Paula, minha colega da escola. Parte II.



Paula, minha colega da escola. Parte II.

Vou contar hoje como comi o cuzinho da minha namorada.
Meu nome é Caio. Na época eu era um adolescente de 17 anos, terminando o ensino médio, ainda morando com meus pais; mas já era um homem com corpo atlético, 1.85 de altura.
Para evitar qualquer constrangimento, os nomes dos personagens reais foram alterados.
Paula foi minha primeira namorada. Depois que transamos pela primeira vez, ficamos apaixonados. Os pais dela tinham viajado, nós passamos um fim semana transando. Foi uma experiência inesquecível, ela gozou em todas às vezes. Foi bom ter aprendido fazer sexo com tia Ana, (ler conto: Minha tia me ensinou a ser um homem). A maioria dos homens, só pensa no próprio prazer; não se preocupam com as parceiras. Por isso muitas mulheres tem dificuldade para atingir o orgasmo.
Paula estava ansiosa por outro fim de semana igual. Com nossos pais em casa, não seria possível. No dia anterior tia Ana havia me ligado, para eu ir no apartamento dela. Combinei de ir numa quarta feira à noite. Tia Ana era louca no meu pau, e fazia questão de me lembrar disso. Nós ainda transávamos (nosso segredo), mas não tanto como antes, mas toda vez que ela ligava, eu sabia que queria transar. Apesar de estar apaixonado na Paula, eu adorava comer aquela buceta gostosa.
Minha tia morava num apartamento de luxo nos Jardins. Cheguei lá às 19 hs, ela tinha acabado de tomar banho, estava toda cheirosa com um baby doll curtinho sexy e provocante, mostrando aquela bunda deliciosa.
- Tia Ana preparou uma surpresa pra você, hoje. Disse me abraçando.
- Fala qual é a surpresa minha safada gostosa. O que você quer? Disse dando um tapa na bunda.
- Eu quero uma surra de piroca.
Tia Ana me levou pra sala de jantar. A mesa estava posta para dois. Preparou Lagosta à Thermidor, com flores e champanhe, e tudo mais que o dinheiro pode comprar. Ela tratava bem de mim, (buceta e comida gostosa). O que mais eu podia querer, aquela vadia sabia como me comprar. Levei ela pro sofá, deitei ela sobre minhas pernas e enchi aquela bunda de tapas (ela adorava apanhar, ficava excitada).
- Ai caralho, você me deixa louca. Mas agora chega, estou ardendo. Ela ficou toda esfogueada.
- Cala boca sua vadia, ou quer apanhar mais? Era tapa e carícias.
Tia Ana ficou toda molhada, adorava apanhar na bunda. Abaixei minha calça, meu pau pulou pra fora, duro igual uma rocha. Ela começou beijar, lamber e chupar babando meu pau,(que boca deliciosa). Tirou a calcinha e sentou em mim. Senti aquela buceta quente me envolver, começou subir e descer mordendo meu pau. Aquilo era uma desgraça, tem que ter muito controle pra gozar na hora certa.
Nós gozamos juntos. Tomamos banho e depois fomos jantar.
- Caio, me conta uma coisa; sua namorada transa gostoso?
- Um homem decente não comenta essas coisas.
- Deixa de ser bobo, moleque. Eu te ensinei tudo que você sabe.
- Paula é uma cavala gostosa. Está toda apaixonada no seu garoto.
- Ela é melhor que sua tia?
- Está com ciúmes? Não vou entrar nesse jogo.
- Caio, estou brincando. Sabe que eu te amo. Tia Ana faz qualquer coisa por você.
- Então me empresta seu apartamento por um fim de semana.
- Qual é Caio, você quer comer sua namorada aqui em casa. Está pensando que isso aqui é motel.
- Não estou pensando nada, mas se você quer minha felicidade; vai me emprestar.
- Eu criei um monstro chantagista.
- Tia, ela era virgem, eu tirei o cabacinho dela. Nós passamos um fim semana inteiro transando, fizemos umas oito vezes.
- Caio, sua namorada sentiu prazer?
- Todas as vezes. Só de lembrar, fico cheio de tesão. Ela me perguntou, se eu tive uma professora de Kama Sutra.
- Foi mais ou menos isso, não é foi seu moleque “pervertido”.
- Paula está doida pra me dar o cuzinho, mas ainda não está pronta pra isso.
- Tia vou te contar uma coisa; no sábado passado os pais dela foram para Bauru. Tivemos outro fim de semana só para nós. Fui pra casa dela na sexta feira depois do colégio.
- Depois do banho ela foi preparar pizza para nós. Paula vestiu um baby doll vermelho, transparente. Ela adora andar pelada em casa.
Cheguei por traz dela beijando sua nuca.Tirei sua calcinha, mordi sua bunda e lambi seu cuzinho.
- Ai amor, como isso é gostoso; me lambe seu cachorro safado.
Coloquei meu dedão para ela chupar, depois enfiei no cuzinho. Paula gemeu ficando na ponta dos pés, com as mãos na bancada da cozinha.
- Ai amor, que gostoso. Eu quero gozar assim. Faz de novo.
Meu pau estava duro igual pedra, tive que me controlar. Tirei dedo pra ela chupar meu pau. Paula abaixou segurando minhas bolas, me lambendo. Colocando tudo na boca, mamando igual uma cabritinha com fome.
- Puta que pariu. Eu vou gozar. Paula engoliu tudo limpando a boca com a mão, fazenda cara de putinha safada. Coloquei ela de novo contra a bancada, comecei chupar a buceta e seu cuzinho.
- Amor vamos pro quarto. Ela pediu choramingando igual uma gatinha.
Meti o dedo no cuzinho da minha garota.
- Ai amor, isso é muito gostoso. Caio, acho que não vou agüentar.
Paula foi andando devagar com meu dedo enfiado no cu. Acho que nunca senti tanto tesão.
Paula andando devagar, segurando meu pau. E eu com dedo enfiado no cuzinho dela. Cada passo que ela dava, mais eu socava o dedo, depois que andou uns cinco ou seis metros; parou agarrando meu pescoço gemendo.
- Ai amor, eu não consigo mais; eu vou gozar. Caio, vouuu gozzz, aiii amor eu gozei.
Paula tremendo bambeou as pernas, segurando no meu pescoço. Abracei beijando sua boca.
- Porra Caio... me come. Estou cheia de tesão.
Fizemos um 69 delicioso e depois um papai e mamãe pra gozar.
- Ai Caio, come meu cu.
- Ok amor, mas vamos conversar primeiro. Eu também quero, mas tem que ser devagar. Não quero te machucar, você ainda não está pronta. Disse pra ela.
- Como não, amor. Estou doida pra fazer com você.
- Paula, comprei esse presentinho, (um conjunto de plugues). Começa pelo médio, depois usa o grande. Quando você estiver pronta a gente faz.
- Eu não sabia que meu namorado era tão safado. Eu vou ficar uma raposinha gostosa.
Comecei beijar na boca, chupar seus mamilos com ela segurando minha cabeça. Depois chupei sua buceta gostosa. Enfiei o dedo no cuzinho, ela gemeu,(hum que gostoso).
Paula estava muito excitada, enfiei dois dedos, (ai amor, põe devagar). Lubrifiquei o plugue com gel íntimo, (que cu apertado). Paula abriu as pernas e ficou de lado. Eu disse: Agora você coloca, eu te ajudo. Continuei massageando a buceta, ela estava molhada cheia de tesão. Ela tentou introduzir o plugue. Estava muito apertado. Segurei na mão dela fazendo pressão, até que entrou, ficando só o rabo pra fora.
- Puta que pariu, Caio. Isso é gostoso demais.
- Amor, agora eu e minha raposinha safada vamos terminar aquela pizza.
Paula vestiu a parte de cima do Baby doll, fomos pra cozinha, eu segurando ela pelo rabo. Ela usou os plugues até ficar acostumada. Agora está doida pra me dar o cuzinho.
- Caio, quando você ficou tão safado.
- Tia, eu estou doido no cuzinho dela, tem que ser uma coisa especial.
- Caio, Caio. Olha o que você está aprontando com essa garota.
No sábado seguinte nós fomos pro apartamento da tia Ana. Comi a bucetinha da Paula em pé, olhando a paisagem de SP pela janela do apartamento, depois fomos tomar banho na banheira.
Deitamos no sofá na sala, comendo camarão degustando vinho espumante. Conversamos por horas, assistimos filme na TV. Puta que pariu! Vocês não sabem o tesão que dá, ver a namorada gostosa, andar nua pela casa com plugue enfiado na bunda. Paula estava toda dengosa, usando o rabo de raposa.
Eu estava doido pra comer aquele cuzinho. Puxava o plugue pelo rabo; quando estava quase saindo, ela contraia o ânus puxando de volta. Ficamos nessa brincadeira gostosa por mais de meia hora. Chupei sua buceta, ela chupou meu pau; choramingando igual uma gatinha manhosa.
- Ai amor, come meu cu, estou virada de tesão.
Não pude resistir mais. Coloquei minha gata na beirada do sofá. Tirei o plugue e lambuzei o cuzinho com gel íntimo. Tentei colocar a cabeça, estava muito apertada, demorou para entrar. Paula gemeu segurando meu quadril. Empurrei mais um pouco.
- Porra caio, põe devagar. Empurrei mais um pouco. Ela gritou gemendo.
- Amor, você não queria; disse sussurrando no ouvido, empurrando até na metade do pau.
- Eu quero amor, mas está doendo muito.
- Paula, relaxa fica parada e não mexe.
- Caio, você é um cachorro, filho da puta, meu cu tá doendo.
- Relaxa meu amor, daqui a pouco você vai sentir prazer. E empurrei tudo.
- Aiiiiiiii, seu filho da puta. Você me fodeu. Tira, está doendo muito.
- Escuta sua vadia. Para de se mexer que a dor vai passar.
Nós ficamos uns dois minutos, paradinhos abraçados.(Que delicia de cu apertadinho).
- Ai amor, meu cuzinho tá doendo.
Comecei sussurrar indecência no ouvido dela.
- Amor, seu cu é delicioso, apertadinho. Você não queria me dar o cuzinho.
- Eu queria amor, mas isso dói muito. Tira amor, tira.
- Vai passar meu amor, fique quietinha; vou gozar nesse cuzinho gostoso.
- Ai amor, tira só um pouquinho, depois você mete de novo. Faz amor gostoso.
Paula agarrada no meu pescoço, me beijava na boca. Comecei mexer devagar, tirei um pouco e meti novamente. Levantei as pernas dela, e comecei socar massageando seu clitóris.
Paula começou gostar pedindo para socar tudo. Nunca senti tanto tesão.
- Ai amor, come meu cuzinho, come seu cachorro. Soca tudo, soca.
Eu estava a ponto de explodir. Paula tinha um cuzinho muito apertado, tentei segurar para não gozar. Agora que Paula relaxou, estava cheia de tesão, gritando, gemendo como uma louca.
- Ai amor, soca tudo. Goza no meu cu, goza. E eu gozei, enchendo aquele cuzinho de porra quente.
- Ai amor, adoro essa piroca. Come meu rabo, mete amor, mete que eu vou gozar.
- Aiiiiiiiiiiiii eu vouuu, aiiiiiiiiiiiii meu cuzinho. Puta que pariu, gozei. Gozei.
- Ah Caio, adorei no cuzinho. Vamos de novo.
- Paula, estou acabado, dá um tempo pra mim. Ela fez beicinho, se divertindo com cara de safada.
- Amor, eu adoro essa piroca. Quem mandou você se meter comigo... eu quero outra vez.
Fui obrigado tomar um banho pra relaxar. Paula me seguiu, tomamos banho juntos.
- Ai Caio, eu estou cheia de tesão.
- Amor, nós temos o fim de semana inteiro para nós. Vamos comer alguma coisa, tomar um vinho. Depois a gente namora de novo.
Dormimos umas três horas, Paula acordou me beijando. Aquela garota estava me deixando maluco. Me lambendo e chupando meu pau, me deixando todo babado.
- Caio, eu quero que você me enraba. Ela sentou em cima de mim, colocou meu pau na entrada do cuzinho e veio descendo devagar, (caralho, entrou tudo). Começou subir e descer, dizendo palavras obscenas.
- Ai amor, eu adoro essa piroca. Fode meu cuzinho, fode seu cachorro safado, me fode gostoso. Come meu rabo, goza no meu cuzinho.
- Ai Caio, eu vou gozar. Aiiiiiiiii amor meu cuzinho... vou gozzz, aiiiiiiiiiii euuu gozzzzaaaarrrr!!!

Gente, vocês não fazem idéia; minha namorada é INSACIÁVEL.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Paula, minha colega da escola. Parte II.

Codigo do conto:
270162

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/08/2026

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