Era sempre a mesma coisa, e eu adorava. A cidade pequena tem poucas festas boas, mas quando rolava uma, ela aparecia. Vestidinho curto, daqueles que mal cobrem a bunda grande e redonda, decote generoso deixando os peitos pesados quase saltando. As tatuagens subindo pela coxa grossa, a pele branquinha brilhando sob as luzes coloridas. Eu ficava num canto, conversando com os caras, mas meus olhos não saíam dela. Via os outros machos cercando, dançando colado, mão descendo para a cintura, olhando para aquele decote como cachorros. E ela sorria, rebolava devagar, deixava rolar. Isso me deixava com o pau latejando dentro da calça.
No final da noite, se eu não tivesse pegado ninguém (ou mesmo se tivesse, mas quisesse mais), mandava mensagem: “Tá sozinha?”
A resposta quase sempre vinha rápida: “Tô. E você?”
“Também. Te busco?”
Ela entrava no carro com aquele cheiro de festa, pernas cruzadas, o vestido subindo ainda mais e revelando a carne macia das coxas. Às vezes eu já enfiava a mão ali enquanto dirigia, sentindo que ela já estava molhada. “Ninguém te comeu hoje?”, eu perguntava, a voz rouca. Ela ria, negava com a cabeça, mas tinha um brilho safado no olhar que hoje eu tenho quase certeza que era mentira. E isso só me deixava mais louco.
Chegando em casa, eu mal fechava a porta. Empurrava ela contra a parede, levantava aquele vestidinho e comia ali mesmo, de pé. A buceta dela era quente, molhada pra caralho, e eu metia forte, segurando aqueles peitos grandes enquanto pensava em todos os caras que passaram a noite babando por ela. “Você é uma puta, sabia?”, eu rosnava no ouvido dela. Ela só gemia mais alto, rebolando contra mim, gozando apertando meu pau.
Depois eu jogava ela na cama e fazia tudo. Batia na cara enquanto enfiava na garganta, fazia ela engolir até a última gota, virava ela de quatro e comia aquele cu gostoso também quando ela deixava. No final, ela sempre gozava tremendo, rindo de boca aberta, suada, com porra escorrendo no queixo. Era perfeita.
Hoje, quando bate a saudade, fico imaginando o que a gente poderia ter sido. Casados, mas sem coleira. Eu escolheria a roupa pra ela sair: microshort, body cavado, saia que mal cobria a bunda. “Vai atrás de piroca hoje?”, eu perguntaria enquanto ajustava o decote, apertando os peitos dela. Ela daria aquele sorriso safado e responderia: “Vou trazer bem cheia pra você lamber depois.”
Eu deixaria ela sair, sabendo que ia voltar com a buceta inchada, vermelha, escorrendo leite de outro. Ou melhor: traria o cara pra casa. Ou dois. Eu ficaria na sala, pau na mão, ouvindo os gemidos vindos do quarto. Moreno de piroca grossa estocando ela, fazendo aqueles peitos enormes balançarem enquanto ela rebolava gemendo “mais fundo”. Eu entraria só no final, quando ela estivesse destruída, gozada por inteiro, e colocaria a língua bem no meio daquela bagunça quente e melada, limpando tudo enquanto ela acariciava meu cabelo e ria baixinho: “Tá vendo? Nasci pra isso…”
Porra, que vontade de ter vivido isso com ela. Ainda bate aquela dor gostosa de imaginar a loira tatuada, peituda e bunduda, virando a putinha oficial do casal.
helio1990