Naquela noite ela saiu sozinha de novo. Vestiu uma saia jeans curtíssima, sem calcinha, e um top preto justo que mal continha aqueles peitos grandes e tatuados. Me deu um beijo na boca antes de sair e sussurrou:
— Hoje vou trazer dois. Fica em casa e prepara a câmera.
Eu passei as próximas horas com o pau duro só de imaginar. Quando a chave girou na porta, por volta das quatro da manhã, ela entrou rindo, cabelo bagunçado, batom borrado. Atrás dela vinham dois morenos altos, fortes, uns caras que claramente malhavam e tinham aquele porte de quem fode gostoso. Um era mais escuro, barba cheia, o outro um pouco mais claro, com dreads curtos. Os dois já olhavam pra mim com aquele sorrisinho de superioridade.
— Esse é o Hélio, meu marido — ela disse, passando a mão na braguilha de um deles na minha frente. — Ele adora assistir.
Eles riram baixo. Eu senti o rosto queimar de vergonha e tesão ao mesmo tempo.
Ela não perdeu tempo. Sentou no sofá entre os dois e começou a beijar o de dreads enquanto o outro já enfiava a mão por baixo da saia, sentindo que ela estava encharcada. Eu peguei o celular e comecei a filmar e tirar fotos, o coração disparado.
— Olha pra isso, amor… — ela gemeu, abrindo as pernas. O moreno escuro já tinha dois dedos grossos dentro dela, fazendo um barulho molhado obsceno. — Tira mais fotos da minha buceta sendo arrombada.
Eu me aproximei, ajoelhando na frente do sofá pra pegar o ângulo perfeito. Enquanto isso, ela abriu o zíper dos dois e puxou duas pirocas grossas, bem escuras e veiosas. Eram visivelmente maiores que a minha. Ela olhou pra mim com aquele olhar de puta safada:
— Viu o tamanho disso? É por isso que eu preciso deles.
Eu só consegui balbuciar um “porra… que delícia”. Ela riu e começou a chupar um enquanto masturbava o outro, babando bastante, olhando direto pra câmera — e pra mim.
Eles levantaram ela do sofá e levaram pro quarto. Eu segui, ainda filmando. Colocaram ela de quatro na cama. O de dreads meteu primeiro na buceta, estocadas fundas e pesadas, fazendo a bunda grande dela balançar. O outro enfiou na boca dela, segurando a cabeça. Eu me posicionei do lado, tirando fotos de perto: o pau grosso entrando e saindo brilhando, a cara dela cheia de baba, os peitos balançando.
— Vem cá, corno — o moreno escuro chamou, rindo. — Segura a bunda dela aberta pra mim.
Eu obedeci, tremendo de tesão. Segurei as bandas macias da minha esposa bem abertas enquanto ele metia mais fundo. Ela gemia alto, abafada pelo pau na boca.
Eles trocaram de buraco várias vezes. Foderam ela de todos os jeitos: de lado, no colo, um na buceta e outro no cu ao mesmo tempo. Eu só assistia, filmava, tirava foto e, quando mandavam, ajudava: segurava a cabeça dela pra engolir mais fundo, ou lambia os peitos enquanto eles metiam. Em certo momento o de dreads olhou pra mim e disse:
— Seu marido tem cara de quem gosta de limpar. Guarda ele pro final.
Ela gozou várias vezes, tremendo, xingando, rindo. Quando os dois estavam quase gozando, tiraram e gozaram bastante nela: um no rosto, outro dentro da buceta. O esperma grosso escorria pela cara dela e pingava da buceta inchada.
Eu estava ajoelhado ao lado da cama, pau na mão, quando ela me chamou com a voz rouca:
— Vem, amor. Faz o que você faz de melhor.
Me aproximei e comecei a lamber tudo. Primeiro o rosto, engolindo o porra salgada dos dois, depois desci pra buceta cremosa, chupando devagar enquanto ela acariciava meu cabelo e sussurrava:
— Bom menino… lambe tudinho que seus amigos deixaram pra você.
Os dois morenos vestiram a roupa rindo, deram um tapa na bunda dela e foram embora. Eu continuei limpando ela com a língua até ela gozar mais uma vez, fraca, na minha boca.
Depois ela me puxou pra cima, me beijou com gosto de porra e perguntou sorrindo:
— Quer que eu marque de novo pra semana que vem?
helio1990