Laura, a amiga virgem da minha irmã.

Embora essa história seja real, modifiquei o nome dos personagens; para evitar qualquer tipo de constrangimento.
Eu sou Caio, tenho 20 anos, estudo engenharia de produção; e moro com meus pais e minha irmã, em uma bela casa na Vila Olimpia SP. Minha irmã Mariana (Nana) tem 19 anos, e desde menina é agarrada comigo. Desde novo fui moleque. Eu sempre dava tapas na bunda na Nana, sabe brincadeira de criança, mas nunca em momento algum faltei com respeito. Só que agora, a Nana é uma mulher adulta, inteligente e muito linda (até demais para o meu gosto); mas às vezes aquele “moleque travesso” incorpora em mim novamente e não consigo resistir, e toma-lhe tapa na bunda.
Nana tem uma amiga da escola, que vai sempre lá pra casa para estudar. A Laura é uma ”delicia”; a garota é uma cavalona gostosa. Ela é uma loura 1.70 de altura, olhos azuis, seios médios duros e empinados; coxas grossas e tem uma bunda fenomenal. Certo dia, Laura apareceu lá em casa. Eu estava de bobeira, sem nada para fazer. Sabe como é mente vazia, baixou o “moleque” em mim e dei-lhe um tapona na bunda da Nana; na frente da amiga dela.
Minha irmã ficou brava comigo, reagiu na hora, me socando nas costas.
- Que merda, Caio! Para com essa brincadeira boba, você é um sem noção.
Laura levou a mão na boca para conter o riso. Eu de olho naquela bunda gostosa, me afastei rindo da molecagem, mas deu para ouvir a Laura sussurrando no ouvido da Nana:
- Nana, por que ele te deu tapa na bunda. Você gosta?
- Claro que não, Laura. O Caio é um completo “sem noção”, ele não sabe a hora de parar.
Alguns dias depois a Laura estava de volta. Parece que veio direto da academia, com mochila no ombro, vestindo uma camiseta regata, mostrando aqueles peitos durinhos; e um shortinho colado naquela bunda maravilhosa, que era o meu sonho de consumo. Eu tinha acabado minha aula de natação e estava com fome. Fui na cozinha preparar um lanche, nisso vem aquela tentação encostando em mim, sorrindo toda insinuante, com cara de garota malvada.
- Caio, a Nana pediu uma garrafa de água e dois copos. Ai “sem noção”, não demora hem.
Olhei pra Laura de cima a baixo. Puta merda como era gostosa, (que vontade de meter a piroca naquela buceta). Laura me encarou. Fiz que ia pegar água, e dei-lhe um tapa na sua bunda, quase levantei ela do chão. Ela sorriu, levou a mão na boca e disse:
- Puxa vida Caio, você tem mão pesada; “seu sem noção”.
- Escuta aqui garota, não abusa da sorte. Cai fora daqui.
Laura pegou a garrafa de água, e saiu rebolando a bunda, me provocando.
Quinze dias depois, era um sábado. Nana combinou de passar o dia com a Laura na piscina. Eu tive que suportar àquela visão tentadora o dia inteiro. Como eu disse, a Nana é um mulherão, igual todas as mulheres da nossa família. Nunca olhei pra ela com cobiça, mas com admiração. Mas a Laura me tirava do sério, e naquele dia ela estava escandalosa naquele biquíni que mal tapava o bico dos peitos, a parte de baixo enfiada na bunda. Aquela garota era o meu carma, quantas punhetas bati pensando nela. Sai da água e fui tomar uma cerveja para esfriar a cabeça e espantar meus demônios.
Nana e Laura estavam na água, deitadas em flutuadores. Conversando animadas, dando mil gargalhadas; decerto estavam falando alguma sacanagem. Assim a tarde passou e elas saíram da piscina para tomar banho. Nós tínhamos combinado de comer pizza à noite, coloquei algumas garrafas de vinho para gelar. Às 20h elas desceram. Nana, como sempre estava linda. Laura deslumbrante, com um vestido curto mostrando as coxas, com um detalhe na frente, que deixava parte dos seios à mostra.
Como posso descrever aquele monumento de mulher, (era a tentação dos infernos, puro pecado). Fatiei uma pizza à francesa, servi o vinho. Nana estava grudada no celular falando com alguém. Laura toda insinuante, me propôs um brinde, sentou à minha frente, quando cruzou as pernas e pude ver o objeto do meu desejo. Ela estava com uma calcinha branca minúscula, semitransparente. Há vários dias que eu só pensava nela. Fiquei de pau duro, olhei para ela e não escondi minha intenção. Laura percebeu e cruzou novamente as pernas, fez de propósito para me mostrar a calcinha. Aquela vadia estava me dando mole, me provocando. Prometi que até no final da noite iria pegar ela de jeito, e a oportunidade veio antes que eu esperava.
Nana estava de conversa com alguém, pois ela continuava no celular, falando baixo tratando de alguma coisa importante. Laura disse que precisava ir ao banheiro. Quando levantou, corri atrás dela e dei-lhe um tapa na bunda, empurrei ela pra dentro do toalete entrando junto.
- Caio sem noção, qual é sua? O que você quer? Perguntou com cara de safada.
- Quero comer sua buceta. Peguei a bunda dela com as duas mãos, puxei esfregando a buceta dela no meu pau, que estava duro como uma rocha. Surpresa ela Gaguejou!
- Caio, você está maluco. Não, aqui não, de jeito nenhum. Nana está lá fora.
- Escuta aqui sua vadia fica quieta, você não gosta de provocar. Agora eu vou te foder. Segurei ela pelos cabelos e a beijei na boca. Levantei a saia dela, tirei a calcinha passando a mão na sua buceta, que estava melada. Chupei os dedos, ela ficou babando. Que delicia, eu lambendo devagar e ela toda meladinha; sentindo na boca o gosto delicioso da sua buceta. Laura desesperada ficou na ponta dos pés, me agarrou pelo cabelo; e me disse sussurrando:
- Ah Caio, seu cachorro safado, sem noção. Assinnn... eu vou gozarrr, aiiiiiiiiiii safado... gozei.
Laura ficou com as pernas bambas, olhou pra mim com cara de garota carente. Carente de piroca.
- Agora minha delicia. Chupa meu pau, quero gozar nessa boquinha gostosa.
Quando Laura viu aquele pau grosso de 20 cm, ficou maluca e mordeu os beiços. Pegou com as duas mãos, molhou com cuspe e começou punhetar devagar, chupando a cabeça. Ah que boca macia e gostosa, ela engoliu tudo. Não aguentei segurar, esporrei na boquinha dela. Eu estava doido de tanto tesão, foi quando ela disse que ainda era virgem. Combinamos conversar sobre o assunto. Deixei Laura no banheiro se recompondo, e sai rápido antes que alguém notasse. Nana perguntou onde estava sua amiga. Eu com a maior cara de pau, disse que não sabia. Cinco minutos depois, Laura voltou sorrindo, esfogueada com o rosto todo rosado.
- Laura o que houve? Você está igual uma pimenta. Acho que foi o vinho ela disse. Comecei rir dela, me deu vontade de contar pra Nana, que dei um chá de língua na sua amiguinha safada.
Começamos conversar, beber vinho e comer pizza. Nana falava coisas no ouvido da Laura, que sorria, sempre olhando para mim, com aquela cara de putinha.
Já era quase meia noite, quando fomos dormir. Nana bebeu muito vinho e logo apagou. Eu fui tomar banho. Quando voltei pro quarto lá estava ela, só de calcinha enxugando os cabelos, me esperando. Comecei beijar sua boca, seu pescoço, seus seios, chupando cada mamilo. Carinhosa Laura me abraçou e começamos conversar:
- Sem noção, é a minha primeira vez. Você vai ser legal e carinhoso comigo.
Eu a levei pra cama. Tirei sua calcinha abrindo suas pernas. Que coisa mais linda. Laura tinha a buceta rosadinha. Nunca vi uma coisa tão bonita. Comecei lamber chupando devagar, enfiei meu polegar na buceta e o indicador no cuzinho. Ela gemia de prazer, igual uma gata no cio.
- Aiiii cachorro safado, me lambe, chupa minha buceta. Aiiii... safado... eu vou.... aiiiiiiii... gozeiiiii.
Laura estava eufórica, esfogueada, querendo ser comida. Me abraçou e começou chupar meu pau que estava teso, quente, latejando de tesão.
- Vem meu cachorro, safado. Me come devagar.
Me ajoelhei na cama, coloquei Laura com as pernas abertas sobre as minhas; esfreguei meu pau na entrada, ela estava toda melada; coloquei só a cabeça. Ela gemeu excitada me beijando na boca, enfiei mais um pouco, até na metade do pau.
- Ah Caio, me fode devagar. Me come bem gostosinho, me enfia essa piroca.
Abracei a Laura beijando na boca, fazendo carinhos igual namoradinho; para deixá-la tranquila. Segurei Laura pela bunda e soquei meu pau inteiro na sua buceta.
- Ai seu cachorro filho da puta, você me deflorou. Tira safado, tira, tá doendo muito, gritou ela.
- Fica quieta sua vadia, daqui a pouco você só vai sentir prazer.
Que coisa linda, Laurinha gemendo igual uma gatinha, com meu pau atolado na buceta. Ficamos abraçadinhos e depois de alguns minutos, ela começou mexer, gemendo baixinho pedindo pra gozar.
- Ai amor come a sua putinha, come. Me fode bem gostoso, seu cachorro safado, vai mete nessa buceta. Vai agora, mete, mete tudo, eu quero gozar.
Foi e melhor foda da minha vida. Gozamos muito. Laura continua frequentando nossa casa, levando aquela buceta rosadinha para eu comer.
Detalhe, agora só dou tapa na bunda da Laura. Quando Nana soube do nosso caso, morreu de ciúme da amiga, mas agora está tudo bem entre elas.
Afinal de contas, Nana adora seu irmão.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico damehr

Nome do conto:
Laura, a amiga virgem da minha irmã.

Codigo do conto:
269321

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/08/2026

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