco e da cabeça do pau. Instintivamente, levei as mãos até ela, disposto a tirá-la.

— Você está muito apressada, Bruninha. Quem chega agora tem que começar mais de baixo.

A voz dele soou diferente de tudo que eu conhecia: calma, segura e carregada de um tom perverso que eu jamais tinha visto.

Romão levantou-se do sofá, aproximou-se de mim e esfregou o pé contra o meu rosto.

Eu não sabia se aquela era sua verdadeira natureza ou se ele apenas aproveitava o desejo que eu demonstrava. Senti-me humilhado, mas, para minha própria surpresa, aquilo só aumentou o tesão.

Ele voltou a se sentar e, sem desviar os olhos de mim, ordenou:

— Tenta de novo.

Obedeci. Comecei pelo pé, respirando fundo, alternando entre o cheiro e o toque da língua. Subi lentamente pela panturrilha firme, pelas coxas grossas, até alcançar a virilha coberta apenas pelo tecido fino que ainda me separava daquele corpo. Não resisti e abocanhei por cima da cueca.

Romão soltava apenas alguns gemidos contidos.

— Hm... isso, vadia.

Fez uma breve pausa antes de provocar:

— Era um macho assim que você queria desde o começo, putinha?

— Sim, senhor.

Enquanto respondia, minhas mãos percorriam seu peito largo, desciam pelos braços e apertavam o bíceps que tantas vezes imaginei tocar.

Quando tentei novamente tirar sua cueca com as mãos, ele segurou firme meus cabelos e me obrigou a recuar.

— Não. Do jeito que eu mandei.

Mantendo a pressão, conduziu minha cabeça até que eu conseguisse puxar a cueca usando apenas a boca. Assim que o tecido cedeu, ela deslizou para baixo.

Romão olhou para mim e disse, quase num sussurro:

— Agora sente o cheiro de um macho de verdade.

Mantive-me de joelhos, absorvendo cada detalhe daquele instante. Ele continuava com a mesma postura firme de sempre. Não precisava dizer muito; bastava observar seus olhos para perceber que estava satisfeito por conduzir a situação exatamente como queria.

— Chupa agora — ordenou.

Obedeci. Coloquei a boca e tentei engolir o máximo que conseguia. Por cerca de um minuto, achei que seria eu quem conduziria aquela mamada. Até que ele retirou o pau da minha boca e bateu de leve no meu rosto.

— Mama isso direito. Não era isso que você queria?

Ele segurou minha cabeça e passou a controlar os movimentos. Mesmo forçando o ritmo, fazia tudo com a experiência de quem sabia exatamente o que estava fazendo. Aos poucos, fui conseguindo receber mais dele. Eu engasgava, lacrimejava, mas não recuava.

— Isso... chora mesmo.

Aquele ritmo continuou por um longo tempo. Minha mandíbula já estava dormente, a boca cansada de permanecer aberta, mas eu me esforçava para continuar.

Até que ele me mandou levantar e deitar no sofá. Deixou apenas minha cabeça para fora e voltou a conduzir tudo, sem me dar espaço para reagir.

— Caralho... que boca gostosa. Engole melhor do que muita puta daqui.

Pouco depois, senti sua respiração mudar. Ele segurou meu pescoço com firmeza e permaneceu imóvel por alguns instantes.

— Era isso que você queria sentir hoje mais cedo. Então engole tudo.

Eu apenas respondia com sons abafados, ainda tentando recuperar o fôlego, o rosto molhado e os olhos ardendo.

Ele me observou por alguns segundos antes de dizer, com a mesma tranquilidade de sempre:

— Você nasceu pra isso, cunhadinho. De hoje em diante, vou fazer o que teu pai me pediu. Vou te ensinar a ser homem.
Ele não disse mais nada. Apenas me lançou um último olhar, virou as costas e seguiu em direção ao próprio quarto.
Foi tudo o que aconteceu naquela noite.
Permaneci sozinho na sala por alguns minutos, ainda tentando entender tudo o que havia acontecido. O apartamento voltou a ficar em silêncio, mas já não era o mesmo silêncio de antes. Havia alguma coisa diferente entre aquelas paredes — e, principalmente, entre nós dois.
Naquela noite, compreendi que alguma fronteira tinha sido atravessada. Não havia mais espaço para voltarmos à relação que existia quando cheguei àquela casa.
A partir dali, eu soube que eu e Romão jamais seríamos os mesmos.

———————————
Agradeço a quem está acompanhando,percebo que a medida que posto novos capítulos o número de leitores diminui,por isso é importante que vocês continuem votando e comentando pra eu saber se continuo esse conto.


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Comentários


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bruninho-s4f Comentou em 05/08/2026

Perdão se ficou longo demais,não queria deixar a cena de sexo dos dois apenas para o próximo capítulo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu Cunhado e Eu no Puteiro 3 (Perdi o cabaço?)

Codigo do conto:
269199

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/08/2026

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2

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