Ela chegou na nossa casa pra passar o fim de semana. Minha esposa foi dormir cedo, cansada do trabalho. Eu fiquei na sala, vendo TV, e minha cunhada, Juliana, se sentou do meu lado, com um shorts curto e uma blusa decotada, sem sutiã.
Eu vi os olhos dela brilharem. Vi ela passar a mão na própria perna, devagar, os dedos subindo. Meu pau já tava duro, latejando na cueca.
— O que você tá fazendo? — perguntei, a voz rouca.
— O que você acha? — ela respondeu, mordendo o lábio.
Ela se inclinou e me beijou. Boca quente, língua molhada, um gemido abafado. Eu segurei a nuca dela, puxei pra perto, beijei com vontade. Minha mão desceu, apertou o peito dela, o mamilo duro contra a palma da mão. Ela gemeu alto.
— Sua esposa tá dormindo — sussurrou, ofegante.
— Melhor assim.
Eu levantei ela no colo, carreguei até a cozinha, porque o quarto era perto demais do nosso. Joguei ela em cima da mesa de jantar, rasguei o shorts dela, puxei a calcinha pro lado. A buceta dela tava molhada, escorrendo, vermelha de tesão.
— Olha essa buceta — falei, passando os dedos. — Já tá babando, sua puta.
— Enfia logo esse pau na minha buceta — ela pediu, com a voz trêmula. — Quero sentir você me fodendo.
Abri minha calça, tirei o pau pra fora, duro, pulsando, a cabeça brilhando. Enfiei na buceta dela de uma vez, fundo, sem dó. Ela gritou, um gemido alto, e eu tapei a boca dela com a mão.
— Silêncio, caralho! Quer acordar sua irmã?
Ela mordeu a minha mão, mas gemeu baixinho, os olhos revirados. Comecei a foder ela com força, a mesa rangeu, o pau entrava e saía da buceta molhada dela, fazendo um som molhado e sujo.
— Tá gostoso? — perguntei, ofegante.
— Tá uma delícia, caralho! — ela gritou abafado. — Fode mais! Fode essa buceta!
Eu dei um tapa na bunda dela, forte, a pele marcando vermelho. Ela gemeu mais alto. Dei outro tapa. Outro. A bunda dela balançava, a buceta contraía no meu pau.
— Goza nessa buceta, seu filho da puta! — ela pediu, já tremendo. — Enche minha buceta de porra!
A buceta dela começou a se contrair no meu pau, pulsando, espremendo. Ela gozou, o corpo todo sacudindo, o gemido preso na minha mão. Eu continuei metendo, fodendo ela no meio do orgasmo, sentindo cada espasmo apertar meu pau.
Não aguentei. Minhas bolas se contraíram, meu pau pulsou, e eu gozei grosso, quente, jorrando lá no fundo da buceta dela. A porra saiu com força, encheu ela, escorreu pelo pau enquanto eu metia devagar, empurrando a gozada pra dentro.
Fiquei dentro dela até o pau amolecer. Só então tirei. A porra branca e grossa escorreu da buceta dela, pingando na mesa.
Ela se ajeitou, puxou a calcinha, o shorts. Eu guardei o pau mole, limpei a mesa com um pano. Juliana me olhou, a respiração ainda ofegante, a boca aberta.
— Na próxima, quero mais — ela sussurrou, com um sorriso sujo.
Ela foi pro quarto de hóspedes, e eu voltei pra cama, deitei ao lado da minha esposa, que dormia profundamente, sem saber de nada.
O pau ainda doía de tanto gozar. O cheiro da buceta da minha cunhada ainda tava nos meus dedos. E a porra ainda escorria quente dentro dela.
