Eu e ele cresceu junto. Eu um ano mais velho, sempre maior e mais forte. Ele magro, fininho, com aquela bundinha redonda que eu já reparava desde cedo e fingia que não. Nossa relação nunca foi igual a de outros primos. Tinha algo a mais. As mãos demoravam demais, as risadas escondiam outras coisas, e as brincadeiras da infância sempre acabavam com a gente pegando na pica um do outro. Eu sempre percebia que ele pegava mais na minha. Com mais vontade. Como se quisesse decorar o tamanho, o calor, o peso. Com o tempo a gente parou. O corpo dele continuou o mesmo, magro e delicado, e o meu foi engrossando, virando corpo de homem. As brincadeiras ficaram pra trás. Até aquelas férias. Ele veio passar uma semana em casa. Meus pais aproveitaram e sumiram por dois dias. Ficamos só nós dois. Eu tava há um tempão sem foder, com um tesão do caralho. Comecei devagar: mão na bunda dele quando passava, corpo se encostando mais do que o necessário, umas brincadeiras que já não tinham nada de inocente. Ele não demonstrava ficar excitado. Só deixava. Foi aí que eu lembrei das antigas. Lembrei das mãos dele na minha pica, da atenção que ele sempre dava. Sugeri a gente bater uma junto, “só por nostalgia”. Ele hesitou, mas aceitou. O pau dele era menor, como eu já sabia. E de novo aconteceu: ele se concentrava no meu. Punhetava com mais força, mais saliva, deixando a cabeça toda babada, o dedo escorregando na glande como se estivesse redescobrindo algo. Eu tava prestes a explodir quando pedi pra ele mamar. Ele recusou na hora. Mas eu continuei falando. Que ia ser bom. Que eu fazia nele depois. Depois de um tempo ele se abaixou. A boca inexperiente, os movimentos meio sem jeito de quem nunca tinha feito de verdade. Eu sentia os dentes de leve, a língua hesitante. E enquanto ele chupava, a mão dele não parava no próprio pau. Descia mais. Os dedos entravam no cu. Eu vi. Não perdi tempo. Falei que ia meter. Ele se empinou quase na mesma hora. Eu dedava ali mesmo no sofá, sentindo o cu apertado ceder aos poucos. Ele pediu pra ir no banheiro se limpar. Quinze minutos depois voltou pelado, a pele ainda úmida, o pau meio duro. A sala era pequena. Tinha risco de alguém ver. Ele perguntou se não era melhor ir pro quarto. Eu falei que não. Queria ali mesmo. Comecei chupando o cuzinho dele. Devagar, molhado, abrindo com a língua enquanto ele gemia baixo. Depois passei a cabeça do meu pau no buraco, só esfregando, provocando, até ele começar a se empurrar pra trás e pedir. A voz saiu quase chorosa. Entrei devagar. Era a primeira vez dele. O cu apertava pra caralho. Precisei parar várias vezes, deixar ele respirar, ir mais fundo só um pouco. Mas o corpo dele foi cedendo. O ritmo mudou. Eu comecei a foder de verdade — fundo, sem dó, ouvindo o barulho molhado da minha pica entrando e saindo daquele rabo que eu observava desde menino. Ele gemia, se segurava no sofá, a bundinha se abrindo e fechando em volta de mim. Ficamos tempo demais. Quando gozei, gozei dentro. Sem tirar. Sem avisar. Empurrando até o fundo e descarregando tudo enquanto ele tremia embaixo de mim. Depois ele voltou pra casa. Não nos vimos desde então. Mas eu já sei que não vai ser a última vez. Aquela semana ficou marcada no corpo dele — e no meu. E eu pretendo continuar abrindo aquele cu sempre que der. Com calma no começo. E sem nenhuma depois.
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