Sou corno mas sou feliz.



Meu nome é Antônio Paulo, (Cacá) para os mais íntimos; tenho 34 anos, sou casado e trabalho como controlador de tráfego aéreo. Eu tinha vinte dois anos quando passei no concurso para o ICEA. Durante o curso de treinamento, conheci o Flávio e logo ficamos amigos, e passamos sair juntos.
Teve um sábado à noite, que saímos para balada. Eu, o Flavio com a namorada, e Júlia uma amiga dela.
Conheci a Júlia naquele clima de balada. Uma garota linda, vinte anos, loura de olhos verdes, 1.70 de altura, seios médios durinhos, e uma bunda deliciosa. Curtimos a noite bebendo e dançando, e claro, pintou um clima entre nós. Às duas da madrugada, Flávio e a namorada foram dormir no apartamento dele e me pediram para levar Júlia em casa.
Naquela noite nós transamos como loucos. Foi o melhor sexo da minha vida. No domingo de manhã fui pra casa e vida seguiu seu rumo. Na quinta feira, liguei para Júlia convidando para sair no sábado. Jantamos num restaurante chique, conversamos até tarde da noite; depois fomos pro meu apartamento. Júlia era uma garota experiente, adorava sexo e entre nós valia tudo. Júlia disse que nunca tinha namorado, mas que gostou de sair comigo. Ficamos sábado e domingo trancados no apartamento, bebendo, beijando na boca e transando. Ficamos esgotados de tanto foder. Foi a maior loucura.
O tempo foi passando e aquela coisa de ficantes, virou compromisso sério. Dois anos depois estávamos casados.
Nosso primeiro ano de casados foi uma doidera, transávamos como loucos. Júlia gostava de fetiches, curtia ser amarrada na cama, usar saias curtas, meia 7/8 na altura das coxas. Adorava sair de casa sem calcinha, transar em locais públicos.
No segundo ano de casado, transávamos duas ou três vezes por semana. Do terceiro ano em diante, nossa vida de casal não mudou nada. Dividíamos as despesas e as tarefas da casa, mas nossa relação foi caindo na rotina de sempre e Júlia nunca reclamava de nada, estava sempre sorrindo, feliz da vida. Mas eu não.
Nós dois trabalhávamos muito, chegávamos cansados. Começamos transar só no fim de semana. Nossa vida íntima caiu naquela mesmice. Era igual cozinhar “em banho Maria”. Nós tínhamos cumplicidade e confiança no outro. No íntimo eu sabia que tinha alguma coisa errada, mas me recusa a ver o que estava diante dos meus olhos.
Eu não estava bem e Júlia sempre feliz das vida. Demorei perceber que estava sendo traído, (Corno, chifrudo, galhudo). Comecei desconfiar, fuxicar no celular dela, para ver suas ligações. A maioria dos seus contatos eram de mulheres, algumas eram nossas conhecidas, outras não. Suas conversas pelo WhatsApp, eram normais e corriqueiras.
Júlia sempre foi independente. Era uma advogada culta e inteligente, se formou com louvor. Trabalhava num escritório no centro da cidade, e ganhava bem. Era uma mulher linda, uma cavalona gostosa daquelas que parar o trânsito. Júlia adorava sexo, e tinha uma energia incrível para transar. Quando ficava excitada, (era um vulcão prestes a entrar em erupção). Tenho que admitir, que mesmo sendo homem e gostando de sexo, não dava para acompanhar o ritmo dela.
Nas terças e quintas, Júlia sempre chegava mais tarde em casa. Aproveitei um dia de folga para segui-la. Fiquei de longe observando, ela saiu para almoçar acompanhada por duas colegas; tudo normal. Aproveitei o período da tarde para resolver algumas pendências no centro da cidade. Às 17h voltei para acompanhar Júlia sair do trabalho. Fiquei observando, meia hora depois ela saiu sozinha. Caminhou uns dez minutos a pé, parou na frente a um restaurante Italiano. Alguns minutos depois encontrou com um homem, mais ou menos a nossa idade. Era alto bonito e muito elegante, vestia um terno preto e carregava uma maleta executiva. Trocaram um beijo na boca e saíram caminhando abraçados, como um casal de namorados; e entraram no restaurante. Pasmem. Não fiquei com raiva, pelo contrário. Despertou-me curiosidade e excitação.
Comecei fotografá-los de longe, (coisa de corno); eu queria saber quem era o cara que estava comendo minha mulher. Esperei eles se acomodarem, entrei no restaurante escondendo meu rosto. Sentei em uma mesa longe deles.
Pedi fettuccine e uma taça de vinho, enquanto jantava fiquei observando. Júlia pegou o telefone e me ligou. O celular vibrou no meu bolso, virei de costas para atender.
- Oi Cacá, vou trabalhar até tarde hoje, devo dormir na casa da Ana. Te vejo amanhã. Beijo. Continuei observando. Quando terminaram, saíram caminhando abraçados e vinte minutos depois entraram em um hotel.
No dia seguinte, Júlia chegou em casa sorrindo, alegre, feliz da vida, como se nada tivesse acontecido. Me beijou conversamos um pouco sobre nosso dia e ela foi tomar banho. Parece que Júlia leu meu pensamento, pois saiu do banho vestindo só a parte de cima de um baby doll sexy, trazendo uma garrafa de espumante e duas taças. Desliguei a tv. Ela colocou as taças na mesa de centro e se virou para servir, mostrando aquela bunda gostosa.
Mordeu carinhosamente, minha orelha dizendo:
- Quero que você me fode, agora! (Puta que pariu, meu pau levantou na hora). Começamos degustar o vinho, ela sentou no meu colo, me beijou na boca, acariciando meus cabelos. Beijando meu pescoço, chupando meus mamilos, lambendo minha barriga e puxou meu short. Meu pau pulou pra fora, duro alegre e todo feliz.
Júlia beijou na cabeça, lambendo toda extensão até nas bolas. Engoliu todo, me fodendo com a boca, me olhando nos olhos. (Que puta safada).
- Goza na minha boca seu safado, goza gostoso.
Depois daquela gozada, Júlia sentou ajeitando minha tora na sua entrada; e desceu devagar engolindo tudo. Meu pau deslizou deliciosamente pra dentro daquela bucetinha quente e molhada. Começou me cavalgar, subindo e descendo, ora devagar, ora intensamente, mordendo meu pau com sua buceta gulosa.
- Vai cachorro safado, come sua putinha, come. Me fode caralho, eu quero gozar na sua pica. (Puta merda, que loucura), ela me oferecendo os mamilos durinhos para eu chupar, falando um monte de putaria enquanto “me comia”. Nós gozamos juntos, numa sincronia perfeita.
Depois daquela “foda fenomenal”, caímos abraçados. Fomos tomar banho, depois jantamos e voltamos para relaxar no sofá. Nesse momento fui direto com ela, abordando o assunto.
- Quem é o cara que está te comendo?
- Como? Não entendi. Disse ela fazendo cara de surpresa!
- Entendeu sim, Júlia. Não me faça de bobo.
- Qual é Cacá. É sério, não estou entendendo! Repetiu outra vez.
Abri meu celular e mostrei as fotos dos dois, desde o momento que se encontraram no restaurante, até quando entraram no hotel.
- Cacá, me diz porquê me seguiu?
- Júlia, por mais que nossas trepadas sejam espetaculares. Não gosto de ser enganado, “ser o último a saber das coisas”.
- OK. O que você quer? Separar. Que eu te peça desculpas. Que eu faça uma cena. Nossa relação ficou morna; agora o que você quer fazer?
- Júlia, por que você não conversou comigo, sobre nossa relação? Não gosta mais de mim?
- Não é nada disso Cacá. Por mais que você não acredite, eu te amo. Mas eu preciso me sentir desejada por outros homens e por mulheres também. Esse “Sexo baunilha”, não me satisfaz. Gostaria muito que nós dois tivéssemos uma relação aberta, sem medos, sem culpas. Todo mundo ia ficar feliz.
- Eu acredito em você, Júlia. Fiquei excitado quando vi o cara colocar a mão na sua bunda. Puta que pariu, eu virei um CORNO.
- Puta merda, Cacá. Você nunca me disse que estava insatisfeito.
- Júlia, eu te amo. Você chega em casa todos os dias, sorrindo e feliz. Alguém está te comendo. Pra você está sempre tudo bem, mas eu não estou; e você nunca conversou comigo sobre seus desejos.
- Me desculpa amor, não pensei que estivesse infeliz. O que posso fazer pra gente voltar a ser o que era antes.
- Qualquer coisa, Júlia. Troca de casais, ménage, sei lá o quê. Não quero me separar de você, mas também não quero viver nesse chove e não molha, que estamos vivendo.
- Você topa ir numa casa de swing comigo.
- Claro. Vamos só nós dois.
- Conheço um casal que gosta de uma balada liberal. Cacá, você já foi alguma vez?
- Eu fui uma vez, antes de conhecer você.
Nós fomos no sábado. Chegamos no Night Club às 21:30h. Ficamos na área do barzinho, tomando drinks curtindo a música. A noite estava apenas começando. Fomos dar uma volta para conhecer o ambiente. As salas reservadas onde a festa realmente acontece. Muitos casais transando e como nós muita gente olhando. Voltamos pro bar. Eis que chega um casal, os dois muito bonitos. Ele alto e elegante, cabelos castanho claro quase louro, (Era o cara que tava comendo a Júlia). A mulher era uma morena linda, devia ter vinte cinco anos, rosto angelical, cabelos negros encaracolados, olhos azuis, seios grandes. Corpo sarado, coxas grossas e uma bunda deliciosa. Vestia uma mini saia preta, blusa de renda mostrando os seios. Júlia já os conhecia e nos apresentou. Renato e Beatriz eram um casal liberal. Ficamos interagindo no bar do saguão. Bebendo, conversando e curtindo a música. Júlia ficou com Renato, eu com Beatriz. Para mim era um pouco estranho, procurei agir o mais normal possível. Inicialmente muita conversa e troca de informações, sorrisos, beijos nos ombros, carícias nos braços mãos de leve nas coxas. Beatriz era uma mulher livre leve e solta, um perfume delicioso exalava do corpo dela. Volta e meia pegava no meu braço, com uma mão na minha coxa. Fiquei de pau duro. Beatriz cochichou no meu ouvido.
- Puxa Cacá! Gostei, você está animadão. Disse subindo a mão até tocar no meu pau; de leve apenas para sentir o volume. Virou pro namorado e para Júlia.
- Nós vamos pro camarote. Vocês querem vir conosco?
Renato e Júlia nos seguiram. Fomos para um camarote privativo, iluminado com luz negra. Tinha um enorme sofá dourado, que mais parecia uma cama e um frigobar abastecido. Mal entramos, Beatriz segurou no meu pau e me deu um beijo na boca; sem se importar com a presença deles. Renato e Júlia trocavam carícias, e começarem se despir.
Beatriz ficou nua e abaixou minha calça, e meu pau pulou pra fora. Ela pegou nele, me beijando na boca e disse no meu ouvido.
- Puxa Cacá! Que piroca gostosa você tem.
Abaixou e começou me chupar. Fizemos um 69 delicioso, eu chupando aquela buceta gostosa. Gozamos. Júlia e Beatriz começaram se beijar e se tocarem. Eu e Renato nos servimos de whisky e ficamos observando as duas transando. Elas gozaram, depois ficaram abraçadas, lascivas, devassas, com as pernas abertas mostrando as bucetas molhadinhas, fazendo sinal com as mãos nos convidando. Beatriz começou beijar o namorado e sentou nele, cavalgando e gozando como loucos.
Júlia me puxou e começou chupar me pau. Parecia uma gata no cio. Sussurrou no meu ouvido que queria me dar o cu, e ficou de quatro. Comi minha Júlia igual um cachorro, e ela gritava:
- Me fode, come o cuzinho da sua puta.
Acho que nunca gozei tanto. Aquela noite na casa de swing, foi uma das mais loucas da minha vida. Nós ficamos íntimos, e começamos fazer todo tipo de baladas juntos; desde de jantares até terminar na cama. Nós quatro transando juntos, às vezes na nossa casa. Outras na casa deles ou em algum motel.
Fazemos isso até hoje, às vezes saímos com Renato e Beatriz; outras vezes com outros parceiros.
Eu e Júlia estamos bem, felizes com nossa nova vida. Sou um corno feliz.


   


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sou corno mas sou feliz.

Codigo do conto:
271157

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
31/08/2026

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