Vou contar hoje como foi minha iniciação sexual.
Eu sou Caio, tenho 22 anos, estudo engenharia de produção, e moro com meus pais e minha irmã Mariana (Nana), na Vila Olimpia em SP. Apesar de ter sido um moleque a vida toda; as molecagens que eu fazia, era uma forma de esconder minha insegurança e timidez.
Na época eu era um adolescente de 18 anos, mas já era um homem com 1.85, corpo atlético (eu fazia natação). Fisicamente puxei ao meu pai, que era muito bonito.
Sempre fui um bom aluno, tirava as melhores notas; mas quando se tratava de interagir com as garotas, me dava um frio na barriga. Como a maioria dos garotos da minha idade, só pensava em sexo, ainda estava me descobrindo. Eu era doido na Paula, uma colega da escola. A garota era linda e gostosa. Eu não tinha coragem, ficava travado na presença dela. Em casa eu abusava do direito de ser moleque, volta e meia dava uns tapas na bunda da Nana; fato que rendeu muita reprimenda dos meus pais.
Para vocês entenderem o que aconteceu, tenho que falar da minha família.
Minha mãe Raquel, tem quatro irmãos. Tios Antônio e João são pecuaristas, moram em MT. Tia Maria, a irmã mais velha é divorciada e mora em Porto Alegre, e tia Ana a irmã caçula.
Todas as mulheres da família são bonitas. São ruivas descendentes de imigrantes irlandeses. Tia Ana tem 27 anos, é ruiva de olhos azuis, tem 1.70 de altura, seios médios durinhos e uma bunda deliciosa. Ela é linda pra cacete, (uma cavalona gostosa, com cara de safada). Ela teve vários namorados, mas não firmou com nenhum deles.
Tudo começou quando o apartamento dela foi reformado, e ela foi morar conosco na Vila. Lá em casa todos os quartos ficam no andar superior. Tia Ana ocupou uma suíte em frente ao meu quarto, e todo dia eu tinha que ver “a delícia da minha tia”, saracoteando pela casa com baby doll´s curtos e sexy´s.
Aquela visão do inferno me deixava louco, com os hormônios à flor da pele. Comecei imaginar minha tia pelada. Era uma tortura, todo dia batia três punhetas pensando naquela bunda gostosa.
Na piscina eu ficava secando minha tia, ficava de pau duro e entrava na água para disfarçar. Acho que ela percebeu, pois ria tirando onda com minha cara.
- Ai seu moleque pervertido. Eu sou sua tia. Para de ficar olhando minha bunda.
- Quê isso tia! Não é nada disso. A safada ria de mim, rebolando aquela bunda gostosa.
Um dia fui na área de serviço levar minhas roupas para lavar, dei de cara com tia Ana. Revirei o cesto e roubei uma calcinha dela. Eu me trancava no quarto, colocava a calcinha dela no nariz; ficava maluco com cheiro daquela buceta.
Passados alguns dias, tia Ana deu falta da calcinha. Perguntou pra todo mundo. Como poderia ter sumido uma peça de roupa dentro da casa. Eu fiquei na minha, devolvi a calcinha, mas peguei outra.
Ninguém entendeu aquele mistério. Tia Ana deu falta da outra peça. Nana disse que tia Ana estava ficando lelé da cuca, e aquele assunto foi esquecido. Quer dizer, eu pensava que ela tinha esquecido; mas tia Ana era “uma macaca velha”, ela desconfiou e ficou na dela; não tocou mais no assunto.
Na minha cabeça eu “fantasiava”, criei calo na mão de tanta punheta que bati, pensando nela.
Uma tarde minha mãe deu folga para empregada e foi trabalhar. Nana estava na escola. Ficamos somente eu e tia Ana em casa; ela deixou a porta do quarto semi aberta e fui observá-la.
Ela tirou a roupa e ficou nua. Quase tive um troço, meu coração acelerou, fiquei de pau duro. Corri pro quarto, deitei na cama com a calcinha dela no rosto. Só um detalhe, eu esqueci de trancar a porta. Tia Ana puxou a calcinha do meu rosto, meu pau murchou na hora.
- Ah seu moleque pervertido, roubou minha calcinha pra bater punheta. Seu pai vai saber disso.
- Por favor tia! Eu faço o que você quiser, mas não conta pro pai; senão vou levar uma surra.
- O que eu quiser, heim! Veste um short pra gente conversar. Você não tem uma garota para aliviar seu tesão?
- Não tia. Sou doido numa colega, mas toda vez que penso chegar nela, não consigo.
- Então seu moleque, você tem medo de chegar na garota; mas gosta do cheiro da tia?
- Desculpa tia Ana, a senhora está sendo legal conversando comigo. Eu gosto sim, me dá muito tesão.
- Caio, eu por acaso tenho cara de senhora; é só tia Ana ok.
Depois do susto nós ficamos conversando. Ela estava com um roupão de seda muito curto, mostrando aquelas pernas gostosas, estava nua por baixo. Ai, tia Ana mudou o tom de voz; falando baixo, sussurrando.
- Então meu sobrinho safado, gosta de cheiro de buceta, disse colocando a mão na minha coxa, quase na altura da virilha. Meu pau subiu na hora, estufando o tecido do short..
- Escuta seu moleque pervertido! Tia Ana, vai te ensinar ser um homem de verdade.
Ela me colocou em pé na frente dela, e abaixou meu short. Meu pau pulou pra fora, duro igual uma rocha.
- Você é um garoto bem dotado, poucos homens tem um pau desse tamanho. Olhando para mim, dizendo que ia me ensinar tudo; nessa hora minha timidez desapareceu.
Tia Ana me beijou na boca. Beijo lento, muito sensual. Beijou meu pescoço, meus mamilos, minha barriga. Pegou meu pau com as duas mãos e começou acariciá-lo, lambendo e chupando (que boca deliciosa). Primeiro abocanhou a cabeça, chupando, tirando e colocando tudo na boca.
- Goza seu pervertido, goza na boca da tia Ana. Goza.
Meu pau latejava de tanto tesão, não agüentei mais e gozei naquela boca gostosa. Ela engoliu tudo lambendo os lábios, olhando para mim toda satisfeita. Depois tirou o robe exibindo o corpo delicioso, deitou na de pernas abertas e disse:
- Vem meu garoto pervertido. Tia Ana vai te ensinar chupar uma buceta.
Ela me ensinou lamber a parte interna das suas coxas, subindo lentamente até chegar na vulva. Beijando e lambendo com a língua macia, depois me pediu para lamber seu cuzinho. Esfreguei meu pau na sua entrada. Estava molhada. Coloquei a cabeça, era quente e apertada. Ela gemeu me puxando com força pela bunda. Meu pau entrou todo de uma vez, (que buceta gulosa).
- Vem seu pervertido. Come essa buceta, mete a piroca na tia. Mete, mete com força, que eu quero gozar.
Tia Ana era quente e deliciosa. A primeira foda a gente nunca esquece.
Puta merda, eu estava louco de tesão. Ela começou contrair a vagina, mordendo meu pau com sua buceta quente e gostosa, gemendo pedindo piroca.
- Vem seu pervertido. Fode essa buceta, fode. Vamos meu amor, vamos gozar junto. Vai agora, mete rápido, soca tudo. Aiiiiii, caralho que piroca gostosa, eu vou gozzz, aiiii eu vou gozar.
Minha tia Ana, foi minha primeira mulher. Olhei para ela, estava vermelha igual pimenta, arfando com a respiração acelerada, com a mão espalmada pressionando a vagina, rindo com cara de boba.
Levantou dizendo que ia tomar um banho, que voltaria para gente conversar. Entrei no chuveiro pensando nela, ainda estava cheiro de tesão.
Fui para cozinha tomar um café. Depois de meia hora, ela veio toda cheirosa, com o mesmo roupão de seda, mas agora estava com calcinha e sutiã por baixo.
- Escuta meu amor, O que aconteceu entre nós ninguém pode saber. Homem que é homem de verdade, nunca comenta sobre uma transa.
- Não se preocupe tia, será o nosso segredo.
- Caio, quando for conquistar uma garota, não elogia o corpo dela. Mulher gosta de ser valorizada como pessoa. Seja gentil e fale das suas qualidades. Demonstra interesse, procure saber o que ela gosta. A maioria das mulheres são românticas, gostam de flores, poesia, chocolate e filmes românticos.
- Mulher não gosta de homem inseguro, gosta de homem atencioso que sabe conversar. Quando for conquistar uma garota, jamais fale de sexo, sacanagem ou putaria. Às vezes a garota quer ficar contigo, e pode negar na primeira vez; faz parte do jogo de sedução. Mesmo que receba um não pela cara. Não desista, continue tentando; a garota só ira pra cama se confiar em você. Você é um garoto inteligente; use isso em seu favor.
- Tia Ana, tenho um colega, que a namorada dele adora ouvir sacanagem.
- Caio, tudo tem sua hora; depois que a garota quiser transar, aí sim você pode falar coisas pra ela. Mas ouça bem; no amor e no sexo tudo é permitido, desde que seja consentido.
- Tia, eu nunca tive uma garota; a timidez me atrapalha demais.
- Escura meu amor, se você agir como a tia falou; nunca mais ficará sem mulher.
- Tia, nós vamos fazer de novo?
- Você gostou do cheiro da tia, não é seu pervertido.
- Gostei muito, Seu cheiro me deixa louco de tesão. Tia logo à noite, não tranca seu quarto.
Quando Nana e minha mãe chegaram da rua, perguntaram o que nós estávamos fazendo.
- Raquel, eu estou dando uns conselhos para esse moleque.
- Dá mesmo Ana! Caio está mesmo precisando deixar de ser um moleque e virar um homem.
Eu cai na risada, e tia Ana empurrou minha cabeça com mão, rindo também. Parecia uma piada, mas não era. Meu pai chegou logo em seguida e fomos todos jantar.
Na mesa sentei perto da tia e por baixo da mesa, coloquei a mão entre suas pernas; (vocês não sabem o que uma trepada, faz na cabeça de um garoto). Perdi toda timidez. Ela me deu um beliscão na perna afastando minha mão, eu entendi o aviso.
Às 23 hs todos já tinham se recolhido para dormir. O quarto da tia estava na penumbra. Lá estava ela deitada de bruços, semi-nua com uma calcinha fio dental, enfiada na bunda. Que loucura, fiquei de pau duro na hora. Acendi a luz do quarto. Tia Ana estava sonolenta, comecei acariciá-la suavemente com a ponta dos dedos, beijar seus pés, subindo lambendo a parte de trás das coxas até chegar na sua bunda.
Ela ficou arrepiada com meus beijos e acordou sorrindo, abrindo as pernas. Afastei sua calcinha pro lado, e comecei chupar sua buceta, lambendo seu melzinho e seu cuzinho delicioso. Dei um chá de língua na tia, que empinava a bunda sussurrando.
- Ah meu garoto pervertido aprendeu rápido. Vem safado, me fode, faz tudo comigo.
Entrei nela por trás (que loucura), tia Ana gemendo pedindo para ser fodida.
- Ah seu safado pervertido, adoro essa piroca. Mete gostoso na tia. Fode essa buceta.
Gozamos. Começamos conversar, eu alisando aquela bunda gostosa; pedi pra comer seu cuzinho.
- Escuta garoto safado, não vá com muita sede ao pote.
- Tia, dá pra mim. Estou cheio de tesão nesse cuzinho.
- Deixa a tia explicar uma coisa. Para comer um cu, precisa ser paciente, saber como faz para não machucar a garota.
Que delicia de aula, tia Ana me ensinando como comer o cuzinho dela.
- Primeiro você começa beijando e lambendo. Se a garota gostar, enfia o dedo devagar pra ela acostumar. Leva vários dias pra garota estar preparada, tem que ter paciência. Depois que ela aceitou um dedo, você enfia dois. Dá um plugue para ela usar durante as relações; depois que ela usar algumas vezes, vai ficar doida pra te dar o cuzinho.
- Agora que você aprendeu safado, come o cuzinho da tia, mas vai devagar. Nunca dei meu cu para uma piroca tão grande.
Não sei se é pecado, sobrinho foder a tia. Se é, não tem mais jeito. Estamos em pecado. Minha mãe, não pode nem sonhar que transo com a irmã dela; que é uma puta bem gostosa.
Moral da história:
Tia Ana ficou apaixonada no sobrinho, ela adora ser minha puta. Nos encontramos no apartamento dela, onde temos total liberdade para transar.
Depois das deliciosas aulas com tia Ana. Peguei a Laura, a amiga virgem da minha irmã Nana. E agora eu e Paula somos namorados, mas como consegui conquistar minha colega da escola?
Bem isso é assunto para outra história.